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    <title>Fio da Meada</title>
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    <copyright>Rádio Novelo</copyright>
    <description>Branca Vianna senta com pessoas que têm algo a dizer para debater ideias e temas que estão na cabeça de todo mundo. Na busca de um fio condutor que nos faça entender melhor um mundo complexo e instável, o podcast é um convite para quem quer tecer o próprio ponto de vista.

Fio da Meada é um podcast original da Rádio Novelo.

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      <title>Fio da Meada</title>
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      <title>Cristina Fibe e Mari Faria por um jornalismo que ouça as mulheres</title>
      <description>Em 2018 a jornalista Cristina Fibe, então repórter do jornal O Globo, começou a investigar uma história que revelaria como agia o maior criminoso sexual do Brasil, o suposto médium João Teixeira de Faria. Com a investigação completa e a gravação de seis depoimentos de vítimas, ela chegou à redação do jornal e ouviu perguntas do tipo: “Elas disseram não? Fizeram boletim de ocorrência?”



Ao longo da carreira, Cristina percebeu que a descredibilização de denúncias de crimes contra mulheres é uma prática comum no jornalismo. Agora, em 2025, ela se junta a outra jornalista, Mari Faria, para lançar a audiossérie Silenciadas, uma produção feita em parceria entre a Audible e a Revista Piauí, para contar os bastidores de coberturas de grandes crimes sexuais.



No Fio da Meada dessa semana, Branca Vianna conversa com Cristina Fibe e Mari Faria sobre as omissões e falhas da imprensa em casos de violência de gênero.



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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Em 2018 a jornalista Cristina Fibe, então repórter do jornal O Globo, começou a investigar uma história que revelaria como agia o maior criminoso sexual do Brasil, o suposto médium João Teixeira de Faria. Com a investigação completa e a gravação de seis depoimentos de vítimas, ela chegou à redação do jornal e ouviu perguntas do tipo: “Elas disseram não? Fizeram boletim de ocorrência?”



Ao longo da carreira, Cristina percebeu que a descredibilização de denúncias de crimes contra mulheres é uma prática comum no jornalismo. Agora, em 2025, ela se junta a outra jornalista, Mari Faria, para lançar a audiossérie Silenciadas, uma produção feita em parceria entre a Audible e a Revista Piauí, para contar os bastidores de coberturas de grandes crimes sexuais.



No Fio da Meada dessa semana, Branca Vianna conversa com Cristina Fibe e Mari Faria sobre as omissões e falhas da imprensa em casos de violência de gênero.



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        <![CDATA[<p>Em 2018 a jornalista Cristina Fibe, então repórter do jornal O Globo, começou a investigar uma história que revelaria como agia o maior criminoso sexual do Brasil, o suposto médium João Teixeira de Faria. Com a investigação completa e a gravação de seis depoimentos de vítimas, ela chegou à redação do jornal e ouviu perguntas do tipo: “Elas disseram não? Fizeram boletim de ocorrência?”</p>
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<p>Ao longo da carreira, Cristina percebeu que a descredibilização de denúncias de crimes contra mulheres é uma prática comum no jornalismo. Agora, em 2025, ela se junta a outra jornalista, Mari Faria, para lançar a audiossérie Silenciadas, uma produção feita em parceria entre a Audible e a Revista Piauí, para contar os bastidores de coberturas de grandes crimes sexuais.</p>
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<p>No Fio da Meada dessa semana, Branca Vianna conversa com Cristina Fibe e Mari Faria sobre as omissões e falhas da imprensa em casos de violência de gênero.</p>
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    <item>
      <title>Carol Pires e Marina Dias sabem por que tá difícil entender o noticiário</title>
      <description>Carol Pires e Marina Dias estão acostumadas a responder dúvidas de amigos sobre política e sobre o noticiário em geral. Com um currículo combinado que passa pela revista piauí, pela Folha de S. Paulo, pelo New York Times, e pelo Washington Post, entre outros veículos, as duas têm experiência de sobra. Mas, nos últimos tempos, com o público se afastando de mídias tradicionais, elas têm tentado uma abordagem diferente – mais parecida com as conversas de WhatsApp com os amigos do que com uma reportagem convencional. 



No Fio da Meada desta semana, Marina e Carol contam para Branca Vianna o raciocínio por trás do videocast Duas e Tanto, em que elas procuram contextualizar o noticiário para quem não vive consumindo cobertura política – o que, afinal, é o caso da maioria da população. 



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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Carol Pires e Marina Dias estão acostumadas a responder dúvidas de amigos sobre política e sobre o noticiário em geral. Com um currículo combinado que passa pela revista piauí, pela Folha de S. Paulo, pelo New York Times, e pelo Washington Post, entre outros veículos, as duas têm experiência de sobra. Mas, nos últimos tempos, com o público se afastando de mídias tradicionais, elas têm tentado uma abordagem diferente – mais parecida com as conversas de WhatsApp com os amigos do que com uma reportagem convencional. 



No Fio da Meada desta semana, Marina e Carol contam para Branca Vianna o raciocínio por trás do videocast Duas e Tanto, em que elas procuram contextualizar o noticiário para quem não vive consumindo cobertura política – o que, afinal, é o caso da maioria da população. 



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        <![CDATA[<p>Carol Pires e Marina Dias estão acostumadas a responder dúvidas de amigos sobre política e sobre o noticiário em geral. Com um currículo combinado que passa pela revista piauí, pela Folha de S. Paulo, pelo New York Times, e pelo Washington Post, entre outros veículos, as duas têm experiência de sobra. Mas, nos últimos tempos, com o público se afastando de mídias tradicionais, elas têm tentado uma abordagem diferente – mais parecida com as conversas de WhatsApp com os amigos do que com uma reportagem convencional. </p>
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<p>No Fio da Meada desta semana, Marina e Carol contam para Branca Vianna o raciocínio por trás do videocast Duas e Tanto, em que elas procuram contextualizar o noticiário para quem não vive consumindo cobertura política – o que, afinal, é o caso da maioria da população. </p>
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    <item>
      <title>A crítica morreu? Carol Prado e Paulo Roberto Pires apostam que não</title>
      <description>Houve um tempo em que um crítico – seja ele literário, gastronômico ou de música – podia, com algumas centenas de palavras, catapultar ou destruir uma carreira. No mundo de hoje, onde todo mundo consegue emitir uma opinião que pode ser lida, comentada e curtida por milhares de pessoas, a situação é outra.



O papel do crítico mudou, mas a profissão não se tornou obsoleta. É o que pensam os convidados dessa semana: a crítica de música do G1, Carol Prado, e o crítico literário da revista Quatro Cinco Um, Paulo Roberto Pires.



Carol e Paulo contam pra Branca Vianna como resistem à tentação de tentar agradar todo mundo nas redes sociais e de que forma não só o trabalho deles, mas também o daqueles que eles criticam profissionalmente, tem sido afetado por uma ideia de sucesso baseada em números de curtidas.





A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep60





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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Houve um tempo em que um crítico – seja ele literário, gastronômico ou de música – podia, com algumas centenas de palavras, catapultar ou destruir uma carreira. No mundo de hoje, onde todo mundo consegue emitir uma opinião que pode ser lida, comentada e curtida por milhares de pessoas, a situação é outra.



O papel do crítico mudou, mas a profissão não se tornou obsoleta. É o que pensam os convidados dessa semana: a crítica de música do G1, Carol Prado, e o crítico literário da revista Quatro Cinco Um, Paulo Roberto Pires.



Carol e Paulo contam pra Branca Vianna como resistem à tentação de tentar agradar todo mundo nas redes sociais e de que forma não só o trabalho deles, mas também o daqueles que eles criticam profissionalmente, tem sido afetado por uma ideia de sucesso baseada em números de curtidas.





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        <![CDATA[<p>Houve um tempo em que um crítico – seja ele literário, gastronômico ou de música – podia, com algumas centenas de palavras, catapultar ou destruir uma carreira. No mundo de hoje, onde todo mundo consegue emitir uma opinião que pode ser lida, comentada e curtida por milhares de pessoas, a situação é outra.</p>
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<p>O papel do crítico mudou, mas a profissão não se tornou obsoleta. É o que pensam os convidados dessa semana: a crítica de música do G1, Carol Prado, e o crítico literário da revista Quatro Cinco Um, Paulo Roberto Pires.</p>
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<p>Carol e Paulo contam pra Branca Vianna como resistem à tentação de tentar agradar todo mundo nas redes sociais e de que forma não só o trabalho deles, mas também o daqueles que eles criticam profissionalmente, tem sido afetado por uma ideia de sucesso baseada em números de curtidas.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep60">https://bit.ly/transcriçãoep60</a></p>
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    <item>
      <title>Vera Iaconelli pergunta sobre a sua família – e conta sobre a dela </title>
      <description>A palavra “análise” acompanha Vera Iaconelli aonde quer que ela vá. No consultório, ela exercita o silêncio, permitindo que as pessoas falem – e se escutem falar – sobre si mesmas. No podcast “Isso não é uma sessão de análise”, ela recebe pessoas conhecidas para perguntar sobre seus lados menos conhecidos, partindo de um ponto central: “qual era sua referência de família no passado e qual é a sua referência de família hoje?”. Já no livro “Análise”, publicado em 2025, ela costura histórias pessoais – incluindo assuntos delicados de sua vida familiar – e reflexões sobre a psicanálise em si. 



No Fio da Meada desta semana, conversando com Branca Vianna, Vera faz a ponte entre esses exercícios de escuta, de escrita e de análise. Ela também fala sobre a necessidade do Brasil – da gente enquanto país – deitar no divã, e sobre o que o gênero tem a ver com a maneira como as pessoas refletem sobre a própria história. 





A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep59



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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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No Fio da Meada desta semana, conversando com Branca Vianna, Vera faz a ponte entre esses exercícios de escuta, de escrita e de análise. Ela também fala sobre a necessidade do Brasil – da gente enquanto país – deitar no divã, e sobre o que o gênero tem a ver com a maneira como as pessoas refletem sobre a própria história. 





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        <![CDATA[<p>A palavra “análise” acompanha Vera Iaconelli aonde quer que ela vá. No consultório, ela exercita o silêncio, permitindo que as pessoas falem – e se escutem falar – sobre si mesmas. No podcast “Isso não é uma sessão de análise”, ela recebe pessoas conhecidas para perguntar sobre seus lados menos conhecidos, partindo de um ponto central: “qual era sua referência de família no passado e qual é a sua referência de família hoje?”. Já no livro “Análise”, publicado em 2025, ela costura histórias pessoais – incluindo assuntos delicados de sua vida familiar – e reflexões sobre a psicanálise em si. </p>
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<p>No Fio da Meada desta semana, conversando com Branca Vianna, Vera faz a ponte entre esses exercícios de escuta, de escrita e de análise. Ela também fala sobre a necessidade do Brasil – da gente enquanto país – deitar no divã, e sobre o que o gênero tem a ver com a maneira como as pessoas refletem sobre a própria história. </p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep59">https://bit.ly/transcriçãoep59</a></p>
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    <item>
      <title>Daniel Becker pela volta do cercadinho, dos desenhos na TV e dos braços quebrados </title>
      <description>Um adolescente americano hoje tem menos chance de fraturar ossos do que alguém da sua idade 15 anos atrás. E mais: pessoas acima dos  50 anos, correm mais risco de quebrar o braço do que meninos e meninas entre 10 e 19 anos. O que pode parecer uma boa notícia para pais preocupados, na verdade, mascara um outro problema: a falta de atividade física das crianças e o maior tempo gasto em telas. 



O estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA é um dos tantos usados pelo pediatra Daniel Becker para defender uma maior interação das crianças com o mundo real  “esse brincar não supervisionado é onde a criança mais relaxa e onde ela mais é feliz, onde ela mais desenvolve as habilidades.”



No episódio desta semana do Fio da Meada, ele conversa com Branca Vianna sobre o brincar de forma livre e de como isso é importante, até, para a autoestima das crianças. Eles também falam sobre o tempo exagerado que elas têm passado nas telas, sobre o dano causado no nosso cérebro pelo uso de Inteligência Artificial e também como bons desenhos na TV – sim, na TV –  fazem falta pras crianças.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep58



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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Um adolescente americano hoje tem menos chance de fraturar ossos do que alguém da sua idade 15 anos atrás. E mais: pessoas acima dos  50 anos, correm mais risco de quebrar o braço do que meninos e meninas entre 10 e 19 anos. O que pode parecer uma boa notícia para pais preocupados, na verdade, mascara um outro problema: a falta de atividade física das crianças e o maior tempo gasto em telas. 



O estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA é um dos tantos usados pelo pediatra Daniel Becker para defender uma maior interação das crianças com o mundo real  “esse brincar não supervisionado é onde a criança mais relaxa e onde ela mais é feliz, onde ela mais desenvolve as habilidades.”



No episódio desta semana do Fio da Meada, ele conversa com Branca Vianna sobre o brincar de forma livre e de como isso é importante, até, para a autoestima das crianças. Eles também falam sobre o tempo exagerado que elas têm passado nas telas, sobre o dano causado no nosso cérebro pelo uso de Inteligência Artificial e também como bons desenhos na TV – sim, na TV –  fazem falta pras crianças.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep58



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        <![CDATA[<p>Um adolescente americano hoje tem menos chance de fraturar ossos do que alguém da sua idade 15 anos atrás. E mais: pessoas acima dos  50 anos, correm mais risco de quebrar o braço do que meninos e meninas entre 10 e 19 anos. O que pode parecer uma boa notícia para pais preocupados, na verdade, mascara um outro problema: a falta de atividade física das crianças e o maior tempo gasto em telas. </p>
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<p>O estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA é um dos tantos usados pelo pediatra Daniel Becker para defender uma maior interação das crianças com o mundo real  “esse brincar não supervisionado é onde a criança mais relaxa e onde ela mais é feliz, onde ela mais desenvolve as habilidades.”</p>
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<p>No episódio desta semana do Fio da Meada, ele conversa com Branca Vianna sobre o brincar de forma livre e de como isso é importante, até, para a autoestima das crianças. Eles também falam sobre o tempo exagerado que elas têm passado nas telas, sobre o dano causado no nosso cérebro pelo uso de Inteligência Artificial e também como bons desenhos na TV – sim, na TV –  fazem falta pras crianças.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep58">https://bit.ly/transcriçãoep58
</a></p>
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    <item>
      <title>Marjorie Estiano e Elena Soárez voltam para a Praia dos Ossos</title>
      <description>Na virada de 1976 para 1977, um homem assassinou uma mulher que estava tentando se separar dele. Durante muito tempo, o crime ficou conhecido com o nome dele: Doca Street. Agora, está estreando uma nova série de ficção baseada no caso – Ângela Diniz: Assassinada e Condenada. A produção da HBO Max, com Marjorie Estiano no papel principal, toma como ponto de partida o podcast da Rádio Novelo, Praia dos Ossos, para narrar os últimos anos da vida da Ângela.  



No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marjorie e com a roteirista da série, Elena Soárez, sobre como foi encarnar o papel da Pantera de Minas, os desafios da adaptação do podcast, e – por que não – o significado do feminismo.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep57





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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marjorie e com a roteirista da série, Elena Soárez, sobre como foi encarnar o papel da Pantera de Minas, os desafios da adaptação do podcast, e – por que não – o significado do feminismo.



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        <![CDATA[<p>Na virada de 1976 para 1977, um homem assassinou uma mulher que estava tentando se separar dele. Durante muito tempo, o crime ficou conhecido com o nome dele: Doca Street. Agora, está estreando uma nova série de ficção baseada no caso – Ângela Diniz: Assassinada e Condenada. A produção da HBO Max, com Marjorie Estiano no papel principal, toma como ponto de partida o podcast da Rádio Novelo, Praia dos Ossos, para narrar os últimos anos da vida da Ângela.  </p>
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<p>No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marjorie e com a roteirista da série, Elena Soárez, sobre como foi encarnar o papel da Pantera de Minas, os desafios da adaptação do podcast, e – por que não – o significado do feminismo.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep57">https://bit.ly/transcriçãoep57</a></p>
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    <item>
      <title>Giovana Girardi desata os nós da COP30</title>
      <description>A jornalista Giovana Girardi cobre ciência e meio ambiente há mais de 20 anos e está indo para a sua décima COP in loco. Em 2022, ela apresentou a série Tempo Quente, um podcast original da Rádio Novelo que investiga as forças políticas e econômicas que colocam o Brasil na contramão do combate às mudanças climáticas.



Agora, em 2025, o Tempo Quente ganhou uma nova temporada especial: ‘esquenta pra COP30’. Em seis episódios, Giovana conversa com entrevistados que ajudam a gente a entender melhor os entraves e as expectativas pra 30ª Conferência das Partes da ONU sobre mudanças climáticas — que, neste ano, acontece no Brasil, em Belém. No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista para entender o que está em jogo no evento.



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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A jornalista Giovana Girardi cobre ciência e meio ambiente há mais de 20 anos e está indo para a sua décima COP in loco. Em 2022, ela apresentou a série Tempo Quente, um podcast original da Rádio Novelo que investiga as forças políticas e econômicas que colocam o Brasil na contramão do combate às mudanças climáticas.



Agora, em 2025, o Tempo Quente ganhou uma nova temporada especial: ‘esquenta pra COP30’. Em seis episódios, Giovana conversa com entrevistados que ajudam a gente a entender melhor os entraves e as expectativas pra 30ª Conferência das Partes da ONU sobre mudanças climáticas — que, neste ano, acontece no Brasil, em Belém. No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista para entender o que está em jogo no evento.



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        <![CDATA[<p>A jornalista Giovana Girardi cobre ciência e meio ambiente há mais de 20 anos e está indo para a sua décima COP in loco. Em 2022, ela apresentou a série <a href="https://radionovelo.com.br/originais/tempo-quente-esquenta-pra-cop30/">Tempo Quente</a>, um podcast original da Rádio Novelo que investiga as forças políticas e econômicas que colocam o Brasil na contramão do combate às mudanças climáticas.</p>
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<p>Agora, em 2025, o Tempo Quente ganhou uma nova temporada especial: ‘esquenta pra COP30’. Em seis episódios, Giovana conversa com entrevistados que ajudam a gente a entender melhor os entraves e as expectativas pra 30ª Conferência das Partes da ONU sobre mudanças climáticas — que, neste ano, acontece no Brasil, em Belém. No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista para entender o que está em jogo no evento.</p>
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    <item>
      <title>Os dias após a chacina no Rio de Janeiro, com Talíria Petrone</title>
      <description>Em 2018, Branca Vianna entrevistou a então vereadora de Niterói Talíria Petrone para o “Maria vai com as outras”, podcast da revista piauí. Elas conversaram sobre a entrada da Talíria na política, os desafios de se posicionar enquanto mulher em espaços políticos, e a esteira do assassinato da Marielle Franco.



Agora em outubro de 2025, a ideia era revisitar aquela entrevista e ver o quanto – se – as coisas tinham mudado. Mas logo antes da gravação, veio a maior chacina executada pelo Estado brasileiro, e o rumo da conversa mudou. No Fio da Meada desta semana, Branca ouviu da agora deputada federal o que ela presenciou nos últimos dias no Complexo da Alemão e na Penha e quais as perspectivas para uma política de segurança nacional efetiva.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep55



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O funk nasceu onde a cidade pulsa mais forte, nos becos, nos bailes e nas vozes que transformam linguagem em movimento. O que começou como batida virou cultura, moda e atitude.



A exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, te convida a percorrer essa trajetória — dos bailes black dos anos 70 às pistas de São Paulo. São mais de 400 obras, vídeos e registros raros que revelam como o funk reinventou o idioma e a imaginação brasileira. Aos sábados e domingos a entrada é gratuita. Saiba mais em: ⁠https://www.museudalinguaportuguesa.org.br 





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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Em 2018, Branca Vianna entrevistou a então vereadora de Niterói Talíria Petrone para o “Maria vai com as outras”, podcast da revista piauí. Elas conversaram sobre a entrada da Talíria na política, os desafios de se posicionar enquanto mulher em espaços políticos, e a esteira do assassinato da Marielle Franco.



Agora em outubro de 2025, a ideia era revisitar aquela entrevista e ver o quanto – se – as coisas tinham mudado. Mas logo antes da gravação, veio a maior chacina executada pelo Estado brasileiro, e o rumo da conversa mudou. No Fio da Meada desta semana, Branca ouviu da agora deputada federal o que ela presenciou nos últimos dias no Complexo da Alemão e na Penha e quais as perspectivas para uma política de segurança nacional efetiva.



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O funk nasceu onde a cidade pulsa mais forte, nos becos, nos bailes e nas vozes que transformam linguagem em movimento. O que começou como batida virou cultura, moda e atitude.



A exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, te convida a percorrer essa trajetória — dos bailes black dos anos 70 às pistas de São Paulo. São mais de 400 obras, vídeos e registros raros que revelam como o funk reinventou o idioma e a imaginação brasileira. Aos sábados e domingos a entrada é gratuita. Saiba mais em: ⁠https://www.museudalinguaportuguesa.org.br 





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        <![CDATA[<p>Em 2018, Branca Vianna entrevistou a então vereadora de Niterói Talíria Petrone para o “Maria vai com as outras”, podcast da revista piauí. Elas conversaram sobre a entrada da Talíria na política, os desafios de se posicionar enquanto mulher em espaços políticos, e a esteira do assassinato da Marielle Franco.</p>
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<p>Agora em outubro de 2025, a ideia era revisitar aquela entrevista e ver o quanto – se – as coisas tinham mudado. Mas logo antes da gravação, veio a maior chacina executada pelo Estado brasileiro, e o rumo da conversa mudou. No Fio da Meada desta semana, Branca ouviu da agora deputada federal o que ela presenciou nos últimos dias no Complexo da Alemão e na Penha e quais as perspectivas para uma política de segurança nacional efetiva.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep55">https://bit.ly/transcriçãoep55</a></p>
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<p>O funk nasceu onde a cidade pulsa mais forte, nos becos, nos bailes e nas vozes que transformam linguagem em movimento. O que começou como batida virou cultura, moda e atitude.</p>
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<p>A exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, te convida a percorrer essa trajetória — dos bailes black dos anos 70 às pistas de São Paulo. São mais de 400 obras, vídeos e registros raros que revelam como o funk reinventou o idioma e a imaginação brasileira. Aos sábados e domingos a entrada é gratuita. Saiba mais em: <a href="https://www.museudalinguaportuguesa.org.br%20">⁠https://www.museudalinguaportuguesa.org.br </a></p>
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    <item>
      <title>Ernesto Mané tenta fazer as pazes com o pai e o passado</title>
      <description>Em 2010, o físico paraibano Ernesto Mané viajou à Guiné-Bissau para concretizar o antigo plano de conhecer a família do pai, que nasceu no país africano e emigrou ao Brasil décadas antes. Foi uma viagem movida pelo desejo de conhecer as origens, mas também um esforço para compreender uma questão específica: o abandono paterno. 



Por que o pai o abandonou ainda na infância, quando todos viviam na mesma cidade, em João Pessoa? A busca por essa resposta passa por questões que vão muito além da personalidade do pai – como racismo, colonialismo e a diáspora africana. 



Em 2025, os diários de viagem de Mané – hoje um diplomata trabalhando na embaixada do Brasil em Buenos Aires – deram origem ao livro Antes do Início. Nas páginas dos diários – e do livro –, a busca pela reconstrução de uma identidade perdida e o duro caminho até a reconciliação.



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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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Por que o pai o abandonou ainda na infância, quando todos viviam na mesma cidade, em João Pessoa? A busca por essa resposta passa por questões que vão muito além da personalidade do pai – como racismo, colonialismo e a diáspora africana. 



Em 2025, os diários de viagem de Mané – hoje um diplomata trabalhando na embaixada do Brasil em Buenos Aires – deram origem ao livro Antes do Início. Nas páginas dos diários – e do livro –, a busca pela reconstrução de uma identidade perdida e o duro caminho até a reconciliação.



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        <![CDATA[<p>Em 2010, o físico paraibano Ernesto Mané viajou à Guiné-Bissau para concretizar o antigo plano de conhecer a família do pai, que nasceu no país africano e emigrou ao Brasil décadas antes. Foi uma viagem movida pelo desejo de conhecer as origens, mas também um esforço para compreender uma questão específica: o abandono paterno. </p>
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<p>Por que o pai o abandonou ainda na infância, quando todos viviam na mesma cidade, em João Pessoa? A busca por essa resposta passa por questões que vão muito além da personalidade do pai – como racismo, colonialismo e a diáspora africana. </p>
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<p>Em 2025, os diários de viagem de Mané – hoje um diplomata trabalhando na embaixada do Brasil em Buenos Aires – deram origem ao livro Antes do Início. Nas páginas dos diários – e do livro –, a busca pela reconstrução de uma identidade perdida e o duro caminho até a reconciliação.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep54">https://bit.ly/transcriçãoep54</a></p>
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    <item>
      <title>Educação sexual pra ontem: Luciana Temer conhece o caminho</title>
      <description>O Brasil registra sete casos de estupro de menores de 13 anos por hora. Isso significa que, mais ou menos, a cada oito minutos uma criança ou adolescente é violentada. O dado mais recente do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra uma realidade tão assustadora quanto silenciada:  “como é que a gente não está falando disso o tempo inteiro?” 



Essa pergunta inquieta a advogada Luciana Temer que, em 2017, fundou o Instituto Liberta para enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes. O tema se tornou o trabalho e a vida dela.



No episódio desta semana do Fio da Meada, ela conversa com Branca Vianna sobre a importância da conversa franca para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. As duas ainda falaram sobre impactos do ECA Digital no combate à violência online e sobre os prejuízos que projetos como o do homeschooling trazem para o debate público. 



Para denunciar qualquer caso de violência contra crianças e adolescentes disque 100.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep53



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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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Essa pergunta inquieta a advogada Luciana Temer que, em 2017, fundou o Instituto Liberta para enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes. O tema se tornou o trabalho e a vida dela.



No episódio desta semana do Fio da Meada, ela conversa com Branca Vianna sobre a importância da conversa franca para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. As duas ainda falaram sobre impactos do ECA Digital no combate à violência online e sobre os prejuízos que projetos como o do homeschooling trazem para o debate público. 



Para denunciar qualquer caso de violência contra crianças e adolescentes disque 100.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep53



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        <![CDATA[<p>O Brasil registra sete casos de estupro de menores de 13 anos por hora. Isso significa que, mais ou menos, a cada oito minutos uma criança ou adolescente é violentada. O dado mais recente do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra uma realidade tão assustadora quanto silenciada:  “como é que a gente não está falando disso o tempo inteiro?” </p>
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<p>Essa pergunta inquieta a advogada Luciana Temer que, em 2017, fundou o Instituto Liberta para enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes. O tema se tornou o trabalho e a vida dela.</p>
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<p>No episódio desta semana do Fio da Meada, ela conversa com Branca Vianna sobre a importância da conversa franca para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. As duas ainda falaram sobre impactos do ECA Digital no combate à violência online e sobre os prejuízos que projetos como o do homeschooling trazem para o debate público. </p>
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<p>Para denunciar qualquer caso de violência contra crianças e adolescentes disque 100.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep53">https://bit.ly/transcriçãoep53</a></p>
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    <item>
      <title>Adriano Silva em defesa da morte assistida no Brasil</title>
      <description>Nos últimos anos, o debate sobre a morte assistida tem ganhado força no Brasil. Filmes como O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar, e Sonhar com Leões, com Denise Fraga, ajudaram a estimular essa discussão. Casos recentes – como o do poeta Antonio Cícero, que optou pela morte voluntária assistida em uma clínica na Suíça –, também chamam a atenção para o tema.



Nessa esteira, em maio de 2025, um grupo de juristas, artistas, comunicadores e médicos criou a primeira associação brasileira em defesa da morte assistida no Brasil, a Eu Decido. A iniciativa busca, no longo prazo, que a morte assistida se torne uma política pública no país.



No Fio da Meada, o jornalista Adriano Silva, vice-presidente da associação, fala a Branca Vianna sobre o momento atual desse debate no Brasil e explora caminhos possíveis para ampliar a autonomia das pessoas sobre o fim da vida, como já acontece em outros países.



Adriano é autor do livro O dia em que Eva decidiu morrer (editora Vestígio), que conta a trajetória de uma filósofa brasileira que optou pela morte assistida numa clínica da Suíça.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep52



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      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Nos últimos anos, o debate sobre a morte assistida tem ganhado força no Brasil. Filmes como O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar, e Sonhar com Leões, com Denise Fraga, ajudaram a estimular essa discussão. Casos recentes – como o do poeta Antonio Cícero, que optou pela morte voluntária assistida em uma clínica na Suíça –, também chamam a atenção para o tema.



Nessa esteira, em maio de 2025, um grupo de juristas, artistas, comunicadores e médicos criou a primeira associação brasileira em defesa da morte assistida no Brasil, a Eu Decido. A iniciativa busca, no longo prazo, que a morte assistida se torne uma política pública no país.



No Fio da Meada, o jornalista Adriano Silva, vice-presidente da associação, fala a Branca Vianna sobre o momento atual desse debate no Brasil e explora caminhos possíveis para ampliar a autonomia das pessoas sobre o fim da vida, como já acontece em outros países.



Adriano é autor do livro O dia em que Eva decidiu morrer (editora Vestígio), que conta a trajetória de uma filósofa brasileira que optou pela morte assistida numa clínica da Suíça.



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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, o debate sobre a morte assistida tem ganhado força no Brasil. Filmes como O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar, e Sonhar com Leões, com Denise Fraga, ajudaram a estimular essa discussão. Casos recentes – como o do poeta Antonio Cícero, que optou pela morte voluntária assistida em uma clínica na Suíça –, também chamam a atenção para o tema.</p>
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<p>Nessa esteira, em maio de 2025, um grupo de juristas, artistas, comunicadores e médicos criou a primeira associação brasileira em defesa da morte assistida no Brasil, a Eu Decido. A iniciativa busca, no longo prazo, que a morte assistida se torne uma política pública no país.</p>
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<p>No Fio da Meada, o jornalista Adriano Silva, vice-presidente da associação, fala a Branca Vianna sobre o momento atual desse debate no Brasil e explora caminhos possíveis para ampliar a autonomia das pessoas sobre o fim da vida, como já acontece em outros países.</p>
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<p>Adriano é autor do livro O dia em que Eva decidiu morrer (editora Vestígio), que conta a trajetória de uma filósofa brasileira que optou pela morte assistida numa clínica da Suíça.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep52">https://bit.ly/transcriçãoep52</a></p>
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    <item>
      <title>Natalia Viana faz perguntas simples – com respostas complexas – sobre a Lava-Jato</title>
      <description>Há dez anos, a Natalia Viana tem puxado o fio de um dos eventos mais marcantes da política nacional – a Operação Lava-Jato. Apesar de anos de cobertura midiática intensa, ela sentiu que algumas perguntas básicas não tinham sido respondidas. Como tudo começou? Por que a operação, enquanto crescia para abranger crimes e acusações de diversos estados, foi ficando em Curitiba? E o que o governo norte-americano tinha a ver com aquilo, mesmo?



Na nova audio-série original da Audible com a Agência Pública, “Confidencial: As Digitais do FBI na Lava Jato”, Viana, junto com a Amanda Audi e a Alice Maciel, mergulha nas respostas nada básicas a essas perguntas.


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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Há dez anos, a Natalia Viana tem puxado o fio de um dos eventos mais marcantes da política nacional – a Operação Lava-Jato. Apesar de anos de cobertura midiática intensa, ela sentiu que algumas perguntas básicas não tinham sido respondidas. Como tudo começou? Por que a operação, enquanto crescia para abranger crimes e acusações de diversos estados, foi ficando em Curitiba? E o que o governo norte-americano tinha a ver com aquilo, mesmo?



Na nova audio-série original da Audible com a Agência Pública, “Confidencial: As Digitais do FBI na Lava Jato”, Viana, junto com a Amanda Audi e a Alice Maciel, mergulha nas respostas nada básicas a essas perguntas.


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        <![CDATA[<p>Há dez anos, a Natalia Viana tem puxado o fio de um dos eventos mais marcantes da política nacional – a Operação Lava-Jato. Apesar de anos de cobertura midiática intensa, ela sentiu que algumas perguntas básicas não tinham sido respondidas. Como tudo começou? Por que a operação, enquanto crescia para abranger crimes e acusações de diversos estados, foi ficando em Curitiba? E o que o governo norte-americano tinha a ver com aquilo, mesmo?</p>
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<p>Na nova audio-série original da Audible com a Agência Pública, “Confidencial: As Digitais do FBI na Lava Jato”, Viana, junto com a Amanda Audi e a Alice Maciel, mergulha nas respostas nada básicas a essas perguntas.
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    <item>
      <title>Claudio Ferraz faz do Brasil um laboratório para a democracia no mundo</title>
      <description>Em suas pesquisas na PUC-RJ e na Universidade de British Columbia, o economista Claudio Ferraz propõe grandes questões, do tipo “a democracia vale mesmo a pena?”, ou “o que fazer para reduzir a desigualdade?" Mas, para encontrar as respostas, ele faz experimentos com os pés bem fincados no chão. 



Ele já testou o impacto da corrupção local nas eleições em cidades pequenas do interior do Brasil – em um estudo que virou referência mundial. Já investigou se pagar salários mais altos a políticos melhora o desempenho deles ou se tudo continua igual – com respostas surpreendentes. E já mostrou como compras públicas em alguns setores, quando bem feitas, são capazes de melhorar a atividade econômica de um lugar como um todo.



Sempre com a realidade brasileira no centro, as pesquisas de Ferraz se tornaram paradigmas nos estudos de economia política – inclusive para o Nobel de Ciências Econômicas em 2024, James Robinson, que qualifica um de seus trabalhos como “o mais importante artigo empírico de economia política já feito, ponto final”.



Em entrevista ao Fio da Meada, Claudio Ferraz falou a Branca Vianna sobre como melhorar políticas públicas para produzir impacto real; comentou possíveis lições da guerra comercial de Donald Trump contra o Brasil; e falou sobre os próximos passos de suas pesquisas – agora voltadas para a desigualdade brasileira.




A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep50



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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Em suas pesquisas na PUC-RJ e na Universidade de British Columbia, o economista Claudio Ferraz propõe grandes questões, do tipo “a democracia vale mesmo a pena?”, ou “o que fazer para reduzir a desigualdade?" Mas, para encontrar as respostas, ele faz experimentos com os pés bem fincados no chão. 



Ele já testou o impacto da corrupção local nas eleições em cidades pequenas do interior do Brasil – em um estudo que virou referência mundial. Já investigou se pagar salários mais altos a políticos melhora o desempenho deles ou se tudo continua igual – com respostas surpreendentes. E já mostrou como compras públicas em alguns setores, quando bem feitas, são capazes de melhorar a atividade econômica de um lugar como um todo.



Sempre com a realidade brasileira no centro, as pesquisas de Ferraz se tornaram paradigmas nos estudos de economia política – inclusive para o Nobel de Ciências Econômicas em 2024, James Robinson, que qualifica um de seus trabalhos como “o mais importante artigo empírico de economia política já feito, ponto final”.



Em entrevista ao Fio da Meada, Claudio Ferraz falou a Branca Vianna sobre como melhorar políticas públicas para produzir impacto real; comentou possíveis lições da guerra comercial de Donald Trump contra o Brasil; e falou sobre os próximos passos de suas pesquisas – agora voltadas para a desigualdade brasileira.




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        <![CDATA[<p>Em suas pesquisas na PUC-RJ e na Universidade de British Columbia, o economista Claudio Ferraz propõe grandes questões, do tipo “a democracia vale mesmo a pena?”, ou “o que fazer para reduzir a desigualdade?" Mas, para encontrar as respostas, ele faz experimentos com os pés bem fincados no chão. </p>
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<p>Ele já testou o impacto da corrupção local nas eleições em cidades pequenas do interior do Brasil – em um estudo que virou referência mundial. Já investigou se pagar salários mais altos a políticos melhora o desempenho deles ou se tudo continua igual – com respostas surpreendentes. E já mostrou como compras públicas em alguns setores, quando bem feitas, são capazes de melhorar a atividade econômica de um lugar como um todo.</p>
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<p>Sempre com a realidade brasileira no centro, as pesquisas de Ferraz se tornaram paradigmas nos estudos de economia política – inclusive para o Nobel de Ciências Econômicas em 2024, James Robinson, que qualifica um de seus trabalhos como “o mais importante artigo empírico de economia política já feito, ponto final”.</p>
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<p>Em entrevista ao Fio da Meada, Claudio Ferraz falou a Branca Vianna sobre como melhorar políticas públicas para produzir impacto real; comentou possíveis lições da guerra comercial de Donald Trump contra o Brasil; e falou sobre os próximos passos de suas pesquisas – agora voltadas para a desigualdade brasileira.</p>
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    <item>
      <title>Marianna Brennand quer que você saia transformado de “Manas”</title>
      <description>Em 2013, a cineasta Marianna Brennand ouviu pela primeira vez uma história que só se tornaria de conhecimento nacional na década seguinte: que crianças e mulheres estavam sendo sexualmente exploradas em torno da Ilha de Marajó. O primeiro ímpeto dela foi fazer um documentário denunciando a situação. Mais de uma década depois, o que surgiu foi Manas, o primeiro longa-metragem de ficção da Marianna, que tem arrebatado críticos mundo afora pela delicadeza com que expõe uma realidade impensável. 



No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marianna para entender como ela abordou um tema tão difícil com tamanha delicadeza, e como o filme chega em meio a um cenário contaminado por fake news e pela polarização.


A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep49

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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Em 2013, a cineasta Marianna Brennand ouviu pela primeira vez uma história que só se tornaria de conhecimento nacional na década seguinte: que crianças e mulheres estavam sendo sexualmente exploradas em torno da Ilha de Marajó. O primeiro ímpeto dela foi fazer um documentário denunciando a situação. Mais de uma década depois, o que surgiu foi Manas, o primeiro longa-metragem de ficção da Marianna, que tem arrebatado críticos mundo afora pela delicadeza com que expõe uma realidade impensável. 



No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marianna para entender como ela abordou um tema tão difícil com tamanha delicadeza, e como o filme chega em meio a um cenário contaminado por fake news e pela polarização.


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        <![CDATA[<p>Em 2013, a cineasta Marianna Brennand ouviu pela primeira vez uma história que só se tornaria de conhecimento nacional na década seguinte: que crianças e mulheres estavam sendo sexualmente exploradas em torno da Ilha de Marajó. O primeiro ímpeto dela foi fazer um documentário denunciando a situação. Mais de uma década depois, o que surgiu foi Manas, o primeiro longa-metragem de ficção da Marianna, que tem arrebatado críticos mundo afora pela delicadeza com que expõe uma realidade impensável. </p>
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<p>No Fio da Meada dessa semana, a Branca Vianna conversa com a Marianna para entender como ela abordou um tema tão difícil com tamanha delicadeza, e como o filme chega em meio a um cenário contaminado por fake news e pela polarização.</p>
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A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep49">https://bit.ly/transcriçãoep49</a><br></p>
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    <item>
      <title>Cristiano Botafogo e Pedro Daltro mergulham nos medos e delírios de Brasília – para que você não precise</title>
      <description>O podcast Medo e Delírio em Brasília nasceu com as eleições de 2018. A ideia era criar uma espécie de diário sonoro do governo Bolsonaro. Com Pedro Daltro no comando dos roteiros e Cristiano Botafogo transformando tudo em som, o programa inaugurou uma linguagem própria – e caótica – para dar conta do cenário político do Brasil e do mundo. 



No Fio da Meada, eles conversam com Branca Vianna sobre o processo de produção do podcast e sobre como o humor e a raiva podem ser usados para informar e reagir aos absurdos do noticiário. 



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep48




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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:subtitle></itunes:subtitle>
      <itunes:summary>O podcast Medo e Delírio em Brasília nasceu com as eleições de 2018. A ideia era criar uma espécie de diário sonoro do governo Bolsonaro. Com Pedro Daltro no comando dos roteiros e Cristiano Botafogo transformando tudo em som, o programa inaugurou uma linguagem própria – e caótica – para dar conta do cenário político do Brasil e do mundo. 



No Fio da Meada, eles conversam com Branca Vianna sobre o processo de produção do podcast e sobre como o humor e a raiva podem ser usados para informar e reagir aos absurdos do noticiário. 



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep48




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        <![CDATA[<p>O podcast Medo e Delírio em Brasília nasceu com as eleições de 2018. A ideia era criar uma espécie de diário sonoro do governo Bolsonaro. Com Pedro Daltro no comando dos roteiros e Cristiano Botafogo transformando tudo em som, o programa inaugurou uma linguagem própria – e caótica – para dar conta do cenário político do Brasil e do mundo. </p>
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<p>No Fio da Meada, eles conversam com Branca Vianna sobre o processo de produção do podcast e sobre como o humor e a raiva podem ser usados para informar e reagir aos absurdos do noticiário. </p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep48">https://bit.ly/transcriçãoep48</a></p>
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    <item>
      <title>Ana Paula Araújo e as histórias das mulheres agredidas no Brasil</title>
      <description>Depois de escrever um livro sobre abuso sexual no Brasil, a jornalista Ana Paula Araújo decidiu ir atrás de histórias de mulheres que sofrem violência doméstica. Ela entrevistou, vítimas, profissionais da saúde, agressores e autoridades ligadas ao judiciário brasileiro para mostrar qual é o panorama desse tipo de crime, que tem aumentado nos últimos anos. O resultado dessa pesquisa foi o livro “Agressão: A escalada da violência doméstica no Brasil”.



Em entrevista ao Fio da Meada, Ana Paula Araújo conta à Branca Vianna as histórias que ela encontrou viajando pelo Brasil e quais tipos de agressão elas enfrentam. "A violência psicológica dentro dos relacionamentos é extremamente comum. É aquele homem que isola a mulher dos amigos, ou aquele homem que grita, que xinga, que perde a cabeça. São violências que estão no dia a dia."



A jornalista explica como a falta de formação em gênero se reflete no atendimento inadequado dado por delegados, médicos e psicólogos que acompanham casos como esse e quais são os caminhos para reduzir a violência doméstica no país.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo. Acesse: https://bit.ly/transcriçãoep47



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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Depois de escrever um livro sobre abuso sexual no Brasil, a jornalista Ana Paula Araújo decidiu ir atrás de histórias de mulheres que sofrem violência doméstica. Ela entrevistou, vítimas, profissionais da saúde, agressores e autoridades ligadas ao judiciário brasileiro para mostrar qual é o panorama desse tipo de crime, que tem aumentado nos últimos anos. O resultado dessa pesquisa foi o livro “Agressão: A escalada da violência doméstica no Brasil”.



Em entrevista ao Fio da Meada, Ana Paula Araújo conta à Branca Vianna as histórias que ela encontrou viajando pelo Brasil e quais tipos de agressão elas enfrentam. "A violência psicológica dentro dos relacionamentos é extremamente comum. É aquele homem que isola a mulher dos amigos, ou aquele homem que grita, que xinga, que perde a cabeça. São violências que estão no dia a dia."



A jornalista explica como a falta de formação em gênero se reflete no atendimento inadequado dado por delegados, médicos e psicólogos que acompanham casos como esse e quais são os caminhos para reduzir a violência doméstica no país.



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        <![CDATA[<p>Depois de escrever um livro sobre abuso sexual no Brasil, a jornalista <a href="https://www.instagram.com/appaaraujo/">Ana Paula Araújo</a> decidiu ir atrás de histórias de mulheres que sofrem violência doméstica. Ela entrevistou, vítimas, profissionais da saúde, agressores e autoridades ligadas ao judiciário brasileiro para mostrar qual é o panorama desse tipo de crime, que tem aumentado nos últimos anos. O resultado dessa pesquisa foi o livro <a href="https://globolivros.globo.com/livro/agressao/cmapv7lkj000tuokulgrh4sla">“Agressão: A escalada da violência doméstica no Brasil”</a>.</p>
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<p>Em entrevista ao Fio da Meada, Ana Paula Araújo conta à Branca Vianna as histórias que ela encontrou viajando pelo Brasil e quais tipos de agressão elas enfrentam. "A violência psicológica dentro dos relacionamentos é extremamente comum. É aquele homem que isola a mulher dos amigos, ou aquele homem que grita, que xinga, que perde a cabeça. São violências que estão no dia a dia."</p>
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<p>A jornalista explica como a falta de formação em gênero se reflete no atendimento inadequado dado por delegados, médicos e psicólogos que acompanham casos como esse e quais são os caminhos para reduzir a violência doméstica no país.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da <a href="https://radionovelo.com.br/">Rádio Novelo</a>. Acesse: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep47">https://bit.ly/transcriçãoep47</a></p>
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    <item>
      <title>João Peres acha bom você parar de tomar refrigerante zero</title>
      <description>No Fio da Meada desta semana, reprisamos a entrevista da Branca Vianna com João Peres. Eles conversam sobre os alimentos ultraprocessados e os malefícios deles para nossa nutrição, para o meio ambiente e até para nossa saúde mental. 



O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação,  saúde,  poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, o criador do termo “ultraprocessados". 



Este episódio é patrocinado pela ACT – uma organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: https://actbr.org.br/



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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação,  saúde,  poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, o criador do termo “ultraprocessados". 



Este episódio é patrocinado pela ACT – uma organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: https://actbr.org.br/



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        <![CDATA[<p>No Fio da Meada desta semana, reprisamos a entrevista da Branca Vianna com João Peres. Eles conversam sobre os alimentos ultraprocessados e os malefícios deles para nossa nutrição, para o meio ambiente e até para nossa saúde mental. </p>
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<p>O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação,  saúde,  poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, o criador do termo “ultraprocessados". </p>
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<p>Este episódio é patrocinado pela ACT – uma organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: https://actbr.org.br/</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo:  <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep46">https://bit.ly/transcriçãoep46</a></p>
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    <item>
      <title>Joanna Maranhão e a normalização da violência dentro do esporte</title>
      <description>Joanna Maranhão acumulou marcas surpreendentes na carreira com nadadora – ainda mais considerando o que aconteceu nos bastidores, longe das câmeras, mas perto da piscina. Em 2008, quatro anos depois de se tornar a primeira brasileira a chegar numa final dos 400 metros medley desde 1948, ela revelou ter sido abusada sexualmente pelo treinador dela. A violência começou antes de Joanna completar 9 anos de idade.



Atualmente, é ela quem, nos bastidores, atua para que o esporte seja um espaço mais seguro. Joanna é coordenadora da Sports and Rights Alliance, uma organização da sociedade civil que atua para promover os direitos humanos para atletas. “Tem que treinar duro, não tem jeito. A competitividade é muito alta, mas existem formas de você fazer isso sem desumanizar os atletas.”



Na conversa com Branca Vianna, Joanna compartilha sua experiência como nadadora, comenta o impacto que denunciar a violência que sofreu teve na carreira e na vida pessoal e como essa experiência a ajuda no trabalho que ela exerce hoje em dia.



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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Joanna Maranhão acumulou marcas surpreendentes na carreira com nadadora – ainda mais considerando o que aconteceu nos bastidores, longe das câmeras, mas perto da piscina. Em 2008, quatro anos depois de se tornar a primeira brasileira a chegar numa final dos 400 metros medley desde 1948, ela revelou ter sido abusada sexualmente pelo treinador dela. A violência começou antes de Joanna completar 9 anos de idade.



Atualmente, é ela quem, nos bastidores, atua para que o esporte seja um espaço mais seguro. Joanna é coordenadora da Sports and Rights Alliance, uma organização da sociedade civil que atua para promover os direitos humanos para atletas. “Tem que treinar duro, não tem jeito. A competitividade é muito alta, mas existem formas de você fazer isso sem desumanizar os atletas.”



Na conversa com Branca Vianna, Joanna compartilha sua experiência como nadadora, comenta o impacto que denunciar a violência que sofreu teve na carreira e na vida pessoal e como essa experiência a ajuda no trabalho que ela exerce hoje em dia.



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        <![CDATA[<p>Joanna Maranhão acumulou marcas surpreendentes na carreira com nadadora – ainda mais considerando o que aconteceu nos bastidores, longe das câmeras, mas perto da piscina. Em 2008, quatro anos depois de se tornar a primeira brasileira a chegar numa final dos 400 metros medley desde 1948, ela revelou ter sido abusada sexualmente pelo treinador dela. A violência começou antes de Joanna completar 9 anos de idade.</p>
<p><br></p>
<p>Atualmente, é ela quem, nos bastidores, atua para que o esporte seja um espaço mais seguro. Joanna é coordenadora da Sports and Rights Alliance, uma organização da sociedade civil que atua para promover os direitos humanos para atletas. “Tem que treinar duro, não tem jeito. A competitividade é muito alta, mas existem formas de você fazer isso sem desumanizar os atletas.”</p>
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<p>Na conversa com Branca Vianna, Joanna compartilha sua experiência como nadadora, comenta o impacto que denunciar a violência que sofreu teve na carreira e na vida pessoal e como essa experiência a ajuda no trabalho que ela exerce hoje em dia.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep45">https://bit.ly/transcriçãoep45</a></p>
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    <item>
      <title>Como é parir no Brasil? Maria do Carmo Leal sabe tudo e te conta</title>
      <description>É difícil que haja no Brasil alguém que saiba mais sobre como é gestar e parir neste país do que a médica Maria do Carmo Leal. Ela é coordenadora na pesquisa “Nascer no Brasil", da Fiocruz, que levantou dados sobre a experiência de gestantes e parturientes em todos os estados brasileiros. A primeira edição da pesquisa foi publicada em 2012 e a segunda, em 2022.



Na conversa com Branca Vianna, Maria conta o que mudou entre uma edição e outra, se ficou mais fácil parir e nascer e quais foram as principais mudanças na forma como mais brasileiros chegam ao mundo. A conversa também trata de violência obstétrica e aborto, que estão entre as principais causas de morte materna.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo:

https://bit.ly/transcriçãoep44  


O episódio foi apoiado pela Umane, que acaba de lançar, em parceria com Centro Internacional de Equidade em Saúde, a página especial "Maternidade na adolescência: desigualdades marcantes no Brasil demandam atenção" no Observatório da Saúde Pública, plataforma da Umane dedicada à promoção do uso qualificado de dados e evidências para o avanço da saúde no Brasil. As opiniões emitidas no episódio não representam, necessariamente, a posição institucional da Umane.



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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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Na conversa com Branca Vianna, Maria conta o que mudou entre uma edição e outra, se ficou mais fácil parir e nascer e quais foram as principais mudanças na forma como mais brasileiros chegam ao mundo. A conversa também trata de violência obstétrica e aborto, que estão entre as principais causas de morte materna.



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O episódio foi apoiado pela Umane, que acaba de lançar, em parceria com Centro Internacional de Equidade em Saúde, a página especial "Maternidade na adolescência: desigualdades marcantes no Brasil demandam atenção" no Observatório da Saúde Pública, plataforma da Umane dedicada à promoção do uso qualificado de dados e evidências para o avanço da saúde no Brasil. As opiniões emitidas no episódio não representam, necessariamente, a posição institucional da Umane.



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        <![CDATA[<p>É difícil que haja no Brasil alguém que saiba mais sobre como é gestar e parir neste país do que a médica Maria do Carmo Leal. Ela é coordenadora na pesquisa “Nascer no Brasil", da Fiocruz, que levantou dados sobre a experiência de gestantes e parturientes em todos os estados brasileiros. A primeira edição da pesquisa foi publicada em 2012 e a segunda, em 2022.</p>
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<p>Na conversa com Branca Vianna, Maria conta o que mudou entre uma edição e outra, se ficou mais fácil parir e nascer e quais foram as principais mudanças na forma como mais brasileiros chegam ao mundo. A conversa também trata de violência obstétrica e aborto, que estão entre as principais causas de morte materna.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo:</p>
<p><a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep44">https://bit.ly/transcriçãoep44</a>  </p>
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O episódio foi apoiado pela Umane, que acaba de lançar, em parceria com Centro Internacional de Equidade em Saúde, a página especial "Maternidade na adolescência: desigualdades marcantes no Brasil demandam atenção" no Observatório da Saúde Pública, plataforma da Umane dedicada à promoção do uso qualificado de dados e evidências para o avanço da saúde no Brasil. As opiniões emitidas no episódio não representam, necessariamente, a posição institucional da Umane.
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<p><br></p>
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    <item>
      <title>Partidos conservadores estão de olho nas mulheres. Camila Rocha conta por quê</title>
      <link>https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/partidos-conservadores-estao-de-olho-nas-mulheres-camila-rocha-conta-por-que/</link>
      <description>Partidos de centro e de direita têm intensificado as propagandas eleitorais voltadas para mulheres. Com disputas presidenciais cada vez mais acirradas, como as de 2022, a aprovação feminina tem se tornado ainda central para os candidatos. Além disso, partidos conservadores que não defendem pautas de direitos das mulheres têm apostado numa nova imagem para atrair essa parcela do eleitorado. 



A pesquisadora e cientista política Camila Rocha participou de duas pesquisas sobre o que pensam as mulheres conservadoras. Ela conta ao Fio da Meada por que os partidos começaram a investir nesse segmento e também o que essas mulheres pensam sobre a política. “Eram mulheres que se diziam conservadoras, votaram no Jair Bolsonaro e se diziam feministas. Isso foi muito surpreendente para nós.”



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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:subtitle></itunes:subtitle>
      <itunes:summary>Partidos de centro e de direita têm intensificado as propagandas eleitorais voltadas para mulheres. Com disputas presidenciais cada vez mais acirradas, como as de 2022, a aprovação feminina tem se tornado ainda central para os candidatos. Além disso, partidos conservadores que não defendem pautas de direitos das mulheres têm apostado numa nova imagem para atrair essa parcela do eleitorado. 



A pesquisadora e cientista política Camila Rocha participou de duas pesquisas sobre o que pensam as mulheres conservadoras. Ela conta ao Fio da Meada por que os partidos começaram a investir nesse segmento e também o que essas mulheres pensam sobre a política. “Eram mulheres que se diziam conservadoras, votaram no Jair Bolsonaro e se diziam feministas. Isso foi muito surpreendente para nós.”



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep43



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        <![CDATA[<p>Partidos de centro e de direita têm intensificado as propagandas eleitorais voltadas para mulheres. Com disputas presidenciais cada vez mais acirradas, como as de 2022, a aprovação feminina tem se tornado ainda central para os candidatos. Além disso, partidos conservadores que não defendem pautas de direitos das mulheres têm apostado numa nova imagem para atrair essa parcela do eleitorado. </p>
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<p>A pesquisadora e cientista política Camila Rocha participou de duas pesquisas sobre o que pensam as mulheres conservadoras. Ela conta ao Fio da Meada por que os partidos começaram a investir nesse segmento e também o que essas mulheres pensam sobre a política. “Eram mulheres que se diziam conservadoras, votaram no Jair Bolsonaro e se diziam feministas. Isso foi muito surpreendente para nós.”</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep43">https://bit.ly/transcriçãoep43</a></p>
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      <title>Caetano Galindo explica por que o nosso português é como é</title>
      <link>https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/caetano-galindo-explica-porque-o-nosso-portugues-e-como-e/</link>
      <description>O Fio da Meada dessa semana é uma reprise do nosso quinto episódio, com o escritor e professor Caetano Galindo. Ele foi uma das estrelas da edição de 2025 da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre os dias 30 de julho e 03 de agosto.  



Caetano Galindo é o tipo de escritor que quer ver a briga acontecer em praça pública. E a briga que ele compra tem a ver com a língua portuguesa. Mais especificamente, o nosso português falado no Brasil. Na conversa, Caetano Galindo e Branca Vianna falam sobre as bases e as influências do idioma do nosso país e como o preconceito linguístico pode congelar a evolução de uma língua que se propõe viva.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep42 


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      <pubDate>Mon, 04 Aug 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>O Fio da Meada dessa semana é uma reprise do nosso quinto episódio, com o escritor e professor Caetano Galindo. Ele foi uma das estrelas da edição de 2025 da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre os dias 30 de julho e 03 de agosto.  



Caetano Galindo é o tipo de escritor que quer ver a briga acontecer em praça pública. E a briga que ele compra tem a ver com a língua portuguesa. Mais especificamente, o nosso português falado no Brasil. Na conversa, Caetano Galindo e Branca Vianna falam sobre as bases e as influências do idioma do nosso país e como o preconceito linguístico pode congelar a evolução de uma língua que se propõe viva.



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        <![CDATA[<p>O Fio da Meada dessa semana é uma reprise do nosso quinto episódio, com o escritor e professor Caetano Galindo. Ele foi uma das estrelas da edição de 2025 da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre os dias 30 de julho e 03 de agosto.  </p>
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<p>Caetano Galindo é o tipo de escritor que quer ver a briga acontecer em praça pública. E a briga que ele compra tem a ver com a língua portuguesa. Mais especificamente, o nosso português falado no Brasil. Na conversa, Caetano Galindo e Branca Vianna falam sobre as bases e as influências do idioma do nosso país e como o preconceito linguístico pode congelar a evolução de uma língua que se propõe viva.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep42">https://bit.ly/transcriçãoep42</a> </p>
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    <item>
      <title>Jurema Werneck explica por que desobediência civil é estratégia</title>
      <description>Diretora da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck assumiu o cargo durante o governo de Michel Temer. A Anistia se define como “o maior movimento global de direitos humanos no planeta” –e, de 2017 para cá, a médica e ativista viu muita coisa acontecer neste campo aqui e no mundo. 

No Fio da Meada, ela explica para Branca Vianna como é o trabalho da organização, quais os impactos da ascensão de líderes autoritários no mundo e as consequências do que a gente vive para os ativistas de direitos humanos no Brasil, que está entre os países que mais matam ativistas.   

Werneck também conta quais são as estratégias da organização para tornar mais difícil que governos descumpram com a agenda de direitos humanos. "Desobediência civil não é ingenuidade. Desobediência civil é técnica. Em outros momentos a gente faz perfil mais baixo, como em Gaza. Você vê Gaza, as bombas estão caindo, mas nós estamos lá” ela diz. 



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep41



Existem muitos clubes estranhos no mundo. Mas a nossa parceira Daki, o app de supermercado mais rápido do Brasil, criou o Daki do Clube, que é delicioso e confiável pra você economizar até 150 reais por mês nos seus pedidos com frete grátis e descontos exclusivos. https://soudaki.onelink.me/FYIE/radionovelo



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      <pubDate>Mon, 28 Jul 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Diretora da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck assumiu o cargo durante o governo de Michel Temer. A Anistia se define como “o maior movimento global de direitos humanos no planeta” –e, de 2017 para cá, a médica e ativista viu muita coisa acontecer neste campo aqui e no mundo. 

No Fio da Meada, ela explica para Branca Vianna como é o trabalho da organização, quais os impactos da ascensão de líderes autoritários no mundo e as consequências do que a gente vive para os ativistas de direitos humanos no Brasil, que está entre os países que mais matam ativistas.   

Werneck também conta quais são as estratégias da organização para tornar mais difícil que governos descumpram com a agenda de direitos humanos. "Desobediência civil não é ingenuidade. Desobediência civil é técnica. Em outros momentos a gente faz perfil mais baixo, como em Gaza. Você vê Gaza, as bombas estão caindo, mas nós estamos lá” ela diz. 



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep41



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        <![CDATA[<p>Diretora da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck assumiu o cargo durante o governo de Michel Temer. A Anistia se define como “o maior movimento global de direitos humanos no planeta” –e, de 2017 para cá, a médica e ativista viu muita coisa acontecer neste campo aqui e no mundo. </p>
<p>No <a href="https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/jurema-werneck-explica-por-que-desobediencia-civil-e-estrategia/">Fio da Meada</a>, ela explica para Branca Vianna como é o trabalho da organização, quais os impactos da ascensão de líderes autoritários no mundo e as consequências do que a gente vive para os ativistas de direitos humanos no Brasil, que está entre os países que mais matam ativistas.   </p>
<p>Werneck também conta quais são as estratégias da organização para tornar mais difícil que governos descumpram com a agenda de direitos humanos. "Desobediência civil não é ingenuidade. Desobediência civil é técnica. Em outros momentos a gente faz perfil mais baixo, como em Gaza. Você vê Gaza, as bombas estão caindo, mas nós estamos lá” ela diz. </p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep41">https://bit.ly/transcriçãoep41</a></p>
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Existem muitos clubes estranhos no mundo. Mas a nossa parceira Daki, o app de supermercado mais rápido do Brasil, criou o Daki do Clube, que é delicioso e confiável pra você economizar até 150 reais por mês nos seus pedidos com frete grátis e descontos exclusivos. <a href="https://soudaki.onelink.me/FYIE/radionovelo">https://soudaki.onelink.me/FYIE/radionovelo</a></p>
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    <item>
      <title>Fabio Carvalho explica o que atividade física tem a ver com o SUS</title>
      <description>Dados do Ministério da Saúde indicam que quase metade da população adulta no Brasil é fisicamente inativa. Por outro lado, fica cada vez mais claro o papel da atividade física na prevenção e no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e diversos tipos de câncer, sem falar nos benefícios para a saúde mental. Todo mundo deveria se movimentar mais, isso é fato. Mas como fazer isso num país tão desigual? 

Fabio Carvalho, que é formado em Educação Física, doutor em Saúde Pública e hoje trabalha no Instituto Nacional de Câncer (INCA), acredita que o caminho está na ampliação das políticas públicas, especialmente no contexto do SUS. 

No Fio da Meada, ele conversa com Branca Vianna sobre como tornar a atividade física mais acessível e acolhedora para os brasileiros e sobre como essa agenda – que ele considera um exemplo de ganha-ganha – poderia, inclusive, poupar recursos do SUS.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep40




Você já teve vontade de gritar pra sua própria roupa te largar? Aquela regata que te amassa, a blusa que marca todo o sutiã ou a meia que não deixa os pés respirarem? Nossa parceira Insider tem peças feitas com tecnologia pra não amassar, não abafar e nem fazer isso com quem tá dentro delas. Confira aqui seu desconto de ouvinte Novelo	https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO #insiderstore



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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Dados do Ministério da Saúde indicam que quase metade da população adulta no Brasil é fisicamente inativa. Por outro lado, fica cada vez mais claro o papel da atividade física na prevenção e no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e diversos tipos de câncer, sem falar nos benefícios para a saúde mental. Todo mundo deveria se movimentar mais, isso é fato. Mas como fazer isso num país tão desigual? 

Fabio Carvalho, que é formado em Educação Física, doutor em Saúde Pública e hoje trabalha no Instituto Nacional de Câncer (INCA), acredita que o caminho está na ampliação das políticas públicas, especialmente no contexto do SUS. 

No Fio da Meada, ele conversa com Branca Vianna sobre como tornar a atividade física mais acessível e acolhedora para os brasileiros e sobre como essa agenda – que ele considera um exemplo de ganha-ganha – poderia, inclusive, poupar recursos do SUS.



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        <![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que quase metade da população adulta no Brasil é fisicamente inativa. Por outro lado, fica cada vez mais claro o papel da atividade física na prevenção e no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e diversos tipos de câncer, sem falar nos benefícios para a saúde mental. Todo mundo deveria se movimentar mais, isso é fato. Mas como fazer isso num país tão desigual? </p>
<p>Fabio Carvalho, que é formado em Educação Física, doutor em Saúde Pública e hoje trabalha no Instituto Nacional de Câncer (INCA), acredita que o caminho está na ampliação das políticas públicas, especialmente no contexto do SUS. </p>
<p>No <a href="https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/fabio-carvalho-explica-o-que-atividade-fisica-tem-a-ver-com-o-sus/">Fio da Meada</a>, ele conversa com Branca Vianna sobre como tornar a atividade física mais acessível e acolhedora para os brasileiros e sobre como essa agenda – que ele considera um exemplo de ganha-ganha – poderia, inclusive, poupar recursos do SUS.</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep40">https://bit.ly/transcriçãoep40</a></p>
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      <title>Márcia Lima e o debate racial no alto escalão da política</title>
      <description>A socióloga Márcia Lima dedicou a carreira acadêmica a observar e analisar os impactos provocados pela desigualdade social e racial no Brasil, um país fundado sob esses pilares. Recentemente, ao lado do também sociólogo Luiz Augusto Campos, Lima organizou a coletânea “O impacto das cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro" – publicado pelo Grupo Autêntica. A obra reúne textos que iluminam diferentes aspectos da política de cotas – desde as condições sob as quais ela foi implementada até aprimoramentos mais recentes.



Na conversa com Branca Vianna, Márcia Lima fala sobre como o Brasil mudou nesses 20 anos em que a política de cotas está em vigor e também sobre a sua passagem pelo Governo Lula como Secretária de Políticas Afirmativas do Ministério de Igualdade Racial. 



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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A socióloga Márcia Lima dedicou a carreira acadêmica a observar e analisar os impactos provocados pela desigualdade social e racial no Brasil, um país fundado sob esses pilares. Recentemente, ao lado do também sociólogo Luiz Augusto Campos, Lima organizou a coletânea “O impacto das cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro" – publicado pelo Grupo Autêntica. A obra reúne textos que iluminam diferentes aspectos da política de cotas – desde as condições sob as quais ela foi implementada até aprimoramentos mais recentes.



Na conversa com Branca Vianna, Márcia Lima fala sobre como o Brasil mudou nesses 20 anos em que a política de cotas está em vigor e também sobre a sua passagem pelo Governo Lula como Secretária de Políticas Afirmativas do Ministério de Igualdade Racial. 



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        <![CDATA[<p>A socióloga Márcia Lima dedicou a carreira acadêmica a observar e analisar os impactos provocados pela desigualdade social e racial no Brasil, um país fundado sob esses pilares. Recentemente, ao lado do também sociólogo Luiz Augusto Campos, Lima organizou a coletânea “O impacto das cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro" – publicado pelo Grupo Autêntica. A obra reúne textos que iluminam diferentes aspectos da política de cotas – desde as condições sob as quais ela foi implementada até aprimoramentos mais recentes.</p>
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<p>Na conversa com Branca Vianna, Márcia Lima fala sobre como o Brasil mudou nesses 20 anos em que a política de cotas está em vigor e também sobre a sua passagem pelo Governo Lula como Secretária de Políticas Afirmativas do Ministério de Igualdade Racial. </p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep39">https://bit.ly/transcriçãoep39</a></p>
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      <title>As redes sociais têm jeito? Mariana Valente acha que sim</title>
      <description>O machismo e o discurso de ódio não foram inventados na internet, mas encontraram nela um terreno fértil para se espalhar. Mariana Valente, pesquisadora e autora do livro “Misoginia na Internet”, afirma que os conteúdos misóginos nas redes sociais mainstream têm aumentado nos últimos anos –e que nem sempre as soluções penais dão conta desse fenômeno. 

“Quando a gente começou a usar a internet nos anos 90, existiam mais estritamente os espaços online. Hoje, a internet está no nosso bolso. No caso da população brasileira, a gente tá falando de quase 90% de usuários da internet e, principalmente entre os jovens, de um uso muito intenso. A distinção [entre online e offline] está ficando muito pequena.”

No Fio da Meada, ela conta como a arquitetura das redes ajuda a disseminar e a ganhar dinheiro com postagens misóginas. Também explica qual a diferença entre sexismo e misoginia e defende que termos como “pornografia de vingança” são inadequados para tratar desse tipo de ataque a mulheres. "Quando a gente fala de pornografia de vingança, parece que a gente está legitimando a ideia de que a mulher fez alguma coisa antes que gere uma vingança. 'Então isso aconteceu porque ela terminou o relacionamento'. Colocando os homens nesse lugar de vítima."



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      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>O machismo e o discurso de ódio não foram inventados na internet, mas encontraram nela um terreno fértil para se espalhar. Mariana Valente, pesquisadora e autora do livro “Misoginia na Internet”, afirma que os conteúdos misóginos nas redes sociais mainstream têm aumentado nos últimos anos –e que nem sempre as soluções penais dão conta desse fenômeno. 

“Quando a gente começou a usar a internet nos anos 90, existiam mais estritamente os espaços online. Hoje, a internet está no nosso bolso. No caso da população brasileira, a gente tá falando de quase 90% de usuários da internet e, principalmente entre os jovens, de um uso muito intenso. A distinção [entre online e offline] está ficando muito pequena.”

No Fio da Meada, ela conta como a arquitetura das redes ajuda a disseminar e a ganhar dinheiro com postagens misóginas. Também explica qual a diferença entre sexismo e misoginia e defende que termos como “pornografia de vingança” são inadequados para tratar desse tipo de ataque a mulheres. "Quando a gente fala de pornografia de vingança, parece que a gente está legitimando a ideia de que a mulher fez alguma coisa antes que gere uma vingança. 'Então isso aconteceu porque ela terminou o relacionamento'. Colocando os homens nesse lugar de vítima."



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep38



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        <![CDATA[<p>O machismo e o discurso de ódio não foram inventados na internet, mas encontraram nela um terreno fértil para se espalhar. Mariana Valente, pesquisadora e autora do livro “Misoginia na Internet”, afirma que os conteúdos misóginos nas redes sociais mainstream têm aumentado nos últimos anos –e que nem sempre as soluções penais dão conta desse fenômeno. </p>
<p>“Quando a gente começou a usar a internet nos anos 90, existiam mais estritamente os espaços online. Hoje, a internet está no nosso bolso. No caso da população brasileira, a gente tá falando de quase 90% de usuários da internet e, principalmente entre os jovens, de um uso muito intenso. A distinção [entre online e offline] está ficando muito pequena.”</p>
<p>No Fio da Meada, ela conta como a arquitetura das redes ajuda a disseminar e a ganhar dinheiro com postagens misóginas. Também explica qual a diferença entre sexismo e misoginia e defende que termos como “pornografia de vingança” são inadequados para tratar desse tipo de ataque a mulheres. "Quando a gente fala de pornografia de vingança, parece que a gente está legitimando a ideia de que a mulher fez alguma coisa antes que gere uma vingança. 'Então isso aconteceu porque ela terminou o relacionamento'. Colocando os homens nesse lugar de vítima."</p>
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep38">https://bit.ly/transcriçãoep38</a></p>
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    <item>
      <title>Tom Phillips destrincha o crime que tirou a vida do amigo dele</title>
      <description>Num dia de junho de 2022, Tom Phillips recebeu uma ligação do editor dele no jornal britânico The Guardian. Tinha chegado até ele a informação de que Tom estava desaparecido. Não era o caso; quem tinha sumido era o colega dele, xará de sobrenome, Dom Phillips. Poucos dias depois, Tom estava embarcando para o Vale do Javari, o último lugar onde Dom – e o indigenista Bruno Pereira – tinham sido vistos com vida.  



Agora, três anos depois do crime que tirou a vida de Bruno e Dom, Tom acaba de lançar um podcast chamado Missing in the Amazon. A série reconstrói os caminhos que levaram os dois homens até o que seria a última viagem deles, destrincha as teorias em volta do crime, e examina a explosão de crime organizado na região. No Fio da Meada, Tom contou para Branca Vianna sobre a apuração da série e o que ela revela a respeito do estado periclitante da Amazônia hoje. 

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: ⁠https://bit.ly/transcriçãoep37

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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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Agora, três anos depois do crime que tirou a vida de Bruno e Dom, Tom acaba de lançar um podcast chamado Missing in the Amazon. A série reconstrói os caminhos que levaram os dois homens até o que seria a última viagem deles, destrincha as teorias em volta do crime, e examina a explosão de crime organizado na região. No Fio da Meada, Tom contou para Branca Vianna sobre a apuração da série e o que ela revela a respeito do estado periclitante da Amazônia hoje. 

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        <![CDATA[<p>Num dia de junho de 2022, Tom Phillips recebeu uma ligação do editor dele no jornal britânico The Guardian. Tinha chegado até ele a informação de que Tom estava desaparecido. Não era o caso; quem tinha sumido era o colega dele, xará de sobrenome, Dom Phillips. Poucos dias depois, Tom estava embarcando para o Vale do Javari, o último lugar onde Dom – e o indigenista Bruno Pereira – tinham sido vistos com vida.  </p>
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<p>Agora, três anos depois do crime que tirou a vida de Bruno e Dom, Tom acaba de lançar um podcast chamado Missing in the Amazon. A série reconstrói os caminhos que levaram os dois homens até o que seria a última viagem deles, destrincha as teorias em volta do crime, e examina a explosão de crime organizado na região. No Fio da Meada, Tom contou para Branca Vianna sobre a apuração da série e o que ela revela a respeito do estado periclitante da Amazônia hoje. </p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep37">⁠https://bit.ly/transcriçãoep37</a>

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    <item>
      <title>Nina da Hora quer que você leia as letras miúdas da tecnologia</title>
      <description>Nina da Hora é cientista da computação, desenvolvedora e hacker antirracista. No começo da carreira, Nina se deparou com sistemas de reconhecimento facial que não reconheciam seu rosto. Esse episódio foi um alerta para que ela expandisse seu olhar para a interface entre tecnologia e sociedade. 

Hoje, Nina faz mestrado em ética, pesquisando os vieses raciais no aprendizado de máquinas, incluindo processos de reconhecimento facial. Além do trabalho acadêmico, Nina participa de conselhos públicos e privados - como o Conselho de Segurança do TikTok no Brasil - e é fundadora do Instituto da Hora, que promove direitos digitais para populações negras e indígenas.

No Fio da Meada, Nina da Hora conversa com Branca Vianna sobre trocar praticidade por vigilância, sobre o racismo e outros problemas embutidos nas inteligências artificiais, e sobre quem pode usar os seus dados - e por que você deve ler as letras miúdas do seu contrato da academia.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep36


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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Nina da Hora é cientista da computação, desenvolvedora e hacker antirracista. No começo da carreira, Nina se deparou com sistemas de reconhecimento facial que não reconheciam seu rosto. Esse episódio foi um alerta para que ela expandisse seu olhar para a interface entre tecnologia e sociedade. 

Hoje, Nina faz mestrado em ética, pesquisando os vieses raciais no aprendizado de máquinas, incluindo processos de reconhecimento facial. Além do trabalho acadêmico, Nina participa de conselhos públicos e privados - como o Conselho de Segurança do TikTok no Brasil - e é fundadora do Instituto da Hora, que promove direitos digitais para populações negras e indígenas.

No Fio da Meada, Nina da Hora conversa com Branca Vianna sobre trocar praticidade por vigilância, sobre o racismo e outros problemas embutidos nas inteligências artificiais, e sobre quem pode usar os seus dados - e por que você deve ler as letras miúdas do seu contrato da academia.

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        <![CDATA[<p>Nina da Hora é cientista da computação, desenvolvedora e hacker antirracista. No começo da carreira, Nina se deparou com sistemas de reconhecimento facial que não reconheciam seu rosto. Esse episódio foi um alerta para que ela expandisse seu olhar para a interface entre tecnologia e sociedade. </p>
<p>Hoje, Nina faz mestrado em ética, pesquisando os vieses raciais no aprendizado de máquinas, incluindo processos de reconhecimento facial. Além do trabalho acadêmico, Nina participa de conselhos públicos e privados - como o Conselho de Segurança do TikTok no Brasil - e é fundadora do Instituto da Hora, que promove direitos digitais para populações negras e indígenas.</p>
<p>No Fio da Meada, Nina da Hora conversa com Branca Vianna sobre trocar praticidade por vigilância, sobre o racismo e outros problemas embutidos nas inteligências artificiais, e sobre quem pode usar os seus dados - e por que você deve ler as letras miúdas do seu contrato da academia.</p>
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    <item>
      <title>Thaís Farage e a moda como ferramenta política</title>
      <description>Moda não é futilidade. Moda é uma linguagem cultural com implicações econômicas e políticas – e até eleitorais. É o que diz a consultora de moda Thaís Farage em conversa com Branca Vianna no episódio desta semana do Fio da Meada. 

Co-autora do livro “Mulher, roupa, trabalho: como se veste a desigualdade de gênero”, Farage estuda como os dilemas com a roupa no trabalho revelam conflitos de poder. “Não dá para falar de roupa sem falar de gênero". 

Ela também avalia que, enquanto progressistas subestimam a moda como ferramenta estratégica, a extrema-direita domina o jogo dos símbolos visuais, tensionando a cultura e, assim, ditando o que é tendência.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep35


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      <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Moda não é futilidade. Moda é uma linguagem cultural com implicações econômicas e políticas – e até eleitorais. É o que diz a consultora de moda Thaís Farage em conversa com Branca Vianna no episódio desta semana do Fio da Meada. 

Co-autora do livro “Mulher, roupa, trabalho: como se veste a desigualdade de gênero”, Farage estuda como os dilemas com a roupa no trabalho revelam conflitos de poder. “Não dá para falar de roupa sem falar de gênero". 

Ela também avalia que, enquanto progressistas subestimam a moda como ferramenta estratégica, a extrema-direita domina o jogo dos símbolos visuais, tensionando a cultura e, assim, ditando o que é tendência.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep35


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        <![CDATA[<p>Moda não é futilidade. Moda é uma linguagem cultural com implicações econômicas e políticas – e até eleitorais. É o que diz a consultora de moda Thaís Farage em conversa com Branca Vianna no episódio desta semana do Fio da Meada. </p>
<p>Co-autora do livro “Mulher, roupa, trabalho: como se veste a desigualdade de gênero”, Farage estuda como os dilemas com a roupa no trabalho revelam conflitos de poder. “Não dá para falar de roupa sem falar de gênero". </p>
<p>Ela também avalia que, enquanto progressistas subestimam a moda como ferramenta estratégica, a extrema-direita domina o jogo dos símbolos visuais, tensionando a cultura e, assim, ditando o que é tendência.</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep35">https://bit.ly/transcriçãoep35</a></p>
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    <item>
      <title>Vanessa Dolce de Faria e o que gênero tem a ver com política externa</title>
      <description>A embaixadora Vanessa Dolce de Faria ocupa um cargo inédito no governo, o de Alta Representante para Temas de Gênero do Ministério das Relações Exteriores. A função dela dentro do Itamaraty é fazer com que gênero seja um tema debatido em todas as áreas da política externa brasileira –e outros países, como México e Suécia, já desenvolvem políticas desse tipo. 

No Fio da Meada, a embaixadora explica como funciona seu trabalho e como países podem reforçar suas políticas públicas para evitar retrocessos. “Não há nenhuma blindagem absoluta, mas há esforços que têm que ser feitos para a gente buscar algum nível de blindagem”, diz. “Sobretudo se as medidas vão se transformando em leis e até em mudanças constitucionais.”

Ela também conta em entrevista a Branca Vianna quais os impactos do governo Trump para o Brasil e quais políticas o Itamaraty tem adotado para tornar seu corpo diplomático mais diverso. 

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãofioep32



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      <pubDate>Mon, 09 Jun 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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No Fio da Meada, a embaixadora explica como funciona seu trabalho e como países podem reforçar suas políticas públicas para evitar retrocessos. “Não há nenhuma blindagem absoluta, mas há esforços que têm que ser feitos para a gente buscar algum nível de blindagem”, diz. “Sobretudo se as medidas vão se transformando em leis e até em mudanças constitucionais.”

Ela também conta em entrevista a Branca Vianna quais os impactos do governo Trump para o Brasil e quais políticas o Itamaraty tem adotado para tornar seu corpo diplomático mais diverso. 

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        <![CDATA[<p>A embaixadora Vanessa Dolce de Faria ocupa um cargo inédito no governo, o de Alta Representante para Temas de Gênero do Ministério das Relações Exteriores. A função dela dentro do Itamaraty é fazer com que gênero seja um tema debatido em todas as áreas da política externa brasileira –e outros países, como México e Suécia, já desenvolvem políticas desse tipo. </p>
<p>No Fio da Meada, a embaixadora explica como funciona seu trabalho e como países podem reforçar suas políticas públicas para evitar retrocessos. “Não há nenhuma blindagem absoluta, mas há esforços que têm que ser feitos para a gente buscar algum nível de blindagem”, diz. “Sobretudo se as medidas vão se transformando em leis e até em mudanças constitucionais.”</p>
<p>Ela também conta em entrevista a Branca Vianna quais os impactos do governo Trump para o Brasil e quais políticas o Itamaraty tem adotado para tornar seu corpo diplomático mais diverso. </p>
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    </item>
    <item>
      <title>Roberto Andrés, a tarifa zero e o acesso à cidade</title>
      <description>O urbanista Roberto Andrés é um dos maiores especialistas em tarifa zero no Brasil. Em artigos publicados na imprensa e no livro “A razão dos centavos”, ele analisa como o transporte público se estabeleceu no país e porque ele deveria ser gratuito para toda a população. “Muitas vezes a gente olha para tarifa de ônibus como se fosse uma questão somente econômica, mas ela tem uma série de impactos, porque quanto mais alta a tarifa, mais gente sai dos ônibus e migra para carros e motos”.

Desde 2013, com as manifestações de junho contra o aumento das passagens, os programas de tarifa zero ganharam adesão em mais de 130 cidades pequenas e médias no Brasil. Hoje, o país é vanguarda no tema. No Fio da Meada, Andrés explica que a medida vai além da questão do trânsito. “Ela impacta a possibilidade de acesso a direitos elementares como saúde, educação, parques, praças, oferta de emprego e ela acaba afetando a vida social e política de uma forma mais ampla”.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep33



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      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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Desde 2013, com as manifestações de junho contra o aumento das passagens, os programas de tarifa zero ganharam adesão em mais de 130 cidades pequenas e médias no Brasil. Hoje, o país é vanguarda no tema. No Fio da Meada, Andrés explica que a medida vai além da questão do trânsito. “Ela impacta a possibilidade de acesso a direitos elementares como saúde, educação, parques, praças, oferta de emprego e ela acaba afetando a vida social e política de uma forma mais ampla”.

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        <![CDATA[<p>O urbanista Roberto Andrés é um dos maiores especialistas em tarifa zero no Brasil. Em artigos publicados na imprensa e no livro “A razão dos centavos”, ele analisa como o transporte público se estabeleceu no país e porque ele deveria ser gratuito para toda a população. “Muitas vezes a gente olha para tarifa de ônibus como se fosse uma questão somente econômica, mas ela tem uma série de impactos, porque quanto mais alta a tarifa, mais gente sai dos ônibus e migra para carros e motos”.</p>
<p>Desde 2013, com as manifestações de junho contra o aumento das passagens, os programas de tarifa zero ganharam adesão em mais de 130 cidades pequenas e médias no Brasil. Hoje, o país é vanguarda no tema. No Fio da Meada, Andrés explica que a medida vai além da questão do trânsito. “Ela impacta a possibilidade de acesso a direitos elementares como saúde, educação, parques, praças, oferta de emprego e ela acaba afetando a vida social e política de uma forma mais ampla”.</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep33">https://bit.ly/transcriçãoep33</a></p>
<p><br></p>
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      </content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Rafael Mafei e o debate público em tempos de redes sociais</title>
      <description>O convidado do Fio da Meada desta semana é o advogado e professor de direito Rafael Mafei, que estuda como o debate público está se transformando – e se deteriorando – em tempos de polarização e desinformação nas redes sociais.

Em conversa com Branca Vianna, Mafei discute o que é (ou deveria ser) a esfera pública de troca de ideias, os riscos de entregar às big techs o controle da nossa arena de debate e os efeitos colaterais da superexposição de opiniões na vida pública e privada.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep32


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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>O convidado do Fio da Meada desta semana é o advogado e professor de direito Rafael Mafei, que estuda como o debate público está se transformando – e se deteriorando – em tempos de polarização e desinformação nas redes sociais.

Em conversa com Branca Vianna, Mafei discute o que é (ou deveria ser) a esfera pública de troca de ideias, os riscos de entregar às big techs o controle da nossa arena de debate e os efeitos colaterais da superexposição de opiniões na vida pública e privada.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep32


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        <![CDATA[<p>O convidado do Fio da Meada desta semana é o advogado e professor de direito Rafael Mafei, que estuda como o debate público está se transformando – e se deteriorando – em tempos de polarização e desinformação nas redes sociais.</p>
<p>Em conversa com Branca Vianna, Mafei discute o que é (ou deveria ser) a esfera pública de troca de ideias, os riscos de entregar às big techs o controle da nossa arena de debate e os efeitos colaterais da superexposição de opiniões na vida pública e privada.</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep32">https://bit.ly/transcriçãoep32</a></p>
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    <item>
      <title>Fabiana Moraes quer tirar a subjetividade do armário</title>
      <description>A jornalista Fabiana Moraes defende no livro “A pauta é uma arma de combate” que a pauta jornalística –ou seja, a ideia de contar uma história e de quem entrevistar para contá-la– é um lugar de reflexividade. Ou seja, não é uma prática imparcial. “A subjetividade sempre está posta. O que há é uma negação da subjetividade para se dizer mais imparcial”, conta, em entrevista ao Fio da Meada. Por isso, ela defende que o jornalismo tire a subjetividade do armário e reflita sobre como fazer coberturas de violência e política que reforcem a defesa de direitos humanos.

Essa discussão sobre objetividade e subjetividade vale também para as redes sociais. Segundo Moraes, o funcionamento das grandes empresas de tecnologia tem mostrado que os algoritmos são subjetivos. “Tem que ser estratégico [no uso de redes sociais], senão a gente vai reiterar o discurso de ódio produzido por eles.”

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoepisódio31

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      <pubDate>Mon, 19 May 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A jornalista Fabiana Moraes defende no livro “A pauta é uma arma de combate” que a pauta jornalística –ou seja, a ideia de contar uma história e de quem entrevistar para contá-la– é um lugar de reflexividade. Ou seja, não é uma prática imparcial. “A subjetividade sempre está posta. O que há é uma negação da subjetividade para se dizer mais imparcial”, conta, em entrevista ao Fio da Meada. Por isso, ela defende que o jornalismo tire a subjetividade do armário e reflita sobre como fazer coberturas de violência e política que reforcem a defesa de direitos humanos.

Essa discussão sobre objetividade e subjetividade vale também para as redes sociais. Segundo Moraes, o funcionamento das grandes empresas de tecnologia tem mostrado que os algoritmos são subjetivos. “Tem que ser estratégico [no uso de redes sociais], senão a gente vai reiterar o discurso de ódio produzido por eles.”

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        <![CDATA[<p>A jornalista Fabiana Moraes defende no livro “A pauta é uma arma de combate” que a pauta jornalística –ou seja, a ideia de contar uma história e de quem entrevistar para contá-la– é um lugar de reflexividade. Ou seja, não é uma prática imparcial. “A subjetividade sempre está posta. O que há é uma negação da subjetividade para se dizer mais imparcial”, conta, em entrevista ao Fio da Meada. Por isso, ela defende que o jornalismo tire a subjetividade do armário e reflita sobre como fazer coberturas de violência e política que reforcem a defesa de direitos humanos.</p>
<p>Essa discussão sobre objetividade e subjetividade vale também para as redes sociais. Segundo Moraes, o funcionamento das grandes empresas de tecnologia tem mostrado que os algoritmos são subjetivos. “Tem que ser estratégico [no uso de redes sociais], senão a gente vai reiterar o discurso de ódio produzido por eles.”</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoepisódio31</p>
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      <title>O voto perdeu a importância? Miguel Lago explica por quê</title>
      <link>https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/o-voto-perdeu-a-importancia-miguel-lago-explica-por-que/</link>
      <description>Associar a democracia ao voto é um caminho natural. Afinal, o principal instrumento dos regimes democráticos hoje é a eleição. Mas o cientista político Miguel Lago propõe que o voto não é o instrumento mais importante da democracia – e que, com a crise do papel do Estado, é importante pensar em outros mecanismos de participação.

Em entrevista ao Fio da Meada, Miguel Lago explica os problemas dessa redução da democracia ao voto. Como, por exemplo, a ideia de que um chefe de Estado possa ter atitudes antidemocráticas porque foi eleito. "O movimento que nós temos visto desde 2016, em vários países do mundo, são de tendência majoritária que têm a validação no voto, mas com princípios antidemocráticos."



No Fio da Meada dessa semana, o cientista político Miguel Lago conta a Branca Vianna que mecanismos de participação não tão comuns no Brasil, como os plebiscitos, podem fortalecer a democracia e ajudar a constituir laços sociais. “É muito importante que a gente banalize as decisões. A gente não vai colocar as pessoas para discutir a taxa de juros do Banco Central. Mas uma decisão do que deve ser feito no seu bairro não requer necessariamente um conhecimento técnico, e muitas vezes há outras formas de saber, da experiência de quem vive de fato naquele bairro.”

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep30  


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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 03:01:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Associar a democracia ao voto é um caminho natural. Afinal, o principal instrumento dos regimes democráticos hoje é a eleição. Mas o cientista político Miguel Lago propõe que o voto não é o instrumento mais importante da democracia – e que, com a crise do papel do Estado, é importante pensar em outros mecanismos de participação.

Em entrevista ao Fio da Meada, Miguel Lago explica os problemas dessa redução da democracia ao voto. Como, por exemplo, a ideia de que um chefe de Estado possa ter atitudes antidemocráticas porque foi eleito. "O movimento que nós temos visto desde 2016, em vários países do mundo, são de tendência majoritária que têm a validação no voto, mas com princípios antidemocráticos."



No Fio da Meada dessa semana, o cientista político Miguel Lago conta a Branca Vianna que mecanismos de participação não tão comuns no Brasil, como os plebiscitos, podem fortalecer a democracia e ajudar a constituir laços sociais. “É muito importante que a gente banalize as decisões. A gente não vai colocar as pessoas para discutir a taxa de juros do Banco Central. Mas uma decisão do que deve ser feito no seu bairro não requer necessariamente um conhecimento técnico, e muitas vezes há outras formas de saber, da experiência de quem vive de fato naquele bairro.”

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        <![CDATA[<p>Associar a democracia ao voto é um caminho natural. Afinal, o principal instrumento dos regimes democráticos hoje é a eleição. Mas o cientista político Miguel Lago propõe que o voto não é o instrumento mais importante da democracia – e que, com a crise do papel do Estado, é importante pensar em outros mecanismos de participação.</p>
<p>Em entrevista ao Fio da Meada, Miguel Lago explica os problemas dessa redução da democracia ao voto. Como, por exemplo, a ideia de que um chefe de Estado possa ter atitudes antidemocráticas porque foi eleito. "O movimento que nós temos visto desde 2016, em vários países do mundo, são de tendência majoritária que têm a validação no voto, mas com princípios antidemocráticos."</p>
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<p>No Fio da Meada dessa semana, o cientista político Miguel Lago conta a Branca Vianna que mecanismos de participação não tão comuns no Brasil, como os plebiscitos, podem fortalecer a democracia e ajudar a constituir laços sociais. “É muito importante que a gente banalize as decisões. A gente não vai colocar as pessoas para discutir a taxa de juros do Banco Central. Mas uma decisão do que deve ser feito no seu bairro não requer necessariamente um conhecimento técnico, e muitas vezes há outras formas de saber, da experiência de quem vive de fato naquele bairro.”</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep30  </p>
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    <item>
      <title>Juliana Belo Diniz conta o que os psiquiatras preferem esconder</title>
      <description>A psiquiatra Juliana Belo Diniz acaba de lançar um livro com um título intrigante : O que os psiquiatras não te contam, que saiu pela editora Fósforo. Ela defende que uma relação mais franca entre médico e paciente – principalmente sobre as limitações dos tratamentos para saúde mental – pode levar a abordagens mais precisas dos sintomas e, com isso, aumentar as chances de melhorias clínicas consistentes e duradouras.



No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Juliana Belo Diniz sobre como doenças como depressão, ansiedade e psicoses são entendidas hoje pela psiquiatria, sobre déficit de atenção e o uso de drogas psicodélicas, e sobre os riscos de tentar terceirizar para remédios os desafios da experiência humana.

A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep29


Ter ideia de presente pro Dia dos Namorados não é o seu maior talento? Nossa parceira Insider pode ajudar. Com peças elegantes, confortáveis e inteligentes, fica mais fácil deixar o mozão feliz (e aliviado que você não escolheu o carro de som com declarações românticas). Em junho, a entrega é super rápida e os ouvintes Novelo têm desconto especial. Para aproveitar, insira o cupom RADIONOVELO ao final da sua compra pelo site: ⁠https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO⁠ #insiderstore

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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A psiquiatra Juliana Belo Diniz acaba de lançar um livro com um título intrigante : O que os psiquiatras não te contam, que saiu pela editora Fósforo. Ela defende que uma relação mais franca entre médico e paciente – principalmente sobre as limitações dos tratamentos para saúde mental – pode levar a abordagens mais precisas dos sintomas e, com isso, aumentar as chances de melhorias clínicas consistentes e duradouras.



No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Juliana Belo Diniz sobre como doenças como depressão, ansiedade e psicoses são entendidas hoje pela psiquiatria, sobre déficit de atenção e o uso de drogas psicodélicas, e sobre os riscos de tentar terceirizar para remédios os desafios da experiência humana.

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        <![CDATA[<p>A psiquiatra Juliana Belo Diniz acaba de lançar um livro com um título intrigante : O que os psiquiatras não te contam, que saiu pela editora Fósforo. Ela defende que uma relação mais franca entre médico e paciente – principalmente sobre as limitações dos tratamentos para saúde mental – pode levar a abordagens mais precisas dos sintomas e, com isso, aumentar as chances de melhorias clínicas consistentes e duradouras.</p>
<p><br></p>
<p>No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Juliana Belo Diniz sobre como doenças como depressão, ansiedade e psicoses são entendidas hoje pela psiquiatria, sobre déficit de atenção e o uso de drogas psicodélicas, e sobre os riscos de tentar terceirizar para remédios os desafios da experiência humana.

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    <item>
      <title>Cecília Olliveira e como navegar a violência urbana no Brasil</title>
      <description>A Cecília Olliveira é jornalista e fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que produz dados sobre a violência armada em grandes cidades brasileiras. Um dos serviços que o instituto oferece é você poder saber onde tem tiroteio – pode ser importante para decidir a hora de sair de casa, por exemplo, ou qual caminho pegar. 



No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Cecília Olliveira sobre o uso dessas informações pela população em geral, mas também para políticas públicas. Ela fala também sobre a mudança no perfil da violência urbana nos últimos anos e as oportunidades perdidas para combater um problema que desafia tanto governos de direita quanto de esquerda no país.

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      <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A Cecília Olliveira é jornalista e fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que produz dados sobre a violência armada em grandes cidades brasileiras. Um dos serviços que o instituto oferece é você poder saber onde tem tiroteio – pode ser importante para decidir a hora de sair de casa, por exemplo, ou qual caminho pegar. 



No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Cecília Olliveira sobre o uso dessas informações pela população em geral, mas também para políticas públicas. Ela fala também sobre a mudança no perfil da violência urbana nos últimos anos e as oportunidades perdidas para combater um problema que desafia tanto governos de direita quanto de esquerda no país.

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        <![CDATA[<p>A Cecília Olliveira é jornalista e fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que produz dados sobre a violência armada em grandes cidades brasileiras. Um dos serviços que o instituto oferece é você poder saber onde tem tiroteio – pode ser importante para decidir a hora de sair de casa, por exemplo, ou qual caminho pegar. </p>
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<p>No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Cecília Olliveira sobre o uso dessas informações pela população em geral, mas também para políticas públicas. Ela fala também sobre a mudança no perfil da violência urbana nos últimos anos e as oportunidades perdidas para combater um problema que desafia tanto governos de direita quanto de esquerda no país.</p>
<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep28">https://bit.ly/transcriçãoep28 </a></p>
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    <item>
      <title>Patrícia Campos Mello traz notícias do front</title>
      <description>A entrevistada desta semana do Fio da Meada é a jornalista Patrícia Campos Mello – que cobre in loco zonas de conflito no Iraque, no Afeganistão, na Síria, no Líbano, na Ucrânia – e no Brasil também, claro – para a Folha de S.Paulo. Patrícia, que além de não gostar do título de “correspondente de guerra”, também não gosta de ser notícia. Mas às vezes ela não consegue fugir disso – seja quando os leitores da Folha se apavoram porque ela foi cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa, seja porque as revelações que ela fez das táticas eleitorais do Bolsonaro e seus aliados acabaram culminando numa ação que ela moveu contra o ex-presidente por danos morais – e que, aliás, ela ganhou.



Em entrevista a Branca Vianna, Patrícia fala que a “solidariedade terceiro-mundista” costuma ajudar no acesso a entrevistados que rejeitam jornalistas americanos e europeus – e que o fato de ser mulher acaba facilitando a cobertura de pautas principalmente de gênero em países em guerra. Mas – como toda moeda tem dois lados – ser mulher brasileira também já lhe rendeu situações no mínimo inusitadas, como ser questionada sobre fio dental e depilação com cera por soldados americanos dentro de um tanque de guerra no Afeganistão.


A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep27



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      <pubDate>Mon, 21 Apr 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A entrevistada desta semana do Fio da Meada é a jornalista Patrícia Campos Mello – que cobre in loco zonas de conflito no Iraque, no Afeganistão, na Síria, no Líbano, na Ucrânia – e no Brasil também, claro – para a Folha de S.Paulo. Patrícia, que além de não gostar do título de “correspondente de guerra”, também não gosta de ser notícia. Mas às vezes ela não consegue fugir disso – seja quando os leitores da Folha se apavoram porque ela foi cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa, seja porque as revelações que ela fez das táticas eleitorais do Bolsonaro e seus aliados acabaram culminando numa ação que ela moveu contra o ex-presidente por danos morais – e que, aliás, ela ganhou.



Em entrevista a Branca Vianna, Patrícia fala que a “solidariedade terceiro-mundista” costuma ajudar no acesso a entrevistados que rejeitam jornalistas americanos e europeus – e que o fato de ser mulher acaba facilitando a cobertura de pautas principalmente de gênero em países em guerra. Mas – como toda moeda tem dois lados – ser mulher brasileira também já lhe rendeu situações no mínimo inusitadas, como ser questionada sobre fio dental e depilação com cera por soldados americanos dentro de um tanque de guerra no Afeganistão.


A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep27



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        <![CDATA[<p>A entrevistada desta semana do Fio da Meada é a jornalista Patrícia Campos Mello – que cobre in loco zonas de conflito no Iraque, no Afeganistão, na Síria, no Líbano, na Ucrânia – e no Brasil também, claro – para a Folha de S.Paulo. Patrícia, que além de não gostar do título de “correspondente de guerra”, também não gosta de ser notícia. Mas às vezes ela não consegue fugir disso – seja quando os leitores da Folha se apavoram porque ela foi cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa, seja porque as revelações que ela fez das táticas eleitorais do Bolsonaro e seus aliados acabaram culminando numa ação que ela moveu contra o ex-presidente por danos morais – e que, aliás, ela ganhou.</p>
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<p>Em entrevista a Branca Vianna, Patrícia fala que a “solidariedade terceiro-mundista” costuma ajudar no acesso a entrevistados que rejeitam jornalistas americanos e europeus – e que o fato de ser mulher acaba facilitando a cobertura de pautas principalmente de gênero em países em guerra. Mas – como toda moeda tem dois lados – ser mulher brasileira também já lhe rendeu situações no mínimo inusitadas, como ser questionada sobre fio dental e depilação com cera por soldados americanos dentro de um tanque de guerra no Afeganistão.
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<p>A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: <a href="https://bit.ly/transcri%C3%A7%C3%A3oep27">https://bit.ly/transcriçãoep27</a></p>
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    <item>
      <title>Luiz Mauricio Azevedo não tem medo de falar mal de um livro</title>
      <description>Luiz Mauricio Azevedo não quer que você leia autores negros porque a obra deles é “necessária”, “urgente”, um “soco no estômago”, ou porque vai te ajudar a “entender o Brasil”. Ele quer que você leia autores negros bons porque eles são bons – e ele também quer que a crítica possa chamar porcaria de porcaria, independente de quem seja o autor. 



No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Luiz Mauricio sobre os dilemas da literatura brasileira, sobre crítica e cancelamento, e – sim, por que não – sobre o Jon Bon Jovi.



A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcricaoep26



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      <pubDate>Mon, 14 Apr 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Luiz Mauricio sobre os dilemas da literatura brasileira, sobre crítica e cancelamento, e – sim, por que não – sobre o Jon Bon Jovi.



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        <![CDATA[<p>Luiz Mauricio Azevedo não quer que você leia autores negros porque a obra deles é “necessária”, “urgente”, um “soco no estômago”, ou porque vai te ajudar a “entender o Brasil”. Ele quer que você leia autores negros bons porque eles são bons – e ele também quer que a crítica possa chamar porcaria de porcaria, independente de quem seja o autor. </p>
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<p>No Fio da Meada, Branca Vianna conversa com Luiz Mauricio sobre os dilemas da literatura brasileira, sobre crítica e cancelamento, e – sim, por que não – sobre o Jon Bon Jovi.</p>
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    <item>
      <title>Marcia Castro quer mais saúde pública e menos tragédia anunciada</title>
      <description>A demógrafa Marcia Castro diz que a malária é a cachaça dela, mas a verdade é que ela persegue o rastro de várias epidemias que assolam o Brasil e o mundo. Juntando os dados, o contexto local, e o que aprendemos (ou deixamos de aprender) com as crises passadas, ela busca soluções para a saúde pública. No Fio da Meada desta semana, Marcia aponta para a Branca Vianna o que precisa mudar antes da próxima pandemia chegar.     



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      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A demógrafa Marcia Castro diz que a malária é a cachaça dela, mas a verdade é que ela persegue o rastro de várias epidemias que assolam o Brasil e o mundo. Juntando os dados, o contexto local, e o que aprendemos (ou deixamos de aprender) com as crises passadas, ela busca soluções para a saúde pública. No Fio da Meada desta semana, Marcia aponta para a Branca Vianna o que precisa mudar antes da próxima pandemia chegar.     



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    <item>
      <title>A vida dupla de Thiago André, um ex-militar de esquerda</title>
      <description>Thiago André serviu à Marinha brasileira por mais de uma década. Desde pequeno, ele sonhava com a vida que o serviço militar proporcionava a um de seus tios – de estabilidade financeira. Aos 18 anos, Thiago iniciou a formação de marinheiro e passou anos chave na formação de sua identidade dentro do quartel ou em embarcações em alto mar. Aos 23, decidiu fazer faculdade de história. Enquanto ele acumulava horas fora do mundo militar, o Brasil passava por uma profunda mudança que levaria à uma polarização política extrema.



Frustrado com as contradições entre o mundo militar – onde ordens são cumpridas sem questionamento – e a universidade, onde o pensamento crítico é incentivado, Thiago decidiu criar um podcast de história como válvula de escape: o História Preta, no ar desde 2019. Por anos, ele viveu uma vida dupla. Até que o convívio com os companheiros de farda se tornou insustentável – e potencialmente perigoso.



No Fio da Meada, Thiago André conta para Branca Vianna como se formam os militares brasileiros e narra as mudanças que viu acontecer dentro do quartel enquanto o Brasil se reorganizava sob a extrema direita.



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      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>Thiago André serviu à Marinha brasileira por mais de uma década. Desde pequeno, ele sonhava com a vida que o serviço militar proporcionava a um de seus tios – de estabilidade financeira. Aos 18 anos, Thiago iniciou a formação de marinheiro e passou anos chave na formação de sua identidade dentro do quartel ou em embarcações em alto mar. Aos 23, decidiu fazer faculdade de história. Enquanto ele acumulava horas fora do mundo militar, o Brasil passava por uma profunda mudança que levaria à uma polarização política extrema.



Frustrado com as contradições entre o mundo militar – onde ordens são cumpridas sem questionamento – e a universidade, onde o pensamento crítico é incentivado, Thiago decidiu criar um podcast de história como válvula de escape: o História Preta, no ar desde 2019. Por anos, ele viveu uma vida dupla. Até que o convívio com os companheiros de farda se tornou insustentável – e potencialmente perigoso.



No Fio da Meada, Thiago André conta para Branca Vianna como se formam os militares brasileiros e narra as mudanças que viu acontecer dentro do quartel enquanto o Brasil se reorganizava sob a extrema direita.



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        <![CDATA[<p>Thiago André serviu à Marinha brasileira por mais de uma década. Desde pequeno, ele sonhava com a vida que o serviço militar proporcionava a um de seus tios – de estabilidade financeira. Aos 18 anos, Thiago iniciou a formação de marinheiro e passou anos chave na formação de sua identidade dentro do quartel ou em embarcações em alto mar. Aos 23, decidiu fazer faculdade de história. Enquanto ele acumulava horas fora do mundo militar, o Brasil passava por uma profunda mudança que levaria à uma polarização política extrema.</p>
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<p>Frustrado com as contradições entre o mundo militar – onde ordens são cumpridas sem questionamento – e a universidade, onde o pensamento crítico é incentivado, Thiago decidiu criar um podcast de história como válvula de escape: o História Preta, no ar desde 2019. Por anos, ele viveu uma vida dupla. Até que o convívio com os companheiros de farda se tornou insustentável – e potencialmente perigoso.</p>
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<p>No Fio da Meada, Thiago André conta para Branca Vianna como se formam os militares brasileiros e narra as mudanças que viu acontecer dentro do quartel enquanto o Brasil se reorganizava sob a extrema direita.</p>
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    <item>
      <title>Por que ouvir as mais velhas com Neca Setubal e Sueli Carneiro</title>
      <description>A filósofa Sueli Carneiro e a socióloga Neca Setubal vêm de mundos muito diferentes. Mas a amizade entre elas – que pode parecer improvável – acabou se tornando uma parceria profunda e transformadora.



Agora, essa amizade dá origem a um podcast: “Escute as mais velhas”. Produzido pela Rádio Novelo em parceria com a Fundação Tide Setubal, Neca e Sueli entrevistam mulheres que participaram ativamente da vida política e social do Brasil desde a redemocratização. São 13 episódios, cada um revelando histórias essenciais contadas por quem viveu esses momentos.



No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Sueli e Neca sobre o podcast, a trajetória das duas e a importância de escutar quem veio antes de nós. 



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      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A filósofa Sueli Carneiro e a socióloga Neca Setubal vêm de mundos muito diferentes. Mas a amizade entre elas – que pode parecer improvável – acabou se tornando uma parceria profunda e transformadora.



Agora, essa amizade dá origem a um podcast: “Escute as mais velhas”. Produzido pela Rádio Novelo em parceria com a Fundação Tide Setubal, Neca e Sueli entrevistam mulheres que participaram ativamente da vida política e social do Brasil desde a redemocratização. São 13 episódios, cada um revelando histórias essenciais contadas por quem viveu esses momentos.



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        <![CDATA[<p>A filósofa Sueli Carneiro e a socióloga Neca Setubal vêm de mundos muito diferentes. Mas a amizade entre elas – que pode parecer improvável – acabou se tornando uma parceria profunda e transformadora.</p>
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<p>Agora, essa amizade dá origem a um podcast: “Escute as mais velhas”. Produzido pela Rádio Novelo em parceria com a Fundação Tide Setubal, Neca e Sueli entrevistam mulheres que participaram ativamente da vida política e social do Brasil desde a redemocratização. São 13 episódios, cada um revelando histórias essenciais contadas por quem viveu esses momentos.</p>
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<p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Sueli e Neca sobre o podcast, a trajetória das duas e a importância de escutar quem veio antes de nós. </p>
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    <item>
      <title>Ana Clara Costa e a anatomia do caso Silvio Almeida</title>
      <description>A jornalista Ana Clara Costa trabalha com cobertura política há mais de 17 anos. Ela já perfilou figuras importantes dos bastidores do poder – como o advogado Walfrido Warde e o chanceler Celso Amorim – comandou a redação da Revista Época e hoje, além de repórter da revista piauí, é apresentadora do podcast Foro de Teresina.

E, apesar da longa carreira, Ana Clara recentemente fez um tipo de cobertura até então inédita pra ela: em reportagem publicada na edição de março da piauí, ela traça a anatomia dos casos de assédio que derrubaram Silvio Almeida, então a frente do ministério de Direitos Humanos e Cidadania.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Ana Clara sobre as dificuldades do processo de apuração de uma reportagem desse tipo e o que ela aprendeu sobre assédio investigando essa história. Na segunda parte do episódio, a coordenadora de checagem de apuração da revista piauí Marcella Ramos explica como é feito esse trabalho e quais as particularidades no caso de reportagens com fontes anônimas.

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      <pubDate>Mon, 17 Mar 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>A jornalista Ana Clara Costa trabalha com cobertura política há mais de 17 anos. Ela já perfilou figuras importantes dos bastidores do poder – como o advogado Walfrido Warde e o chanceler Celso Amorim – comandou a redação da Revista Época e hoje, além de repórter da revista piauí, é apresentadora do podcast Foro de Teresina.

E, apesar da longa carreira, Ana Clara recentemente fez um tipo de cobertura até então inédita pra ela: em reportagem publicada na edição de março da piauí, ela traça a anatomia dos casos de assédio que derrubaram Silvio Almeida, então a frente do ministério de Direitos Humanos e Cidadania.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Ana Clara sobre as dificuldades do processo de apuração de uma reportagem desse tipo e o que ela aprendeu sobre assédio investigando essa história. Na segunda parte do episódio, a coordenadora de checagem de apuração da revista piauí Marcella Ramos explica como é feito esse trabalho e quais as particularidades no caso de reportagens com fontes anônimas.

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        <![CDATA[<p>A jornalista Ana Clara Costa trabalha com cobertura política há mais de 17 anos. Ela já perfilou figuras importantes dos bastidores do poder – como o advogado Walfrido Warde e o chanceler Celso Amorim – comandou a redação da Revista Época e hoje, além de repórter da revista piauí, é apresentadora do podcast Foro de Teresina.</p><p><br></p><p>E, apesar da longa carreira, Ana Clara recentemente fez um tipo de cobertura até então inédita pra ela: em reportagem publicada na edição de março da piauí, ela traça a anatomia dos casos de assédio que derrubaram Silvio Almeida, então a frente do ministério de Direitos Humanos e Cidadania.</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Ana Clara sobre as dificuldades do processo de apuração de uma reportagem desse tipo e o que ela aprendeu sobre assédio investigando essa história. Na segunda parte do episódio, a coordenadora de checagem de apuração da revista piauí Marcella Ramos explica como é feito esse trabalho e quais as particularidades no caso de reportagens com fontes anônimas.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram:</p><p>https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Vanessa Cavalieri não quer prender o teu filho</title>
      <description>Vanessa Cavalieri é a juíza titular da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro. Ela assumiu o cargo em 2005 e, de um tempo pra cá, notou uma mudança no perfil dos infratores: adolescentes de classes média e alta que cometem infrações digitais graves. 

E isso ocorre à revelia dos pais, que não têm ideia do que os filhos fazem em seus computadores e celulares. Por isso, em palestras nas escolas, ela conta até os casos mais escabrosos. “O que eu quero é chocar os pais para que entendam como é absurdo deixar uma criança ou adolescente nas redes sem supervisão.”

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Vanessa sobre crimes digitais e o uso das redes sociais por crianças e adolescentes. 

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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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E isso ocorre à revelia dos pais, que não têm ideia do que os filhos fazem em seus computadores e celulares. Por isso, em palestras nas escolas, ela conta até os casos mais escabrosos. “O que eu quero é chocar os pais para que entendam como é absurdo deixar uma criança ou adolescente nas redes sem supervisão.”

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Vanessa sobre crimes digitais e o uso das redes sociais por crianças e adolescentes. 

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        <![CDATA[<p>Vanessa Cavalieri é a juíza titular da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro. Ela assumiu o cargo em 2005 e, de um tempo pra cá, notou uma mudança no perfil dos infratores: adolescentes de classes média e alta que cometem infrações digitais graves. </p><p><br></p><p>E isso ocorre à revelia dos pais, que não têm ideia do que os filhos fazem em seus computadores e celulares. Por isso, em palestras nas escolas, ela conta até os casos mais escabrosos. “O que eu quero é chocar os pais para que entendam como é absurdo deixar uma criança ou adolescente nas redes sem supervisão.”</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Vanessa sobre crimes digitais e o uso das redes sociais por crianças e adolescentes. </p><p><br></p><p>Já conhece o Daki do Clube? É a novidade mais prática e gostosa da temporada de Páscoa. Ao virar assinante, você pode economizar até 150 reais por mês nos seus pedidos de supermercado com a Daki - e o primeiro mês é grátis!</p><p>Os ouvintes Novelo ainda ganham 25 reais de desconto em qualquer pedido acima de 149 reais adicionando o cupom RADIONOVELO25 ao final da compra. Clique e aproveite: <a href="https://soudaki.onelink.me/FYIE/radionovelo">https://soudaki.onelink.me/FYIE/radionovelo</a></p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram:</p><p>https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Paola Carosella e cozinhar como um ato de rebeldia</title>
      <description>A cozinheira Paola Carosella é conhecida pela participação em programas de TV – como o Masterchef, da Band, e o Alma de Cozinheira, da GNT – mas não só. Os posicionamentos políticos em prol do acesso à alimentação e da proteção do meio ambiente que adotou nos últimos anos chamaram a atenção de muita gente, nem sempre com consequências positivas. 

No Fio da Meada desta semana, Paola conversa com Branca Vianna sobre como encontrou uma forma de conciliar o ativismo com a profissão que a fez ser quem é e conta bastidores da produção da audiossérie Nem Só de Pão – um original Audible em parceria com a Novelo.

Esse episódio é um oferecimento da Audible, o serviço de audiolivros e audiosséries da Amazon. Na Audible você tem acesso a milhares de audiolivros em português e histórias Originais surpreendentes.

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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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No Fio da Meada desta semana, Paola conversa com Branca Vianna sobre como encontrou uma forma de conciliar o ativismo com a profissão que a fez ser quem é e conta bastidores da produção da audiossérie Nem Só de Pão – um original Audible em parceria com a Novelo.

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        <![CDATA[<p>A cozinheira Paola Carosella é conhecida pela participação em programas de TV – como o Masterchef, da Band, e o Alma de Cozinheira, da GNT – mas não só. Os posicionamentos políticos em prol do acesso à alimentação e da proteção do meio ambiente que adotou nos últimos anos chamaram a atenção de muita gente, nem sempre com consequências positivas. </p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Paola conversa com Branca Vianna sobre como encontrou uma forma de conciliar o ativismo com a profissão que a fez ser quem é e conta bastidores da produção da audiossérie Nem Só de Pão – um original Audible em parceria com a Novelo.</p><p><br></p><p>Esse episódio é um oferecimento da Audible, o serviço de audiolivros e audiosséries da Amazon. Na Audible você tem acesso a milhares de audiolivros em português e histórias Originais surpreendentes.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram:</p><p>https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Ana Moser e as apostas no esporte e na política</title>
      <description>No início de 2023, Ana Moser, medalhista no vôlei nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, foi nomeada a primeira ministra do esporte do Brasil. Mas apenas nove meses depois, ela se tornou também a ministra que durou menos tempo na pasta. 

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Ana Moser, uma das maiores jogadoras de vôlei da história do Brasil, para falar sobre sua representatividade como mulher no esporte de elite e na elite do poder. 

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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Erika Berenguer entre a ecoansiedade e o pragmatismo climático</title>
      <description>O que levou Erika Berenguer a estudar a Amazônia foi a paixão dela pelo bioma, mas o que ela tem pesquisado ao longo dos últimos anos tem sido a destruição dela. E conforme os incêndios que ela monitora na região de Santarém se tornaram mais comuns e mais destrutivos, o ofício de acompanhar a devastação tem cobrado um preço alto. 

No Fio da Meada desta semana, ela conta para Branca Vianna do seu trabalho – que envolve, entre outras coisas, medir a altura das chamas que estão devorando florestas amazônicas – e das consequências para a saúde física e mental de quem está na linha de frente da destruição. 

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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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No Fio da Meada desta semana, ela conta para Branca Vianna do seu trabalho – que envolve, entre outras coisas, medir a altura das chamas que estão devorando florestas amazônicas – e das consequências para a saúde física e mental de quem está na linha de frente da destruição. 

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    <item>
      <title>Joana Guimarães e os desafios das cotas na universidade</title>
      <description>Joana Guimarães nasceu em Itabuna, na Bahia, em uma família pobre. Os pais não chegaram ao fim do ensino fundamental, mas incentivaram os filhos a nunca abandonar os estudos. Joana levou a missão a sério – fez graduação, mestrado e doutorado. Hoje é uma das pouquíssimas reitoras negras do Brasil, à frente da Universidade Federal do Sul da Bahia – instituição que possibilita acesso ao ensino superior na região em que ela nasceu.

“A comunidade sabe o que ela quer", afirma sobre a necessidade de diálogo entre a academia e a população que cerca os três campi – localizados em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Joana sobre o trabalho de reitora e os desafios atuais de colocar a política de cotas em prática. 

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      <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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“A comunidade sabe o que ela quer", afirma sobre a necessidade de diálogo entre a academia e a população que cerca os três campi – localizados em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

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    <item>
      <title>Alexandre Vidal Porto tenta ser diplomático em condições extremas</title>
      <description>Entra governo, sai governo e eles ficam lá. Os funcionários de carreira servem ao Estado, não a mandatários passageiros e, por isso, são forçados a navegar gestões com diferentes projetos de país – algumas vezes, opostos. É o que vem acontecendo nos Estados Unidos, agora que Trump assumiu o cargo e quer botar fim no legado político do antecessor.

No Brasil, quando Jair Bolsonaro chegou ao poder, muitos funcionários de carreira se viram no meio de um cenário estranho. Um deles foi Alexandre Vidal Porto, diplomata e escritor com quem Branca Vianna conversa no Fio da Meada desta semana. No Itamaraty desde 1991, ele já representou o Brasil em vários países e teve que seguir fazendo isso mesmo quando Ernesto Araújo assumiu o Ministério das Relações Exteriores, colocando em xeque a história da diplomacia brasileira. 

Vidal é também um dos poucos diplomatas a falar publicamente sobre a sua homossexualidade e precisou encontrar saídas para trabalhar sob um governo declaradamente homofóbico. Na conversa, ele conta sobre a experiência no Itamaraty e reflete sobre os desafios da diplomacia num mundo mais extremista.

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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2025 03:10:00 -0000</pubDate>
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No Brasil, quando Jair Bolsonaro chegou ao poder, muitos funcionários de carreira se viram no meio de um cenário estranho. Um deles foi Alexandre Vidal Porto, diplomata e escritor com quem Branca Vianna conversa no Fio da Meada desta semana. No Itamaraty desde 1991, ele já representou o Brasil em vários países e teve que seguir fazendo isso mesmo quando Ernesto Araújo assumiu o Ministério das Relações Exteriores, colocando em xeque a história da diplomacia brasileira. 

Vidal é também um dos poucos diplomatas a falar publicamente sobre a sua homossexualidade e precisou encontrar saídas para trabalhar sob um governo declaradamente homofóbico. Na conversa, ele conta sobre a experiência no Itamaraty e reflete sobre os desafios da diplomacia num mundo mais extremista.

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        <![CDATA[<p>Entra governo, sai governo e eles ficam lá. Os funcionários de carreira servem ao Estado, não a mandatários passageiros e, por isso, são forçados a navegar gestões com diferentes projetos de país – algumas vezes, opostos. É o que vem acontecendo nos Estados Unidos, agora que Trump assumiu o cargo e quer botar fim no legado político do antecessor.</p><p><br></p><p>No Brasil, quando Jair Bolsonaro chegou ao poder, muitos funcionários de carreira se viram no meio de um cenário estranho. Um deles foi Alexandre Vidal Porto, diplomata e escritor com quem Branca Vianna conversa no Fio da Meada desta semana. No Itamaraty desde 1991, ele já representou o Brasil em vários países e teve que seguir fazendo isso mesmo quando Ernesto Araújo assumiu o Ministério das Relações Exteriores, colocando em xeque a história da diplomacia brasileira. </p><p><br></p><p>Vidal é também um dos poucos diplomatas a falar publicamente sobre a sua homossexualidade e precisou encontrar saídas para trabalhar sob um governo declaradamente homofóbico. Na conversa, ele conta sobre a experiência no Itamaraty e reflete sobre os desafios da diplomacia num mundo mais extremista.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Natália Leal e o fim da checagem na Meta</title>
      <description>Na posse de Trump, ficou claro o apoio massivo dos líderes de empresa de tecnologia. Estavam lá os presidentes da Amazon, do Google, da Apple, do TikTok, do X e, claro, da Meta. Há semanas, Mark Zuckerberg deixou claro o alinhamento ao governo do republicano ao publicar um vídeo dizendo que era hora de “voltar às raízes” e botar fim nas políticas de checagem de fatos do Facebook e do Instagram, entre outras coisas. Por enquanto, a medida só vale nos Estados Unidos, mas os efeitos já estão sendo sentidos por todo lado – inclusive aqui.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Natália Leal, diretora-executiva da agência de checagens Lupa – que participa do programa de checagens da Meta desde o início no Brasil. Ela conta como funciona o trabalho dos checadores e o que está em jogo diante das mudanças nas redes sociais.

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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Na posse de Trump, ficou claro o apoio massivo dos líderes de empresa de tecnologia. Estavam lá os presidentes da Amazon, do Google, da Apple, do TikTok, do X e, claro, da Meta. Há semanas, Mark Zuckerberg deixou claro o alinhamento ao governo do republicano ao publicar um vídeo dizendo que era hora de “voltar às raízes” e botar fim nas políticas de checagem de fatos do Facebook e do Instagram, entre outras coisas. Por enquanto, a medida só vale nos Estados Unidos, mas os efeitos já estão sendo sentidos por todo lado – inclusive aqui.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Natália Leal, diretora-executiva da agência de checagens Lupa – que participa do programa de checagens da Meta desde o início no Brasil. Ela conta como funciona o trabalho dos checadores e o que está em jogo diante das mudanças nas redes sociais.

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        <![CDATA[<p>Na posse de Trump, ficou claro o apoio massivo dos líderes de empresa de tecnologia. Estavam lá os presidentes da Amazon, do Google, da Apple, do TikTok, do X e, claro, da Meta. Há semanas, Mark Zuckerberg deixou claro o alinhamento ao governo do republicano ao publicar um vídeo dizendo que era hora de “voltar às raízes” e botar fim nas políticas de checagem de fatos do Facebook e do Instagram, entre outras coisas. Por enquanto, a medida só vale nos Estados Unidos, mas os efeitos já estão sendo sentidos por todo lado – inclusive aqui.</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Natália Leal, diretora-executiva da agência de checagens Lupa – que participa do programa de checagens da Meta desde o início no Brasil. Ela conta como funciona o trabalho dos checadores e o que está em jogo diante das mudanças nas redes sociais.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Carol Pires analisa impacto de Trump na América Latina</title>
      <description>Quando Carol Pires viu Donald Trump ser eleito pela primeira vez, em 2016, ela ficou em dúvida: “as pessoas estão loucas? Elas estão desinformadas?” Dessa vez, com o republicano tendo a maioria até mesmo no voto popular, ela entende que a chave do discurso político mudou de vez. “É isso mesmo que as pessoas querem. O progressismo precisa entender que só a pauta da defesa da democracia não funciona mais”.

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista da Rádio Novelo e mestra em política latinoamericana pela Universidade Columbia sobre como o novo governo Trump deve afetar as relações com os países da América Latina.

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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista da Rádio Novelo e mestra em política latinoamericana pela Universidade Columbia sobre como o novo governo Trump deve afetar as relações com os países da América Latina.

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        <![CDATA[<p>Quando Carol Pires viu Donald Trump ser eleito pela primeira vez, em 2016, ela ficou em dúvida: “as pessoas estão loucas? Elas estão desinformadas?” Dessa vez, com o republicano tendo a maioria até mesmo no voto popular, ela entende que a chave do discurso político mudou de vez. “É isso mesmo que as pessoas querem. O progressismo precisa entender que só a pauta da defesa da democracia não funciona mais”.</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com a jornalista da Rádio Novelo e mestra em política latinoamericana pela Universidade Columbia sobre como o novo governo Trump deve afetar as relações com os países da América Latina.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Tiago Rogero coloca o negro no centro da história</title>
      <description>O jornalista Tiago Rogero, autor do livro Projeto Querino, é o convidado desta semana do podcast Fio da Meada. O livro, lançado no final de 2024, é uma adaptação do podcast de mesmo nome, produzido em 2022 em parceria com a Rádio Novelo. 

Na conversa com Branca Vianna, Tiago fala sobre os desafios de transpor a linguagem do áudio para o texto e discute a dificuldade do Brasil lidar com o passado escravocrata que, até hoje, está presente na sociedade brasileira. Os dois ainda conversam sobre trabalho doméstico e políticas de reparação por aqui e em outros países.

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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>O jornalista Tiago Rogero, autor do livro Projeto Querino, é o convidado desta semana do podcast Fio da Meada. O livro, lançado no final de 2024, é uma adaptação do podcast de mesmo nome, produzido em 2022 em parceria com a Rádio Novelo. 

Na conversa com Branca Vianna, Tiago fala sobre os desafios de transpor a linguagem do áudio para o texto e discute a dificuldade do Brasil lidar com o passado escravocrata que, até hoje, está presente na sociedade brasileira. Os dois ainda conversam sobre trabalho doméstico e políticas de reparação por aqui e em outros países.

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    <item>
      <title>Erika Palomino entende o Brasil pelas pistas de dança</title>
      <description>No início dos anos 1990, Erika Palomino encontrou na noite de São Paulo um universo totalmente novo, criado por uma música eletrônica intensa e alegre. A jornalista levou esse mundo para as páginas da Folha de S. Paulo e para o livro "Babado Forte", relançado recentemente com uma pesquisa extensa das pistas de dança e festas nas ruas do país. "A invenção desse Brasil, ou desses Brasis, passa por agendas de uma produção racializada, de pessoas que vão discutir gênero no dia a dia."

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Erika Palomino sobre como a cena clubber reflete as questões socioeconômicas do país e a importância da moda nesses espaços.

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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2025 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Erika Palomino sobre como a cena clubber reflete as questões socioeconômicas do país e a importância da moda nesses espaços.

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    <item>
      <title>Daniel Gonçalves reage: "Tadinho é o caralho!"</title>
      <link>https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/daniel-goncalves-reage-tadinho-e-o-caralho/</link>
      <description>O cineasta Daniel Gonçalves é muito crítico à forma como a produção audiovisual retrata pessoas com deficiência. E, por isso, ele quer dar uma cara própria a essa temática: fugindo dos estereótipos de capacitismo e de superação. Em seu filme mais recente, Assexybilidade, Daniel retrata a sexualidade das pessoas com deficiência.
No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, Daniel Gonçalves e Branca Vianna conversam no Fio da Meada sobre cinema, sexualidade e acessibilidade no audiovisual.
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 03:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>O cineasta Daniel Gonçalves é muito crítico à forma como a produção audiovisual retrata pessoas com deficiência. E, por isso, ele quer dar uma cara própria a essa temática: fugindo dos estereótipos de capacitismo e de superação. Em seu filme mais recente, Assexybilidade, Daniel retrata a sexualidade das pessoas com deficiência.
No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, Daniel Gonçalves e Branca Vianna conversam no Fio da Meada sobre cinema, sexualidade e acessibilidade no audiovisual.
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        <![CDATA[<p>O cineasta Daniel Gonçalves é muito crítico à forma como a produção audiovisual retrata pessoas com deficiência. E, por isso, ele quer dar uma cara própria a essa temática: fugindo dos estereótipos de capacitismo e de superação. Em seu filme mais recente, <em>Assexybilidade</em>, Daniel retrata a sexualidade das pessoas com deficiência.</p><p>No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, Daniel Gonçalves e Branca Vianna conversam no Fio da Meada sobre cinema, sexualidade e acessibilidade no audiovisual.</p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p>Receba conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Felipe Neto versus o algoritmo</title>
      <description>Mesmo com uma grande pressão popular, o projeto de lei que trata das fake news teve a tramitação paralisada no Congresso. No começo de dezembro, o STF voltou a votar a matéria que trata da regulamentação das redes sociais. Enquanto os deputados não discutem o assunto e o tema ocupa a Suprema Corte, alguns youtubers e influenciadores se manifestam a respeito. É o caso de Felipe Neto, que recentemente começou uma batalha contra o ódio disseminado pelas redes, tema de seu mais recente livro, lançado em 2024. “Essas entradas precisam ser fechadas. Por quem? Pela lei? Pelo governo? Não. Pelas próprias plataformas. Essas plataformas vão fazer isso? Não, jamais, porque isso dá muito lucro para elas.”

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Felipe Neto sobre como combater o ódio nas redes e as estratégias usadas pelas plataformas para conquistar usuários e se esquivar das responsabilidades.

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      <pubDate>Mon, 16 Dec 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Mesmo com uma grande pressão popular, o projeto de lei que trata das fake news teve a tramitação paralisada no Congresso. No começo de dezembro, o STF voltou a votar a matéria que trata da regulamentação das redes sociais. Enquanto os deputados não discutem o assunto e o tema ocupa a Suprema Corte, alguns youtubers e influenciadores se manifestam a respeito. É o caso de Felipe Neto, que recentemente começou uma batalha contra o ódio disseminado pelas redes, tema de seu mais recente livro, lançado em 2024. “Essas entradas precisam ser fechadas. Por quem? Pela lei? Pelo governo? Não. Pelas próprias plataformas. Essas plataformas vão fazer isso? Não, jamais, porque isso dá muito lucro para elas.”</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna conversa com Felipe Neto sobre como combater o ódio nas redes e as estratégias usadas pelas plataformas para conquistar usuários e se esquivar das responsabilidades.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Impossível comer um só? João Peres explica por quê </title>
      <description>O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação, a saúde, o poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, criador do termo “ultraprocessados".

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna e João Peres conversam sobre os alimentos ultraprocessados e os malefícios deles para nossa nutrição, para o meio ambiente e até para nossa saúde mental.

Este episódio é patrocinado pela ACT – organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: https://actbr.org.br/

Ouça todos os episódios do podcast Fio da Meada: https://www.radionovelo.com.br/fiodameada
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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      <itunes:summary>O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação, a saúde, o poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, criador do termo “ultraprocessados".

No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna e João Peres conversam sobre os alimentos ultraprocessados e os malefícios deles para nossa nutrição, para o meio ambiente e até para nossa saúde mental.

Este episódio é patrocinado pela ACT – organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: https://actbr.org.br/

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        <![CDATA[<p>O jornalista João Peres é um dos fundadores do site O Joio e o Trigo, dedicado à alimentação, a saúde, o poder, e os interesses por trás do “pão nosso de cada dia". E nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na discussão pública, especialmente depois da publicação do livro “Gente Ultraprocessada", do britânico Chris Van Tulleken. Na obra – que narra o fracasso da tentativa de refutar a teoria de que os ultraprocessados causam uma série de doenças crônicas – Van Tulleken reforça os estudos de outro brasileiro, o professor Carlos Monteiro, criador do termo “ultraprocessados".</p><p><br></p><p>No Fio da Meada desta semana, Branca Vianna e João Peres conversam sobre os alimentos ultraprocessados e os malefícios deles para nossa nutrição, para o meio ambiente e até para nossa saúde mental.</p><p><br></p><p>Este episódio é patrocinado pela ACT – organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, do álcool, e promoção da alimentação saudável e atividade física. Você encontra mais sobre a ACT no site: <a href="https://actbr.org.br/">https://actbr.org.br/</a></p><p><br></p><p>Ouça todos os episódios do podcast Fio da Meada: https://www.radionovelo.com.br/fiodameada</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Juliana Souza quer enegrecer a justiça</title>
      <link>https://radionovelo.com.br/originais/fiodameada/juliana-souza-quer-enegrecer-a-justica/</link>
      <description>Ainda criança, a advogada Juliana Souza dizia que queria ser juíza. A menina da periferia de Itapevi, região metropolitana de SP, era motivo de piada entre os colegas por isso. Hoje, mais de 20 anos depois, Juliana é conhecida por conseguir a primeira condenação à cadeia por crime de racismo no Brasil. Foi o caso envolvendo a filha do casal Gagliasso-Ewbank. À frente de uma ONG que busca traduzir o direito para quem precisa, a advogada de 33 anos acredita que a justiça precisa enegrecer o sistema por dentro. No episódio desta semana do Fio da Meada, Juliana Souza e Branca Vianna conversam sobre as formas de tornar o sistema judiciário mais acessível.

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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Ainda criança, a advogada Juliana Souza dizia que queria ser juíza. A menina da periferia de Itapevi, região metropolitana de SP, era motivo de piada entre os colegas por isso. Hoje, mais de 20 anos depois, Juliana é conhecida por conseguir a primeira condenação à cadeia por crime de racismo no Brasil. Foi o caso envolvendo a filha do casal Gagliasso-Ewbank. À frente de uma ONG que busca traduzir o direito para quem precisa, a advogada de 33 anos acredita que a justiça precisa enegrecer o sistema por dentro. No episódio desta semana do Fio da Meada, Juliana Souza e Branca Vianna conversam sobre as formas de tornar o sistema judiciário mais acessível.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Ligia Gonçalves Diniz entra na cabeça masculina </title>
      <description>Um dia a escritora Ligia Gonçalves Diniz disse a seu psicanalista: “Me deu inveja de ter um pau”. Freud explica? Não, no caso dela, não era inveja do pênis em si. Ela queria entender o que significa ter a experiência de um homem no mundo. Tudo isso está no novo livro da autora, "O homem não existe". "É um ambiente de teste que me permitiu, como leitora, testar como é ser um homem machista do século 20. De que outra maneira eu poderia experimentar esse tipo de masculinidade?" Neste episódio do Fio da Meada, Branca Vianna e Ligia Gonçalves refletem como a literatura pensada e escrita por homens forma a nossa sociedade.

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      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Um dia a escritora Ligia Gonçalves Diniz disse a seu psicanalista: “Me deu inveja de ter um pau”. Freud explica? Não, no caso dela, não era inveja do pênis em si. Ela queria entender o que significa ter a experiência de um homem no mundo. Tudo isso está no novo livro da autora, "O homem não existe". "É um ambiente de teste que me permitiu, como leitora, testar como é ser um homem machista do século 20. De que outra maneira eu poderia experimentar esse tipo de masculinidade?" Neste episódio do Fio da Meada, Branca Vianna e Ligia Gonçalves refletem como a literatura pensada e escrita por homens forma a nossa sociedade.

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      <title>Vanessa Rozan e o reflexo no espelho </title>
      <description>Conciliar a vida de maquiadora com críticas aos excessos da indústria da beleza não é um problema para Vanessa Rozan. Nas redes sociais, ela não usa filtros e aproveita o espaço do Instagram para promover a busca da beleza real. "O discurso do marketing foi: beleza agora chama autocuidado. E em nome do bem-estar você pode vender qualquer coisa." Neste episódio do Fio da Meada, Branca Vianna conversa sobre o impacto das telas na forma como nos vemos e a influência disso na crescente onda de skincare entre adolescentes.

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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Caetano Galindo quer a língua viva</title>
      <description>Caetano Galindo é o tipo de escritor que quer ver a briga acontecer em praça pública. E a briga que ele compra tem a ver com a língua portuguesa. Mais especificamente, o nosso português falado no Brasil. Na conversa desta semana do Fio da Meada, Caetano Galindo e Branca Vianna falam sobre as bases e as influências do idioma do nosso país e como o preconceito linguístico pode congelar a evolução de uma língua que se propõe viva.

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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Caetano Galindo é o tipo de escritor que quer ver a briga acontecer em praça pública. E a briga que ele compra tem a ver com a língua portuguesa. Mais especificamente, o nosso português falado no Brasil. Na conversa desta semana do Fio da Meada, Caetano Galindo e Branca Vianna falam sobre as bases e as influências do idioma do nosso país e como o preconceito linguístico pode congelar a evolução de uma língua que se propõe viva.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Evandro Cruz Silva pergunta: "Polícia pra quem?"</title>
      <description>O sociólogo e escritor Evandro Cruz Silva tem policiais na família. O que faz das ideias dele um tanto controversas dentro de casa. Evandro é um abolicionista penal e acredita que o sistema carcerário e a polícia como existem hoje precisam acabar. Ou, no mínimo, passar por uma boa reforma. No episódio desta semana do Fio da Meada, Evandro Cruz Silva e Branca Vianna conversam sobre penas alternativas à prisão e como o discurso punitivista saiu do campo conservador e ganhou espaço entre a esquerda brasileira.

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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <title>As ondas gigantes de Maya Gabeira</title>
      <description>Não bastou ser a mulher a surfar a maior onda de 2018. Durante aquele ano, a surfista Maya Gabeira precisou provar que surfou a maior onda da temporada. O reconhecimento veio com um registro no Guinness Book como a mulher a surfar a maior onda do mundo. Até aquele ano, o livro não fazia distinção entre homens e mulheres. A vitória teve um gosto agridoce para Maya, já que foi preciso uma petição pública para que a marca fosse reconhecida oficialmente. No Fio da Meada desta semana, a surfista conversa com Branca Vianna sobre o caminho para superar o machismo no esporte e sobre a batalha para que outras mulheres pudessem ser reconhecidas na sua categoria.

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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Não bastou ser a mulher a surfar a maior onda de 2018. Durante aquele ano, a surfista Maya Gabeira precisou provar que surfou a maior onda da temporada. O reconhecimento veio com um registro no Guinness Book como a mulher a surfar a maior onda do mundo. Até aquele ano, o livro não fazia distinção entre homens e mulheres. A vitória teve um gosto agridoce para Maya, já que foi preciso uma petição pública para que a marca fosse reconhecida oficialmente. No Fio da Meada desta semana, a surfista conversa com Branca Vianna sobre o caminho para superar o machismo no esporte e sobre a batalha para que outras mulheres pudessem ser reconhecidas na sua categoria.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>A busca de Karim Aïnouz por um novo jeito de filmar </title>
      <description>Karim Aïnouz é apaixonado pela criação de seus personagens. As marcações traçadas nas filmagens transbordam o real e, às vezes, propositalmente, flertam com o coreografado. Em Motel Destino, seu último filme, Karim entrega experimentações com cores e luz, e também com cenas de sexo. Na entrevista com Branca Vianna, ele questiona algumas fórmulas da produção audiovisual contemporânea, como o uso de cenas de violência. No Fio da Meada desta semana, o diretor ainda relembra parte da filmografia.

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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Karim Aïnouz é apaixonado pela criação de seus personagens. As marcações traçadas nas filmagens transbordam o real e, às vezes, propositalmente, flertam com o coreografado. Em Motel Destino, seu último filme, Karim entrega experimentações com cores e luz, e também com cenas de sexo. Na entrevista com Branca Vianna, ele questiona algumas fórmulas da produção audiovisual contemporânea, como o uso de cenas de violência. No Fio da Meada desta semana, o diretor ainda relembra parte da filmografia.

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        <![CDATA[<p>Karim Aïnouz é apaixonado pela criação de seus personagens. As marcações traçadas nas filmagens transbordam o real e, às vezes, propositalmente, flertam com o coreografado. Em Motel Destino, seu último filme, Karim entrega experimentações com cores e luz, e também com cenas de sexo. Na entrevista com Branca Vianna, ele questiona algumas fórmulas da produção audiovisual contemporânea, como o uso de cenas de violência. No Fio da Meada desta semana, o diretor ainda relembra parte da filmografia.</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: https://radionovelo.com.br/whatsapp</p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Luiza Erundina e a renovação na política</title>
      <description>Luiza Erundina entrou para a política aos 25 anos e hoje, aos 89, permanece como um dos nomes mais lembrados da esquerda brasileira. Mas Erundina quer mais do que apenas ser lembrada. Ela quer que sua história motive novas lideranças no campo progressista e acha que o caminho é a comunicação com os jovens: "nisso a direita está muito mais avançada, ao contrário de nós. Nós estamos muito atrasados". A deputada, que já sofreu preconceito por ser mulher e por ser nordestina, agora, diz sofrer com o fato de ser considerada velha demais para a política, ideia com a qual não concorda. No episódio de estreia do Fio da Meada, Luiza Erundina conversa com Branca Vianna sobre a crise de sucessão no campo progressista, os desafios da idade na vida política e também sobre a baixa qualidade da Câmara dos Deputados: "está piorando cada vez mais".

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      <pubDate>Mon, 14 Oct 2024 03:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Rádio Novelo</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Luiza Erundina entrou para a política aos 25 anos e hoje, aos 89, permanece como um dos nomes mais lembrados da esquerda brasileira. Mas Erundina quer mais do que apenas ser lembrada. Ela quer que sua história motive novas lideranças no campo progressista e acha que o caminho é a comunicação com os jovens: "nisso a direita está muito mais avançada, ao contrário de nós. Nós estamos muito atrasados". A deputada, que já sofreu preconceito por ser mulher e por ser nordestina, agora, diz sofrer com o fato de ser considerada velha demais para a política, ideia com a qual não concorda. No episódio de estreia do Fio da Meada, Luiza Erundina conversa com Branca Vianna sobre a crise de sucessão no campo progressista, os desafios da idade na vida política e também sobre a baixa qualidade da Câmara dos Deputados: "está piorando cada vez mais".</p><p><br></p><p>Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/</p><p><br></p><p>Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/@radionovelo</p><p><br></p><p>Recebe conteúdos extras no canal da Rádio Novelo no WhatsApp: <a href="https://radionovelo.com.br/whatsapp">https://radionovelo.com.br/whatsapp</a></p><p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Conheça o podcast Fio da Meada </title>
      <description>No novo podcast original da Rádio Novelo, Branca Vianna senta com pessoas que têm algo a dizer para debater ideias e temas que estão na cabeça de todo mundo. Em busca de um fio condutor que nos faça entender melhor um mundo complexo e instável, o podcast é um convite para quem quer começar a segunda-feira inspirado a tecer o próprio ponto de vista. Siga o Fio da Meada no Spotify para não perder nenhum episódio. Também estamos disponíveis nas outras plataformas de áudio.

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      <pubDate>Fri, 20 Sep 2024 21:15:00 -0000</pubDate>
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