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    <title>Páginas do Rio, com Tony Ramos</title>
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    <copyright>Sistema Globo de Rádio</copyright>
    <description>O consagrado artista recita trechos de grandes obras literárias ambientadas no Rio de Janeiro, dando voz a personagens e narrativas que capturam a essência da cidade. Sextas, 11h55.</description>
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      <title>Tony Ramos lê trecho de conto de Rubem Fonseca no 33o episódio de Páginas do Rio</title>
      <description>No 33º episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos dá voz a um trecho do texto ‘A Arte de Andar Nas Ruas do Rio’, de Rubem Fonseca. Na história, os personagens se confundem com a cidade, que deixa de ser apenas o cenário para se tornar um personagem vivo e pulsante na trajetória do protagonista - um escritor andarilho. 

Rubem Fonseca é contista e romancista, dos mais importantes do Brasil. Morto em 2020 aos 94, escreveu obras clássicas como ‘Agosto’, em que retrata os últimos momentos da vida de Getúlio Vargas e o impacto da trama política na cidade do Rio de Janeiro.
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 15:12:55 -0000</pubDate>
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Rubem Fonseca é contista e romancista, dos mais importantes do Brasil. Morto em 2020 aos 94, escreveu obras clássicas como ‘Agosto’, em que retrata os últimos momentos da vida de Getúlio Vargas e o impacto da trama política na cidade do Rio de Janeiro.
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Rubem Fonseca é contista e romancista, dos mais importantes do Brasil. Morto em 2020 aos 94, escreveu obras clássicas como ‘Agosto’, em que retrata os últimos momentos da vida de Getúlio Vargas e o impacto da trama política na cidade do Rio de Janeiro.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>No 32º episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, o homenageado é… o ator Tony Ramos!</title>
      <description>Desde maio que ele vem dando voz a alguns dos escritores que se dedicaram a escrever sobre a cidade, neste ano em que o Rio é Capital Mundial do Livro. Agora, em ‘Sempre o mesmo neto’, crônica assinada pelo âncora do CBN Rio Leandro Resende, Tony revive alguns dos seus personagens mais marcantes e das histórias que tem com a  cidade. 

Leandro Resende - Sempre o mesmo neto  

Houve uma época em que sonhar custava dois cruzeiros. Tinha cheiro, gosto e era bonito de ver. Era, também, um segredo. Era uma nota com o rosto de Duque de Caxias, papelzinho amarelado e dobrado que minha avó colocava na minha mão. Um chocolate, um refrigerante e o sonho projetado em uma tela grande, na Vila Maria, em São Paulo.

O cinema se chamava Candelária… Anos depois, para onde eu fui, lembraria daquele lugar ao passar por uma igreja, no Centro. Assistia Oscarito, imprevisível e divertido como a vida deveria ser. Era o sonho… Quem sabe um dia? Comecei a imitá-lo, e a tantos outros que me despertaram para essa palavrinha curta, simples, que mudou minha vida: arte. Pequenas plateias riam: será que tenho o dom?

Um dia minha avó me deu uma camisa listrada azul e branca, uma calça de tergal azul-marinho e um sapato Paso Doble, com sola de borracha. Fui fazer um teste. Precisava estar aprumado para entrar em todas as casas, por uma tela menor. Aracy, Lima, Laura, Elias, com eles aprendi, fiquei e cresci. E em determinado momento, senti aquele comichão de mudar.

Deixo a terra da garoa e meu primeiro pouso na mais maravilhosa das cidades é na Rua Redentor, Jardim Botânico. Minha companheira pára o carro em frente a uma padaria, na Rua Von Martius, abre um guia e traça nossos sonhos: é aqui, neste lugar, que eles continuam. Aqui nossos filhos crescem, chegam nossos netos. Essa é a nossa cidade, cujo mistério desbravo.

Não vou só. Ganho outros tantos nomes. O menino da Vila Maria passou por um espelho mágico e virei, veja só, minha avó: Márcio. Sentado nos degraus de um chafariz, na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, tirei notas de lamento de um trompete.

Desci aquelas curvas todas de lá até a Zona Sul, onde mantenho meus encontros regulares com meu segundo lar: o palco. Ele é imorredouro. Passo um ano no bairro da Glória pagando promessas e me torno Zé do Burro. Deixo ele do meu jeito, assim como deixei Getúlio, Boanerges, Riobaldo. Figuras da nossa e da minha história.

Eles são múltiplos. Bons, maus, complexos e divertidos. Não me desafiam nunca: me estimulam. Os estudo, discuto com minha companheira e ganhamos os céus. Às vezes literalmente, quando sobrevoei esta cidade pilotando um helicóptero: éramos eu, Quinzinho e João Victor, dois ou três de mim.

Fui filho de Helena… E me apaixonei por uma, no Leblon, em meio a tantos livros e às bossas de João Gilberto, Vinícius de Moraes. E de Tom Jobim, que encontrei uma vez na velha churrascaria Plataforma. Ah, este Leblon. Tentei fazer com que o saxofone de Téo balançasse no ritmo do mar que me encanta e acalma. Ali vi uma rua parar, quando a realidade dura e as histórias que conto se tocaram numa mesma tragédia - lugar em que esta cidade também se reconhece....

Fui, eu mesmo, uma Helena. Por um tempo curto, afinal, eu era Cláudio. E nessa confusão, do outro lado de uma tela grande no Largo do Machado, uma avó e um outro menino riram a mesma gargalhada de todo o país, este meu, a quem entrego há tantos aquela palavrinha que Oscarito me ensinou enquanto sonho: arte.

Paranaense, paulistano e há tantos anos carioca. Grego, português, indiano. Galã, herói, injustiçado, vingativo, divertido, engenheiro, falido, milionário, apresentador. Radialista. André, Zé Maria… Abel. Antônio.

No fundo, o mesmo menino com a nota de dois cruzeiros dobrada na mão. Vó Dodô, acredite: fui, sou e serei tantos.

Mas o Rio de Janeiro inteirinho só me chama de Tony.
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 16:04:28 -0000</pubDate>
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Leandro Resende - Sempre o mesmo neto  

Houve uma época em que sonhar custava dois cruzeiros. Tinha cheiro, gosto e era bonito de ver. Era, também, um segredo. Era uma nota com o rosto de Duque de Caxias, papelzinho amarelado e dobrado que minha avó colocava na minha mão. Um chocolate, um refrigerante e o sonho projetado em uma tela grande, na Vila Maria, em São Paulo.

O cinema se chamava Candelária… Anos depois, para onde eu fui, lembraria daquele lugar ao passar por uma igreja, no Centro. Assistia Oscarito, imprevisível e divertido como a vida deveria ser. Era o sonho… Quem sabe um dia? Comecei a imitá-lo, e a tantos outros que me despertaram para essa palavrinha curta, simples, que mudou minha vida: arte. Pequenas plateias riam: será que tenho o dom?

Um dia minha avó me deu uma camisa listrada azul e branca, uma calça de tergal azul-marinho e um sapato Paso Doble, com sola de borracha. Fui fazer um teste. Precisava estar aprumado para entrar em todas as casas, por uma tela menor. Aracy, Lima, Laura, Elias, com eles aprendi, fiquei e cresci. E em determinado momento, senti aquele comichão de mudar.

Deixo a terra da garoa e meu primeiro pouso na mais maravilhosa das cidades é na Rua Redentor, Jardim Botânico. Minha companheira pára o carro em frente a uma padaria, na Rua Von Martius, abre um guia e traça nossos sonhos: é aqui, neste lugar, que eles continuam. Aqui nossos filhos crescem, chegam nossos netos. Essa é a nossa cidade, cujo mistério desbravo.

Não vou só. Ganho outros tantos nomes. O menino da Vila Maria passou por um espelho mágico e virei, veja só, minha avó: Márcio. Sentado nos degraus de um chafariz, na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, tirei notas de lamento de um trompete.

Desci aquelas curvas todas de lá até a Zona Sul, onde mantenho meus encontros regulares com meu segundo lar: o palco. Ele é imorredouro. Passo um ano no bairro da Glória pagando promessas e me torno Zé do Burro. Deixo ele do meu jeito, assim como deixei Getúlio, Boanerges, Riobaldo. Figuras da nossa e da minha história.

Eles são múltiplos. Bons, maus, complexos e divertidos. Não me desafiam nunca: me estimulam. Os estudo, discuto com minha companheira e ganhamos os céus. Às vezes literalmente, quando sobrevoei esta cidade pilotando um helicóptero: éramos eu, Quinzinho e João Victor, dois ou três de mim.

Fui filho de Helena… E me apaixonei por uma, no Leblon, em meio a tantos livros e às bossas de João Gilberto, Vinícius de Moraes. E de Tom Jobim, que encontrei uma vez na velha churrascaria Plataforma. Ah, este Leblon. Tentei fazer com que o saxofone de Téo balançasse no ritmo do mar que me encanta e acalma. Ali vi uma rua parar, quando a realidade dura e as histórias que conto se tocaram numa mesma tragédia - lugar em que esta cidade também se reconhece....

Fui, eu mesmo, uma Helena. Por um tempo curto, afinal, eu era Cláudio. E nessa confusão, do outro lado de uma tela grande no Largo do Machado, uma avó e um outro menino riram a mesma gargalhada de todo o país, este meu, a quem entrego há tantos aquela palavrinha que Oscarito me ensinou enquanto sonho: arte.

Paranaense, paulistano e há tantos anos carioca. Grego, português, indiano. Galã, herói, injustiçado, vingativo, divertido, engenheiro, falido, milionário, apresentador. Radialista. André, Zé Maria… Abel. Antônio.

No fundo, o mesmo menino com a nota de dois cruzeiros dobrada na mão. Vó Dodô, acredite: fui, sou e serei tantos.

Mas o Rio de Janeiro inteirinho só me chama de Tony.
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        <![CDATA[Desde maio que ele vem dando voz a alguns dos escritores que se dedicaram a escrever sobre a cidade, neste ano em que o Rio é Capital Mundial do Livro. Agora, em ‘Sempre o mesmo neto’, crônica assinada pelo âncora do CBN Rio Leandro Resende, Tony revive alguns dos seus personagens mais marcantes e das histórias que tem com a  cidade. 

Leandro Resende - Sempre o mesmo neto  

Houve uma época em que sonhar custava dois cruzeiros. Tinha cheiro, gosto e era bonito de ver. Era, também, um segredo. Era uma nota com o rosto de Duque de Caxias, papelzinho amarelado e dobrado que minha avó colocava na minha mão. Um chocolate, um refrigerante e o sonho projetado em uma tela grande, na Vila Maria, em São Paulo.

O cinema se chamava Candelária… Anos depois, para onde eu fui, lembraria daquele lugar ao passar por uma igreja, no Centro. Assistia Oscarito, imprevisível e divertido como a vida deveria ser. Era o sonho… Quem sabe um dia? Comecei a imitá-lo, e a tantos outros que me despertaram para essa palavrinha curta, simples, que mudou minha vida: arte. Pequenas plateias riam: será que tenho o dom?

Um dia minha avó me deu uma camisa listrada azul e branca, uma calça de tergal azul-marinho e um sapato Paso Doble, com sola de borracha. Fui fazer um teste. Precisava estar aprumado para entrar em todas as casas, por uma tela menor. Aracy, Lima, Laura, Elias, com eles aprendi, fiquei e cresci. E em determinado momento, senti aquele comichão de mudar.

Deixo a terra da garoa e meu primeiro pouso na mais maravilhosa das cidades é na Rua Redentor, Jardim Botânico. Minha companheira pára o carro em frente a uma padaria, na Rua Von Martius, abre um guia e traça nossos sonhos: é aqui, neste lugar, que eles continuam. Aqui nossos filhos crescem, chegam nossos netos. Essa é a nossa cidade, cujo mistério desbravo.

Não vou só. Ganho outros tantos nomes. O menino da Vila Maria passou por um espelho mágico e virei, veja só, minha avó: Márcio. Sentado nos degraus de um chafariz, na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, tirei notas de lamento de um trompete.

Desci aquelas curvas todas de lá até a Zona Sul, onde mantenho meus encontros regulares com meu segundo lar: o palco. Ele é imorredouro. Passo um ano no bairro da Glória pagando promessas e me torno Zé do Burro. Deixo ele do meu jeito, assim como deixei Getúlio, Boanerges, Riobaldo. Figuras da nossa e da minha história.

Eles são múltiplos. Bons, maus, complexos e divertidos. Não me desafiam nunca: me estimulam. Os estudo, discuto com minha companheira e ganhamos os céus. Às vezes literalmente, quando sobrevoei esta cidade pilotando um helicóptero: éramos eu, Quinzinho e João Victor, dois ou três de mim.

Fui filho de Helena… E me apaixonei por uma, no Leblon, em meio a tantos livros e às bossas de João Gilberto, Vinícius de Moraes. E de Tom Jobim, que encontrei uma vez na velha churrascaria Plataforma. Ah, este Leblon. Tentei fazer com que o saxofone de Téo balançasse no ritmo do mar que me encanta e acalma. Ali vi uma rua parar, quando a realidade dura e as histórias que conto se tocaram numa mesma tragédia - lugar em que esta cidade também se reconhece....

Fui, eu mesmo, uma Helena. Por um tempo curto, afinal, eu era Cláudio. E nessa confusão, do outro lado de uma tela grande no Largo do Machado, uma avó e um outro menino riram a mesma gargalhada de todo o país, este meu, a quem entrego há tantos aquela palavrinha que Oscarito me ensinou enquanto sonho: arte.

Paranaense, paulistano e há tantos anos carioca. Grego, português, indiano. Galã, herói, injustiçado, vingativo, divertido, engenheiro, falido, milionário, apresentador. Radialista. André, Zé Maria… Abel. Antônio.

No fundo, o mesmo menino com a nota de dois cruzeiros dobrada na mão. Vó Dodô, acredite: fui, sou e serei tantos.

Mas o Rio de Janeiro inteirinho só me chama de Tony.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Páginas do Rio homenageia a poeta francesa que criou a expressão 'Cidade Maravilhosa'</title>
      <description>O 31º episódio do quadro Páginas do Rio revela uma poeta francesa que é fundamental para história carioca. Jane Catulle Mendés, a responsável por criar a expressão Cidade Maravilhosa, mundialmente conhecida ao falar do Rio.   
                                                                                                                                                 
A trajetória da poeta é revisitada no livro A poeta da Cidade Maravilhosa, do jornalista Rafael Sento Sé.  Neste episódio, Tony Ramos dá voz a um dos poemas de  La Ville Merveilleuse (publicado em Paris nos idos de 1913),  em que Jane Catulle Mendes põe em versos seu encantamento pelo Rio.
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 15:19:42 -0000</pubDate>
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A trajetória da poeta é revisitada no livro A poeta da Cidade Maravilhosa, do jornalista Rafael Sento Sé.  Neste episódio, Tony Ramos dá voz a um dos poemas de  La Ville Merveilleuse (publicado em Paris nos idos de 1913),  em que Jane Catulle Mendes põe em versos seu encantamento pelo Rio.
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A trajetória da poeta é revisitada no livro A poeta da Cidade Maravilhosa, do jornalista Rafael Sento Sé.  Neste episódio, Tony Ramos dá voz a um dos poemas de  La Ville Merveilleuse (publicado em Paris nos idos de 1913),  em que Jane Catulle Mendes põe em versos seu encantamento pelo Rio.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Ruy Castro é o escritor homenageado do 30º episódio de Páginas do Rio</title>
      <description>Imortal da Academia Brasileira de Letras, prestes a ganhar uma cinebiografia e vencedor do Prêmio Jabuti deste ano, o jornalista Ruy Castro é o homenageado do trigésimo episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, com Tony Ramos. 

Ruy é um dos maiores biógrafos do país. Radiografou as vidas de Garrincha, Nelson Rodrigues e Carmem Miranda. Tem outras obras sobre a bossa nova, a cultura e a história do Rio de Janeiro no começo do século XX. 

O trecho é parte do livro O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, vencedor do Jabuti 2025.
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 17:41:11 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Imortal da Academia Brasileira de Letras, prestes a ganhar uma cinebiografia e vencedor do Prêmio Jabuti deste ano, o jornalista Ruy Castro é o homenageado do trigésimo episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, com Tony Ramos. 

Ruy é um dos maiores biógrafos do país. Radiografou as vidas de Garrincha, Nelson Rodrigues e Carmem Miranda. Tem outras obras sobre a bossa nova, a cultura e a história do Rio de Janeiro no começo do século XX. 

O trecho é parte do livro O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, vencedor do Jabuti 2025.
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Ruy é um dos maiores biógrafos do país. Radiografou as vidas de Garrincha, Nelson Rodrigues e Carmem Miranda. Tem outras obras sobre a bossa nova, a cultura e a história do Rio de Janeiro no começo do século XX. 

O trecho é parte do livro O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, vencedor do Jabuti 2025.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Tony Ramos lê um trecho do conto 'O Juiz', de Jessé Andarilho</title>
      <description>Uma história dura e tipicamente carioca ganha a voz de Tony Ramos no vigésimo novo episódio do quadro 'Páginas do Rio'. O autor é Jessé Andarilho, cria do Antares, na Zona Oeste, nascido no Lins, na Zona Norte.

O escritor e roteirista escreve sobre a realidade das periferias do Rio e escreveu o romance 'Fiel' na tela de um celular. Aqui, Tony lê trecho do conto 'O Juiz', sobre um torneio de futebol em uma favela carioca.
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 16:16:34 -0000</pubDate>
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      <itunes:subtitle></itunes:subtitle>
      <itunes:summary>Uma história dura e tipicamente carioca ganha a voz de Tony Ramos no vigésimo novo episódio do quadro 'Páginas do Rio'. O autor é Jessé Andarilho, cria do Antares, na Zona Oeste, nascido no Lins, na Zona Norte.

O escritor e roteirista escreve sobre a realidade das periferias do Rio e escreveu o romance 'Fiel' na tela de um celular. Aqui, Tony lê trecho do conto 'O Juiz', sobre um torneio de futebol em uma favela carioca.
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        <![CDATA[Uma história dura e tipicamente carioca ganha a voz de Tony Ramos no vigésimo novo episódio do quadro 'Páginas do Rio'. O autor é Jessé Andarilho, cria do Antares, na Zona Oeste, nascido no Lins, na Zona Norte.

O escritor e roteirista escreve sobre a realidade das periferias do Rio e escreveu o romance 'Fiel' na tela de um celular. Aqui, Tony lê trecho do conto 'O Juiz', sobre um torneio de futebol em uma favela carioca.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos homenageia João do Rio, um dos principais cronistas da história da cidade</title>
      <description>No vigésimo oitavo episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos homenageia João do Rio, um dos principais cronistas da história da cidade. 

Celebrado jornalista do final do século 19, começo do século 20, basta dizer que sua morte, em 1921, levou 100 mil pessoas aos arredores do cemitério São João Batista, em Botafogo. À época, o Rio tinha 400 mil habitantes. 

Foi repórter, diretor de jornal e escreveu sobre as religiões praticadas no Rio quando só a católica era permitida. Aqui, Tony lê trecho de A Alma Encantadora das Ruas, de 1908, sua obra mais famosa.
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 15:55:53 -0000</pubDate>
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Celebrado jornalista do final do século 19, começo do século 20, basta dizer que sua morte, em 1921, levou 100 mil pessoas aos arredores do cemitério São João Batista, em Botafogo. À época, o Rio tinha 400 mil habitantes. 

Foi repórter, diretor de jornal e escreveu sobre as religiões praticadas no Rio quando só a católica era permitida. Aqui, Tony lê trecho de A Alma Encantadora das Ruas, de 1908, sua obra mais famosa.
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        <![CDATA[No vigésimo oitavo episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos homenageia João do Rio, um dos principais cronistas da história da cidade. 

Celebrado jornalista do final do século 19, começo do século 20, basta dizer que sua morte, em 1921, levou 100 mil pessoas aos arredores do cemitério São João Batista, em Botafogo. À época, o Rio tinha 400 mil habitantes. 

Foi repórter, diretor de jornal e escreveu sobre as religiões praticadas no Rio quando só a católica era permitida. Aqui, Tony lê trecho de A Alma Encantadora das Ruas, de 1908, sua obra mais famosa.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Páginas do Rio: Tony Ramos homenageia Nei Lopes</title>
      <description>No vigésimo sétimo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos homenageia Nei Lopes, escritor, compositor, sambista e um dos principais autores do país. 

Em 'Nas Águas desta baía há muito tempo', Lopes apresenta uma seleção de crônicas e contos que trazem a Baía de Guanabara e o Rio de Janeiro como personagens centrais. 

Ficcionista desde o final da década de 1980, Nei Lopes venceu o prêmio Jabuti em parceria com Luiz Antonio Simas com o “Dicionário da História Social do Samba” e é um dos maiores estudiosos da diáspora e da cultura africanas.
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:34:00 -0000</pubDate>
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Em 'Nas Águas desta baía há muito tempo', Lopes apresenta uma seleção de crônicas e contos que trazem a Baía de Guanabara e o Rio de Janeiro como personagens centrais. 

Ficcionista desde o final da década de 1980, Nei Lopes venceu o prêmio Jabuti em parceria com Luiz Antonio Simas com o “Dicionário da História Social do Samba” e é um dos maiores estudiosos da diáspora e da cultura africanas.
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        <![CDATA[No vigésimo sétimo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos homenageia Nei Lopes, escritor, compositor, sambista e um dos principais autores do país. 

Em 'Nas Águas desta baía há muito tempo', Lopes apresenta uma seleção de crônicas e contos que trazem a Baía de Guanabara e o Rio de Janeiro como personagens centrais. 

Ficcionista desde o final da década de 1980, Nei Lopes venceu o prêmio Jabuti em parceria com Luiz Antonio Simas com o “Dicionário da História Social do Samba” e é um dos maiores estudiosos da diáspora e da cultura africanas.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos lê crônica de Rachel de Queiroz</title>
      <description>Dos mais polêmicos acontecimentos da história do Rio de Janeiro, a perda da capital federal para Brasília provocou, além de muitos estudos e debates acalorados, alguns textos emblemáticos. No vigésimo sétimo episódio de ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos lê trecho de uma crônica publicada por Rachel de Queiroz, em 1948. Na Revista ‘O Cruzeiro’, uma das mais importantes publicações da época, a escritora faz ponderações sobre o debate de tirar a capitalidade do Rio e levá-la - àquela altura - para o centro do país. 

Rachel de Queiroz foi a primeira mulher eleita para Academia Brasileira de Letras, em 1977. Escritora de prosa e autora de mais de duas mil crônicas, escreveu clássicos do modernismo como ‘O Quinze’ e obras que viraram sucesso ao serem adaptadas na TV Globo, como ‘Memorial de Maria Moura’. Foi presa na ditadura do Estado Novo (1937 - 1945), acusada de ser comunista. Em 1964, apoiou a ditadura militar.
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 17:23:22 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Dos mais polêmicos acontecimentos da história do Rio de Janeiro, a perda da capital federal para Brasília provocou, além de muitos estudos e debates acalorados, alguns textos emblemáticos. No vigésimo sétimo episódio de ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos lê trecho de uma crônica publicada por Rachel de Queiroz, em 1948. Na Revista ‘O Cruzeiro’, uma das mais importantes publicações da época, a escritora faz ponderações sobre o debate de tirar a capitalidade do Rio e levá-la - àquela altura - para o centro do país. 

Rachel de Queiroz foi a primeira mulher eleita para Academia Brasileira de Letras, em 1977. Escritora de prosa e autora de mais de duas mil crônicas, escreveu clássicos do modernismo como ‘O Quinze’ e obras que viraram sucesso ao serem adaptadas na TV Globo, como ‘Memorial de Maria Moura’. Foi presa na ditadura do Estado Novo (1937 - 1945), acusada de ser comunista. Em 1964, apoiou a ditadura militar.
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Rachel de Queiroz foi a primeira mulher eleita para Academia Brasileira de Letras, em 1977. Escritora de prosa e autora de mais de duas mil crônicas, escreveu clássicos do modernismo como ‘O Quinze’ e obras que viraram sucesso ao serem adaptadas na TV Globo, como ‘Memorial de Maria Moura’. Foi presa na ditadura do Estado Novo (1937 - 1945), acusada de ser comunista. Em 1964, apoiou a ditadura militar.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Carlos Drummond de Andrade na voz de Tony Ramos</title>
      <description>De tão conectado ao Rio de Janeiro, o mineiro Carlos Drummond de Andrade se eternizou no calçadão de Copacabana desde 2002. Uma estátua protegida pelos cariocas, que agradecem as tantas páginas e versos dedicados pelo poeta e cronista à cidade. E agora mais uma, no vigésimo sexto episódio do quadro ‘Páginas do Rio’.

Tony Ramos lê trecho do poema "Rio: ontem, hoje, amanhã", presente na coletânea de poemas ‘Viola de Bolso’, lançada pela primeira vez em 1950 e relançada seguidas vezes desde então.
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 15:12:45 -0000</pubDate>
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Tony Ramos lê trecho do poema "Rio: ontem, hoje, amanhã", presente na coletânea de poemas ‘Viola de Bolso’, lançada pela primeira vez em 1950 e relançada seguidas vezes desde então.
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Tony Ramos lê trecho do poema "Rio: ontem, hoje, amanhã", presente na coletânea de poemas ‘Viola de Bolso’, lançada pela primeira vez em 1950 e relançada seguidas vezes desde então.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Luis Fernando Veríssimo é homenageado por Tony Ramos no quadro ‘Páginas do Rio’.</title>
      <description>O vigésimo quarto episódio do quadro ‘Páginas do Rio’ traz uma homenagem a um gaúcho que escolheu o Rio de Janeiro como cenário de muitas de suas crônicas e personagens. Nesta sexta (17), Tony Ramos homenageia Luis Fernando Veríssimo, um dos mais populares escritores brasileiros e que morreu em agosto deste ano. 

Além do cotidiano descrito com destreza em muitas crônicas, jornais, revistas e livros, Veríssimo criou personagens icônicos como ‘O Analista de Bagé’ e Ed Mort, que protagoniza o trecho lido por Tony Ramos. Trata-se de um detetive típico dos anos 1970 e 1980, uma paródia de tipos americanos, e que de tanto sucesso ganhou filme em 1997, estrelado pelo ator Paulo Betti. 

Confira!
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 16:26:58 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>O vigésimo quarto episódio do quadro ‘Páginas do Rio’ traz uma homenagem a um gaúcho que escolheu o Rio de Janeiro como cenário de muitas de suas crônicas e personagens. Nesta sexta (17), Tony Ramos homenageia Luis Fernando Veríssimo, um dos mais populares escritores brasileiros e que morreu em agosto deste ano. 

Além do cotidiano descrito com destreza em muitas crônicas, jornais, revistas e livros, Veríssimo criou personagens icônicos como ‘O Analista de Bagé’ e Ed Mort, que protagoniza o trecho lido por Tony Ramos. Trata-se de um detetive típico dos anos 1970 e 1980, uma paródia de tipos americanos, e que de tanto sucesso ganhou filme em 1997, estrelado pelo ator Paulo Betti. 

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        <![CDATA[O vigésimo quarto episódio do quadro ‘Páginas do Rio’ traz uma homenagem a um gaúcho que escolheu o Rio de Janeiro como cenário de muitas de suas crônicas e personagens. Nesta sexta (17), Tony Ramos homenageia Luis Fernando Veríssimo, um dos mais populares escritores brasileiros e que morreu em agosto deste ano. 

Além do cotidiano descrito com destreza em muitas crônicas, jornais, revistas e livros, Veríssimo criou personagens icônicos como ‘O Analista de Bagé’ e Ed Mort, que protagoniza o trecho lido por Tony Ramos. Trata-se de um detetive típico dos anos 1970 e 1980, uma paródia de tipos americanos, e que de tanto sucesso ganhou filme em 1997, estrelado pelo ator Paulo Betti. 

Confira!<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos lê trecho de crônica do escritor Luiz Antonio Simas</title>
      <description>No vigésimo terceiro episódio do quadro ‘Páginas do Rio’, Tony Ramos lê trecho da crônica Medicinas Cariocas, do escritor Luiz Antonio Simas. 

Nela, o professor recorda a história de Clarimundo de Melo, médico que viveu no Rio de Janeiro no começo do século XX e hoje batiza uma das principais ruas do subúrbio da cidade. 

Luiz Antonio Simas é um dos principais escritores cariocas contemporâneos. É autor de diversos livros e artigos para periódicos sobre cultura popular, religiosidade, e história social brasileira. Compositor, foi gravado por artistas como Fabiana Cozza e Marcelo D2, assinou sambas-enredo e foi, ele próprio, homenageado pela escola de samba Acadêmicos da …
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 15:42:48 -0000</pubDate>
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Nela, o professor recorda a história de Clarimundo de Melo, médico que viveu no Rio de Janeiro no começo do século XX e hoje batiza uma das principais ruas do subúrbio da cidade. 

Luiz Antonio Simas é um dos principais escritores cariocas contemporâneos. É autor de diversos livros e artigos para periódicos sobre cultura popular, religiosidade, e história social brasileira. Compositor, foi gravado por artistas como Fabiana Cozza e Marcelo D2, assinou sambas-enredo e foi, ele próprio, homenageado pela escola de samba Acadêmicos da …
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Nela, o professor recorda a história de Clarimundo de Melo, médico que viveu no Rio de Janeiro no começo do século XX e hoje batiza uma das principais ruas do subúrbio da cidade. 

Luiz Antonio Simas é um dos principais escritores cariocas contemporâneos. É autor de diversos livros e artigos para periódicos sobre cultura popular, religiosidade, e história social brasileira. Compositor, foi gravado por artistas como Fabiana Cozza e Marcelo D2, assinou sambas-enredo e foi, ele próprio, homenageado pela escola de samba Acadêmicos da …<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos interpreta trecho  'Dom Casmurro', de Machado de Assis.</title>
      <description>No vigésimo segundo episódio do quadro 'Páginas do Rio', Tony Ramos interpreta trecho de um dos maiores clássicos da literatura mundial: 'Dom Casmurro', de Machado de Assis. 

O romance, escrito no final do século XIX, se passa em diferentes bairros do Rio, como o Centro, a Glória e a Tijuca. O clássico suscita discussões até hoje, com debates sobre paranoia, ciúmes e a relação do protagonista Bentinho e de Capitu. 

Confira!
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      <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 17:33:08 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>CBN</itunes:author>
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O romance, escrito no final do século XIX, se passa em diferentes bairros do Rio, como o Centro, a Glória e a Tijuca. O clássico suscita discussões até hoje, com debates sobre paranoia, ciúmes e a relação do protagonista Bentinho e de Capitu. 

Confira!
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O romance, escrito no final do século XIX, se passa em diferentes bairros do Rio, como o Centro, a Glória e a Tijuca. O clássico suscita discussões até hoje, com debates sobre paranoia, ciúmes e a relação do protagonista Bentinho e de Capitu. 

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    <item>
      <title>Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958</title>
      <description>No vigésimo primeiro episódio do quadro Páginas do Rio, o homenageado é um dos principais cronistas da história do país. Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, Braga é considerado um dos principais nomes do gênero literário e fez do Rio de Janeiro sua morada e fonte de inspiração. Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958, em que o escritor volta no tempo sobre como imaginava nossa cidade antes de conhecê-la. E conheceu bem: morou em Ipanema por décadas e hoje batiza uma das saídas do metrô da estação General Osório, perto de onde o cronista viveu.
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 16:56:48 -0000</pubDate>
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      <title>Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958</title>
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Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958, em que o escritor volta no tempo sobre como imaginava nossa cidade antes de conhecê-la. 

E conheceu bem: morou em Ipanema por décadas e hoje batiza uma das saídas do metrô da estação General Osório, perto de onde o cronista viveu.
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:50:08 -0000</pubDate>
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Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958, em que o escritor volta no tempo sobre como imaginava nossa cidade antes de conhecê-la. 

E conheceu bem: morou em Ipanema por décadas e hoje batiza uma das saídas do metrô da estação General Osório, perto de onde o cronista viveu.
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Tony Ramos lê trecho da crônica ‘Quando o Rio não era o Rio’, de novembro de 1958, em que o escritor volta no tempo sobre como imaginava nossa cidade antes de conhecê-la. 

E conheceu bem: morou em Ipanema por décadas e hoje batiza uma das saídas do metrô da estação General Osório, perto de onde o cronista viveu.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos lê um trecho de um livro escrito por Brasil Gerson para o aniversário de 400 anos da cidade</title>
      <description>No décimo nono episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos lê um trecho de um livro clássico da história da cidade: escrito por Brasil Gerson para o aniversário de 400 anos da cidade, em 1965, ‘História das Ruas do Rio’ traz um panorama extenso dos principais endereços da cidade. 

No trecho, o historiador passeia pelo subúrbio do Rio enquanto conta uma história de um crime dramático e emblemático: a morte do escritor Euclides da Cunha, no bairro de Piedade.
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 18:00:34 -0000</pubDate>
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No trecho, o historiador passeia pelo subúrbio do Rio enquanto conta uma história de um crime dramático e emblemático: a morte do escritor Euclides da Cunha, no bairro de Piedade.
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No trecho, o historiador passeia pelo subúrbio do Rio enquanto conta uma história de um crime dramático e emblemático: a morte do escritor Euclides da Cunha, no bairro de Piedade.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Páginas do Rio - Tony Ramos lê trecho de uma carta do cronista Antônio Maria</title>
      <description>No décimo oitavo episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos lê trecho de uma carta do cronista Antônio Maria para o poeta Carlos Drummond de Andrade.  

A carta é uma resposta a um convite feito por Drummond e Manuel Bandeira para que o cronista escrevesse um texto para uma 
antologia. O projeto não foi pra frente, mas a carta emocionada de Antônio Maria com o convite dos grandes poetas ficou para a história.
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 15:09:32 -0000</pubDate>
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A carta é uma resposta a um convite feito por Drummond e Manuel Bandeira para que o cronista escrevesse um texto para uma 
antologia. O projeto não foi pra frente, mas a carta emocionada de Antônio Maria com o convite dos grandes poetas ficou para a história.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos interpreta trecho do romance 'A Glória e Seu Cortejo de Horrores', de Fernanda Torres.</title>
      <description>No décimo sétimo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos interpreta trecho do romance 'A Glória e Seu Cortejo de Horrores', de Fernanda Torres. 

A consagrada atriz, vencedora do Globo de Ouro 2025 e do Oscar de Melhor Filme Internacional pelo filme  Ainda Estou Aqui', também é cronista e autora de romances. 'Fim' é seu romance de estreia, de 2013, e foi recentemente adaptado em uma série do Globoplay; no ano seguinte ela também uma lançou 'Sete Anos', uma coletânea de crônicas escritas desde 2007. 

O trecho lido por Tony Ramos é do livro lançado em 2017 e conta a história de Mário Cardoso, um consagrado ator de novelas que enfrenta uma derrocada na carreira após decidir encenar um espetáculo de Shakespeare. O livro passa por vários momentos históricos da arte brasileira a partir dos anos 1960.
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 15:18:11 -0000</pubDate>
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A consagrada atriz, vencedora do Globo de Ouro 2025 e do Oscar de Melhor Filme Internacional pelo filme  Ainda Estou Aqui', também é cronista e autora de romances. 'Fim' é seu romance de estreia, de 2013, e foi recentemente adaptado em uma série do Globoplay; no ano seguinte ela também uma lançou 'Sete Anos', uma coletânea de crônicas escritas desde 2007. 

O trecho lido por Tony Ramos é do livro lançado em 2017 e conta a história de Mário Cardoso, um consagrado ator de novelas que enfrenta uma derrocada na carreira após decidir encenar um espetáculo de Shakespeare. O livro passa por vários momentos históricos da arte brasileira a partir dos anos 1960.
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A consagrada atriz, vencedora do Globo de Ouro 2025 e do Oscar de Melhor Filme Internacional pelo filme  Ainda Estou Aqui', também é cronista e autora de romances. 'Fim' é seu romance de estreia, de 2013, e foi recentemente adaptado em uma série do Globoplay; no ano seguinte ela também uma lançou 'Sete Anos', uma coletânea de crônicas escritas desde 2007. 

O trecho lido por Tony Ramos é do livro lançado em 2017 e conta a história de Mário Cardoso, um consagrado ator de novelas que enfrenta uma derrocada na carreira após decidir encenar um espetáculo de Shakespeare. O livro passa por vários momentos históricos da arte brasileira a partir dos anos 1960.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Aldir Blanc é o homenageado no Páginas do Rio, com Tony Ramos</title>
      <description>Definido por Dorival Caymmi como o 'ourives do palavreado' e responsável por letras de canções que contam a história, os personagens e afetos do Rio de Janeiro e do Brasil, Aldir Blanc é o 16º homenageado do quadro 'Páginas do Rio', com Tony Ramos 

Além de canções imortalizadas com parceiros como João Bosco e Moacyr Luz, Blanc se tornou cronista na década de 1970 e conseguiu mesclar o erudito e o popular para se tornar singular também na história da literatura carioca. 

O trecho lido por Tony Ramos é de 'Vila Isabel, Inventário da Infância', lançado pela primeira vez em 1996 e relançado em 2016 pela editora Mórula. 

Aldir Blanc foi uma das vítimas da covid-19 e faleceu em 2020. Ele completaria 79 anos no próximo dia 02 de setembro. No dia 07 de setembro sua obra será cantada em um evento organizado pela turma do Bip-Bip, em evento na Alameda que leva seu nome e fica às margens do Rio Maracanã - tantas vezes citado em sua obra.
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 15:30:37 -0000</pubDate>
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Além de canções imortalizadas com parceiros como João Bosco e Moacyr Luz, Blanc se tornou cronista na década de 1970 e conseguiu mesclar o erudito e o popular para se tornar singular também na história da literatura carioca. 

O trecho lido por Tony Ramos é de 'Vila Isabel, Inventário da Infância', lançado pela primeira vez em 1996 e relançado em 2016 pela editora Mórula. 

Aldir Blanc foi uma das vítimas da covid-19 e faleceu em 2020. Ele completaria 79 anos no próximo dia 02 de setembro. No dia 07 de setembro sua obra será cantada em um evento organizado pela turma do Bip-Bip, em evento na Alameda que leva seu nome e fica às margens do Rio Maracanã - tantas vezes citado em sua obra.
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Além de canções imortalizadas com parceiros como João Bosco e Moacyr Luz, Blanc se tornou cronista na década de 1970 e conseguiu mesclar o erudito e o popular para se tornar singular também na história da literatura carioca. 

O trecho lido por Tony Ramos é de 'Vila Isabel, Inventário da Infância', lançado pela primeira vez em 1996 e relançado em 2016 pela editora Mórula. 

Aldir Blanc foi uma das vítimas da covid-19 e faleceu em 2020. Ele completaria 79 anos no próximo dia 02 de setembro. No dia 07 de setembro sua obra será cantada em um evento organizado pela turma do Bip-Bip, em evento na Alameda que leva seu nome e fica às margens do Rio Maracanã - tantas vezes citado em sua obra.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos lê trecho de crônica de Nélida Piñon</title>
      <description>No décimo quinto episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos lê trecho de uma crônica escrita por Nélida Piñon, a primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Letras. 

Nascida no Rio de Janeiro e descendentes de galegos, Nélida teve sua obra traduzida para diversos países e recebeu prêmios desde 1961, quando seu primeiro romance foi publicado. Entre os temas de sua obra, o pecado, o perdão, a relação dos mortais com Deus e suas memórias. 

O trecho lido por Tony Ramos foi publicado em uma crônica de 2017 do jornal O Globo, em que Nélida fala das nossas belezas, descreve o que temos de melhor, reforça a importância de não aceitarmos nossos problemas e encerra falando de esperança.
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 15:57:44 -0000</pubDate>
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Nascida no Rio de Janeiro e descendentes de galegos, Nélida teve sua obra traduzida para diversos países e recebeu prêmios desde 1961, quando seu primeiro romance foi publicado. Entre os temas de sua obra, o pecado, o perdão, a relação dos mortais com Deus e suas memórias. 

O trecho lido por Tony Ramos foi publicado em uma crônica de 2017 do jornal O Globo, em que Nélida fala das nossas belezas, descreve o que temos de melhor, reforça a importância de não aceitarmos nossos problemas e encerra falando de esperança.
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Nascida no Rio de Janeiro e descendentes de galegos, Nélida teve sua obra traduzida para diversos países e recebeu prêmios desde 1961, quando seu primeiro romance foi publicado. Entre os temas de sua obra, o pecado, o perdão, a relação dos mortais com Deus e suas memórias. 

O trecho lido por Tony Ramos foi publicado em uma crônica de 2017 do jornal O Globo, em que Nélida fala das nossas belezas, descreve o que temos de melhor, reforça a importância de não aceitarmos nossos problemas e encerra falando de esperança.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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    <item>
      <title>Tony Ramos lê trechos do romance A Falência</title>
      <description>No décimo quarto episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos lê trechos do romance A Falência, da escritora Julia Lopes de Almeida. Ela foi uma das idealizadoras e a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras. 

A obra, de 1891, traz um retrato do Rio de Janeiro da Belle Epoque, final do século 19, quando a cidade era capital do Brasil e era marcada por desigualdade crescente em meio ao avanço da urbanização.
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:15:44 -0000</pubDate>
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A obra, de 1891, traz um retrato do Rio de Janeiro da Belle Epoque, final do século 19, quando a cidade era capital do Brasil e era marcada por desigualdade crescente em meio ao avanço da urbanização.
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A obra, de 1891, traz um retrato do Rio de Janeiro da Belle Epoque, final do século 19, quando a cidade era capital do Brasil e era marcada por desigualdade crescente em meio ao avanço da urbanização.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Tony Ramos lê outro trecho de carta escrita por Cecília Meirelles</title>
      <description>No décimo terceiro episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos interpreta outro trecho da carta em que Cecília Meirelles descreve o Rio de Janeiro para o poeta português Armando Côrtes-Rodrigues. 

Entre 1940 e 1960, Cecília - uma das maiores poetas da história brasileira - enviou postais em que oferecia uma "excursão pelo Rio de Janeiro" para o estrangeiro, que nunca pisou na cidade. E conheceu a capital apenas pelos cartões-postais e pelas palavras escritas pela amiga. 

O episódio desta sexta é uma continuação do décimo capítulo de 'Páginas do Rio', que foi ao ar em 11 de julho.
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      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 15:39:16 -0000</pubDate>
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Entre 1940 e 1960, Cecília - uma das maiores poetas da história brasileira - enviou postais em que oferecia uma "excursão pelo Rio de Janeiro" para o estrangeiro, que nunca pisou na cidade. E conheceu a capital apenas pelos cartões-postais e pelas palavras escritas pela amiga. 

O episódio desta sexta é uma continuação do décimo capítulo de 'Páginas do Rio', que foi ao ar em 11 de julho.
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        <![CDATA[No décimo terceiro episódio do quadro Páginas do Rio, Tony Ramos interpreta outro trecho da carta em que Cecília Meirelles descreve o Rio de Janeiro para o poeta português Armando Côrtes-Rodrigues. 

Entre 1940 e 1960, Cecília - uma das maiores poetas da história brasileira - enviou postais em que oferecia uma "excursão pelo Rio de Janeiro" para o estrangeiro, que nunca pisou na cidade. E conheceu a capital apenas pelos cartões-postais e pelas palavras escritas pela amiga. 

O episódio desta sexta é uma continuação do décimo capítulo de 'Páginas do Rio', que foi ao ar em 11 de julho.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Páginas do Rio  - Tony Ramos lê trecho de crônica de Sérgio Porto</title>
      <description>No décimo segundo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos lê trecho do conto 'A Noiva do Catete', do escritor Sérgio Porto.
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 16:54:56 -0000</pubDate>
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      <title>Páginas do Rio - Tony Ramos lê trecho de romance de Eliana Alves Cruz</title>
      <description>No décimo primeiro episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos lê trecho do romance 'O Crime do Cais do Valongo', da escritora e jornalista Eliana Alves Cruz.
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      <pubDate>Fri, 18 Jul 2025 15:19:52 -0000</pubDate>
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      <title>Páginas do Rio - Tony Ramos lê trecho de carta escrita por Cecília Meirelles</title>
      <description>No décimo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos lê trecho de uma carta escrita pela poeta e escritora Cecília Meirelles. Nascida no Rio Comprido, bairro da Zona Norte, em 1901, Cecília é considerada um dos maiores nomes da literatura brasileira em todos os tempos. 

Entre as décadas de 1940 e as décadas de 1960, Cecília trocou correspondências com o poeta português Armando Côrtes-Rodrigues em que descreveu cenários do Rio de Janeiro. As cartas foram reunidas pelo escritor Celestino Sachet, membro da Academia Catarinense de Letras.
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 15:25:26 -0000</pubDate>
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Entre as décadas de 1940 e as décadas de 1960, Cecília trocou correspondências com o poeta português Armando Côrtes-Rodrigues em que descreveu cenários do Rio de Janeiro. As cartas foram reunidas pelo escritor Celestino Sachet, membro da Academia Catarinense de Letras.
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Entre as décadas de 1940 e as décadas de 1960, Cecília trocou correspondências com o poeta português Armando Côrtes-Rodrigues em que descreveu cenários do Rio de Janeiro. As cartas foram reunidas pelo escritor Celestino Sachet, membro da Academia Catarinense de Letras.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Tony Ramos lê crônica de Lima Barreto ''O Convento''</title>
      <description>Neste episódio, Tony Ramos lê crônica de Lima Barreto  ''O Convento''. Na crônica, ele denuncia e se posiciona contra a demolição do Convento da Ajuda, no Centro do Rio.
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 17:40:35 -0000</pubDate>
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      <title>Páginas do Rio #8 - Tony Ramos homenageia dois cronistas da cidade: Paulo da Portela e Noel Rosa</title>
      <description>No oitavo episódio de Páginas do Rio, Tony Ramos interpreta dois sambas de mesmo nome, compostos por dois sambistas que ajudaram a formatar o mais brasileiro dos gêneros musicais: Paulo da Portela e Noel Rosa. 

Paulo Benjamin de Oliveira, nascido em 1901, fundou a Portela ao lado dos compositores Antônio Caetano e Antônio dos Reis. A agremiação de 102 anos de vida é a maior campeã do Carnaval carioca. 

Ao longo de seus curtos 26 anos, Noel Rosa veio da intelectualidade para ganhar os rádios ao fazer a conexão do morro com o asfalto. Cronista da cidade, cantou os bares, amores e desencontros do cotidiano.
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 18:06:42 -0000</pubDate>
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Paulo Benjamin de Oliveira, nascido em 1901, fundou a Portela ao lado dos compositores Antônio Caetano e Antônio dos Reis. A agremiação de 102 anos de vida é a maior campeã do Carnaval carioca. 

Ao longo de seus curtos 26 anos, Noel Rosa veio da intelectualidade para ganhar os rádios ao fazer a conexão do morro com o asfalto. Cronista da cidade, cantou os bares, amores e desencontros do cotidiano.
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Paulo Benjamin de Oliveira, nascido em 1901, fundou a Portela ao lado dos compositores Antônio Caetano e Antônio dos Reis. A agremiação de 102 anos de vida é a maior campeã do Carnaval carioca. 

Ao longo de seus curtos 26 anos, Noel Rosa veio da intelectualidade para ganhar os rádios ao fazer a conexão do morro com o asfalto. Cronista da cidade, cantou os bares, amores e desencontros do cotidiano.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Páginas do Rio: Tony Ramos lê trechos de sambas de Paulo da Portela e Noel Rosa</title>
      <description>Tony Ramos dá voz a dois sambas de mesmo nome, compostos por Paulo da Portela e Noel Rosa.
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 15:26:51 -0000</pubDate>
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      <title>Páginas do Rio: Tony Ramos lê Luiz Rufino</title>
      <description>Trecho lido por Tony fala um pouco sobre o bairro de Madureira, na Zona Norte do Rio, e o que ele chama de 'madureiracentrismo'. A crônica está no livro Cazuá, da editora Record e é dedicada à jornalista Flávia Oliveira.
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      <pubDate>Fri, 20 Jun 2025 15:50:22 -0000</pubDate>
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      <title>Páginas do Rio: Tony Ramos lê trechos de crônica de Marcelo Moutinho</title>
      <description>Viver no Rio, cruzar a cidade e colecionar memórias na Zona Norte, Zona Sul, Centro e trazer de cada bairro uma vivência. Esta é a síntese da literatura de Marcelo Moutinho, autor carioca lido por Tony Ramos no sexto episódio de Páginas do Rio.
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:06:06 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Viver no Rio, cruzar a cidade e colecionar memórias na Zona Norte, Zona Sul, Centro e trazer de cada bairro uma vivência. Esta é a síntese da literatura de Marcelo Moutinho, autor carioca lido por Tony Ramos no sexto episódio de Páginas do Rio.
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        <![CDATA[Viver no Rio, cruzar a cidade e colecionar memórias na Zona Norte, Zona Sul, Centro e trazer de cada bairro uma vivência. Esta é a síntese da literatura de Marcelo Moutinho, autor carioca lido por Tony Ramos no sexto episódio de Páginas do Rio.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Páginas do Rio: Tony Ramos lê trechos da crônica do escritor uruguaio Eduardo Galeano</title>
      <description>Nem só escritores cariocas e brasileiros se encantaram com as belezas e contradições do Rio de Janeiro. O uruguaio Eduardo Galeano (1940 - 2015) visitou a cidade pela primeira vez nos anos 1960 e incorporou a cidade à sua literatura: é dele o texto lido por Tony Ramos no quarto episódio de ‘Páginas do Rio’. Já foram homenageados Machado de Assis, Antônio Torres e Vinícius de Moraes.
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 15:17:27 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[Nem só escritores cariocas e brasileiros se encantaram com as belezas e contradições do Rio de Janeiro. O uruguaio Eduardo Galeano (1940 - 2015) visitou a cidade pela primeira vez nos anos 1960 e incorporou a cidade à sua literatura: é dele o texto lido por Tony Ramos no quarto episódio de ‘Páginas do Rio’. Já foram homenageados Machado de Assis, Antônio Torres e Vinícius de Moraes.<p> </p><p>Learn more about your ad choices. Visit <a href="https://megaphone.fm/adchoices">megaphone.fm/adchoices</a></p>]]>
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      <title>Tony Ramos dá voz a trecho de poema de Vinícius de Moraes</title>
      <description>No episódio de hoje de Páginas do Rio, Tony Ramos interpreta um poema do compositor, dramaturgo, diplomata e um dos maiores cariocas de todos os tempos, Vinícius de Moraes.
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      <pubDate>Fri, 23 May 2025 17:21:10 -0000</pubDate>
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