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    <title>Saúde em Família</title>
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    <copyright>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</copyright>
    <description>A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) convida as mais interessantes personalidades da Medicina e da Ciência para debater temas complexos, de forma descomplexada. Literacia em saúde, capacitação dos doentes e famílias, integração de cuidados, desafios na gestão em saúde, divulgação científica, políticas e pensamento estratégico em saúde, a interação entre sistema de saúde, profissionais e utentes, a evolução das formas de cuidar, a relação entre a Medicina e as Artes ou a prática médica no tempo do imediatismo e das redes sociais. Sobre tudo isto e muito mais se centrará o «Saúde em Família», com condução de Armando Brito de Sá e Tiago Reis.</description>
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    <itunes:summary>A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) convida as mais interessantes personalidades da Medicina e da Ciência para debater temas complexos, de forma descomplexada. Literacia em saúde, capacitação dos doentes e famílias, integração de cuidados, desafios na gestão em saúde, divulgação científica, políticas e pensamento estratégico em saúde, a interação entre sistema de saúde, profissionais e utentes, a evolução das formas de cuidar, a relação entre a Medicina e as Artes ou a prática médica no tempo do imediatismo e das redes sociais. Sobre tudo isto e muito mais se centrará o «Saúde em Família», com condução de Armando Brito de Sá e Tiago Reis.</itunes:summary>
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      <itunes:name>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:name>
      <itunes:email>apmgf@apmgf.pt</itunes:email>
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    <item>
      <title>Sofia Baptista acredita que a palavra também cuida e protege</title>
      <description>Quando era menina, sonhava ser jornalista. Mas não se ficava pelos sonhos, criava em casa telejornais imaginários, nos quais desempenhava ora o papel de repórter, ora o de pivô, sempre num grande afã para estar junto dos outros e os informar, para ser um elo de ligação e de proximidade. Depois cresceu e foi descobrindo mais interesses, a dança, a literatura e, é claro, a Medicina e a Medicina Familiar, que ocuparam parte importante da sua alma e dos seus dias, complementadas pelo amor à investigação.

Porém, nunca esqueceu o apelo da comunicação e anos mais tarde aproveitou (e construiu) todas as oportunidades para “cuidar” com a palavra e a mensagem, fosse através do podcast «Mala Médica», na Rádio M80, de que foi autora e apresentadora, fosse por via do papel de consultora para assuntos ligados à saúde na CNN Portugal ou das muitas participações que foi tendo na esfera mediática, com o intuito de contextualizar e comentar questões clínicas, de bem-estar, prevenção e promoção de práticas saudáveis.

No tempo livre, Sofia Baptista gosta de se perder nos livros, assegura que estes já a salvaram em momentos difíceis e que podem ocupar um lugar especial também na estratégia terapêutica de muitos doentes.. Assim, todos os médicos de família devem fazer uso eficiente deste poder literário. Da mesma forma que podem atuar como divulgadores de boa ciência e disseminadores de informação em saúde fidedigna. Numa era em que as distorções e manipulações da realidade nos assombram e deixam por vezes os cidadãos inquietos em momentos de grande fragilidade, perante a doença ou ausência de saúde, nada de mais honrado se pode encontrar do que um médico de família armado com um discurso que faz sentido.</description>
      <pubDate>Thu, 05 Nov 2026 07:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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Porém, nunca esqueceu o apelo da comunicação e anos mais tarde aproveitou (e construiu) todas as oportunidades para “cuidar” com a palavra e a mensagem, fosse através do podcast «Mala Médica», na Rádio M80, de que foi autora e apresentadora, fosse por via do papel de consultora para assuntos ligados à saúde na CNN Portugal ou das muitas participações que foi tendo na esfera mediática, com o intuito de contextualizar e comentar questões clínicas, de bem-estar, prevenção e promoção de práticas saudáveis.

No tempo livre, Sofia Baptista gosta de se perder nos livros, assegura que estes já a salvaram em momentos difíceis e que podem ocupar um lugar especial também na estratégia terapêutica de muitos doentes.. Assim, todos os médicos de família devem fazer uso eficiente deste poder literário. Da mesma forma que podem atuar como divulgadores de boa ciência e disseminadores de informação em saúde fidedigna. Numa era em que as distorções e manipulações da realidade nos assombram e deixam por vezes os cidadãos inquietos em momentos de grande fragilidade, perante a doença ou ausência de saúde, nada de mais honrado se pode encontrar do que um médico de família armado com um discurso que faz sentido.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Quando era menina, sonhava ser jornalista. Mas não se ficava pelos sonhos, criava em casa telejornais imaginários, nos quais desempenhava ora o papel de repórter, ora o de pivô, sempre num grande afã para estar junto dos outros e os informar, para ser um elo de ligação e de proximidade. Depois cresceu e foi descobrindo mais interesses, a dança, a literatura e, é claro, a Medicina e a Medicina Familiar, que ocuparam parte importante da sua alma e dos seus dias, complementadas pelo amor à investigação.</p>
<p>Porém, nunca esqueceu o apelo da comunicação e anos mais tarde aproveitou (e construiu) todas as oportunidades para “cuidar” com a palavra e a mensagem, fosse através do podcast «Mala Médica», na Rádio M80, de que foi autora e apresentadora, fosse por via do papel de consultora para assuntos ligados à saúde na CNN Portugal ou das muitas participações que foi tendo na esfera mediática, com o intuito de contextualizar e comentar questões clínicas, de bem-estar, prevenção e promoção de práticas saudáveis.</p>
<p>No tempo livre, Sofia Baptista gosta de se perder nos livros, assegura que estes já a salvaram em momentos difíceis e que podem ocupar um lugar especial também na estratégia terapêutica de muitos doentes.. Assim, todos os médicos de família devem fazer uso eficiente deste poder literário. Da mesma forma que podem atuar como divulgadores de boa ciência e disseminadores de informação em saúde fidedigna. Numa era em que as distorções e manipulações da realidade nos assombram e deixam por vezes os cidadãos inquietos em momentos de grande fragilidade, perante a doença ou ausência de saúde, nada de mais honrado se pode encontrar do que um médico de família armado com um discurso que faz sentido.</p>]]>
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      <title>Jaime Correia de Sousa acredita que as USF, pese embora os desafios, ainda constituem uma resposta de elevada qualidade às necessidades dos portugueses</title>
      <description>Dizer que é um dos pioneiros da Medicina Familiar em Portugal é porventura justo, porém lacónico. Jaime Correia de Sousa faz parte da geração de médicos que contribuiu para que a Clínica Geral evoluísse a caminho de uma especialidade médica abrangente e socialmente relevante, esteve em todas as lutas que permitiram dar ao país médicos de família que os portugueses apreciam e querem do seu lado.

Mas não se ficou por aqui, pelas consultas e pelo acompanhamento próximo dos doentes, empenhou-se a fundo na formação pós-graduada e contínua dos colegas, com papel assinalável no internato de MGF e no extinto Instituto de Clínica Geral do Norte. Muitos jovens estudantes de Medicina beneficiaram da sua sabedoria e experiência, quando se cruzaram com ele na Escola de Ciências de Saúde da Universidade do Minho, entidade académica em que desempenhou funções enquanto coordenador da área de Saúde Comunitária e na qual o seu entusiasmo e dedicação à Medicina Familiar terão com toda a certeza contagiado mentes curiosas (quantas delas engrossam hoje as fileiras da MGF…).

Ajudou a definir os modelos organizativos de trabalho em que a maioria dos médicos de família atuou e atua em Portugal, sendo co-fundador de um dos primeiros regimes remuneratórios experimentais, em Matosinhos, depois transformado em Unidade de Saúde Familiar (USF) Horizonte, que coordenou.

A tais pergaminhos junta uma extensa carreira de investigador, com mais de uma centena de publicações indexadas na Web of Science e mais de 3000 citações, o apoio fundamental que concedeu a vários colegas na orientação de teses de doutoramento e o contributo inestimável que deu ao desenvolvimento dos cuidados respiratórios fora do ambiente hospitalar. De facto, é formidável a sua influência na prestação de cuidados respiratórios no nosso país, não só porque esteve no coletivo fundador do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF e assumiu a sua coordenação durante muitos anos, mas sobretudo porque desde então nunca deixou de puxar os médicos de família para esta área de intervenção que também lhes pertence, valorizando o seu papel e contribuindo para o diálogo interdisciplinar com outras especialidades médicas e profissões críticas para a saúde respiratória das populações. Senda que culminou na presidência do International Primary Care Respiratory Group (IPCRG), assumida entre 2016 e 2018.

Durante este longo trajeto nunca refreou o espírito empolgado, a vontade de integrar projetos que marcassem a diferença pela positiva, sempre ciente de que era necessário criar um contexto em que a MGF pudesse respirar melhor. Embora seja crítico da estagnação vivida na reforma dos cuidados de saúde primários, reconheça os grandes obstáculos a ultrapassar atualmente pelos médicos de família, centros de saúde e Serviço Nacional de Saúde (SNS) como um todo e a importância de instigar maior flexibilidade na forma de trabalhar das equipas, Jaime Correia de Sousa garante neste episódio que se alcançou entre nós “um enorme êxito”, algo que “era imprevisível, até mesmo improvável, à partida” com o edificar do SNS e que aquilo que nos separa, no presente, “do que se passava no final dos anos 70 é todo um mundo de diferença”.</description>
      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 07:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:summary>Dizer que é um dos pioneiros da Medicina Familiar em Portugal é porventura justo, porém lacónico. Jaime Correia de Sousa faz parte da geração de médicos que contribuiu para que a Clínica Geral evoluísse a caminho de uma especialidade médica abrangente e socialmente relevante, esteve em todas as lutas que permitiram dar ao país médicos de família que os portugueses apreciam e querem do seu lado.

Mas não se ficou por aqui, pelas consultas e pelo acompanhamento próximo dos doentes, empenhou-se a fundo na formação pós-graduada e contínua dos colegas, com papel assinalável no internato de MGF e no extinto Instituto de Clínica Geral do Norte. Muitos jovens estudantes de Medicina beneficiaram da sua sabedoria e experiência, quando se cruzaram com ele na Escola de Ciências de Saúde da Universidade do Minho, entidade académica em que desempenhou funções enquanto coordenador da área de Saúde Comunitária e na qual o seu entusiasmo e dedicação à Medicina Familiar terão com toda a certeza contagiado mentes curiosas (quantas delas engrossam hoje as fileiras da MGF…).

Ajudou a definir os modelos organizativos de trabalho em que a maioria dos médicos de família atuou e atua em Portugal, sendo co-fundador de um dos primeiros regimes remuneratórios experimentais, em Matosinhos, depois transformado em Unidade de Saúde Familiar (USF) Horizonte, que coordenou.

A tais pergaminhos junta uma extensa carreira de investigador, com mais de uma centena de publicações indexadas na Web of Science e mais de 3000 citações, o apoio fundamental que concedeu a vários colegas na orientação de teses de doutoramento e o contributo inestimável que deu ao desenvolvimento dos cuidados respiratórios fora do ambiente hospitalar. De facto, é formidável a sua influência na prestação de cuidados respiratórios no nosso país, não só porque esteve no coletivo fundador do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF e assumiu a sua coordenação durante muitos anos, mas sobretudo porque desde então nunca deixou de puxar os médicos de família para esta área de intervenção que também lhes pertence, valorizando o seu papel e contribuindo para o diálogo interdisciplinar com outras especialidades médicas e profissões críticas para a saúde respiratória das populações. Senda que culminou na presidência do International Primary Care Respiratory Group (IPCRG), assumida entre 2016 e 2018.

Durante este longo trajeto nunca refreou o espírito empolgado, a vontade de integrar projetos que marcassem a diferença pela positiva, sempre ciente de que era necessário criar um contexto em que a MGF pudesse respirar melhor. Embora seja crítico da estagnação vivida na reforma dos cuidados de saúde primários, reconheça os grandes obstáculos a ultrapassar atualmente pelos médicos de família, centros de saúde e Serviço Nacional de Saúde (SNS) como um todo e a importância de instigar maior flexibilidade na forma de trabalhar das equipas, Jaime Correia de Sousa garante neste episódio que se alcançou entre nós “um enorme êxito”, algo que “era imprevisível, até mesmo improvável, à partida” com o edificar do SNS e que aquilo que nos separa, no presente, “do que se passava no final dos anos 70 é todo um mundo de diferença”.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Dizer que é um dos pioneiros da Medicina Familiar em Portugal é porventura justo, porém lacónico. Jaime Correia de Sousa faz parte da geração de médicos que contribuiu para que a Clínica Geral evoluísse a caminho de uma especialidade médica abrangente e socialmente relevante, esteve em todas as lutas que permitiram dar ao país médicos de família que os portugueses apreciam e querem do seu lado.</p>
<p>Mas não se ficou por aqui, pelas consultas e pelo acompanhamento próximo dos doentes, empenhou-se a fundo na formação pós-graduada e contínua dos colegas, com papel assinalável no internato de MGF e no extinto Instituto de Clínica Geral do Norte. Muitos jovens estudantes de Medicina beneficiaram da sua sabedoria e experiência, quando se cruzaram com ele na Escola de Ciências de Saúde da Universidade do Minho, entidade académica em que desempenhou funções enquanto coordenador da área de Saúde Comunitária e na qual o seu entusiasmo e dedicação à Medicina Familiar terão com toda a certeza contagiado mentes curiosas (quantas delas engrossam hoje as fileiras da MGF…).</p>
<p>Ajudou a definir os modelos organizativos de trabalho em que a maioria dos médicos de família atuou e atua em Portugal, sendo co-fundador de um dos primeiros regimes remuneratórios experimentais, em Matosinhos, depois transformado em Unidade de Saúde Familiar (USF) Horizonte, que coordenou.</p>
<p>A tais pergaminhos junta uma extensa carreira de investigador, com mais de uma centena de publicações indexadas na Web of Science e mais de 3000 citações, o apoio fundamental que concedeu a vários colegas na orientação de teses de doutoramento e o contributo inestimável que deu ao desenvolvimento dos cuidados respiratórios fora do ambiente hospitalar. De facto, é formidável a sua influência na prestação de cuidados respiratórios no nosso país, não só porque esteve no coletivo fundador do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF e assumiu a sua coordenação durante muitos anos, mas sobretudo porque desde então nunca deixou de puxar os médicos de família para esta área de intervenção que também lhes pertence, valorizando o seu papel e contribuindo para o diálogo interdisciplinar com outras especialidades médicas e profissões críticas para a saúde respiratória das populações. Senda que culminou na presidência do International Primary Care Respiratory Group (IPCRG), assumida entre 2016 e 2018.</p>
<p>Durante este longo trajeto nunca refreou o espírito empolgado, a vontade de integrar projetos que marcassem a diferença pela positiva, sempre ciente de que era necessário criar um contexto em que a MGF pudesse respirar melhor. Embora seja crítico da estagnação vivida na reforma dos cuidados de saúde primários, reconheça os grandes obstáculos a ultrapassar atualmente pelos médicos de família, centros de saúde e Serviço Nacional de Saúde (SNS) como um todo e a importância de instigar maior flexibilidade na forma de trabalhar das equipas, Jaime Correia de Sousa garante neste episódio que se alcançou entre nós “um enorme êxito”, algo que “era imprevisível, até mesmo improvável, à partida” com o edificar do SNS e que aquilo que nos separa, no presente, “do que se passava no final dos anos 70 é todo um mundo de diferença”.</p>]]>
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      <title>Jorge Hernâni-Eusébio acredita que se deve olhar para a dor e tratá-la sem preconceitos e vieses nascidos do contacto com o doente</title>
      <link>https://www.spreaker.com/episode/jorge-hernani-eusebio-acredita-que-se-deve-olhar-para-a-dor-e-trata-la-sem-preconceitos-e-vieses-nascidos-do-contacto-com-o-doente--67869040</link>
      <description>A gestão e controlo da dor é um dos motivos mais comuns que leva os utentes aos consultórios dos médicos de família em Portugal. Contudo, a dor continua a ser uma espécie de «patinho feio» no que respeita à implementação de estratégias e respostas estruturadas no terreno, facto para o qual contribui também, é certo, a circunstância de não constar entre os programas prioritários da Direção-Geral da Saúde um Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Dor atualizado.Neste episódio, o nosso convidado Jorge Hernâni-Eusébio (especialista em Medicina Geral e Familiar no Trofa Saúde Braga Sul, membro do Grupo de Estudos da Dor da APMGF, assistente convidado na Escola de Medicina da Universidade do Minho, investigador no Instituto de Investigação em​ Ciências da Vida e Saúde e conselheiro da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde) analisa o que é urgente fazer no nosso país para tornar a dor numa verdadeira prioridade de saúde pública, a começar por mais e melhor formação para os profissionais neste domínio – sobretudo ao nível da Medicina Familiar – a promoção de um registo nacional da dor e a aposta em abordagens multidisciplinares para lidar com os diferentes tipos de dor mais prevalentes.O especialista em dor recorda ainda que embora as pessoas convivam com a dor e a representem de forma diversa, de acordo com a sua cultura, género, contexto familiar, etc., é fundamental que os profissionais nunca desvalorizem o sofrimento de quem está à sua frente e avancem com um estudo aprofundado dessa mesma dor, numa abordagem “sem preconceitos e vieses”.</description>
      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 06:50:07 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <title>David Marçal... o defensor da ciência séria (mas não aborrecida)</title>
      <link>https://www.spreaker.com/episode/david-marcal-o-defensor-da-ciencia-seria-mas-nao-aborrecida--64931232</link>
      <description>Bioquímico de formação, David Marçal tem-se destacado nos últimos anos enquanto fantástico comunicador de ciência e infatigável combatente de todos aqueles que procuram denegrir, diminuir ou marginalizar as mais valias para a humanidade que nascem do método e labor cientifico e que se se afundam, em alternativa, nos poços da desinformação, em realidades paralelas que travam o avanço civilizacional.A sua energia é aplicada nos novos canais de difusão – como as redes sociais e plataformas digitais, onde por vezes se vê obrigado a contrariar as perspetivas e opiniões não fundamentadas de falsos profetas da verdade – mas também em meios tradicionais como os livros. A este propósito, basta relembrar as obras centradas no esclarecimento científico do grande público que lançou a solo, entre as quais se contam «Como Perder Amigos Rapidamente - e aborrecer as pessoas com factos e ciência» ou «Pseudociência», assim como aquelas que editou em conjunto com outras mentes brilhantes, como Carlos Fiolhais, acervo que nos deu escritos como «Darwin aos Tiros &amp; Outras Histórias de Ciência», «A Ciência e os Seus Inimigos», ou «Pipocas com Telemóvel e outras Histórias de Falsa Ciência», cuja versão revista e melhorada acaba de chegar às estantes das livrarias.Sobre tudo isto (e muito mais) falámos com o nosso convidado, que nos deixou seguros de pelo menos duas coisas: embora “a burrice tenha mais voz”, a ciência “ajuda-nos a transcender o potencial humano”.</description>
      <pubDate>Mon, 17 Mar 2025 09:46:16 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:subtitle>Bioquímico de formação, David Marçal tem-se destacado nos últimos anos enquanto fantástico comunicador de ciência e infatigável combatente de todos aqueles que procuram denegrir, diminuir ou marginalizar as mais valias para a humanidade que nascem do...</itunes:subtitle>
      <itunes:summary>Bioquímico de formação, David Marçal tem-se destacado nos últimos anos enquanto fantástico comunicador de ciência e infatigável combatente de todos aqueles que procuram denegrir, diminuir ou marginalizar as mais valias para a humanidade que nascem do método e labor cientifico e que se se afundam, em alternativa, nos poços da desinformação, em realidades paralelas que travam o avanço civilizacional.A sua energia é aplicada nos novos canais de difusão – como as redes sociais e plataformas digitais, onde por vezes se vê obrigado a contrariar as perspetivas e opiniões não fundamentadas de falsos profetas da verdade – mas também em meios tradicionais como os livros. A este propósito, basta relembrar as obras centradas no esclarecimento científico do grande público que lançou a solo, entre as quais se contam «Como Perder Amigos Rapidamente - e aborrecer as pessoas com factos e ciência» ou «Pseudociência», assim como aquelas que editou em conjunto com outras mentes brilhantes, como Carlos Fiolhais, acervo que nos deu escritos como «Darwin aos Tiros &amp; Outras Histórias de Ciência», «A Ciência e os Seus Inimigos», ou «Pipocas com Telemóvel e outras Histórias de Falsa Ciência», cuja versão revista e melhorada acaba de chegar às estantes das livrarias.Sobre tudo isto (e muito mais) falámos com o nosso convidado, que nos deixou seguros de pelo menos duas coisas: embora “a burrice tenha mais voz”, a ciência “ajuda-nos a transcender o potencial humano”.</itunes:summary>
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        <![CDATA[Bioquímico de formação, David Marçal tem-se destacado nos últimos anos enquanto fantástico comunicador de ciência e infatigável combatente de todos aqueles que procuram denegrir, diminuir ou marginalizar as mais valias para a humanidade que nascem do método e labor cientifico e que se se afundam, em alternativa, nos poços da desinformação, em realidades paralelas que travam o avanço civilizacional.<br><br><br>A sua energia é aplicada nos novos canais de difusão – como as redes sociais e plataformas digitais, onde por vezes se vê obrigado a contrariar as perspetivas e opiniões não fundamentadas de falsos profetas da verdade – mas também em meios tradicionais como os livros. A este propósito, basta relembrar as obras centradas no esclarecimento científico do grande público que lançou a solo, entre as quais se contam «Como Perder Amigos Rapidamente - e aborrecer as pessoas com factos e ciência» ou «Pseudociência», assim como aquelas que editou em conjunto com outras mentes brilhantes, como Carlos Fiolhais, acervo que nos deu escritos como «Darwin aos Tiros &amp; Outras Histórias de Ciência», «A Ciência e os Seus Inimigos», ou «Pipocas com Telemóvel e outras Histórias de Falsa Ciência», cuja versão revista e melhorada acaba de chegar às estantes das livrarias.<br><br><br>Sobre tudo isto (e muito mais) falámos com o nosso convidado, que nos deixou seguros de pelo menos duas coisas: embora “a burrice tenha mais voz”, a ciência “ajuda-nos a transcender o potencial humano”.]]>
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      <title>Dados em saúde e processo clínico digital: doente auto-determinado ou doente ultrapassado? Carla Barbosa esclarece...</title>
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      <description>Alguma vez sentiu apreensão ou dúvidas, enquanto profissional de saúde, no momento em que recolhe e regista dados dos seus doentes em consulta? Sobre como é guardada, processada e partilhada essa informação? Sobre quem acede ao processo clínico? Estarão os direitos dos utentes/doentes a ser devidamente protegidos? E quando está envolvido no desenho e execução de estudos, já hesitou alguma vez na definição dos dados a colher ou na utilização de dados provenientes de investigações do passado? Sente que a Inteligência Artificial encerra grandes esperanças, mas acredita que subsistem questões sensíveis nos planos ético e legal? É firme defensor da Telesaúde e Telemedicina, todavia questiona-se sobre se deveriam existir mais salvaguardas neste tipo de interação médico-paciente?Todas estas questões são extremamente oportunas e atuais, pelo que nos deu um enorme gosto receber neste episódio do Podcast «Saúde em Família» Carla Barbosa, alguém que sabe mesmo do que está falar, quando se trata de proteção de dados em contexto de saúde e dos direitos e deveres dos utilizadores dos serviços de saúde. Carla Barbosa, Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e mestre em Bioética pela Universitat de Barcelona, tem extensa formação e experiência nas áreas da Bioética, Direito da Medicina, Direito da Farmácia e Medicamento e Proteção de Dados em Saúde. É investigadora e docente do Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, consultora em projetos internacionais na área da saúde financiados pela Comissão Europeia e autora de inúmeros artigos em publicações nacionais e internacionais sobre direito da saúde.</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 12:57:40 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:summary>Alguma vez sentiu apreensão ou dúvidas, enquanto profissional de saúde, no momento em que recolhe e regista dados dos seus doentes em consulta? Sobre como é guardada, processada e partilhada essa informação? Sobre quem acede ao processo clínico? Estarão os direitos dos utentes/doentes a ser devidamente protegidos? E quando está envolvido no desenho e execução de estudos, já hesitou alguma vez na definição dos dados a colher ou na utilização de dados provenientes de investigações do passado? Sente que a Inteligência Artificial encerra grandes esperanças, mas acredita que subsistem questões sensíveis nos planos ético e legal? É firme defensor da Telesaúde e Telemedicina, todavia questiona-se sobre se deveriam existir mais salvaguardas neste tipo de interação médico-paciente?Todas estas questões são extremamente oportunas e atuais, pelo que nos deu um enorme gosto receber neste episódio do Podcast «Saúde em Família» Carla Barbosa, alguém que sabe mesmo do que está falar, quando se trata de proteção de dados em contexto de saúde e dos direitos e deveres dos utilizadores dos serviços de saúde. Carla Barbosa, Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e mestre em Bioética pela Universitat de Barcelona, tem extensa formação e experiência nas áreas da Bioética, Direito da Medicina, Direito da Farmácia e Medicamento e Proteção de Dados em Saúde. É investigadora e docente do Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, consultora em projetos internacionais na área da saúde financiados pela Comissão Europeia e autora de inúmeros artigos em publicações nacionais e internacionais sobre direito da saúde.</itunes:summary>
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        <![CDATA[Alguma vez sentiu apreensão ou dúvidas, enquanto profissional de saúde, no momento em que recolhe e regista dados dos seus doentes em consulta? Sobre como é guardada, processada e partilhada essa informação? Sobre quem acede ao processo clínico? Estarão os direitos dos utentes/doentes a ser devidamente protegidos? E quando está envolvido no desenho e execução de estudos, já hesitou alguma vez na definição dos dados a colher ou na utilização de dados provenientes de investigações do passado? Sente que a Inteligência Artificial encerra grandes esperanças, mas acredita que subsistem questões sensíveis nos planos ético e legal? É firme defensor da Telesaúde e Telemedicina, todavia questiona-se sobre se deveriam existir mais salvaguardas neste tipo de interação médico-paciente?<br><br><br>Todas estas questões são extremamente oportunas e atuais, pelo que nos deu um enorme gosto receber neste episódio do Podcast «Saúde em Família» Carla Barbosa, alguém que sabe mesmo do que está falar, quando se trata de proteção de dados em contexto de saúde e dos direitos e deveres dos utilizadores dos serviços de saúde. Carla Barbosa, Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e mestre em Bioética pela Universitat de Barcelona, tem extensa formação e experiência nas áreas da Bioética, Direito da Medicina, Direito da Farmácia e Medicamento e Proteção de Dados em Saúde. É investigadora e docente do Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, consultora em projetos internacionais na área da saúde financiados pela Comissão Europeia e autora de inúmeros artigos em publicações nacionais e internacionais sobre direito da saúde.]]>
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      <title>Carlos Robalo Cordeiro defende mais itens da área respiratória valorizáveis para incentivos nos cuidados primários</title>
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      <description>Homem de grande experiência clínica e académica, atual diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, para além de past president da European Respiratory Society, Carlos Robalo Cordeiro oferece-nos neste episódio uma visão multidimensional e singular sobre a gestão de patologias muito prevalentes na consulta do médico de família, como a DPOC e a asma. São também indispensáveis as suas reflexões sobre o combate coletivo contra os malefícios do tabaco, o nível da educação médica em Portugal, a importância de contemplar mais indicadores na área respiratória merecedores de incentivos para as equipas dos cuidados de saúde primários e a aposta no reforço da sustentabilidade de um SNS que atravessa momentos difíceis e ameaça ficar desertificado de recursos médicos.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:summary>Homem de grande experiência clínica e académica, atual diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, para além de past president da European Respiratory Society, Carlos Robalo Cordeiro oferece-nos neste episódio uma visão multidimensional e singular sobre a gestão de patologias muito prevalentes na consulta do médico de família, como a DPOC e a asma. São também indispensáveis as suas reflexões sobre o combate coletivo contra os malefícios do tabaco, o nível da educação médica em Portugal, a importância de contemplar mais indicadores na área respiratória merecedores de incentivos para as equipas dos cuidados de saúde primários e a aposta no reforço da sustentabilidade de um SNS que atravessa momentos difíceis e ameaça ficar desertificado de recursos médicos.</itunes:summary>
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      <title>Débora Miranda ajuda-nos a perceber que comunicar bem é um imperativo em saúde</title>
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      <description>Enquanto especialista em comunicação em saúde e ciência, Débora Miranda trabalhou ao longo dos anos em equipas, organizações e contextos de enorme complexidade, sempre com um objetivo último em mente: esclarecer as pessoas com eficácia e afastá-las de mensagens enganadoras. Neste episódio analisa o que mudou com a entrada em cena dos novos formatos e meios de comunicação de massas, o que podem fazer os profissionais de saúde – médicos de família incluídos – para aperfeiçoarem os seus skills comunicacionais e as estratégias que todos devemos implementar com vista a reduzir o impacto da desinformação agressiva, fenómeno que veio poluir a discussão pública em torno na saúde e do bem-estar.</description>
      <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 08:19:10 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:summary>Enquanto especialista em comunicação em saúde e ciência, Débora Miranda trabalhou ao longo dos anos em equipas, organizações e contextos de enorme complexidade, sempre com um objetivo último em mente: esclarecer as pessoas com eficácia e afastá-las de mensagens enganadoras. Neste episódio analisa o que mudou com a entrada em cena dos novos formatos e meios de comunicação de massas, o que podem fazer os profissionais de saúde – médicos de família incluídos – para aperfeiçoarem os seus skills comunicacionais e as estratégias que todos devemos implementar com vista a reduzir o impacto da desinformação agressiva, fenómeno que veio poluir a discussão pública em torno na saúde e do bem-estar.</itunes:summary>
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      <title>Júlio Machado Vaz e como o cuidar se deve manter, acima de tudo, humano</title>
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      <description>O psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz analisa as consequências (as óbvias e as que teimam em esconder-se) da pandemia sobre a saúde mental dos portugueses, os equilíbrios fundamentais que é forçoso garantir na prestação de cuidados à distância e a importância de preservar – a todo o custo – a relação médico/doente, os riscos da desumanização na Medicina, a dificuldade sentida pelos médicos de família em dedicar tempo durante a sua consulta às questões ligadas à intimidade dos utentes, o combate à solidão e depressão (num país cada vez mais deslaçado) e as melhores estratégias para os profissionais de saúde evitarem a exaustão e o burnout.</description>
      <pubDate>Mon, 21 Aug 2023 09:40:50 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar</itunes:author>
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      <itunes:summary>O psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz analisa as consequências (as óbvias e as que teimam em esconder-se) da pandemia sobre a saúde mental dos portugueses, os equilíbrios fundamentais que é forçoso garantir na prestação de cuidados à distância e a importância de preservar – a todo o custo – a relação médico/doente, os riscos da desumanização na Medicina, a dificuldade sentida pelos médicos de família em dedicar tempo durante a sua consulta às questões ligadas à intimidade dos utentes, o combate à solidão e depressão (num país cada vez mais deslaçado) e as melhores estratégias para os profissionais de saúde evitarem a exaustão e o burnout.</itunes:summary>
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      <title>Ricardo Mexia: a Saúde Pública e o Público na Saúde</title>
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      <description>O médico de Saúde Pública e autarca Ricardo Mexia ajuda-nos a perceber que lições fundamentais extraímos da pandemia - sobretudo ao nível da literacia em saúde da população - aborda as suas preocupações fundamentais com a reestruturação do Ministério da Saúde e do SNS, aponta caminhos futuros para um investimento rentável no setor e realça os riscos de uma descentralização mal feita de competências para o poder local.</description>
      <pubDate>Sun, 25 Jun 2023 06:00:02 -0000</pubDate>
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