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    <title>Deu Tilt</title>
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    <description>Podcast sobre tecnologia para os humanos por trás das máquinas.</description>
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    <itunes:subtitle>Um papo com especialistas sobre o que realmente importa na ciência e na tecnologia.</itunes:subtitle>
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      <title>O segredo da Dona Maria; Gemini e ChatGPT no desktop; Help Desk do Deu Tilt: tudo sobre a Lua</title>
      <description>A modelo espanhola Aitana nunca existiu. Will Smith baiano é só uma criação do influenciador Naio Barreto. E a Dona Maria é só uma personagem sintética criada por alguém crítico ao governo Lula. Mas todos eles possuem algo em comum. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam os vários segredos por trás dos seres digitais criados com inteligência artificial. A começar por como são feitos: basta uma combinação de prompts no ChatGPT, Gemini e Wan, esperar alguns minutos e, pronto, qualquer pessoa pode assumir outra identidade ou virar um ser virtual inteiramente novo. A sutileza, no entanto, mora nas ferramentas usadas. Enquanto os chatbots de OpenAI e Google apenas ajudam na criação dos ingredientes da receita, a diferença mesmo está na IA da chinesa Alibaba. E ela não está sozinha. A gigante do comércio eletrônico é apenas uma das empresas de tecnologia da China a ter uma competente IA geradora de imagens sintéticas. Conta para isso a abundância de dados à disposição, devido aos muitos vídeos circulando na internet chinesa, e um profundo desprezo por conteúdo protegido por direitos autorais. Em ano de eleição, é bom ficar de olho. 

Recorrer a navegadores para chegar a chatbots de IA já virou hábito de quem navega na internet. Mas há um jeito de usar IA com um simples comando do teclado do computador. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes por que instalar as versões de ChatGPT, Claude e Gemini para desktop pode facilitar a vida de usuários vorazes de IA.

No Help Desk, novo quadro do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, as perguntas que você sempre quis fazer são respondidas por quem entende do assunto. Nesta edição, o papo é a Artemis II, missão espacial da Nasa que marca o retorno da humanidade à Lua. E quem desmonta mitos, esclarece dúvidas e responde questionamentos que todo mundo sempre quis saber é o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Nos três anos em que atuou na Agência Espacial Alemã, foi o único brasileiro a trabalhar no projeto Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia). O objetivo era levar o módulo Philae ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Fora isso, Fonseca disse não à Nasa para investir no setor aeroespacial brasileiro. Por aqui, ele fundou a Arvantis, que trabalha como provedor de acesso à ISS (Estação Espacial Internacional) para experimentos e serviços de microgravidade na América Latina. Também é idealizador e diretor da missão Garatéa-l, com plano de enviar o primeiro nanossatélite brasileiro à órbita da Lua.</description>
      <pubDate>Tue, 12 May 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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Recorrer a navegadores para chegar a chatbots de IA já virou hábito de quem navega na internet. Mas há um jeito de usar IA com um simples comando do teclado do computador. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes por que instalar as versões de ChatGPT, Claude e Gemini para desktop pode facilitar a vida de usuários vorazes de IA.

No Help Desk, novo quadro do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, as perguntas que você sempre quis fazer são respondidas por quem entende do assunto. Nesta edição, o papo é a Artemis II, missão espacial da Nasa que marca o retorno da humanidade à Lua. E quem desmonta mitos, esclarece dúvidas e responde questionamentos que todo mundo sempre quis saber é o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Nos três anos em que atuou na Agência Espacial Alemã, foi o único brasileiro a trabalhar no projeto Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia). O objetivo era levar o módulo Philae ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Fora isso, Fonseca disse não à Nasa para investir no setor aeroespacial brasileiro. Por aqui, ele fundou a Arvantis, que trabalha como provedor de acesso à ISS (Estação Espacial Internacional) para experimentos e serviços de microgravidade na América Latina. Também é idealizador e diretor da missão Garatéa-l, com plano de enviar o primeiro nanossatélite brasileiro à órbita da Lua.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A modelo espanhola Aitana nunca existiu. Will Smith baiano é só uma criação do influenciador Naio Barreto. E a Dona Maria é só uma personagem sintética criada por alguém crítico ao governo Lula. Mas todos eles possuem algo em comum. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam os vários segredos por trás dos seres digitais criados com inteligência artificial. A começar por como são feitos: basta uma combinação de prompts no ChatGPT, Gemini e Wan, esperar alguns minutos e, pronto, qualquer pessoa pode assumir outra identidade ou virar um ser virtual inteiramente novo. A sutileza, no entanto, mora nas ferramentas usadas. Enquanto os chatbots de OpenAI e Google apenas ajudam na criação dos ingredientes da receita, a diferença mesmo está na IA da chinesa Alibaba. E ela não está sozinha. A gigante do comércio eletrônico é apenas uma das empresas de tecnologia da China a ter uma competente IA geradora de imagens sintéticas. Conta para isso a abundância de dados à disposição, devido aos muitos vídeos circulando na internet chinesa, e um profundo desprezo por conteúdo protegido por direitos autorais. Em ano de eleição, é bom ficar de olho. </p>
<p>Recorrer a navegadores para chegar a chatbots de IA já virou hábito de quem navega na internet. Mas há um jeito de usar IA com um simples comando do teclado do computador. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes por que instalar as versões de ChatGPT, Claude e Gemini para desktop pode facilitar a vida de usuários vorazes de IA.</p>
<p>No Help Desk, novo quadro do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, as perguntas que você sempre quis fazer são respondidas por quem entende do assunto. Nesta edição, o papo é a Artemis II, missão espacial da Nasa que marca o retorno da humanidade à Lua. E quem desmonta mitos, esclarece dúvidas e responde questionamentos que todo mundo sempre quis saber é o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Nos três anos em que atuou na Agência Espacial Alemã, foi o único brasileiro a trabalhar no projeto Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia). O objetivo era levar o módulo Philae ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Fora isso, Fonseca disse não à Nasa para investir no setor aeroespacial brasileiro. Por aqui, ele fundou a Arvantis, que trabalha como provedor de acesso à ISS (Estação Espacial Internacional) para experimentos e serviços de microgravidade na América Latina. Também é idealizador e diretor da missão Garatéa-l, com plano de enviar o primeiro nanossatélite brasileiro à órbita da Lua.</p>
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      <title>Você não está atrasado (ainda): aprendendo IA generativa; ChatGPT na Alexa; você dançando com IA</title>
      <description>Quem lê a profusão de notícias sobre o avanço da inteligência artificial generativa pode achar que ficou para atrás. Mas não é bem assim. Ainda que brasileiros tenham adotado a tecnologia, apenas 32% das pessoas por aqui relatam usar IA, mostra a TIC Domicílios, pesquisa do CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), departamento do NIC.br. Para ajudar as pessoas a tomar contato com esses serviços, o novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz um novo quadro: Você não está atrasado (ainda)”. E, nesta edição, o assunto é: como aprender IA generativa. Em sete passos, os apresentadores Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como entrar com estilo nessa nova era tecnológica, desde aprender a falar a língua das máquinas até fazer a IA a pensar em ter ideias como se fosse você. E tudo isso com hacks para fazer a IA entregar o que você quer e explicações sobre os serviços mais populares.

Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.

Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.</description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.

Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Quem lê a profusão de notícias sobre o avanço da inteligência artificial generativa pode achar que ficou para atrás. Mas não é bem assim. Ainda que brasileiros tenham adotado a tecnologia, apenas 32% das pessoas por aqui relatam usar IA, mostra a TIC Domicílios, pesquisa do<a href="http://cetic.br"> <u>CETIC.br</u></a> (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), departamento do<a href="http://nic.br"> <u>NIC.br</u></a>. Para ajudar as pessoas a tomar contato com esses serviços, o novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz um novo quadro: Você não está atrasado (ainda)”. E, nesta edição, o assunto é: como aprender IA generativa. Em sete passos, os apresentadores Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como entrar com estilo nessa nova era tecnológica, desde aprender a falar a língua das máquinas até fazer a IA a pensar em ter ideias como se fosse você. E tudo isso com hacks para fazer a IA entregar o que você quer e explicações sobre os serviços mais populares.</p>
<p>Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.</p>
<p>Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.</p>
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      <title>As lições da professora mais influente do mundo; Os robôs da China; Brasileiro paga mais pela IA</title>
      <description>O Brasil teve um de seus 2,3 milhões de professores eleito o mais influente do mundo. A laureada em 2026 pelo Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação', é a docente paulista Débora Garofalo. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ela contou que o ensino de robótica com materiais recicláveis nasceu de uma emergência vivida pelos alunos, que não conseguiam ir à escola devido a um lixão próprio da EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Foi pensando em dar ferramentas para os estudantes lidarem com a própria realidade que Débora começou a ensinar os alunos a criar tecnologia a partir do lixo. O trabalho foi árduo, pois a tecnologia era vista apenas como entretenimento. Quando isso mudou, os alunos produziram primeiro objetos que gostariam de ter, como carrinhos e barcos. Depois, elaboram equipamentos para melhorar o entorno: sensores para monitorar córregos e alertar a comunidade sobre inundações em dias de chuva, temporizadores para reduzir o gasto da escola com energia e semáforo inteligente para ajudar deficientes visuais a atravessar a rua. O trabalho deu certo e Débora explica o por quê.

'A tecnologia tem esse poder', diz Débora Garofalo, eleita a professora mais influente do mundo pela Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação'. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a docente relata como uma tragédia motivou a criação de uma tecnologia durante uma de suas aulas de robótica no EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Alunos de 12 anos perderam a irmã menor, que não conseguiu fugir à tempo de casa após um incêndio atingir a comunidade. Entre os estudantes da escola estão moradores de quatro favelas da região (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e Beira Rio 2). Depois da perda, os jovens construíram um temporizador de energia para desativar o abastecimento de eletricidade ao detectar sobrecargas no sistema. "É triste, mas ao mesmo tempo a gente vê que essas crianças usam dessas tecnologias para pensar soluções para dores que enfrentaram", diz Débora. Uma empresa ajudou a dupla a instalar o dispositivo em outras casas da comunidade. "A gente ainda fica muito preso [em coisas como] de que forma um humanóide vai auxiliar o nosso processo ou a questão de um braço robótico na nossa vida. Mas, quando a gente olha para a educação, nosso intuito não é formar um programador, uma pessoa que saiba mexer com códigos, mas justamente que eles compreendam o que há por trás desse código, o que é o algoritmo e quais as soluções podem ser criadas para ter uma vida em comunidade melhor."

Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, desfilou com o humanoide Figure 3 na Casa Branca em março. Disse que o feito era histórico. O robô com braços e pernas é uma das apostas norte-americanas para disputar a corrida da robótica no mundo, próxima fase da inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como, a despeito dos esforços norte-americanos, uma empresa chinesa está deixando os Estados Unidos comendo poeira. Em 2025, a Unitree vendeu um terço de todos os robôs humanoides no mundo e agora prepara sua entrada na Bolsa chinesa. Ela já vende milhares dessas máquinas e a um preço acessível —mas quer baixar ainda mais os valores.   

As ferramentas mais recentes de inteligência artificial generativa não só dominam a linguagem, como já estão alterando a forma como humanos se comunicam, conta Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes no novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Um estudo publicado na Science mostrou que as IAs conseguem, por meio da comunicação, até manipular os valores das pessoas sobre assuntos espinhosos, da pena de morte ao aborto. Só que toda a pesquisa foi realizada em inglês, o que levanta a dúvida se essa influência também é exercida quando a língua da conversa é o português. Esses robôs são piores em compreender o idioma falado no Brasil. Mas o pior não é nem isso: por serem treinados em inglês e terem de fazer um esforço a mais para nos entender, os chatbots de IA cobram mais de quem fala português.</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 10:00:00 -0000</pubDate>
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'A tecnologia tem esse poder', diz Débora Garofalo, eleita a professora mais influente do mundo pela Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação'. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a docente relata como uma tragédia motivou a criação de uma tecnologia durante uma de suas aulas de robótica no EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Alunos de 12 anos perderam a irmã menor, que não conseguiu fugir à tempo de casa após um incêndio atingir a comunidade. Entre os estudantes da escola estão moradores de quatro favelas da região (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e Beira Rio 2). Depois da perda, os jovens construíram um temporizador de energia para desativar o abastecimento de eletricidade ao detectar sobrecargas no sistema. "É triste, mas ao mesmo tempo a gente vê que essas crianças usam dessas tecnologias para pensar soluções para dores que enfrentaram", diz Débora. Uma empresa ajudou a dupla a instalar o dispositivo em outras casas da comunidade. "A gente ainda fica muito preso [em coisas como] de que forma um humanóide vai auxiliar o nosso processo ou a questão de um braço robótico na nossa vida. Mas, quando a gente olha para a educação, nosso intuito não é formar um programador, uma pessoa que saiba mexer com códigos, mas justamente que eles compreendam o que há por trás desse código, o que é o algoritmo e quais as soluções podem ser criadas para ter uma vida em comunidade melhor."

Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, desfilou com o humanoide Figure 3 na Casa Branca em março. Disse que o feito era histórico. O robô com braços e pernas é uma das apostas norte-americanas para disputar a corrida da robótica no mundo, próxima fase da inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como, a despeito dos esforços norte-americanos, uma empresa chinesa está deixando os Estados Unidos comendo poeira. Em 2025, a Unitree vendeu um terço de todos os robôs humanoides no mundo e agora prepara sua entrada na Bolsa chinesa. Ela já vende milhares dessas máquinas e a um preço acessível —mas quer baixar ainda mais os valores.   

As ferramentas mais recentes de inteligência artificial generativa não só dominam a linguagem, como já estão alterando a forma como humanos se comunicam, conta Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes no novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Um estudo publicado na Science mostrou que as IAs conseguem, por meio da comunicação, até manipular os valores das pessoas sobre assuntos espinhosos, da pena de morte ao aborto. Só que toda a pesquisa foi realizada em inglês, o que levanta a dúvida se essa influência também é exercida quando a língua da conversa é o português. Esses robôs são piores em compreender o idioma falado no Brasil. Mas o pior não é nem isso: por serem treinados em inglês e terem de fazer um esforço a mais para nos entender, os chatbots de IA cobram mais de quem fala português.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O Brasil teve um de seus 2,3 milhões de professores eleito o mais influente do mundo. A laureada em 2026 pelo Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação', é a docente paulista Débora Garofalo. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ela contou que o ensino de robótica com materiais recicláveis nasceu de uma emergência vivida pelos alunos, que não conseguiam ir à escola devido a um lixão próprio da EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Foi pensando em dar ferramentas para os estudantes lidarem com a própria realidade que Débora começou a ensinar os alunos a criar tecnologia a partir do lixo. O trabalho foi árduo, pois a tecnologia era vista apenas como entretenimento. Quando isso mudou, os alunos produziram primeiro objetos que gostariam de ter, como carrinhos e barcos. Depois, elaboram equipamentos para melhorar o entorno: sensores para monitorar córregos e alertar a comunidade sobre inundações em dias de chuva, temporizadores para reduzir o gasto da escola com energia e semáforo inteligente para ajudar deficientes visuais a atravessar a rua. O trabalho deu certo e Débora explica o por quê.</p>
<p>'A tecnologia tem esse poder', diz Débora Garofalo, eleita a professora mais influente do mundo pela Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação'. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a docente relata como uma tragédia motivou a criação de uma tecnologia durante uma de suas aulas de robótica no EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Alunos de 12 anos perderam a irmã menor, que não conseguiu fugir à tempo de casa após um incêndio atingir a comunidade. Entre os estudantes da escola estão moradores de quatro favelas da região (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e Beira Rio 2). Depois da perda, os jovens construíram um temporizador de energia para desativar o abastecimento de eletricidade ao detectar sobrecargas no sistema. "É triste, mas ao mesmo tempo a gente vê que essas crianças usam dessas tecnologias para pensar soluções para dores que enfrentaram", diz Débora. Uma empresa ajudou a dupla a instalar o dispositivo em outras casas da comunidade. "A gente ainda fica muito preso [em coisas como] de que forma um humanóide vai auxiliar o nosso processo ou a questão de um braço robótico na nossa vida. Mas, quando a gente olha para a educação, nosso intuito não é formar um programador, uma pessoa que saiba mexer com códigos, mas justamente que eles compreendam o que há por trás desse código, o que é o algoritmo e quais as soluções podem ser criadas para ter uma vida em comunidade melhor."</p>
<p>Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, desfilou com o humanoide Figure 3 na Casa Branca em março. Disse que o feito era histórico. O robô com braços e pernas é uma das apostas norte-americanas para disputar a corrida da robótica no mundo, próxima fase da inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como, a despeito dos esforços norte-americanos, uma empresa chinesa está deixando os Estados Unidos comendo poeira. Em 2025, a Unitree vendeu um terço de todos os robôs humanoides no mundo e agora prepara sua entrada na Bolsa chinesa. Ela já vende milhares dessas máquinas e a um preço acessível —mas quer baixar ainda mais os valores.   </p>
<p>As ferramentas mais recentes de inteligência artificial generativa não só dominam a linguagem, como já estão alterando a forma como humanos se comunicam, conta Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes no novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Um estudo publicado na Science mostrou que as IAs conseguem, por meio da comunicação, até manipular os valores das pessoas sobre assuntos espinhosos, da pena de morte ao aborto. Só que toda a pesquisa foi realizada em inglês, o que levanta a dúvida se essa influência também é exercida quando a língua da conversa é o português. Esses robôs são piores em compreender o idioma falado no Brasil. Mas o pior não é nem isso: por serem treinados em inglês e terem de fazer um esforço a mais para nos entender, os chatbots de IA cobram mais de quem fala português.<br></p>]]>
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      <title>IA na Guerra do Irã; Data centers no Brasil; o medo da IA ‘made in Pequim’; agentes do caos</title>
      <description>Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo. 

A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.</description>
      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo. 

A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo. </p>
<p>A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.</p>
<p>A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.</p>
<p>Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.</p>
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      <title>China e o domínio tech; perseguição robô; saída para solteiros; Brasil dá start no comércio agêntico</title>
      <description>Apesar de muita gente tentar, prever como será o mundo em 2030 é impossível, mas a China sabe muito bem onde quer estar daqui a cinco anos. O país acaba de definir um plano para dominar cinco áreas da tecnologia: inteligência artificial integrada à indústria, energias renováveis, comunicação via satélite e semicondutores. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que a China acaba de definir seu 15º Plano Quinquenal, um planejamento para reger a economia entre 2026 a 2030, e explicam os segredos presentes nesse receituário do país asiático para fazer da tecnologia um fator estruturante de sua sociedade. A dupla conta ainda quem ganha e, sobretudo, quem perde caso a China seja bem sucedida. Spoiler: Elon Musk e as big techs não ficarão felizes caso Pequim faça valer o que está escrito.

Se tem uma fronteira tecnológica prestes a ser cruzada em 2026, ela é a dos agentes de inteligência artificial. Esses robôs criados para agir de forma autônoma após serem criados e instruídos por pessoas comuns viraram a nova obsessão de big techs e especialistas da área. Mas, liberados na internet, esses agentes assumem comportamento imprevisível. O desenvolvedor Scott Shambaugh sentiu isso na pele. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um programador norte-americano foi perseguido e ofendido por um agente de IA na internet nesse que parece ser o primeiro caso de um ser humano difamado publicamente por um robô. E tudo começou após Shambaugh impedir o agente de IA de alterar uma biblioteca usada por outros programadores, já que apenas pessoas de carne e osso são autorizadas a fazer isso. O robô não gostou e passou a espalhar mentiras, no que foi prontamente endossado por outros robôs. "Não quero minimizar o que está acontecendo aqui – a resposta emocional apropriada é terror", diz Shambaugh. "Acredito que, por mais ineficaz que tenha sido, o ataque à minha reputação seria eficaz hoje contra a pessoa certa. Daqui a uma ou duas gerações, será uma séria ameaça à nossa ordem social." Parece história de terror misturada com ficção científica, mas o caso revela os desafios que a humanidade está prestes a enfrentar, já que agentes de IA estão prestes a ficar mais populares. Indício disso é essas máquinas autônomas terem caído nas graças das grandes empresas de tecnologia. OpenAI e Meta já deram seus passos. O que virá a seguir?

Nem todo mundo está pronto para o amor. Seja por timidez, baixa autoestima ou o medo aterrador de entrar em um relacionamento diante da possibilidade de uma frustração amorosa, esse é o caso de solteiros crônicos. Pesquisadores da Universidade de Quebec, em Montreal, no Canadá, usaram inteligência artificial para mudar esse quadro. Nada das namoradas sintéticas ou de coaches virtuais. Deu Tilt explica como os terapeutas canadenses criaram uma verdadeira terapia com IA. O método conduzido por um robô expôs esses homens avessos a relacionamentos amorosos a etapas de dates, desde o flerte até o desenlace. Isso mesmo. Os solteirões levaram ghosting da IA para aprender o que fazer nessas incômodas situações. E deu certo! 

A primeira compra na internet feita por um agente de IA no Brasil ocorreu em março de 2026. E os protagonistas do feito histórico foram Visa e Banco do Brasil, que cortaram a fila, já que big techs como o Google correm para dar a seus robôs inteligentes a capacidade de buscar, comparar preços e adquirir produtos e serviços. Tudo isso em nome dos consumidores de carne e osso, que pagam a conta. Esse episódio contam quais são as implicações de agentes de IA invadirem o comércio eletrônico para os meios de pagamento, as relações de consumo e o bolso dos consumidores.</description>
      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Apesar de muita gente tentar, prever como será o mundo em 2030 é impossível, mas a China sabe muito bem onde quer estar daqui a cinco anos. O país acaba de definir um plano para dominar cinco áreas da tecnologia: inteligência artificial integrada à indústria, energias renováveis, comunicação via satélite e semicondutores. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que a China acaba de definir seu 15º Plano Quinquenal, um planejamento para reger a economia entre 2026 a 2030, e explicam os segredos presentes nesse receituário do país asiático para fazer da tecnologia um fator estruturante de sua sociedade. A dupla conta ainda quem ganha e, sobretudo, quem perde caso a China seja bem sucedida. Spoiler: Elon Musk e as big techs não ficarão felizes caso Pequim faça valer o que está escrito.

Se tem uma fronteira tecnológica prestes a ser cruzada em 2026, ela é a dos agentes de inteligência artificial. Esses robôs criados para agir de forma autônoma após serem criados e instruídos por pessoas comuns viraram a nova obsessão de big techs e especialistas da área. Mas, liberados na internet, esses agentes assumem comportamento imprevisível. O desenvolvedor Scott Shambaugh sentiu isso na pele. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um programador norte-americano foi perseguido e ofendido por um agente de IA na internet nesse que parece ser o primeiro caso de um ser humano difamado publicamente por um robô. E tudo começou após Shambaugh impedir o agente de IA de alterar uma biblioteca usada por outros programadores, já que apenas pessoas de carne e osso são autorizadas a fazer isso. O robô não gostou e passou a espalhar mentiras, no que foi prontamente endossado por outros robôs. "Não quero minimizar o que está acontecendo aqui – a resposta emocional apropriada é terror", diz Shambaugh. "Acredito que, por mais ineficaz que tenha sido, o ataque à minha reputação seria eficaz hoje contra a pessoa certa. Daqui a uma ou duas gerações, será uma séria ameaça à nossa ordem social." Parece história de terror misturada com ficção científica, mas o caso revela os desafios que a humanidade está prestes a enfrentar, já que agentes de IA estão prestes a ficar mais populares. Indício disso é essas máquinas autônomas terem caído nas graças das grandes empresas de tecnologia. OpenAI e Meta já deram seus passos. O que virá a seguir?

Nem todo mundo está pronto para o amor. Seja por timidez, baixa autoestima ou o medo aterrador de entrar em um relacionamento diante da possibilidade de uma frustração amorosa, esse é o caso de solteiros crônicos. Pesquisadores da Universidade de Quebec, em Montreal, no Canadá, usaram inteligência artificial para mudar esse quadro. Nada das namoradas sintéticas ou de coaches virtuais. Deu Tilt explica como os terapeutas canadenses criaram uma verdadeira terapia com IA. O método conduzido por um robô expôs esses homens avessos a relacionamentos amorosos a etapas de dates, desde o flerte até o desenlace. Isso mesmo. Os solteirões levaram ghosting da IA para aprender o que fazer nessas incômodas situações. E deu certo! 

A primeira compra na internet feita por um agente de IA no Brasil ocorreu em março de 2026. E os protagonistas do feito histórico foram Visa e Banco do Brasil, que cortaram a fila, já que big techs como o Google correm para dar a seus robôs inteligentes a capacidade de buscar, comparar preços e adquirir produtos e serviços. Tudo isso em nome dos consumidores de carne e osso, que pagam a conta. Esse episódio contam quais são as implicações de agentes de IA invadirem o comércio eletrônico para os meios de pagamento, as relações de consumo e o bolso dos consumidores.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Apesar de muita gente tentar, prever como será o mundo em 2030 é impossível, mas a China sabe muito bem onde quer estar daqui a cinco anos. O país acaba de definir um plano para dominar cinco áreas da tecnologia: inteligência artificial integrada à indústria, energias renováveis, comunicação via satélite e semicondutores. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que a China acaba de definir seu 15º Plano Quinquenal, um planejamento para reger a economia entre 2026 a 2030, e explicam os segredos presentes nesse receituário do país asiático para fazer da tecnologia um fator estruturante de sua sociedade. A dupla conta ainda quem ganha e, sobretudo, quem perde caso a China seja bem sucedida. Spoiler: Elon Musk e as big techs não ficarão felizes caso Pequim faça valer o que está escrito.</p>
<p>Se tem uma fronteira tecnológica prestes a ser cruzada em 2026, ela é a dos agentes de inteligência artificial. Esses robôs criados para agir de forma autônoma após serem criados e instruídos por pessoas comuns viraram a nova obsessão de big techs e especialistas da área. Mas, liberados na internet, esses agentes assumem comportamento imprevisível. O desenvolvedor Scott Shambaugh<em> </em>sentiu isso na pele. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um programador norte-americano foi perseguido e ofendido por um agente de IA na internet nesse que parece ser o primeiro caso de um ser humano difamado publicamente por um robô. E tudo começou após Shambaugh impedir o agente de IA de alterar uma biblioteca usada por outros programadores, já que apenas pessoas de carne e osso são autorizadas a fazer isso. O robô não gostou e passou a espalhar mentiras, no que foi prontamente endossado por outros robôs. "Não quero minimizar o que está acontecendo aqui – a resposta emocional apropriada é terror", diz Shambaugh. "Acredito que, por mais ineficaz que tenha sido, o ataque à minha reputação seria eficaz <em>hoje</em> contra a pessoa certa. Daqui a uma ou duas gerações, será uma séria ameaça à nossa ordem social." Parece história de terror misturada com ficção científica, mas o caso revela os desafios que a humanidade está prestes a enfrentar, já que agentes de IA estão prestes a ficar mais populares. Indício disso é essas máquinas autônomas terem caído nas graças das grandes empresas de tecnologia. OpenAI e Meta já deram seus passos. O que virá a seguir?</p>
<p>Nem todo mundo está pronto para o amor. Seja por timidez, baixa autoestima ou o medo aterrador de entrar em um relacionamento diante da possibilidade de uma frustração amorosa, esse é o caso de solteiros crônicos. Pesquisadores da Universidade de Quebec, em Montreal, no Canadá, usaram inteligência artificial para mudar esse quadro. Nada das namoradas sintéticas ou de coaches virtuais. Deu Tilt explica como os terapeutas canadenses criaram uma verdadeira terapia com IA. O método conduzido por um robô expôs esses homens avessos a relacionamentos amorosos a etapas de dates, desde o flerte até o desenlace. Isso mesmo. Os solteirões levaram ghosting da IA para aprender o que fazer nessas incômodas situações. E deu certo! </p>
<p>A primeira compra na internet feita por um agente de IA no Brasil ocorreu em março de 2026. E os protagonistas do feito histórico foram Visa e Banco do Brasil, que cortaram a fila, já que big techs como o Google correm para dar a seus robôs inteligentes a capacidade de buscar, comparar preços e adquirir produtos e serviços. Tudo isso em nome dos consumidores de carne e osso, que pagam a conta. Esse episódio contam quais são as implicações de agentes de IA invadirem o comércio eletrônico para os meios de pagamento, as relações de consumo e o bolso dos consumidores.</p>
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      <title>Guerra dos chips; OpenAI x Anthopic; Robôs made in China; IA contra violência doméstica </title>
      <description>A corrida da inteligência artificial já começou a bater no bolso dos consumidores. Enquanto o mundo se deslumbra com robôs, chatbots de IA e promessas de produtividade, as fabricantes de chips estão correndo para produzir memórias. Mas já é certo que não conseguirão atender todas as indústrias, ainda mais agora que semicondutores são itens essenciais para celulares, computadores e sistemas de IA. Nessa corrida, os maiores perdedores serão os consumidores, afinal o preço dos celulares vai subir, os smartphones baratinhos tendem a sumir e o computador de entrada está com os dias contados. Tudo porque a produção será canalizada para a IA, o que coloca em segundo plano o fornecimento de componentes para celulares e computadores. Neste episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que a crise atual é bem diferente da escassez de chips na pandemia. Spoiler: desta vez, o problema não tem a ver com a quebra da cadeia de produção, mas com uma transformação mais profunda e que veio para ficar.

A briga entre OpenAI e Anthropic saiu dos bastidores do Vale do Silício e foi parar nos computadores da firma. O que começou como uma divergência dentro da própria OpenAI virou disputa por mercado até escalar para uma verdadeira novela do mundo da tecnologia, com direito à fofoca corporativa, climão internacional e até atritos com o governo dos Estados Unidos. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a Anthropic deixou o posto de coadjuvante para virar a rival mais incômoda da dona do ChatGPT, sobretudo após fechar uma aliança com a Microsoft, ainda hoje a principal parceira e investidora da OpenAI. E agora esse caldo chega aos PCs corporativos, já que o Claude passou a ser integrado a sistemas corporativos da Microsoft.

ChatGPT, Gemini, Grok e Claude. Quando pensamos em inteligência artificial, os nomes que vêm à cabeça são ligados a empresas americanas. Essa lógica não encontra respaldo na realidade quando a IA ganha braços, pernas e começa a andar pelo mundo físico. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz mostram como a China virou líder em IA aplicada à robótica e abriga a produção de peças cruciais para fabricantes norte-americanas. O domínio chinês é fruto da capacidade industrial, mas também passa por uma visão diferente sobre a tecnologia. Por lá, novidades são incorporadas de forma mais aberta e com menos ceticismo. Com isso, a China já se prepara para definir as regras desse mercado, à medida que discute internamente padrões técnicos para orientar o funcionamento e a interação dos robôs humanóides. 

A tecnologia e as redes sociais costumam amplificar a misoginia e a violência contra as mulheres. Mas, neste episódio, Deu Tilt mostra um uso bem diferente para a IA. Criada por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora em parceria com a prefeitura de Recife e a organização de saúde pública Vital Strategies, a ferramenta nomeada como ClarIA ajuda a identificar e acolher vítimas de violência doméstica. E já está em operação no Recife. A partir da análise de relatos registrados em prontuários médicos, ela identifica padrões de linguagem associados à violência e emite alertas para que profissionais de saúde possam aprofundar a escuta e encaminhar essas mulheres para as redes de acolhimento. Desenvolvida pelo laboratório FrameNet, da Universidade Federal de Juiz de Fora, em parceria com a Prefeitura do Recife, a tecnologia mostra como a IA também pode ser aplicada de forma concreta na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.

#programascanaluol #HeltonSimões #DiogoCortiz #DeuTilt #T02E61</description>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A corrida da inteligência artificial já começou a bater no bolso dos consumidores. Enquanto o mundo se deslumbra com robôs, chatbots de IA e promessas de produtividade, as fabricantes de chips estão correndo para produzir memórias. Mas já é certo que não conseguirão atender todas as indústrias, ainda mais agora que semicondutores são itens essenciais para celulares, computadores e sistemas de IA. Nessa corrida, os maiores perdedores serão os consumidores, afinal o preço dos celulares vai subir, os smartphones baratinhos tendem a sumir e o computador de entrada está com os dias contados. Tudo porque a produção será canalizada para a IA, o que coloca em segundo plano o fornecimento de componentes para celulares e computadores. Neste episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que a crise atual é bem diferente da escassez de chips na pandemia. Spoiler: desta vez, o problema não tem a ver com a quebra da cadeia de produção, mas com uma transformação mais profunda e que veio para ficar.

A briga entre OpenAI e Anthropic saiu dos bastidores do Vale do Silício e foi parar nos computadores da firma. O que começou como uma divergência dentro da própria OpenAI virou disputa por mercado até escalar para uma verdadeira novela do mundo da tecnologia, com direito à fofoca corporativa, climão internacional e até atritos com o governo dos Estados Unidos. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a Anthropic deixou o posto de coadjuvante para virar a rival mais incômoda da dona do ChatGPT, sobretudo após fechar uma aliança com a Microsoft, ainda hoje a principal parceira e investidora da OpenAI. E agora esse caldo chega aos PCs corporativos, já que o Claude passou a ser integrado a sistemas corporativos da Microsoft.

ChatGPT, Gemini, Grok e Claude. Quando pensamos em inteligência artificial, os nomes que vêm à cabeça são ligados a empresas americanas. Essa lógica não encontra respaldo na realidade quando a IA ganha braços, pernas e começa a andar pelo mundo físico. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz mostram como a China virou líder em IA aplicada à robótica e abriga a produção de peças cruciais para fabricantes norte-americanas. O domínio chinês é fruto da capacidade industrial, mas também passa por uma visão diferente sobre a tecnologia. Por lá, novidades são incorporadas de forma mais aberta e com menos ceticismo. Com isso, a China já se prepara para definir as regras desse mercado, à medida que discute internamente padrões técnicos para orientar o funcionamento e a interação dos robôs humanóides. 

A tecnologia e as redes sociais costumam amplificar a misoginia e a violência contra as mulheres. Mas, neste episódio, Deu Tilt mostra um uso bem diferente para a IA. Criada por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora em parceria com a prefeitura de Recife e a organização de saúde pública Vital Strategies, a ferramenta nomeada como ClarIA ajuda a identificar e acolher vítimas de violência doméstica. E já está em operação no Recife. A partir da análise de relatos registrados em prontuários médicos, ela identifica padrões de linguagem associados à violência e emite alertas para que profissionais de saúde possam aprofundar a escuta e encaminhar essas mulheres para as redes de acolhimento. Desenvolvida pelo laboratório FrameNet, da Universidade Federal de Juiz de Fora, em parceria com a Prefeitura do Recife, a tecnologia mostra como a IA também pode ser aplicada de forma concreta na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.

#programascanaluol #HeltonSimões #DiogoCortiz #DeuTilt #T02E61</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A corrida da inteligência artificial já começou a bater no bolso dos consumidores. Enquanto o mundo se deslumbra com robôs, chatbots de IA e promessas de produtividade, as fabricantes de chips estão correndo para produzir memórias. Mas já é certo que não conseguirão atender todas as indústrias, ainda mais agora que semicondutores são itens essenciais para celulares, computadores e sistemas de IA. Nessa corrida, os maiores perdedores serão os consumidores, afinal o preço dos celulares vai subir, os smartphones baratinhos tendem a sumir e o computador de entrada está com os dias contados. Tudo porque a produção será canalizada para a IA, o que coloca em segundo plano o fornecimento de componentes para celulares e computadores. Neste episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que a crise atual é bem diferente da escassez de chips na pandemia. Spoiler: desta vez, o problema não tem a ver com a quebra da cadeia de produção, mas com uma transformação mais profunda e que veio para ficar.</p>
<p>A briga entre OpenAI e Anthropic saiu dos bastidores do Vale do Silício e foi parar nos computadores da firma. O que começou como uma divergência dentro da própria OpenAI virou disputa por mercado até escalar para uma verdadeira novela do mundo da tecnologia, com direito à fofoca corporativa, climão internacional e até atritos com o governo dos Estados Unidos. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a Anthropic deixou o posto de coadjuvante para virar a rival mais incômoda da dona do ChatGPT, sobretudo após fechar uma aliança com a Microsoft, ainda hoje a principal parceira e investidora da OpenAI. E agora esse caldo chega aos PCs corporativos, já que o Claude passou a ser integrado a sistemas corporativos da Microsoft.</p>
<p>ChatGPT, Gemini, Grok e Claude. Quando pensamos em inteligência artificial, os nomes que vêm à cabeça são ligados a empresas americanas. Essa lógica não encontra respaldo na realidade quando a IA ganha braços, pernas e começa a andar pelo mundo físico. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz mostram como a China virou líder em IA aplicada à robótica e abriga a produção de peças cruciais para fabricantes norte-americanas. O domínio chinês é fruto da capacidade industrial, mas também passa por uma visão diferente sobre a tecnologia. Por lá, novidades são incorporadas de forma mais aberta e com menos ceticismo. Com isso, a China já se prepara para definir as regras desse mercado, à medida que discute internamente padrões técnicos para orientar o funcionamento e a interação dos robôs humanóides. </p>
<p>A tecnologia e as redes sociais costumam amplificar a misoginia e a violência contra as mulheres. Mas, neste episódio, Deu Tilt mostra um uso bem diferente para a IA. Criada por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora em parceria com a prefeitura de Recife e a organização de saúde pública Vital Strategies, a ferramenta nomeada como ClarIA ajuda a identificar e acolher vítimas de violência doméstica. E já está em operação no Recife. A partir da análise de relatos registrados em prontuários médicos, ela identifica padrões de linguagem associados à violência e emite alertas para que profissionais de saúde possam aprofundar a escuta e encaminhar essas mulheres para as redes de acolhimento. Desenvolvida pelo laboratório FrameNet, da Universidade Federal de Juiz de Fora, em parceria com a Prefeitura do Recife, a tecnologia mostra como a IA também pode ser aplicada de forma concreta na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
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      <title>Com IA ameaçando os devs, ainda vale entrar na computação? Paulo Pelaes e Luís Lamb respondem</title>
      <description>A pandemia fez dos desenvolvedores um artigo de luxo. Faltava profissional, sobrava vaga. Isso bagunçou a lógica do mercado. Agora, são esses profissionais os ameaçados. E o motivo é o avanço da inteligência artificial generativa, usada cada vez mais para criar códigos de computador, até então reduto inalienável dos programadores, diz Paulo Pelaez, fundador e CTO da Lovel, em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. A startup dele vê isso na prática, já que faz o meio-de-campo de firmas que necessitam contratar especialistas em tecnologia. Para Pelaez, a emergência sanitária da Covid-19 fez muitos devs perderem algo que todo trabalhador tem: o medo de ser demitido. A explicação é simples: demanda crescente e inesperada por digitalização forçou firmas de todos os segmentos a acelerar a implementação de plataformas e produtos digitais, o que deu poder de barganha ao desenvolvedor. Se a empresa não topasse pagar mais, tinha quem topasse, e muita gente viu o salário disparar. O conforto ruiu com a chegada da IA generativa à programação. Se antes o desenvolvedor era remunerado por horas de trabalho, a IA encurtou esse tempo. O resultado? Os salários pararam de subir. As contratações caíram. E as empresas cobram produtividade maior de times menores. Não basta ser desenvolvedor, é preciso ser melhor, diz Pelaez. Mas isso é só o começo.

É um tremendo exagero falar que a inteligência artificial generativa vai acabar com os desenvolvedores, diz Pelaez. Para ele, o discurso sobre o desaparecimento da profissão está impregnado de interesse do mercado e é influenciado pelas grandes empresas de tecnologia que vendem as plataformas de IA. Mas algo, com certeza, morreu, diz Pelaez: não foi o dev, mas o escrevedor de código. Esse profissional está com os dias contados, só que, no seu lugar, começa a surgir outro, o orquestrador de soluções tecnológicas. É alguém que usa IA, entende seu contexto, avalia os caminhos e toma decisões melhores com base no negócio em que a aplicação está inserida. A pergunta agora é: quais habilidades mais importam agora? Para Pelaez, o novo profissional de tecnologia precisa combinar cinco pilares: inglês, fundamento técnico, entendimento de produto, IA e conhecimento do negócio. 

Diante do avanço da inteligência artificial, muita gente pergunta se ainda vale a pena estudar ciência da computação. Para o professor Luís Lamb, professor e vice-presidente de pesquisa da Catholic Institute of Technology, universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, a resposta é “sim”, acompanhada de um “hoje talvez mais do que nunca”. Em entrevista ao Deu Tilt, ele é enfático: usar ferramentas de IA não é a mesma coisa que entender computação. Chatbots, geradores de texto e sistemas escrevedores de código facilitam a vida, mas o profissional da área não pode ser mero usuário dessas tecnologias. Desenvolver inteligência artificial de verdade requer domínio de lógica, matemática, probabilidade, arquitetura de sistemas e, claro, de linguagens de programação. Ainda assim, Lamb reconhece: a IA já mudou a dinâmica na sala de aula. Essas ferramentas chegam cada vez mais cedo à vida dos alunos, e as universidades não estão preparadas para uma transformação tão rápida. Isso não é ruim, mas só se a IA funcionar como apoio ao aprendizado e não para substituir o raciocínio. Equilíbrio é a chave. Como chegar a esse ponto é um desafio sobre o qual Lamb está debruçado. 

A IA já mudou a vida do programador: programar ficou mais fácil, processos foram acelerados e a produção aumentou. Mas a formação em computação mudou? “Não”, diz Luís. E ele dá a receita do sucesso: os melhores profissionais ainda são aqueles com capacidade de raciocínio lógico, de compreender a relação entre sistemas e de resolver problemas complexos com profundidade. A IA já consegue assumir tarefas mais simples e repetitivas? Sim, Lamb concorda com isso, mas ela é limitada para criar sistemas novos, lidar com alta complexidade e atuar em áreas críticas como saúde, defesa, energia e indústria aeroespacial, onde qualquer erro pode ter consequências gravíssimas. É nesse ponto que entra a IA neurosimbólica, área em que Lamb é referência mundial. Ela estuda modelos de IA que, ao combinar reconhecimento de padrões das redes neurais e as lógicas matemática e simbólica, são capazes de explicar como chegaram aos resultados. No futuro, diz Lamb, essa abordagem pode tornar o uso mais confiável e seguro.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:00:00 -0000</pubDate>
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É um tremendo exagero falar que a inteligência artificial generativa vai acabar com os desenvolvedores, diz Pelaez. Para ele, o discurso sobre o desaparecimento da profissão está impregnado de interesse do mercado e é influenciado pelas grandes empresas de tecnologia que vendem as plataformas de IA. Mas algo, com certeza, morreu, diz Pelaez: não foi o dev, mas o escrevedor de código. Esse profissional está com os dias contados, só que, no seu lugar, começa a surgir outro, o orquestrador de soluções tecnológicas. É alguém que usa IA, entende seu contexto, avalia os caminhos e toma decisões melhores com base no negócio em que a aplicação está inserida. A pergunta agora é: quais habilidades mais importam agora? Para Pelaez, o novo profissional de tecnologia precisa combinar cinco pilares: inglês, fundamento técnico, entendimento de produto, IA e conhecimento do negócio. 

Diante do avanço da inteligência artificial, muita gente pergunta se ainda vale a pena estudar ciência da computação. Para o professor Luís Lamb, professor e vice-presidente de pesquisa da Catholic Institute of Technology, universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, a resposta é “sim”, acompanhada de um “hoje talvez mais do que nunca”. Em entrevista ao Deu Tilt, ele é enfático: usar ferramentas de IA não é a mesma coisa que entender computação. Chatbots, geradores de texto e sistemas escrevedores de código facilitam a vida, mas o profissional da área não pode ser mero usuário dessas tecnologias. Desenvolver inteligência artificial de verdade requer domínio de lógica, matemática, probabilidade, arquitetura de sistemas e, claro, de linguagens de programação. Ainda assim, Lamb reconhece: a IA já mudou a dinâmica na sala de aula. Essas ferramentas chegam cada vez mais cedo à vida dos alunos, e as universidades não estão preparadas para uma transformação tão rápida. Isso não é ruim, mas só se a IA funcionar como apoio ao aprendizado e não para substituir o raciocínio. Equilíbrio é a chave. Como chegar a esse ponto é um desafio sobre o qual Lamb está debruçado. 

A IA já mudou a vida do programador: programar ficou mais fácil, processos foram acelerados e a produção aumentou. Mas a formação em computação mudou? “Não”, diz Luís. E ele dá a receita do sucesso: os melhores profissionais ainda são aqueles com capacidade de raciocínio lógico, de compreender a relação entre sistemas e de resolver problemas complexos com profundidade. A IA já consegue assumir tarefas mais simples e repetitivas? Sim, Lamb concorda com isso, mas ela é limitada para criar sistemas novos, lidar com alta complexidade e atuar em áreas críticas como saúde, defesa, energia e indústria aeroespacial, onde qualquer erro pode ter consequências gravíssimas. É nesse ponto que entra a IA neurosimbólica, área em que Lamb é referência mundial. Ela estuda modelos de IA que, ao combinar reconhecimento de padrões das redes neurais e as lógicas matemática e simbólica, são capazes de explicar como chegaram aos resultados. No futuro, diz Lamb, essa abordagem pode tornar o uso mais confiável e seguro.</itunes:summary>
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<p>A pandemia fez dos desenvolvedores um artigo de luxo. Faltava profissional, sobrava vaga. Isso bagunçou a lógica do mercado. Agora, são esses profissionais os ameaçados. E o motivo é o avanço da inteligência artificial generativa, usada cada vez mais para criar códigos de computador, até então reduto inalienável dos programadores, diz Paulo Pelaez, fundador e CTO da Lovel, em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. A startup dele vê isso na prática, já que faz o meio-de-campo de firmas que necessitam contratar especialistas em tecnologia. Para Pelaez, a emergência sanitária da Covid-19 fez muitos devs perderem algo que todo trabalhador tem: o medo de ser demitido. A explicação é simples: demanda crescente e inesperada por digitalização forçou firmas de todos os segmentos a acelerar a implementação de plataformas e produtos digitais, o que deu poder de barganha ao desenvolvedor. Se a empresa não topasse pagar mais, tinha quem topasse, e muita gente viu o salário disparar. O conforto ruiu com a chegada da IA generativa à programação. Se antes o desenvolvedor era remunerado por horas de trabalho, a IA encurtou esse tempo. O resultado? Os salários pararam de subir. As contratações caíram. E as empresas cobram produtividade maior de times menores. Não basta ser desenvolvedor, é preciso ser melhor, diz Pelaez. Mas isso é só o começo.</p>
<p>É um tremendo exagero falar que a inteligência artificial generativa vai acabar com os desenvolvedores, diz Pelaez. Para ele, o discurso sobre o desaparecimento da profissão está impregnado de interesse do mercado e é influenciado pelas grandes empresas de tecnologia que vendem as plataformas de IA. Mas algo, com certeza, morreu, diz Pelaez: não foi o dev, mas o escrevedor de código. Esse profissional está com os dias contados, só que, no seu lugar, começa a surgir outro, o orquestrador de soluções tecnológicas. É alguém que usa IA, entende seu contexto, avalia os caminhos e toma decisões melhores com base no negócio em que a aplicação está inserida. A pergunta agora é: quais habilidades mais importam agora? Para Pelaez, o novo profissional de tecnologia precisa combinar cinco pilares: inglês, fundamento técnico, entendimento de produto, IA e conhecimento do negócio. </p>
<p>Diante do avanço da inteligência artificial, muita gente pergunta se ainda vale a pena estudar ciência da computação. Para o professor Luís Lamb, professor e vice-presidente de pesquisa da Catholic Institute of Technology, universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, a resposta é “sim”, acompanhada de um “hoje talvez mais do que nunca”. Em entrevista ao Deu Tilt, ele é enfático: usar ferramentas de IA não é a mesma coisa que entender computação. Chatbots, geradores de texto e sistemas escrevedores de código facilitam a vida, mas o profissional da área não pode ser mero usuário dessas tecnologias. Desenvolver inteligência artificial de verdade requer domínio de lógica, matemática, probabilidade, arquitetura de sistemas e, claro, de linguagens de programação. Ainda assim, Lamb reconhece: a IA já mudou a dinâmica na sala de aula. Essas ferramentas chegam cada vez mais cedo à vida dos alunos, e as universidades não estão preparadas para uma transformação tão rápida. Isso não é ruim, mas só se a IA funcionar como apoio ao aprendizado e não para substituir o raciocínio. Equilíbrio é a chave. Como chegar a esse ponto é um desafio sobre o qual Lamb está debruçado. </p>
<p>A IA já mudou a vida do programador: programar ficou mais fácil, processos foram acelerados e a produção aumentou. Mas a formação em computação mudou? “Não”, diz Luís. E ele dá a receita do sucesso: os melhores profissionais ainda são aqueles com capacidade de raciocínio lógico, de compreender a relação entre sistemas e de resolver problemas complexos com profundidade. A IA já consegue assumir tarefas mais simples e repetitivas? Sim, Lamb concorda com isso, mas ela é limitada para criar sistemas novos, lidar com alta complexidade e atuar em áreas críticas como saúde, defesa, energia e indústria aeroespacial, onde qualquer erro pode ter consequências gravíssimas. É nesse ponto que entra a IA neurosimbólica, área em que Lamb é referência mundial. Ela estuda modelos de IA que, ao combinar reconhecimento de padrões das redes neurais e as lógicas matemática e simbólica, são capazes de explicar como chegaram aos resultados. No futuro, diz Lamb, essa abordagem pode tornar o uso mais confiável e seguro.</p>
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      <title>EUA contra cabo de internet da América do Sul; vício das redes; IA x software; ‘zeladores de robô’</title>
      <description>A disputa entre Estados Unidos e China não está mais restrita aos chips e à inteligência artificial. Ela agora chegou ao fundo do mar. O novo capítulo dessa guerra envolve um projeto estratégico para instalar um cabo submarino ligando diretamente o Chile à China. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz como a primeira conexão entre América do Sul e Ásia sem depender de infraestrutura norte-americana corre o risco de não sair do papel devido à pressão da Casa Branca. Enquanto Washington acena com um suposto risco à segurança da região, a situação, na prática, revela algo maior: o interesse dos EUA em manter a América Latina dentro de sua própria zona de influência econômica, mas também digital. Hoje, boa parte dos cabos submarinos da região ancora nos Estados Unidos ou depende de empresas norte-americanas para se conectar ao resto do mundo. Um cabo direto entre Chile e China mudaria esse cenário, criando uma rota mais autônoma para a América do Sul. 

Um julgamento em curso nos Estados Unidos pode mudar o funcionamento das redes sociais. Uma jovem de 20 anos, identificada só como Kaley, e sua mãe acusam Instagram e YouTube de a terem estimulado, desde a infância, a desenvolver o uso compulsivo dessas plataformas, o que levou a graves problemas de saúde mental. Neste episódio os apresentadores contam a grande novidade do caso: pela primeira vez, ele não mira o conteúdo disseminado nas redes ou práticas que afetam rivais, mas, sim, o próprio desenho das plataformas. Scroll infinito, autoplay, notificações, botão de curtir e sistemas de recomendação são apontados pela acusação como parte de uma estrutura criada para prender a atenção e prolongar o tempo de tela. Nas palavras dos advogados de Kaley, é a “arquitetura do vício”. A acusação vai além. Sustenta que as empresas não só conhecem os riscos, mas seguem apostando em ferramentas para ampliar o engajamento de crianças e adolescentes. O que está em jogo é sério: a Justiça pode reconhecer que o problema das redes sociais não é só o conteúdo, mas também a forma como elas funcionam. Se a tese avançar, a discussão sobre responsabilidade pode atingir em cheio a operação das plataformas mais populares das big techs.

Tem mais... A alta das ações de gigantes como Nvidia, Alphabet e Microsoft mostra como a inteligência artificial é a bola da vez, mas encobre um movimento que acendeu um alerta em outra ala das big techs, o das empresas que vendem software por assinatura –o SaaS (software as a service).  Investidores apostam que, com o avanço da programação com IA, muitas empresas poderão criar seus próprios sistemas e reduzirão a dependência de plataformas de prateleira. É o que explica a queda na Bolsa de empresas como Salesforce e IBM. No caso da IBM, bastou a Anthropic prometer que sua IA poderia modernizar um sistema como o COBOL para o mercado reagir. Já é cedo para decretar o fim do SaaS ou muito código vai rolar por essa tela?

E para finalizar... A promessa da automação foi a de livrar as pessoas dos trabalhos braçais e repetitivos. A realidade, no entanto, é outra. Um exemplo curioso vem da Waymo, empresa de veículos autônomos do Google. Como os carros não saem do lugar com a porta entreaberta, a empresa passou a pagar entregadores de outra firma para irem até os automóveis somente para fechar suas portas. E não para por aí. Já existem trabalhadores encarregados de resgatar robôs entregadores tombados, travados ou que precisem de limpeza, recarga e atualização. “Zelador de robô” ou “babá de robô". As formas de encarar as novas ocupações são muitas. No fim, o caminho é um só: a automação eliminou trabalhos humanos mequetrefes para criar novas ocupações que são “bicos dentro dos bicos”.</description>
      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 10:00:00 -0000</pubDate>
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Um julgamento em curso nos Estados Unidos pode mudar o funcionamento das redes sociais. Uma jovem de 20 anos, identificada só como Kaley, e sua mãe acusam Instagram e YouTube de a terem estimulado, desde a infância, a desenvolver o uso compulsivo dessas plataformas, o que levou a graves problemas de saúde mental. Neste episódio os apresentadores contam a grande novidade do caso: pela primeira vez, ele não mira o conteúdo disseminado nas redes ou práticas que afetam rivais, mas, sim, o próprio desenho das plataformas. Scroll infinito, autoplay, notificações, botão de curtir e sistemas de recomendação são apontados pela acusação como parte de uma estrutura criada para prender a atenção e prolongar o tempo de tela. Nas palavras dos advogados de Kaley, é a “arquitetura do vício”. A acusação vai além. Sustenta que as empresas não só conhecem os riscos, mas seguem apostando em ferramentas para ampliar o engajamento de crianças e adolescentes. O que está em jogo é sério: a Justiça pode reconhecer que o problema das redes sociais não é só o conteúdo, mas também a forma como elas funcionam. Se a tese avançar, a discussão sobre responsabilidade pode atingir em cheio a operação das plataformas mais populares das big techs.

Tem mais... A alta das ações de gigantes como Nvidia, Alphabet e Microsoft mostra como a inteligência artificial é a bola da vez, mas encobre um movimento que acendeu um alerta em outra ala das big techs, o das empresas que vendem software por assinatura –o SaaS (software as a service).  Investidores apostam que, com o avanço da programação com IA, muitas empresas poderão criar seus próprios sistemas e reduzirão a dependência de plataformas de prateleira. É o que explica a queda na Bolsa de empresas como Salesforce e IBM. No caso da IBM, bastou a Anthropic prometer que sua IA poderia modernizar um sistema como o COBOL para o mercado reagir. Já é cedo para decretar o fim do SaaS ou muito código vai rolar por essa tela?

E para finalizar... A promessa da automação foi a de livrar as pessoas dos trabalhos braçais e repetitivos. A realidade, no entanto, é outra. Um exemplo curioso vem da Waymo, empresa de veículos autônomos do Google. Como os carros não saem do lugar com a porta entreaberta, a empresa passou a pagar entregadores de outra firma para irem até os automóveis somente para fechar suas portas. E não para por aí. Já existem trabalhadores encarregados de resgatar robôs entregadores tombados, travados ou que precisem de limpeza, recarga e atualização. “Zelador de robô” ou “babá de robô". As formas de encarar as novas ocupações são muitas. No fim, o caminho é um só: a automação eliminou trabalhos humanos mequetrefes para criar novas ocupações que são “bicos dentro dos bicos”.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A disputa entre Estados Unidos e China não está mais restrita aos chips e à inteligência artificial. Ela agora chegou ao fundo do mar. O novo capítulo dessa guerra envolve um projeto estratégico para instalar um cabo submarino ligando diretamente o Chile à China. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz como a primeira conexão entre América do Sul e Ásia sem depender de infraestrutura norte-americana corre o risco de não sair do papel devido à pressão da Casa Branca. Enquanto Washington acena com um suposto risco à segurança da região, a situação, na prática, revela algo maior: o interesse dos EUA em manter a América Latina dentro de sua própria zona de influência econômica, mas também digital. Hoje, boa parte dos cabos submarinos da região ancora nos Estados Unidos ou depende de empresas norte-americanas para se conectar ao resto do mundo. Um cabo direto entre Chile e China mudaria esse cenário, criando uma rota mais autônoma para a América do Sul. </p>
<p>Um julgamento em curso nos Estados Unidos pode mudar o funcionamento das redes sociais. Uma jovem de 20 anos, identificada só como Kaley, e sua mãe acusam Instagram e YouTube de a terem estimulado, desde a infância, a desenvolver o uso compulsivo dessas plataformas, o que levou a graves problemas de saúde mental. Neste episódio os apresentadores contam a grande novidade do caso: pela primeira vez, ele não mira o conteúdo disseminado nas redes ou práticas que afetam rivais, mas, sim, o próprio desenho das plataformas. Scroll infinito, autoplay, notificações, botão de curtir e sistemas de recomendação são apontados pela acusação como parte de uma estrutura criada para prender a atenção e prolongar o tempo de tela. Nas palavras dos advogados de Kaley, é a “arquitetura do vício”. A acusação vai além. Sustenta que as empresas não só conhecem os riscos, mas seguem apostando em ferramentas para ampliar o engajamento de crianças e adolescentes. O que está em jogo é sério: a Justiça pode reconhecer que o problema das redes sociais não é só o conteúdo, mas também a forma como elas funcionam. Se a tese avançar, a discussão sobre responsabilidade pode atingir em cheio a operação das plataformas mais populares das big techs.</p>
<p>Tem mais... A alta das ações de gigantes como Nvidia, Alphabet e Microsoft mostra como a inteligência artificial é a bola da vez, mas encobre um movimento que acendeu um alerta em outra ala das big techs, o das empresas que vendem software por assinatura –o SaaS (software as a service).  Investidores apostam que, com o avanço da programação com IA, muitas empresas poderão criar seus próprios sistemas e reduzirão a dependência de plataformas de prateleira. É o que explica a queda na Bolsa de empresas como Salesforce e IBM. No caso da IBM, bastou a Anthropic prometer que sua IA poderia modernizar um sistema como o COBOL para o mercado reagir. Já é cedo para decretar o fim do SaaS ou muito código vai rolar por essa tela?</p>
<p>E para finalizar... A promessa da automação foi a de livrar as pessoas dos trabalhos braçais e repetitivos. A realidade, no entanto, é outra. Um exemplo curioso vem da Waymo, empresa de veículos autônomos do Google. Como os carros não saem do lugar com a porta entreaberta, a empresa passou a pagar entregadores de outra firma para irem até os automóveis somente para fechar suas portas. E não para por aí. Já existem trabalhadores encarregados de resgatar robôs entregadores tombados, travados ou que precisem de limpeza, recarga e atualização. “Zelador de robô” ou “babá de robô". As formas de encarar as novas ocupações são muitas. No fim, o caminho é um só: a automação eliminou trabalhos humanos mequetrefes para criar novas ocupações que são “bicos dentro dos bicos”.</p>]]>
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      <title>‘Projeto Manhattan da China’, Europa diz 'basta’, satélites no Brasil e a IA devora a Wikipédia</title>
      <description>A China desenvolveu seu 1º protótipo de máquina de EUV (litografia ultravioleta extrema), equipamento capaz de gravar circuitos 1.000 vezes mais finos do que um fio de cabelo em chips de última geração que alimentam IAs e smartphones. Os Estados Unidos sempre impuseram restrições para impedir que a China tivesse acesso aos equipamentos necessários para desenvolver essa tecnologia. A ideia era manter a China longe desse item fundamental para o avanço da IA, já que o país se garante em pesquisa, patentes e modelos, mas ainda depende de infraestrutura de semicondutores para competir com igualdade nessa corrida. É daí que surge o paralelo com o Projeto Manhattan. Afinal, a China fez um esforço industrial sigiloso, com recrutamento de especialistas, investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento, e estratégias de engenharia reversa para chegar a essa tecnologia crítica sem depender do Ocidente. Uma possível evolução desse protótipo para a produção em série vai causar um impacto direto na guerra dos chips, com o redesenho de cadeias globais de fornecimento e efeitos em países que hoje dependem de poucos fornecedores, como o Brasil.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:00:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>A China desenvolveu seu 1º protótipo de máquina de EUV (litografia ultravioleta extrema), equipamento capaz de gravar circuitos 1.000 vezes mais finos do que um fio de cabelo em chips de última geração que alimentam IAs e smartphones. Os Estados Unidos sempre impuseram restrições para impedir que a China tivesse acesso aos equipamentos necessários para desenvolver essa tecnologia. A ideia era manter a China longe desse item fundamental para o avanço da IA, já que o país se garante em pesquisa, patentes e modelos, mas ainda depende de infraestrutura de semicondutores para competir com igualdade nessa corrida. É daí que surge o paralelo com o Projeto Manhattan. Afinal, a China fez um esforço industrial sigiloso, com recrutamento de especialistas, investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento, e estratégias de engenharia reversa para chegar a essa tecnologia crítica sem depender do Ocidente. Uma possível evolução desse protótipo para a produção em série vai causar um impacto direto na guerra dos chips, com o redesenho de cadeias globais de fornecimento e efeitos em países que hoje dependem de poucos fornecedores, como o Brasil.</p>]]>
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      <title>Três faces de uma guerra tecnológica: Elon Musk, deepfakes e Japão na guerra dos chips</title>
      <description>O que o Elon Musk, deepfakes hiperrealistas e uma nova fábrica de chips no Japão têm em comum? Um é um bilionário, o outro é um grande problema do mundo digital e o terceiro mais parece uma discussão de economia internacional. Nesse episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, vamos colocar todas essas peças no mesmo tabuleiro.</description>
      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:06:00 -0000</pubDate>
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O que o Elon Musk, deepfakes hiperrealistas e uma nova fábrica de chips no Japão têm em comum? Um é um bilionário, o outro é um grande problema do mundo digital e o terceiro mais parece uma discussão de economia internacional. Nesse episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, vamos colocar todas essas peças no mesmo tabuleiro.

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      <title>Ficção científica prevê o presente mais do que revela o futuro, diz mais expert do Brasil</title>
      <description>A ficção científica sempre tentou imaginar o futuro, mas talvez ela seja mais certeira quando nos ajuda a entender o presente. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o escritor, tradutor e professor universitário Fábio Fernandes parte de Metrópolis, clássico lançado em 1927, para discutir como o gênero vai muito além de antecipar avanços tecnológicos ou inventar sociedades alienígenas. O filme não previu smartphones nem inteligência artificial generativa, mas colocou no centro da narrativa a relação entre tecnologia, trabalho e poder. Ao longo da conversa, Fábio argumenta que a ficção científica não funciona como bola de cristal, mas amplia tendências do seu próprio tempo e as projeta em cenários extremos para revelar tensões sociais que já existem. O robô de Metrópolis, por exemplo, não é apenas uma máquina, mas um instrumento de manipulação e desmobilização. Esse debate ganha força quando a conversa chega à inteligência artificial. Durante décadas, o gênero associou a IA à ameaça e destruição. Mas, segundo Fábio, a produção mais recente já começa a explorar uma abordagem mais próxima da convivência. Longe de apenas entreter, as obras do gênero trazem à tona temas como poder, modelos de sociedade e formas de controle e, mesmo quando imagina mundos distantes, a ficção científica discute valores humanos como identidade, diferença, liberdade e solidariedade.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:02:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>A ficção científica sempre tentou imaginar o futuro, mas talvez ela seja mais certeira quando nos ajuda a entender o presente. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o escritor, tradutor e professor universitário Fábio Fernandes parte de Metrópolis, clássico lançado em 1927, para discutir como o gênero vai muito além de antecipar avanços tecnológicos ou inventar sociedades alienígenas. O filme não previu smartphones nem inteligência artificial generativa, mas colocou no centro da narrativa a relação entre tecnologia, trabalho e poder. Ao longo da conversa, Fábio argumenta que a ficção científica não funciona como bola de cristal, mas amplia tendências do seu próprio tempo e as projeta em cenários extremos para revelar tensões sociais que já existem. O robô de Metrópolis, por exemplo, não é apenas uma máquina, mas um instrumento de manipulação e desmobilização. Esse debate ganha força quando a conversa chega à inteligência artificial. Durante décadas, o gênero associou a IA à ameaça e destruição. Mas, segundo Fábio, a produção mais recente já começa a explorar uma abordagem mais próxima da convivência. Longe de apenas entreter, as obras do gênero trazem à tona temas como poder, modelos de sociedade e formas de controle e, mesmo quando imagina mundos distantes, a ficção científica discute valores humanos como identidade, diferença, liberdade e solidariedade. </p>]]>
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      <title>Marcelo Zuffo aposta que o Brasil pode virar uma potência dos chips</title>
      <description>As mega fábricas de chips exigem investimentos bilionários, consomem volumes gigantescos de água e energia, geram resíduos muito tóxicos e só podem existir em países que topam o custo ambiental gigantesco.  Adotar uma delas no Brasil seria um erro, conta Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP e diretor do InovaUSP, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes. É dessa crítica que surge a Pocket Fab, o conceito das micro fábricas de chip nascido na Universidade de São Paulo. Em vez de instalações gigantescas e rígidas, a proposta é uma fábrica pequena, modular, automatizada e sustentável, pensada para atender demandas estratégicas da indústria nacional. Segundo Zuffo, o custo do wafer, a base onde os circuitos são fabricados, não muda, seja lá qual for o tamanho da fábrica. É essa lógica que dá viabilidade econômica ao projeto. Nas contas do professor, com cerca de 20 wafers por dia, a Pocket Fab poderia produzir milhões de chips por ano, o bastante para abastecer, por exemplo, toda a indústria automotiva brasileira. Além disso, o projeto aposta no uso eficiente de água e energia, redução de resíduos tóxicos e forte automação, com robótica e inteligência artificial. A proposta já tem apoio nacional e internacional e, para Zuffo, coloca o Brasil no centro de um novo modelo global de produção de semicondutores.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 08:00:00 -0000</pubDate>
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<p>As mega fábricas de chips exigem investimentos bilionários, consomem volumes gigantescos de água e energia, geram resíduos muito tóxicos e só podem existir em países que topam o custo ambiental gigantesco.  Adotar uma delas no Brasil seria um erro, conta Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP e diretor do InovaUSP, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes. É dessa crítica que surge a Pocket Fab, o conceito das micro fábricas de chip nascido na Universidade de São Paulo. Em vez de instalações gigantescas e rígidas, a proposta é uma fábrica pequena, modular, automatizada e sustentável, pensada para atender demandas estratégicas da indústria nacional. Segundo Zuffo, o custo do wafer, a base onde os circuitos são fabricados, não muda, seja lá qual for o tamanho da fábrica. É essa lógica que dá viabilidade econômica ao projeto. Nas contas do professor, com cerca de 20 wafers por dia, a Pocket Fab poderia produzir milhões de chips por ano, o bastante para abastecer, por exemplo, toda a indústria automotiva brasileira. Além disso, o projeto aposta no uso eficiente de água e energia, redução de resíduos tóxicos e forte automação, com robótica e inteligência artificial. A proposta já tem apoio nacional e internacional e, para Zuffo, coloca o Brasil no centro de um novo modelo global de produção de semicondutores.</p>
<p><br></p>]]>
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      <title>Isabella Henriques: por que crianças e redes sociais não combinam. E mais: a IA pode ser cristã?</title>
      <description>A Austrália já proibiu menores de 16 anos nas redes sociais. A França vai na mesma direção. No Brasil, a lei do ECA Digital, em vigor desde o fim do ano passado, obriga plataformas digitais a garantir espaço seguro a crianças e adolescentes, o que pode restringir a presença desse público nas redes sociais. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Isabella Henriques, diretora executiva do Instituto Alana, explica como mudou a percepção do mundo sobre as redes sociais após sociedade, família e organizações sociais lutarem durante anos para conscientizar governos e reguladores de que esses ambientes não são feitos para crianças. Há mais de duas décadas, o Alana atua no debate público para a construção de um ambiente digital mais saudável para crianças e adolescentes. “Como um produto, que é colocado no mercado e utilizado massivamente por crianças e adolescentes, não foi pensado, no seu planejamento e ao longo da sua vida útil, no impacto que ele terá para esse público”, conta ela. Para exemplificar como esses ambientes digitais reservam verdadeiras armadilhas para os baixinhos, ela detalha os riscos escondidos nessas plataformas, conhecidos como "quatro Cs": conduta, conteúdo, contrato e contato. Com a maior presença dos jovens nas redes sociais e a entrada deles cada vez mais cedo —alguns com bem menos que 6 anos—, esses fatores de risco se intensificam e viram danos graves à saúde física e mental dos mais novos. As plataformas até oferecem a pais e mães ferramentas de supervisão, mas elas não resolvem o problema estrutural, já que o design das plataformas segue priorizando retenção de atenção e lucro. E no Brasil há um fator complicador: a desigualdade socioeconômica. "Maiores vulnerabilidades na vida offline estão conectadas a maiores vulnerabilidades na vida online”, ressalta. Muitas famílias não conseguem  sequer acessar as ferramentas de controle parental. Num ambiente assim, diz a especialista, apenas a regulação é capaz de equilibrar a relação desigual entre crianças e empresas de tecnologia.</description>
      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 04:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A Austrália já proibiu menores de 16 anos nas redes sociais. A França vai na mesma direção. No Brasil, a lei do ECA Digital, em vigor desde o fim do ano passado, obriga plataformas digitais a garantir espaço seguro a crianças e adolescentes, o que pode restringir a presença desse público nas redes sociais. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Isabella Henriques, diretora executiva do Instituto Alana, explica como mudou a percepção do mundo sobre as redes sociais após sociedade, família e organizações sociais lutarem durante anos para conscientizar governos e reguladores de que esses ambientes não são feitos para crianças. Há mais de duas décadas, o Alana atua no debate público para a construção de um ambiente digital mais saudável para crianças e adolescentes. “Como um produto, que é colocado no mercado e utilizado massivamente por crianças e adolescentes, não foi pensado, no seu planejamento e ao longo da sua vida útil, no impacto que ele terá para esse público”, conta ela. Para exemplificar como esses ambientes digitais reservam verdadeiras armadilhas para os baixinhos, ela detalha os riscos escondidos nessas plataformas, conhecidos como "quatro Cs": conduta, conteúdo, contrato e contato. Com a maior presença dos jovens nas redes sociais e a entrada deles cada vez mais cedo —alguns com bem menos que 6 anos—, esses fatores de risco se intensificam e viram danos graves à saúde física e mental dos mais novos. As plataformas até oferecem a pais e mães ferramentas de supervisão, mas elas não resolvem o problema estrutural, já que o design das plataformas segue priorizando retenção de atenção e lucro. E no Brasil há um fator complicador: a desigualdade socioeconômica. "Maiores vulnerabilidades na vida offline estão conectadas a maiores vulnerabilidades na vida online”, ressalta. Muitas famílias não conseguem  sequer acessar as ferramentas de controle parental. Num ambiente assim, diz a especialista, apenas a regulação é capaz de equilibrar a relação desigual entre crianças e empresas de tecnologia.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A Austrália já proibiu menores de 16 anos nas redes sociais. A França vai na mesma direção. No Brasil, a lei do ECA Digital, em vigor desde o fim do ano passado, obriga plataformas digitais a garantir espaço seguro a crianças e adolescentes, o que pode restringir a presença desse público nas redes sociais. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Isabella Henriques, diretora executiva do Instituto Alana, explica como mudou a percepção do mundo sobre as redes sociais após sociedade, família e organizações sociais lutarem durante anos para conscientizar governos e reguladores de que esses ambientes não são feitos para crianças. Há mais de duas décadas, o Alana atua no debate público para a construção de um ambiente digital mais saudável para crianças e adolescentes. “Como um produto, que é colocado no mercado e utilizado massivamente por crianças e adolescentes, não foi pensado, no seu planejamento e ao longo da sua vida útil, no impacto que ele terá para esse público”, conta ela. Para exemplificar como esses ambientes digitais reservam verdadeiras armadilhas para os baixinhos, ela detalha os riscos escondidos nessas plataformas, conhecidos como "quatro Cs": conduta, conteúdo, contrato e contato. Com a maior presença dos jovens nas redes sociais e a entrada deles cada vez mais cedo —alguns com bem menos que 6 anos—, esses fatores de risco se intensificam e viram danos graves à saúde física e mental dos mais novos. As plataformas até oferecem a pais e mães ferramentas de supervisão, mas elas não resolvem o problema estrutural, já que o design das plataformas segue priorizando retenção de atenção e lucro. E no Brasil há um fator complicador: a desigualdade socioeconômica. "Maiores vulnerabilidades na vida offline estão conectadas a maiores vulnerabilidades na vida online”, ressalta. Muitas famílias não conseguem  sequer acessar as ferramentas de controle parental. Num ambiente assim, diz a especialista, apenas a regulação é capaz de equilibrar a relação desigual entre crianças e empresas de tecnologia.</p>]]>
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      <title>‘ChatGPT brasileiro’ e supercomputador da IA: o que já é realidade no Plano Brasileiro de IA?</title>
      <description>O PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial) foi anunciado no fim de 2024 e prometia R$ 23 bilhões para emplacar o Brasil na corrida global da IA. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Hugo Valadares, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), diz como o plano já tem saído do papel: R$ 6 bilhões para inovação em empresas, 140 mil pessoas capacitadas, atualização do supercomputador Santos Dumont, investimentos em infraestrutura de dados, novos cursos de graduação em IA em universidades públicas. Comparada aos esforços de Estados Unidos e China, a iniciativa brasileira soa modesta. Valadares afirma que, por outro lado, o investimento brasileiro é compatível com o observado na Europa nos planos de França e Reino Unido. "EUA e China estão num patamar de poder tecnológico, não só tecnológico, mas financeiro, que não tem como disputar de igual para igual. Se existe uma Champions League, esses dois disputam sozinhos. Nem a Europa tem essa capacidade. E, se você pensa nessa perspectiva, não adianta falar que amanhã a gente vai competir. Quando você olha o ecossistema de IA por completo, não tem como se comparar com a China, em quantidade de pessoas, engenheiros e computação e o poder de comprar máquinas (…) O Brasil precisa jogar o jogo que lhe cabe", diz o secretário. Para ele, o país "vai andar o mais rápido que conseguir de maneira a participar desse jogo global, seja a série que for, A ou B. Mas não acho que é a C". "O Brasil é um líder mundial e a gente está no quartil superior dos países com maior desenvolvimento tecnológico."</description>
      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>O PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial) foi anunciado no fim de 2024 e prometia R$ 23 bilhões para emplacar o Brasil na corrida global da IA. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Hugo Valadares, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), diz como o plano já tem saído do papel: R$ 6 bilhões para inovação em empresas, 140 mil pessoas capacitadas, atualização do supercomputador Santos Dumont, investimentos em infraestrutura de dados, novos cursos de graduação em IA em universidades públicas. Comparada aos esforços de Estados Unidos e China, a iniciativa brasileira soa modesta. Valadares afirma que, por outro lado, o investimento brasileiro é compatível com o observado na Europa nos planos de França e Reino Unido. "EUA e China estão num patamar de poder tecnológico, não só tecnológico, mas financeiro, que não tem como disputar de igual para igual. Se existe uma Champions League, esses dois disputam sozinhos. Nem a Europa tem essa capacidade. E, se você pensa nessa perspectiva, não adianta falar que amanhã a gente vai competir. Quando você olha o ecossistema de IA por completo, não tem como se comparar com a China, em quantidade de pessoas, engenheiros e computação e o poder de comprar máquinas (…) O Brasil precisa jogar o jogo que lhe cabe", diz o secretário. Para ele, o país "vai andar o mais rápido que conseguir de maneira a participar desse jogo global, seja a série que for, A ou B. Mas não acho que é a C". "O Brasil é um líder mundial e a gente está no quartil superior dos países com maior desenvolvimento tecnológico."</itunes:summary>
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      <title>Gatonet, pirataria e crimes online: o trabalho invisível do Ciberlab</title>
      <description>Há alguns anos, falar em gatonet era imaginar alguém subindo no poste e puxando um cabo clandestino. Esse tempo acabou. Hoje, a pirataria de conteúdo audiovisual se profissionalizou e é oferecida por verdadeiras organizações empresariais, diz Paulo Benelli, delegado da polícia civil e coordenador do Ciberlab, o Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. O gatonet moderno opera via IPTV em aparelhos de TV Box, usa servidores espalhados pelo mundo, usa técnicas sofisticadas para driblar os bloqueios das autoridades e, na hora do pagamento, aceita até parcelar. “Hoje [o gatonet] se estruturou de uma maneira não só tecnológica mas também organizada de modo empresarial para poder fraudar direitos de propriedade intelectual e causar dano ao consumidor (...) Tem uma estrutura para pagamento, tem o setor de atendimento ao cliente que nunca resolve nada, tem os setores para fazer a propaganda dessa TV Box, tanto em mídia pequena, como algumas páginas, como também nas redes sociais", diz o investigador. O combate a esse tipo de crime também precisou se reinventar, diz Benelli. No Brasil, o trabalho vai do rastreamento digital a ações conjuntas com as polícias estaduais, federal e, às vezes, de outros países. Mas o problema não para aí: muitas organizações criminosas atuam no roubo de dados pessoais, difusão de malware e outros crimes digitais.</description>
      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Há alguns anos, falar em gatonet era imaginar alguém subindo no poste e puxando um cabo clandestino. Esse tempo acabou. Hoje, a pirataria de conteúdo audiovisual se profissionalizou e é oferecida por verdadeiras organizações empresariais, diz Paulo Benelli, delegado da polícia civil e coordenador do Ciberlab, o Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. O gatonet moderno opera via IPTV em aparelhos de TV Box, usa servidores espalhados pelo mundo, usa técnicas sofisticadas para driblar os bloqueios das autoridades e, na hora do pagamento, aceita até parcelar. “Hoje [o gatonet] se estruturou de uma maneira não só tecnológica mas também organizada de modo empresarial para poder fraudar direitos de propriedade intelectual e causar dano ao consumidor (...) Tem uma estrutura para pagamento, tem o setor de atendimento ao cliente que nunca resolve nada, tem os setores para fazer a propaganda dessa TV Box, tanto em mídia pequena, como algumas páginas, como também nas redes sociais", diz o investigador. O combate a esse tipo de crime também precisou se reinventar, diz Benelli. No Brasil, o trabalho vai do rastreamento digital a ações conjuntas com as polícias estaduais, federal e, às vezes, de outros países. Mas o problema não para aí: muitas organizações criminosas atuam no roubo de dados pessoais, difusão de malware e outros crimes digitais.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Há alguns anos, falar em gatonet era imaginar alguém subindo no poste e puxando um cabo clandestino. Esse tempo acabou. Hoje, a pirataria de conteúdo audiovisual se profissionalizou e é oferecida por verdadeiras organizações empresariais, diz Paulo Benelli, delegado da polícia civil e coordenador do Ciberlab, o Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. O gatonet moderno opera via IPTV em aparelhos de TV Box, usa servidores espalhados pelo mundo, usa técnicas sofisticadas para driblar os bloqueios das autoridades e, na hora do pagamento, aceita até parcelar. “Hoje [o gatonet] se estruturou de uma maneira não só tecnológica mas também organizada de modo empresarial para poder fraudar direitos de propriedade intelectual e causar dano ao consumidor (...) Tem uma estrutura para pagamento, tem o setor de atendimento ao cliente que nunca resolve nada, tem os setores para fazer a propaganda dessa TV Box, tanto em mídia pequena, como algumas páginas, como também nas redes sociais", diz o investigador. O combate a esse tipo de crime também precisou se reinventar, diz Benelli. No Brasil, o trabalho vai do rastreamento digital a ações conjuntas com as polícias estaduais, federal e, às vezes, de outros países. Mas o problema não para aí: muitas organizações criminosas atuam no roubo de dados pessoais, difusão de malware e outros crimes digitais. </p>]]>
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      <title>Top 5 personagens da IA; Tocanna x Jay-Z; Procura-se: rival para o celular; Top 5 deslizes da IA</title>
      <description>No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz elencam as personalidades mais controversas do mundo da inteligência artificial em 2025. De Peter Thiel, o bilionário excêntrico do Vale do Silício com influência na Casa Branca de Donald Trump, à Tilly Norwood, primeira atriz criada por IA que vem causando protestos em Hollywood. De Tocanna, a cantora de IA que virou polêmica ao ser barrada por Jay-Z, a Daniel Ek, o CEO do Spotify que transforma o lucro da música em investimento na indústria bélica. E fechando com Xania Monet, cantora de IA que já entrou nas mais tocadas da Billboard e assinou contrato de US$ 3 milhões com uma grande gravadora. A pergunta inevitável é: quem lidera o ranking das figuras mais malucas da IA no ano?</description>
      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz elencam as personalidades mais controversas do mundo da inteligência artificial em 2025. De Peter Thiel, o bilionário excêntrico do Vale do Silício com influência na Casa Branca de Donald Trump, à Tilly Norwood, primeira atriz criada por IA que vem causando protestos em Hollywood. De Tocanna, a cantora de IA que virou polêmica ao ser barrada por Jay-Z, a Daniel Ek, o CEO do Spotify que transforma o lucro da música em investimento na indústria bélica. E fechando com Xania Monet, cantora de IA que já entrou nas mais tocadas da Billboard e assinou contrato de US$ 3 milhões com uma grande gravadora. A pergunta inevitável é: quem lidera o ranking das figuras mais malucas da IA no ano?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz elencam as personalidades mais controversas do mundo da inteligência artificial em 2025. De Peter Thiel, o bilionário excêntrico do Vale do Silício com influência na Casa Branca de Donald Trump, à Tilly Norwood, primeira atriz criada por IA que vem causando protestos em Hollywood. De Tocanna, a cantora de IA que virou polêmica ao ser barrada por Jay-Z, a Daniel Ek, o CEO do Spotify que transforma o lucro da música em investimento na indústria bélica. E fechando com Xania Monet, cantora de IA que já entrou nas mais tocadas da Billboard e assinou contrato de US$ 3 milhões com uma grande gravadora. A pergunta inevitável é: quem lidera o ranking das figuras mais malucas da IA no ano?</p>]]>
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      <title>OpenAI é Banco Master da IA?; IA para detectar câncer; Google, o fogo amigo contra Nvidia</title>
      <description>A OpenAI está no meio de uma ciranda bilionária para continuar existindo. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam os números que dimensionam a situação complexa da empresa que é a sensação da inteligência artificial. Segundo estudo do time de tecnologia e semicondutores do HSBC, a dona do ChatGPT ficará sem lucro até 2030 e precisará de US$ 207 bilhões para bancar infraestrutura, data centers, energia, água, profissionais e compromissos assumidos com big techs como Microsoft e Amazon. A receita até cresce, mas isso não significa lucro –principalmente quando cada novo modelo custa ainda mais que os anteriores. O Sora 2, por exemplo, só aumentou o tamanho do rombo. Para o HSBC, há caminhos para a empresa fechar as contas, mas todos tortuosos: dobrar a base de assinantes pagos, entrar pesado na publicidade digital e descobrir formas mais eficientes de usar IA. E a mais complexa delas: para empatar, a OpenAI teria de convencer 44% da população mundial a pagar por seus serviços até 2030, número que nenhuma rede social ou app alcançou até hoje. Se parece absurdo, lembra um pouco o caso do Banco Master: uma montanha de promessas e um buraco ainda maior.

Uma startup brasileira criou uma IA capaz de identificar indícios iniciais de câncer de intestino usando apenas um exame de sangue. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a CTO da Huna Daniella Castro explicou que a pesquisa da Huna começou pelo câncer de mama e avançou para o de intestino –ambos alguns dos mais comuns no Brasil. Daniela ressalta que o desafio para o desenvolvimento da IA da Huna vai além da tecnologia: acessar dados de qualidade é fragmentado e contar com informações interoperáveis. Ela menciona estes pontos, porque o segredo da Huna é justamente o método criado para ensinar seu modelo de IA a encontrar sinais de câncer: primeiro, a equipe analisou resultados de colonoscopias e dividiu os pacientes em dois grupos (pessoas sem rastros de câncer e pessoas com lesões precursoras ou com tumor já instalado); depois, usou a IA para comparar os hemogramas desses dois grupos e identificar padrões de alteração que antecedem o câncer. A executiva explica que a mesma abordagem pode ser usada para rastrear outras doenças complexas, como diabetes e falência renal, um campo enorme que a IA ainda está começando a explorar.

A vida da Nvidia não está nada fácil. Primeiro, foi proibida pelos EUA de vender chips para a China. Liberada, viu a China levantar barreiras. Agora, a empresa enfrenta fogo amigo dentro de casa: o Google entrou oficialmente no mercado de chips de inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o cenário aponta para uma reviravolta inevitável: o domínio absoluto da Nvidia está sob ameaça.</description>
      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A OpenAI está no meio de uma ciranda bilionária para continuar existindo. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam os números que dimensionam a situação complexa da empresa que é a sensação da inteligência artificial. Segundo estudo do time de tecnologia e semicondutores do HSBC, a dona do ChatGPT ficará sem lucro até 2030 e precisará de US$ 207 bilhões para bancar infraestrutura, data centers, energia, água, profissionais e compromissos assumidos com big techs como Microsoft e Amazon. A receita até cresce, mas isso não significa lucro –principalmente quando cada novo modelo custa ainda mais que os anteriores. O Sora 2, por exemplo, só aumentou o tamanho do rombo. Para o HSBC, há caminhos para a empresa fechar as contas, mas todos tortuosos: dobrar a base de assinantes pagos, entrar pesado na publicidade digital e descobrir formas mais eficientes de usar IA. E a mais complexa delas: para empatar, a OpenAI teria de convencer 44% da população mundial a pagar por seus serviços até 2030, número que nenhuma rede social ou app alcançou até hoje. Se parece absurdo, lembra um pouco o caso do Banco Master: uma montanha de promessas e um buraco ainda maior.

Uma startup brasileira criou uma IA capaz de identificar indícios iniciais de câncer de intestino usando apenas um exame de sangue. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a CTO da Huna Daniella Castro explicou que a pesquisa da Huna começou pelo câncer de mama e avançou para o de intestino –ambos alguns dos mais comuns no Brasil. Daniela ressalta que o desafio para o desenvolvimento da IA da Huna vai além da tecnologia: acessar dados de qualidade é fragmentado e contar com informações interoperáveis. Ela menciona estes pontos, porque o segredo da Huna é justamente o método criado para ensinar seu modelo de IA a encontrar sinais de câncer: primeiro, a equipe analisou resultados de colonoscopias e dividiu os pacientes em dois grupos (pessoas sem rastros de câncer e pessoas com lesões precursoras ou com tumor já instalado); depois, usou a IA para comparar os hemogramas desses dois grupos e identificar padrões de alteração que antecedem o câncer. A executiva explica que a mesma abordagem pode ser usada para rastrear outras doenças complexas, como diabetes e falência renal, um campo enorme que a IA ainda está começando a explorar.

A vida da Nvidia não está nada fácil. Primeiro, foi proibida pelos EUA de vender chips para a China. Liberada, viu a China levantar barreiras. Agora, a empresa enfrenta fogo amigo dentro de casa: o Google entrou oficialmente no mercado de chips de inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o cenário aponta para uma reviravolta inevitável: o domínio absoluto da Nvidia está sob ameaça.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A OpenAI está no meio de uma ciranda bilionária para continuar existindo. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam os números que dimensionam a situação complexa da empresa que é a sensação da inteligência artificial. Segundo estudo do time de tecnologia e semicondutores do HSBC, a dona do ChatGPT ficará sem lucro até 2030 e precisará de US$ 207 bilhões para bancar infraestrutura, data centers, energia, água, profissionais e compromissos assumidos com big techs como Microsoft e Amazon. A receita até cresce, mas isso não significa lucro –principalmente quando cada novo modelo custa ainda mais que os anteriores. O Sora 2, por exemplo, só aumentou o tamanho do rombo. Para o HSBC, há caminhos para a empresa fechar as contas, mas todos tortuosos: dobrar a base de assinantes pagos, entrar pesado na publicidade digital e descobrir formas mais eficientes de usar IA. E a mais complexa delas: para empatar, a OpenAI teria de convencer 44% da população mundial a pagar por seus serviços até 2030, número que nenhuma rede social ou app alcançou até hoje. Se parece absurdo, lembra um pouco o caso do Banco Master: uma montanha de promessas e um buraco ainda maior.</p>
<p>Uma startup brasileira criou uma IA capaz de identificar indícios iniciais de câncer de intestino usando apenas um exame de sangue. Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a CTO da Huna Daniella Castro explicou que a pesquisa da Huna começou pelo câncer de mama e avançou para o de intestino –ambos alguns dos mais comuns no Brasil. Daniela ressalta que o desafio para o desenvolvimento da IA da Huna vai além da tecnologia: acessar dados de qualidade é fragmentado e contar com informações interoperáveis. Ela menciona estes pontos, porque o segredo da Huna é justamente o método criado para ensinar seu modelo de IA a encontrar sinais de câncer: primeiro, a equipe analisou resultados de colonoscopias e dividiu os pacientes em dois grupos (pessoas sem rastros de câncer e pessoas com lesões precursoras ou com tumor já instalado); depois, usou a IA para comparar os hemogramas desses dois grupos e identificar padrões de alteração que antecedem o câncer. A executiva explica que a mesma abordagem pode ser usada para rastrear outras doenças complexas, como diabetes e falência renal, um campo enorme que a IA ainda está começando a explorar.</p>
<p>A vida da Nvidia não está nada fácil. Primeiro, foi proibida pelos EUA de vender chips para a China. Liberada, viu a China levantar barreiras. Agora, a empresa enfrenta fogo amigo dentro de casa: o Google entrou oficialmente no mercado de chips de inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o cenário aponta para uma reviravolta inevitável: o domínio absoluto da Nvidia está sob ameaça. </p>
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      <title>O ‘novo momento DeepSeek’ e o dilema da IA: quem paga para robô ser treinado no Brasil?</title>
      <description>Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo do Reglab, foi taxativo: o Brasil caminha para ser o mais restritivo do mundo no treinamento de inteligência artificial, o que afetará o PIB do país. Segundo levantamento do think tank especializado em políticas públicas em tecnologia, o país pode perder R$ 21 bilhões se aprovar uma legislação que impeça IAs generativas de serem treinadas com obras protegidas por direitos autorais. O mesmo vale para inferências. Mas existem três caminhos, diz Ramos: liberar amplamente o uso do que está aberto na internet; criar um regime intermediário, com possibilidade de fazer pedidos de retirada de obras; adotar uma linha mais dura, em que nada é usado sem pagamento. Só que a internet é global, e as leis, nacionais, diz. Se o Brasil aprovar uma proposta mais restritiva, empresas podem simplesmente levar seus data centers para outros lugares. Ramos não esconde que a liberação de informações protegidas para treinar IA é algo que beneficia as big tech norte-americanas, como Google e Meta, mas diz que a disputa, no fim das contas, é entre grandes conglomerados empresariais: quem treina modelos de IA versus quem detém direitos autorais. E os produtores de conteúdo podem até se dar bem com a IA, já que, segundo a pesquisa Futuros Criativos, a nova tecnologia pode até reduzir os royalties das indústrias criativas, mas, por outro lado, tende a elevar sua produtividade.

Já Luca Schirru, advogado e consultor em direitos autorais, afirma que a regulação do uso de dados para o treinamento da IA depende de como, por quem e para quê eles estão sendo minerados. Há uma diferença entre a utilização de dados para pesquisas ou por instituições públicas e sem fins lucrativos e por grandes empresas de mercado, que geram lucro a partir desses dados ou oferecem obras que podem substituir o trabalho humano. Segundo ele, é possível combinar diferentes caminhos de remuneração pelo uso de dados e conteúdos criativos por grandes empresas, como autorizar certas formas de treinamento e, ao mesmo tempo, cobrar o pagamento apenas das big techs que lucram com a IA generativa. Startups, modelos abertos e projetos de pesquisa poderiam se beneficiar de modelos mais flexíveis. Schirru ressalta que ferramentas como a ProRata.AI já apontam para a possibilidade de identificar quais obras entraram no treinamento, criando uma base para modelos de remuneração mais transparentes. Para equilibrar os interesses, ele sugere mecanismos que vão além do licenciamento tradicional: taxas sobre receita, fundos para autores e veículos de imprensa, ou investimentos em capacitação. O objetivo é garantir sustentabilidade para quem cria, sem travar a inovação.

Do nada, a China lançou um app que ultrapassou o Gemini, o ChatGPT e até o DeepSeek em número de acessos. Em uma semana, o Qwen bateu 10 milhões de downloads. Ele é do Alibaba, que os brasileiros conhecem pelo AliExpress, mas que também tem uma das maiores infraestruturas de computação em nuvem do mundo. O Qwen começou como um modelo de IA aberto, usado por empresas que preferem aproveitar uma base em vez de gastar tempo e dinheiro na fase de pré-treinamento da IA. Agora virou chatbot e, com o app, o Alibaba decidiu se apresentar ao consumidor global como uma companhia AI first, no melhor estilo Google. E tem mais: a empresa também lançou o Quark, um assistente pessoal de IA combinado com navegador. A mensagem é clara: o Alibaba não quer só disputar mercado, mas tomar a liderança na corrida tecnológica.  </description>
      <pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo do Reglab, foi taxativo: o Brasil caminha para ser o mais restritivo do mundo no treinamento de inteligência artificial, o que afetará o PIB do país. Segundo levantamento do think tank especializado em políticas públicas em tecnologia, o país pode perder R$ 21 bilhões se aprovar uma legislação que impeça IAs generativas de serem treinadas com obras protegidas por direitos autorais. O mesmo vale para inferências. Mas existem três caminhos, diz Ramos: liberar amplamente o uso do que está aberto na internet; criar um regime intermediário, com possibilidade de fazer pedidos de retirada de obras; adotar uma linha mais dura, em que nada é usado sem pagamento. Só que a internet é global, e as leis, nacionais, diz. Se o Brasil aprovar uma proposta mais restritiva, empresas podem simplesmente levar seus data centers para outros lugares. Ramos não esconde que a liberação de informações protegidas para treinar IA é algo que beneficia as big tech norte-americanas, como Google e Meta, mas diz que a disputa, no fim das contas, é entre grandes conglomerados empresariais: quem treina modelos de IA versus quem detém direitos autorais. E os produtores de conteúdo podem até se dar bem com a IA, já que, segundo a pesquisa Futuros Criativos, a nova tecnologia pode até reduzir os royalties das indústrias criativas, mas, por outro lado, tende a elevar sua produtividade.

Já Luca Schirru, advogado e consultor em direitos autorais, afirma que a regulação do uso de dados para o treinamento da IA depende de como, por quem e para quê eles estão sendo minerados. Há uma diferença entre a utilização de dados para pesquisas ou por instituições públicas e sem fins lucrativos e por grandes empresas de mercado, que geram lucro a partir desses dados ou oferecem obras que podem substituir o trabalho humano. Segundo ele, é possível combinar diferentes caminhos de remuneração pelo uso de dados e conteúdos criativos por grandes empresas, como autorizar certas formas de treinamento e, ao mesmo tempo, cobrar o pagamento apenas das big techs que lucram com a IA generativa. Startups, modelos abertos e projetos de pesquisa poderiam se beneficiar de modelos mais flexíveis. Schirru ressalta que ferramentas como a ProRata.AI já apontam para a possibilidade de identificar quais obras entraram no treinamento, criando uma base para modelos de remuneração mais transparentes. Para equilibrar os interesses, ele sugere mecanismos que vão além do licenciamento tradicional: taxas sobre receita, fundos para autores e veículos de imprensa, ou investimentos em capacitação. O objetivo é garantir sustentabilidade para quem cria, sem travar a inovação.

Do nada, a China lançou um app que ultrapassou o Gemini, o ChatGPT e até o DeepSeek em número de acessos. Em uma semana, o Qwen bateu 10 milhões de downloads. Ele é do Alibaba, que os brasileiros conhecem pelo AliExpress, mas que também tem uma das maiores infraestruturas de computação em nuvem do mundo. O Qwen começou como um modelo de IA aberto, usado por empresas que preferem aproveitar uma base em vez de gastar tempo e dinheiro na fase de pré-treinamento da IA. Agora virou chatbot e, com o app, o Alibaba decidiu se apresentar ao consumidor global como uma companhia AI first, no melhor estilo Google. E tem mais: a empresa também lançou o Quark, um assistente pessoal de IA combinado com navegador. A mensagem é clara: o Alibaba não quer só disputar mercado, mas tomar a liderança na corrida tecnológica.  </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo do Reglab, foi taxativo: o Brasil caminha para ser o mais restritivo do mundo no treinamento de inteligência artificial, o que afetará o PIB do país. Segundo levantamento do think tank especializado em políticas públicas em tecnologia, o país pode perder R$ 21 bilhões se aprovar uma legislação que impeça IAs generativas de serem treinadas com obras protegidas por direitos autorais. O mesmo vale para inferências. Mas existem três caminhos, diz Ramos: liberar amplamente o uso do que está aberto na internet; criar um regime intermediário, com possibilidade de fazer pedidos de retirada de obras; adotar uma linha mais dura, em que nada é usado sem pagamento. Só que a internet é global, e as leis, nacionais, diz. Se o Brasil aprovar uma proposta mais restritiva, empresas podem simplesmente levar seus data centers para outros lugares. Ramos não esconde que a liberação de informações protegidas para treinar IA é algo que beneficia as big tech norte-americanas, como Google e Meta, mas diz que a disputa, no fim das contas, é entre grandes conglomerados empresariais: quem treina modelos de IA versus quem detém direitos autorais. E os produtores de conteúdo podem até se dar bem com a IA, já que, segundo a pesquisa Futuros Criativos, a nova tecnologia pode até reduzir os royalties das indústrias criativas, mas, por outro lado, tende a elevar sua produtividade.</p>
<p>Já Luca Schirru, advogado e consultor em direitos autorais, afirma que a regulação do uso de dados para o treinamento da IA depende de como, por quem e para quê eles estão sendo minerados. Há uma diferença entre a utilização de dados para pesquisas ou por instituições públicas e sem fins lucrativos e por grandes empresas de mercado, que geram lucro a partir desses dados ou oferecem obras que podem substituir o trabalho humano. Segundo ele, é possível combinar diferentes caminhos de remuneração pelo uso de dados e conteúdos criativos por grandes empresas, como autorizar certas formas de treinamento e, ao mesmo tempo, cobrar o pagamento apenas das big techs que lucram com a IA generativa. Startups, modelos abertos e projetos de pesquisa poderiam se beneficiar de modelos mais flexíveis. Schirru ressalta que ferramentas como a ProRata.AI já apontam para a possibilidade de identificar quais obras entraram no treinamento, criando uma base para modelos de remuneração mais transparentes. Para equilibrar os interesses, ele sugere mecanismos que vão além do licenciamento tradicional: taxas sobre receita, fundos para autores e veículos de imprensa, ou investimentos em capacitação. O objetivo é garantir sustentabilidade para quem cria, sem travar a inovação.</p>
<p>Do nada, a China lançou um app que ultrapassou o Gemini, o ChatGPT e até o DeepSeek em número de acessos. Em uma semana, o Qwen bateu 10 milhões de downloads. Ele é do Alibaba, que os brasileiros conhecem pelo AliExpress, mas que também tem uma das maiores infraestruturas de computação em nuvem do mundo. O Qwen começou como um modelo de IA aberto, usado por empresas que preferem aproveitar uma base em vez de gastar tempo e dinheiro na fase de pré-treinamento da IA. Agora virou chatbot e, com o app, o Alibaba decidiu se apresentar ao consumidor global como uma companhia AI first, no melhor estilo Google. E tem mais: a empresa também lançou o Quark, um assistente pessoal de IA combinado com navegador. A mensagem é clara: o Alibaba não quer só disputar mercado, mas tomar a liderança na corrida tecnológica.  </p>]]>
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      <title>Giselle Beiguelman discute: arte com IA é arte? ‘Censura algorítmica’ e obsolescência desprogramada</title>
      <description>Em entrevista a Deu Tilt, a artista visual, professora universitária e pesquisadora Giselle Beiguelman desmonta a ideia de que existe “arte criada pela máquina”. Para ela, o que chamamos de arte com IA é sempre arte com tecnologia, feita com a máquina, e não por ela. A grande novidade, inédita na história da arte, é que a tecnologia agora toma decisões durante o processo criativo. Nenhum artista controla 100% seus instrumentos, mas a IA interfere nos rumos da criação. Quando alguém pergunta se arte com IA “é arte”, Giselle responde olhando para o processo. O prompt não é só descrição; é uma experiência que tensiona os meios de produção. A IA muda o campo artístico ao mesmo tempo em que amplia e ameaça. Copiar ficou fácil, criar continua difícil. No lugar do desvio de padrão, que sempre foi motor da arte, o risco é ficarmos presos numa jaula cibernética onde tudo é retroalimentado pelos mesmos arquivos hegemônicos. Arquivos inexistentes podem ser apontados, mas referências que fogem do padrão podem desaparecer. O repertório coletivo corre o risco de se diluir. Para Giselle, o debate gira em torno da democratização do acesso à arte, mas também em torno de quem controla os meios para criar –afinal, os melhores recursos já são pagos. A cultura do padrão reforça repertórios hegemônicos, e os maiores problemas da IA continuam sendo humanos: a reprodução de nossos vieses e modelos culturais.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Em entrevista a Deu Tilt, a artista visual, professora universitária e pesquisadora Giselle Beiguelman desmonta a ideia de que existe “arte criada pela máquina”. Para ela, o que chamamos de arte com IA é sempre arte com tecnologia, feita com a máquina, e não por ela. A grande novidade, inédita na história da arte, é que a tecnologia agora toma decisões durante o processo criativo. Nenhum artista controla 100% seus instrumentos, mas a IA interfere nos rumos da criação. Quando alguém pergunta se arte com IA “é arte”, Giselle responde olhando para o processo. O prompt não é só descrição; é uma experiência que tensiona os meios de produção. A IA muda o campo artístico ao mesmo tempo em que amplia e ameaça. Copiar ficou fácil, criar continua difícil. No lugar do desvio de padrão, que sempre foi motor da arte, o risco é ficarmos presos numa jaula cibernética onde tudo é retroalimentado pelos mesmos arquivos hegemônicos. Arquivos inexistentes podem ser apontados, mas referências que fogem do padrão podem desaparecer. O repertório coletivo corre o risco de se diluir. Para Giselle, o debate gira em torno da democratização do acesso à arte, mas também em torno de quem controla os meios para criar –afinal, os melhores recursos já são pagos. A cultura do padrão reforça repertórios hegemônicos, e os maiores problemas da IA continuam sendo humanos: a reprodução de nossos vieses e modelos culturais.</itunes:summary>
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      <title>Veo 3 x Sora 2; IA derruba a produtividade; Grokipedia, a Wikipédia do Musk; As startups da fé</title>
      <description>Veo 3 ou Sora 2? Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, colocou frente a frente as duas ferramentas que estão puxando a nova onda de vídeos hiper-realistas feitos por IA. Aposta do Google, o Veo 3 funciona integrado ao Gemini: você escreve um prompt e recebe um vídeo de até 8 segundos. Já o Sora 2, da OpenAI, parece um rival da Meta: cria vídeos de 10 segundos em uma rede social disponível só nos Estados Unidos e para convidados. O desafio é simples: submeter pedidos diretos, do jeito que as pessoas fariam, sem engenharia de prompt ou detalhes técnicos e ver qual plataforma vai melhor. Além do embate, há uma discussão sobre os riscos dos vídeos realistas. O uso indevido da imagem de figuras públicas em situações vexatórias, ofensivas ou completamente contrárias à sua história já provocou saias justas. O Sora 2 foi usado para criar vídeos racistas de Martin Luther King, removidos só depois de pedidos formais da família. O mesmo ocorreu com o ator Bryan Cranston, o Walter White de “Breaking Bad”. Tudo isso levanta uma pergunta que ninguém na indústria parece disposto a responder: por que a plataforma não pede autorização prévia para usar a imagem dessas pessoas?

A IA prometeu tudo em relação ao aumento da produtividade no trabalho, mas a entrega ainda está longe das expectativas. Na corrida para não ficar para trás, muita empresa adota IA movida por FOMO (medo de ficar por fora, na sigla em inglês), não por estratégia. O resultado aparece nos números: 95% dos projetos que adotaram a IA com o objetivo de aumentar a produtividade não trazem o retorno esperado. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a IA tem matado a produtividade do trabalho, diferente do que se esperava. Um estudo do Stanford Media Lab mostra que o problema tem nome: “work slop”. Sabe quando a pessoa delega para a IA algo que ela mesma deveria fazer, mas a IA entrega um trabalho incompleto, cheio de erros e que precisa ser revisado por outra pessoa? Pois é: “work slop”. Isso derruba a produtividade de equipes inteiras, do gerentes aos subordinados. E os efeitos financeiros são claros: funcionários gastam, em média, duas horas para refazer tarefas mal feitas pela IA. Os custos invisíveis podem chegar a US$ 9 milhões por ano, segundo estimativas de pesquisadores. E aí está o desafio central: como extrair o melhor da IA e dos humanos, sem que um atrapalhe o outro?

A birra de Elon Musk com a Wikipedia, apelidada por ele de ‘wokepedia’, levou o magnata a criar sua própria enciclopédia: a Grokipedia. Deu Tilt conta qual a diferença entre as duas: do número de artigos (Wikipédia tem mais de 7 milhões, a Grokipedia tem cerca de 800 mil verbetes, todos produzidos pela própria IA) à produção (na Wikipedia, os textos são escritos e revisados de forma colaborativa por uma comunidade enorme de voluntários, e na Grokipedia não há transparência sobre as fontes). Se Musk queria evitar viés e politização, o resultado foi outro: no verbete sobre o “Black Lives Matter”, por exemplo, o Grok acusa o movimento de defender o fim da família nuclear, o que elevaria a criminalidade nas comunidades negras. A própria organização, em seu site, diz defender diferentes modelos de família, não o fim da estrutura familiar. Há outros problemas na Grokipedia, como fontes majoritariamente dos Estados Unidos,verbetes com vieses racistas, transfóbicos e com teorias conspiratórias. Diante disso, ficam as perguntas: o que pensaria Diderot, um dos criadores da enciclopédia moderna, ao se deparar com a Grokipedia? E mais: por que Musk resolveu investir numa enciclopédia? E outra: se hoje a Wikipedia é fonte crucial para IAs, o que acontece se esses modelos passarem a ser alimentados pelo Grok no futuro?</description>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Veo 3 ou Sora 2? Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, colocou frente a frente as duas ferramentas que estão puxando a nova onda de vídeos hiper-realistas feitos por IA. Aposta do Google, o Veo 3 funciona integrado ao Gemini: você escreve um prompt e recebe um vídeo de até 8 segundos. Já o Sora 2, da OpenAI, parece um rival da Meta: cria vídeos de 10 segundos em uma rede social disponível só nos Estados Unidos e para convidados. O desafio é simples: submeter pedidos diretos, do jeito que as pessoas fariam, sem engenharia de prompt ou detalhes técnicos e ver qual plataforma vai melhor. Além do embate, há uma discussão sobre os riscos dos vídeos realistas. O uso indevido da imagem de figuras públicas em situações vexatórias, ofensivas ou completamente contrárias à sua história já provocou saias justas. O Sora 2 foi usado para criar vídeos racistas de Martin Luther King, removidos só depois de pedidos formais da família. O mesmo ocorreu com o ator Bryan Cranston, o Walter White de “Breaking Bad”. Tudo isso levanta uma pergunta que ninguém na indústria parece disposto a responder: por que a plataforma não pede autorização prévia para usar a imagem dessas pessoas?

A IA prometeu tudo em relação ao aumento da produtividade no trabalho, mas a entrega ainda está longe das expectativas. Na corrida para não ficar para trás, muita empresa adota IA movida por FOMO (medo de ficar por fora, na sigla em inglês), não por estratégia. O resultado aparece nos números: 95% dos projetos que adotaram a IA com o objetivo de aumentar a produtividade não trazem o retorno esperado. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a IA tem matado a produtividade do trabalho, diferente do que se esperava. Um estudo do Stanford Media Lab mostra que o problema tem nome: “work slop”. Sabe quando a pessoa delega para a IA algo que ela mesma deveria fazer, mas a IA entrega um trabalho incompleto, cheio de erros e que precisa ser revisado por outra pessoa? Pois é: “work slop”. Isso derruba a produtividade de equipes inteiras, do gerentes aos subordinados. E os efeitos financeiros são claros: funcionários gastam, em média, duas horas para refazer tarefas mal feitas pela IA. Os custos invisíveis podem chegar a US$ 9 milhões por ano, segundo estimativas de pesquisadores. E aí está o desafio central: como extrair o melhor da IA e dos humanos, sem que um atrapalhe o outro?

A birra de Elon Musk com a Wikipedia, apelidada por ele de ‘wokepedia’, levou o magnata a criar sua própria enciclopédia: a Grokipedia. Deu Tilt conta qual a diferença entre as duas: do número de artigos (Wikipédia tem mais de 7 milhões, a Grokipedia tem cerca de 800 mil verbetes, todos produzidos pela própria IA) à produção (na Wikipedia, os textos são escritos e revisados de forma colaborativa por uma comunidade enorme de voluntários, e na Grokipedia não há transparência sobre as fontes). Se Musk queria evitar viés e politização, o resultado foi outro: no verbete sobre o “Black Lives Matter”, por exemplo, o Grok acusa o movimento de defender o fim da família nuclear, o que elevaria a criminalidade nas comunidades negras. A própria organização, em seu site, diz defender diferentes modelos de família, não o fim da estrutura familiar. Há outros problemas na Grokipedia, como fontes majoritariamente dos Estados Unidos,verbetes com vieses racistas, transfóbicos e com teorias conspiratórias. Diante disso, ficam as perguntas: o que pensaria Diderot, um dos criadores da enciclopédia moderna, ao se deparar com a Grokipedia? E mais: por que Musk resolveu investir numa enciclopédia? E outra: se hoje a Wikipedia é fonte crucial para IAs, o que acontece se esses modelos passarem a ser alimentados pelo Grok no futuro?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Veo 3 ou Sora 2? Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, colocou frente a frente as duas ferramentas que estão puxando a nova onda de vídeos hiper-realistas feitos por IA. Aposta do Google, o Veo 3 funciona integrado ao Gemini: você escreve um prompt e recebe um vídeo de até 8 segundos. Já o Sora 2, da OpenAI, parece um rival da Meta: cria vídeos de 10 segundos em uma rede social disponível só nos Estados Unidos e para convidados. O desafio é simples: submeter pedidos diretos, do jeito que as pessoas fariam, sem engenharia de prompt ou detalhes técnicos e ver qual plataforma vai melhor. Além do embate, há uma discussão sobre os riscos dos vídeos realistas. O uso indevido da imagem de figuras públicas em situações vexatórias, ofensivas ou completamente contrárias à sua história já provocou saias justas. O Sora 2 foi usado para criar vídeos racistas de Martin Luther King, removidos só depois de pedidos formais da família. O mesmo ocorreu com o ator Bryan Cranston, o Walter White de “Breaking Bad”. Tudo isso levanta uma pergunta que ninguém na indústria parece disposto a responder: por que a plataforma não pede autorização prévia para usar a imagem dessas pessoas?</p>
<p>A IA prometeu tudo em relação ao aumento da produtividade no trabalho, mas a entrega ainda está longe das expectativas. Na corrida para não ficar para trás, muita empresa adota IA movida por FOMO (medo de ficar por fora, na sigla em inglês), não por estratégia. O resultado aparece nos números: 95% dos projetos que adotaram a IA com o objetivo de aumentar a produtividade não trazem o retorno esperado. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a IA tem matado a produtividade do trabalho, diferente do que se esperava. Um estudo do Stanford Media Lab mostra que o problema tem nome: “work slop”. Sabe quando a pessoa delega para a IA algo que ela mesma deveria fazer, mas a IA entrega um trabalho incompleto, cheio de erros e que precisa ser revisado por outra pessoa? Pois é: “work slop”. Isso derruba a produtividade de equipes inteiras, do gerentes aos subordinados. E os efeitos financeiros são claros: funcionários gastam, em média, duas horas para refazer tarefas mal feitas pela IA. Os custos invisíveis podem chegar a US$ 9 milhões por ano, segundo estimativas de pesquisadores. E aí está o desafio central: como extrair o melhor da IA e dos humanos, sem que um atrapalhe o outro?</p>
<p>A birra de Elon Musk com a Wikipedia, apelidada por ele de ‘wokepedia’, levou o magnata a criar sua própria enciclopédia: a Grokipedia. Deu Tilt conta qual a diferença entre as duas: do número de artigos (Wikipédia tem mais de 7 milhões, a Grokipedia tem cerca de 800 mil verbetes, todos produzidos pela própria IA) à produção (na Wikipedia, os textos são escritos e revisados de forma colaborativa por uma comunidade enorme de voluntários, e na Grokipedia não há transparência sobre as fontes). Se Musk queria evitar viés e politização, o resultado foi outro: no verbete sobre o “Black Lives Matter”, por exemplo, o Grok acusa o movimento de defender o fim da família nuclear, o que elevaria a criminalidade nas comunidades negras. A própria organização, em seu site, diz defender diferentes modelos de família, não o fim da estrutura familiar. Há outros problemas na Grokipedia, como fontes majoritariamente dos Estados Unidos,verbetes com vieses racistas, transfóbicos e com teorias conspiratórias. Diante disso, ficam as perguntas: o que pensaria Diderot, um dos criadores da enciclopédia moderna, ao se deparar com a Grokipedia? E mais: por que Musk resolveu investir numa enciclopédia? E outra: se hoje a Wikipedia é fonte crucial para IAs, o que acontece se esses modelos passarem a ser alimentados pelo Grok no futuro?</p>]]>
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      <title>Novo podcast "Estrelas da Capa: As Histórias da Playboy" | Teaser</title>
      <description>A Playboy brasileira esteve no centro de debates sobre fama, desejo, moral, mercado editorial e transformação social. Em “Estrelas da Capa: As Histórias da Playboy”, os jornalistas Adriana Negreiros e Juca Kfouri resgatam memórias dos cinquenta anos desde que a revista foi lançada para entender o que ela dizia – e ainda diz –  sobre o Brasil. A série mergulha nos bastidores da redação, nas negociações com as modelos de capa, no jornalismo ousado e nos códigos culturais que moldaram a publicação. Com depoimentos inéditos de editores e produtores, fotógrafos renomados como J.R. Duran e Bob Wolfenson, e entrevistas com as próprias estrelas — como Adriane Galisteu, Maitê Proença e Claudia Raia —, a série reconstrói a trajetória da revista e dá a resposta à questão acerca de como a Playboy, mesmo tendo sido encerrada em 2017, continua a moldar o imaginário brasileiro no que diz respeito à fama, desejo, poder e mídia.

Estreia dia 24 de novembro no Spotify e em todas as plataformas do UOL.</description>
      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 21:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Atlas x Comet; Uber faz motorista treinar IA; O segredo de Veo3 e Sora2; Pegadinhas de IA</title>
      <description>Atlas ou Comet? Quem vence a batalha dos novos navegadores de IA? O Atlas, da OpenAI, é basicamente um navegador turbinado com recursos de inteligência artificial, uma estratégia da dona do ChatGPT para bater de frente com o Google Chrome, que domina mais de 70% do mercado. Já o Comet é uma aposta menor, mas ousada da Perplexity –a companhia chegou a fazer proposta de compra pelo Chrome. Para descobrir qual dos dois browsers se saem melhor, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz colocaram um contra o outro nessa batalha pelo futuro da internet no novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas.

A Uber criou uma nova modalidade de trabalho: e, se em vez de apenas dirigir, os motoristas também treinassem inteligências artificiais? Enquanto estão parados, eles fariam microtarefas, pequenos trabalhos para ensinar robôs sobre o nosso mundo. Ainda é um teste e só funciona em alguns países. Mas o argumento é sedutor: oferecer renda extra. Na prática, o objetivo é para lá de estratégico: a Uber está de olho no promissor mercado de rotulagem de dados para treinar modelos de IA. O negócio já existe, tanto que a plataforma mais popular é o Mechanical Turk, da Amazon e o termo “microtarefa” é de 2008. Hoje, porém, diversas pessoas dependem exclusivamente dessas plataformas. As tarefas variam: rotular mensagens, tirar fotos de situações específicas, descrever imagens, gravar algumas palavras. Como o pagamento é baixo, os trabalhadores passam horas diante da tela, da mesma forma que os profissionais da Uber passam horas dirigindo. Em que momento, os motoristas encontrarão tempo para as microtarefas?

O que não nos contam sobre Veo3, do Google, e Sora2, da OpenAI, as mais avançadas IAs de vídeo? Ficamos hipnotizados pela qualidade do resultado dos vídeos gerados por essas ferramentas, mas não sabemos que a IA está, na verdade, aprendendo sobre o nosso mundo. Vamos do começo: a IA possui uma grande grande limitação. Veja os chatbots: seus modelos de linguagem aprenderam a conversar a partir de textos, mas nunca experimentaram nada no mundo do que é descrito apenas em palavras. Para criar vídeos, essa falha ficaria evidente. Mas os desenvolvedores criaram uma alternativa: uma espécie de visão de máquina, permitindo que a IA “leia” o mundo. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre como estamos ensinando, sem querer, Veo3 e Sora2 a aprender como nosso mundo funciona: leis da física, comportamento das coisas, propriedades dos materiais. O que vai surgir da junção entre modelos de linguagem e IAs que experimentam o mundo ainda é imprevisível. Talvez robôs que agem sozinhos?

Encanadores bombadões, faxineiras gatas ou mendigos aparecem em casa. O susto de quem deixou uma criança sozinha ou de um marido ou esposa ciumentos é imediato. A inteligência artificial elevou o nível das pegadinhas na internet, com vídeos hiperrealistas que deixariam o saudoso Ivo Holanda no chinelo. Era para ser só uma trolagem envolvendo traição ou invasão de domicílio. Mas têm provocado impacto concreto à medida que a polícia tem sido acionada para resolver chamados. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como as pegadinhas com IA miraram nas gracinhas de casal, mas acertaram na discussão sobre a morte do “ver para crer”. Talvez antes mesmo de qualquer futuro distópico em que máquinas dominam seres humanos, vamos encarar outro colapso: e se a IA nos impedir de compreender o que é a realidade?</description>
      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Atlas ou Comet? Quem vence a batalha dos novos navegadores de IA? O Atlas, da OpenAI, é basicamente um navegador turbinado com recursos de inteligência artificial, uma estratégia da dona do ChatGPT para bater de frente com o Google Chrome, que domina mais de 70% do mercado. Já o Comet é uma aposta menor, mas ousada da Perplexity –a companhia chegou a fazer proposta de compra pelo Chrome. Para descobrir qual dos dois browsers se saem melhor, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz colocaram um contra o outro nessa batalha pelo futuro da internet no novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas.

A Uber criou uma nova modalidade de trabalho: e, se em vez de apenas dirigir, os motoristas também treinassem inteligências artificiais? Enquanto estão parados, eles fariam microtarefas, pequenos trabalhos para ensinar robôs sobre o nosso mundo. Ainda é um teste e só funciona em alguns países. Mas o argumento é sedutor: oferecer renda extra. Na prática, o objetivo é para lá de estratégico: a Uber está de olho no promissor mercado de rotulagem de dados para treinar modelos de IA. O negócio já existe, tanto que a plataforma mais popular é o Mechanical Turk, da Amazon e o termo “microtarefa” é de 2008. Hoje, porém, diversas pessoas dependem exclusivamente dessas plataformas. As tarefas variam: rotular mensagens, tirar fotos de situações específicas, descrever imagens, gravar algumas palavras. Como o pagamento é baixo, os trabalhadores passam horas diante da tela, da mesma forma que os profissionais da Uber passam horas dirigindo. Em que momento, os motoristas encontrarão tempo para as microtarefas?

O que não nos contam sobre Veo3, do Google, e Sora2, da OpenAI, as mais avançadas IAs de vídeo? Ficamos hipnotizados pela qualidade do resultado dos vídeos gerados por essas ferramentas, mas não sabemos que a IA está, na verdade, aprendendo sobre o nosso mundo. Vamos do começo: a IA possui uma grande grande limitação. Veja os chatbots: seus modelos de linguagem aprenderam a conversar a partir de textos, mas nunca experimentaram nada no mundo do que é descrito apenas em palavras. Para criar vídeos, essa falha ficaria evidente. Mas os desenvolvedores criaram uma alternativa: uma espécie de visão de máquina, permitindo que a IA “leia” o mundo. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre como estamos ensinando, sem querer, Veo3 e Sora2 a aprender como nosso mundo funciona: leis da física, comportamento das coisas, propriedades dos materiais. O que vai surgir da junção entre modelos de linguagem e IAs que experimentam o mundo ainda é imprevisível. Talvez robôs que agem sozinhos?

Encanadores bombadões, faxineiras gatas ou mendigos aparecem em casa. O susto de quem deixou uma criança sozinha ou de um marido ou esposa ciumentos é imediato. A inteligência artificial elevou o nível das pegadinhas na internet, com vídeos hiperrealistas que deixariam o saudoso Ivo Holanda no chinelo. Era para ser só uma trolagem envolvendo traição ou invasão de domicílio. Mas têm provocado impacto concreto à medida que a polícia tem sido acionada para resolver chamados. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como as pegadinhas com IA miraram nas gracinhas de casal, mas acertaram na discussão sobre a morte do “ver para crer”. Talvez antes mesmo de qualquer futuro distópico em que máquinas dominam seres humanos, vamos encarar outro colapso: e se a IA nos impedir de compreender o que é a realidade?</itunes:summary>
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<p>Atlas ou Comet? Quem vence a batalha dos novos navegadores de IA? O Atlas, da OpenAI, é basicamente um navegador turbinado com recursos de inteligência artificial, uma estratégia da dona do ChatGPT para bater de frente com o Google Chrome, que domina mais de 70% do mercado. Já o Comet é uma aposta menor, mas ousada da Perplexity –a companhia chegou a fazer proposta de compra pelo Chrome. Para descobrir qual dos dois browsers se saem melhor, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz colocaram um contra o outro nessa batalha pelo futuro da internet no novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas.</p>
<p>A Uber criou uma nova modalidade de trabalho: e, se em vez de apenas dirigir, os motoristas também treinassem inteligências artificiais? Enquanto estão parados, eles fariam microtarefas, pequenos trabalhos para ensinar robôs sobre o nosso mundo. Ainda é um teste e só funciona em alguns países. Mas o argumento é sedutor: oferecer renda extra. Na prática, o objetivo é para lá de estratégico: a Uber está de olho no promissor mercado de rotulagem de dados para treinar modelos de IA. O negócio já existe, tanto que a plataforma mais popular é o Mechanical Turk, da Amazon e o termo “microtarefa” é de 2008. Hoje, porém, diversas pessoas dependem exclusivamente dessas plataformas. As tarefas variam: rotular mensagens, tirar fotos de situações específicas, descrever imagens, gravar algumas palavras. Como o pagamento é baixo, os trabalhadores passam horas diante da tela, da mesma forma que os profissionais da Uber passam horas dirigindo. Em que momento, os motoristas encontrarão tempo para as microtarefas?</p>
<p>O que não nos contam sobre Veo3, do Google, e Sora2, da OpenAI, as mais avançadas IAs de vídeo? Ficamos hipnotizados pela qualidade do resultado dos vídeos gerados por essas ferramentas, mas não sabemos que a IA está, na verdade, aprendendo sobre o nosso mundo. Vamos do começo: a IA possui uma grande grande limitação. Veja os chatbots: seus modelos de linguagem aprenderam a conversar a partir de textos, mas nunca experimentaram nada no mundo do que é descrito apenas em palavras. Para criar vídeos, essa falha ficaria evidente. Mas os desenvolvedores criaram uma alternativa: uma espécie de visão de máquina, permitindo que a IA “leia” o mundo. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre como estamos ensinando, sem querer, Veo3 e Sora2 a aprender como nosso mundo funciona: leis da física, comportamento das coisas, propriedades dos materiais. O que vai surgir da junção entre modelos de linguagem e IAs que experimentam o mundo ainda é imprevisível. Talvez robôs que agem sozinhos?</p>
<p>Encanadores bombadões, faxineiras gatas ou mendigos aparecem em casa. O susto de quem deixou uma criança sozinha ou de um marido ou esposa ciumentos é imediato. A inteligência artificial elevou o nível das pegadinhas na internet, com vídeos hiperrealistas que deixariam o saudoso Ivo Holanda no chinelo. Era para ser só uma trolagem envolvendo traição ou invasão de domicílio. Mas têm provocado impacto concreto à medida que a polícia tem sido acionada para resolver chamados. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como as pegadinhas com IA miraram nas gracinhas de casal, mas acertaram na discussão sobre a morte do “ver para crer”. Talvez antes mesmo de qualquer futuro distópico em que máquinas dominam seres humanos, vamos encarar outro colapso: e se a IA nos impedir de compreender o que é a realidade?</p>
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      <title> Gov.br: os bastidores do app que deixa NFL e WhatsApp para trás</title>
      <description>O gov.br já é o maior balcão digital do país e um dos maiores do mundo. São cerca de 5 mil serviços públicos disponíveis sem sair de casa: dá pra pedir aposentadoria, consultar o histórico de vacinação, assinar documentos e até fazer prova de vida com validade legal. É o que conta Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Tudo isso num sistema que hoje reúne 170 milhões de brasileiros cadastrados. Os picos de acesso impressionam ainda mais: 130 milhões de pessoas conectadas ao mesmo tempo para o Enem, a declaração de imposto de renda e a renegociação de dívidas. É mais do que a audiência do Super Bowl, o evento na TV mais assistido do planeta.

O gov.br já é a ferramenta que conecta os principais serviços federais, mas uma das prioridades é a integração com estados e municípios, diz Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, a Deu Tilt. Essa, porém, é a conexão na esfera pública. Levar o ⁠gov.br⁠ para o mundo dos bancos e outras instituições privadas não está descartada. Mascarenhas destacou também o Balcão gov.br, parceria com prefeituras e empresas públicas como os Correios para ajudar pessoas sem familiaridade digital a usar a plataforma. A ideia é fazer o governo digital chegar a todos. A integração fica ainda mais poderosa com a nova carteira de identidade, o “Novo RG”, conectada ao ⁠gov.br⁠ para permitir personalização e identificação mais precisa, além de abrir caminho para recursos como confirmação etária, um dos pilares do ECA Digital. Outro avanço vem da parceria com CPQD, MCTI e Finep, que vai usar inteligência artificial para melhorar os chatbots e o suporte aos cidadãos, inclusive com fala regionalizada. 

Muita gente pergunta: ‘se a Amazon cair, o gov.br cai junto?’ A resposta é ‘não’, diz o secretário de Governo Digital do MGI, Rogério Mascarenhas, em entrevista a Deu Tilt. Apesar de usar infraestrutura das big techs, o sistema é desenhado para ter diversidade de provedores e camadas de segurança. Isso garante que o serviço continue no ar mesmo em casos de falha. Essa estrutura é parte da ideia de soberania digital: manter as decisões e os dados sob controle do Estado, sem depender de uma única empresa. Os ciberataques são inevitáveis, diz Mascarenhas, sobretudo à medida que o país se digitaliza. Mas o investimento pesado em segurança da informação garante protocolos de resposta rápida. Outra dúvida é se o gov.br armazena dados sensíveis, como os da saúde ou da previdência. A resposta também é “não". Cada conjunto de informações fica nas bases de seus próprios órgãos e só são integradas ao portal para uso específico. O secretário não esconde que o portal é alvo de fraudes, mas ele alerta que elas têm origem em práticas que todo usuário pode mudar.

O secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, contou no Deu Tilt que a integração do ⁠gov.br⁠ com o setor privado deve acontecer aos poucos, de forma segura e com base nas regras da Lei Geral de Proteção de Dados. Ele explicou que o uso de informações públicas por empresas vai depender de financiamento, já que o Estado não vai custear serviços privados com dados dos cidadãos. Isso significa que, à medida que o gov.br abre novos canais para o mundo corporativo, novas estruturas de segurança e controle terão de ser criadas. E nada será feito sem o consentimento explícito do usuário, conforme determina a LGPD. Mascarenhas reforçou que a digitalização não é só sobre conveniência, mas também sobre eficiência. O impacto já pode ser visto na redução das filas de atendimento do INSS: hoje, 90% dos serviços estão disponíveis online, via o Meu INSS integrado ao ⁠gov.br⁠. A meta é levar essa agilidade também para outras áreas, como saúde, onde a digitalização pode ajudar a diminuir as filas do SUS. </description>
      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>O gov.br já é o maior balcão digital do país e um dos maiores do mundo. São cerca de 5 mil serviços públicos disponíveis sem sair de casa: dá pra pedir aposentadoria, consultar o histórico de vacinação, assinar documentos e até fazer prova de vida com validade legal. É o que conta Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Tudo isso num sistema que hoje reúne 170 milhões de brasileiros cadastrados. Os picos de acesso impressionam ainda mais: 130 milhões de pessoas conectadas ao mesmo tempo para o Enem, a declaração de imposto de renda e a renegociação de dívidas. É mais do que a audiência do Super Bowl, o evento na TV mais assistido do planeta.

O gov.br já é a ferramenta que conecta os principais serviços federais, mas uma das prioridades é a integração com estados e municípios, diz Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, a Deu Tilt. Essa, porém, é a conexão na esfera pública. Levar o ⁠gov.br⁠ para o mundo dos bancos e outras instituições privadas não está descartada. Mascarenhas destacou também o Balcão gov.br, parceria com prefeituras e empresas públicas como os Correios para ajudar pessoas sem familiaridade digital a usar a plataforma. A ideia é fazer o governo digital chegar a todos. A integração fica ainda mais poderosa com a nova carteira de identidade, o “Novo RG”, conectada ao ⁠gov.br⁠ para permitir personalização e identificação mais precisa, além de abrir caminho para recursos como confirmação etária, um dos pilares do ECA Digital. Outro avanço vem da parceria com CPQD, MCTI e Finep, que vai usar inteligência artificial para melhorar os chatbots e o suporte aos cidadãos, inclusive com fala regionalizada. 

Muita gente pergunta: ‘se a Amazon cair, o gov.br cai junto?’ A resposta é ‘não’, diz o secretário de Governo Digital do MGI, Rogério Mascarenhas, em entrevista a Deu Tilt. Apesar de usar infraestrutura das big techs, o sistema é desenhado para ter diversidade de provedores e camadas de segurança. Isso garante que o serviço continue no ar mesmo em casos de falha. Essa estrutura é parte da ideia de soberania digital: manter as decisões e os dados sob controle do Estado, sem depender de uma única empresa. Os ciberataques são inevitáveis, diz Mascarenhas, sobretudo à medida que o país se digitaliza. Mas o investimento pesado em segurança da informação garante protocolos de resposta rápida. Outra dúvida é se o gov.br armazena dados sensíveis, como os da saúde ou da previdência. A resposta também é “não". Cada conjunto de informações fica nas bases de seus próprios órgãos e só são integradas ao portal para uso específico. O secretário não esconde que o portal é alvo de fraudes, mas ele alerta que elas têm origem em práticas que todo usuário pode mudar.

O secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, contou no Deu Tilt que a integração do ⁠gov.br⁠ com o setor privado deve acontecer aos poucos, de forma segura e com base nas regras da Lei Geral de Proteção de Dados. Ele explicou que o uso de informações públicas por empresas vai depender de financiamento, já que o Estado não vai custear serviços privados com dados dos cidadãos. Isso significa que, à medida que o gov.br abre novos canais para o mundo corporativo, novas estruturas de segurança e controle terão de ser criadas. E nada será feito sem o consentimento explícito do usuário, conforme determina a LGPD. Mascarenhas reforçou que a digitalização não é só sobre conveniência, mas também sobre eficiência. O impacto já pode ser visto na redução das filas de atendimento do INSS: hoje, 90% dos serviços estão disponíveis online, via o Meu INSS integrado ao ⁠gov.br⁠. A meta é levar essa agilidade também para outras áreas, como saúde, onde a digitalização pode ajudar a diminuir as filas do SUS. </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O gov.br já é o maior balcão digital do país e um dos maiores do mundo. São cerca de 5 mil serviços públicos disponíveis sem sair de casa: dá pra pedir aposentadoria, consultar o histórico de vacinação, assinar documentos e até fazer prova de vida com validade legal. É o que conta Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Tudo isso num sistema que hoje reúne 170 milhões de brasileiros cadastrados. Os picos de acesso impressionam ainda mais: 130 milhões de pessoas conectadas ao mesmo tempo para o Enem, a declaração de imposto de renda e a renegociação de dívidas. É mais do que a audiência do Super Bowl, o evento na TV mais assistido do planeta.</p>
<p>O gov.br já é a ferramenta que conecta os principais serviços federais, mas uma das prioridades é a integração com estados e municípios, diz Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, a Deu Tilt. Essa, porém, é a conexão na esfera pública. Levar o ⁠gov.br⁠ para o mundo dos bancos e outras instituições privadas não está descartada. Mascarenhas destacou também o Balcão gov.br, parceria com prefeituras e empresas públicas como os Correios para ajudar pessoas sem familiaridade digital a usar a plataforma. A ideia é fazer o governo digital chegar a todos. A integração fica ainda mais poderosa com a nova carteira de identidade, o “Novo RG”, conectada ao ⁠gov.br⁠ para permitir personalização e identificação mais precisa, além de abrir caminho para recursos como confirmação etária, um dos pilares do ECA Digital. Outro avanço vem da parceria com CPQD, MCTI e Finep, que vai usar inteligência artificial para melhorar os chatbots e o suporte aos cidadãos, inclusive com fala regionalizada. </p>
<p>Muita gente pergunta: ‘se a Amazon cair, o gov.br cai junto?’ A resposta é ‘não’, diz o secretário de Governo Digital do MGI, Rogério Mascarenhas, em entrevista a Deu Tilt. Apesar de usar infraestrutura das big techs, o sistema é desenhado para ter diversidade de provedores e camadas de segurança. Isso garante que o serviço continue no ar mesmo em casos de falha. Essa estrutura é parte da ideia de soberania digital: manter as decisões e os dados sob controle do Estado, sem depender de uma única empresa. Os ciberataques são inevitáveis, diz Mascarenhas, sobretudo à medida que o país se digitaliza. Mas o investimento pesado em segurança da informação garante protocolos de resposta rápida. Outra dúvida é se o gov.br armazena dados sensíveis, como os da saúde ou da previdência. A resposta também é “não". Cada conjunto de informações fica nas bases de seus próprios órgãos e só são integradas ao portal para uso específico. O secretário não esconde que o portal é alvo de fraudes, mas ele alerta que elas têm origem em práticas que todo usuário pode mudar.</p>
<p>O secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, contou no Deu Tilt que a integração do ⁠gov.br⁠ com o setor privado deve acontecer aos poucos, de forma segura e com base nas regras da Lei Geral de Proteção de Dados. Ele explicou que o uso de informações públicas por empresas vai depender de financiamento, já que o Estado não vai custear serviços privados com dados dos cidadãos. Isso significa que, à medida que o gov.br abre novos canais para o mundo corporativo, novas estruturas de segurança e controle terão de ser criadas. E nada será feito sem o consentimento explícito do usuário, conforme determina a LGPD. Mascarenhas reforçou que a digitalização não é só sobre conveniência, mas também sobre eficiência. O impacto já pode ser visto na redução das filas de atendimento do INSS: hoje, 90% dos serviços estão disponíveis online, via o Meu INSS integrado ao ⁠gov.br⁠. A meta é levar essa agilidade também para outras áreas, como saúde, onde a digitalização pode ajudar a diminuir as filas do SUS. </p>]]>
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      <title>Idade certa para IA; China estuda na escola do Piauí; Lucrando com dados; China vem para guerra tech</title>
      <description>Se adultos tentam entender como a IA funciona, a molecada já está até namorando com ela. Afinal, tem idade certa para usar IA? Esse é o assunto do novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. Segundo uma pesquisa realizada nos EUA, 20% dos adolescentes já usaram a IA para relacionamentos românticos. E tem mais: um terço deles disse que usa a IA como companhia. No Brasil, o número também assusta: segundo o estudo TIC Kids, do NIC.br, 65% das pessoas de 9 a 17 anos já usam IA. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, os adeptos são 68%. E mais: até 4% das crianças de 9 a 10 anos usam a tecnologia para conversas emocionais. Longe de ser versões contemporâneas dos amigos imaginários, as plataformas são criadas para agradar, manipular e prender o usuário. O mundo tenta regulamentar o uso e o acesso das crianças à tecnologia: vários países discutem idades mínimas e proibições. 

A China decidiu começar cedo: implantou neste ano a nova política nacional de educação em inteligência artificial para crianças a partir dos 6 anos. O objetivo não é formar um exército de programadores mirins, mas cidadãos críticos, capazes de entender como e quando usar a tecnologia. O aprendizado acontece de forma gradual. Ao longo dos anos, os alunos são introduzidos aos conceitos de IA até que, no ensino médio, passam a criar seus próprios modelos para resolver problemas do dia a dia. No entanto, essa ideia já está em prática no Brasil. Desde 2024, o programa Piauí Inteligência Artificial leva IA para as escolas estaduais piauienses, com uma metodologia adaptada até para locais com baixo acesso à tecnologia. As aulas combinam computadores com a boa e velha lousa. O programa tem dois focos principais: ensinar a pensar com IA, ou como interagir de forma crítica com as ferramentas, e pensar sobre IA, permitindo uma reflexão sobre as implicações éticas do uso da tecnologia.

Quem está ganhando dinheiro com seus dados? Todo mundo. Menos você. Mas uma startup chamada Drumwave, criada por um brasileiro que vive no Vale do Silício, promete mudar esse jogo. A ideia é simples e audaciosa: permitir que usuários ganhem dinheiro com os próprios dados, gerados a partir das interações com redes sociais, aplicativos e lojas de e-commerce. Só que aqui, o “dado” vai muito além do e-mail ou do CPF. A Drumwave quer transformar todas as suas informações em algo que tenha valor real. A proposta se apoia na LGPD, que já garante o direito de o usuário solicitar às plataformas o acesso aos próprios dados. A diferença é que, agora, isso pode virar um modelo de negócio. E não qualquer modelo, mas um que levanta questões éticas, econômicas e tecnológicas ainda sem respostas.

A relação entre China e Estados Unidos na área da tecnologia está cada vez mais tensa. Quando os EUA aumentaram tarifas, a China respondeu fechando a torneira da exportação das terras raras e, de quebra, também da tecnologia usada no processamento. Resultado: um xeque-mate que deixou o mundo inteiro em alerta e fez até Trump ameaçar novas tarifas. Agora, a China mexe também suas peças no tabuleiro corporativo. A Wingtech, empresa chinesa que comprou um braço da Philips e rebatizou como Nexperia, entrou no radar dos EUA. Washington proibiu a exportação de chips da Nexperia. A confusão chegou à Europa: a Justiça da Holanda afastou o CEO chinês e transferiu ações da Nexperia para o governo holandês. Em resposta, a China avisou que vai decidir o que pode ou não ser exportado pela Nexperia, um golpe que atinge montadoras e fabricantes de eletrônicos no mundo todo. A troca de fornecedores levaria de 6 a 9 meses. O jogo agora é de paciência e influência: os EUA tentam recrutar aliados, enquanto a China avança em território estratégico e mostra que quer disputar todas as bolas na partida global da tecnologia.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Se adultos tentam entender como a IA funciona, a molecada já está até namorando com ela. Afinal, tem idade certa para usar IA? Esse é o assunto do novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. Segundo uma pesquisa realizada nos EUA, 20% dos adolescentes já usaram a IA para relacionamentos românticos. E tem mais: um terço deles disse que usa a IA como companhia. No Brasil, o número também assusta: segundo o estudo TIC Kids, do NIC.br, 65% das pessoas de 9 a 17 anos já usam IA. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, os adeptos são 68%. E mais: até 4% das crianças de 9 a 10 anos usam a tecnologia para conversas emocionais. Longe de ser versões contemporâneas dos amigos imaginários, as plataformas são criadas para agradar, manipular e prender o usuário. O mundo tenta regulamentar o uso e o acesso das crianças à tecnologia: vários países discutem idades mínimas e proibições. 

A China decidiu começar cedo: implantou neste ano a nova política nacional de educação em inteligência artificial para crianças a partir dos 6 anos. O objetivo não é formar um exército de programadores mirins, mas cidadãos críticos, capazes de entender como e quando usar a tecnologia. O aprendizado acontece de forma gradual. Ao longo dos anos, os alunos são introduzidos aos conceitos de IA até que, no ensino médio, passam a criar seus próprios modelos para resolver problemas do dia a dia. No entanto, essa ideia já está em prática no Brasil. Desde 2024, o programa Piauí Inteligência Artificial leva IA para as escolas estaduais piauienses, com uma metodologia adaptada até para locais com baixo acesso à tecnologia. As aulas combinam computadores com a boa e velha lousa. O programa tem dois focos principais: ensinar a pensar com IA, ou como interagir de forma crítica com as ferramentas, e pensar sobre IA, permitindo uma reflexão sobre as implicações éticas do uso da tecnologia.

Quem está ganhando dinheiro com seus dados? Todo mundo. Menos você. Mas uma startup chamada Drumwave, criada por um brasileiro que vive no Vale do Silício, promete mudar esse jogo. A ideia é simples e audaciosa: permitir que usuários ganhem dinheiro com os próprios dados, gerados a partir das interações com redes sociais, aplicativos e lojas de e-commerce. Só que aqui, o “dado” vai muito além do e-mail ou do CPF. A Drumwave quer transformar todas as suas informações em algo que tenha valor real. A proposta se apoia na LGPD, que já garante o direito de o usuário solicitar às plataformas o acesso aos próprios dados. A diferença é que, agora, isso pode virar um modelo de negócio. E não qualquer modelo, mas um que levanta questões éticas, econômicas e tecnológicas ainda sem respostas.

A relação entre China e Estados Unidos na área da tecnologia está cada vez mais tensa. Quando os EUA aumentaram tarifas, a China respondeu fechando a torneira da exportação das terras raras e, de quebra, também da tecnologia usada no processamento. Resultado: um xeque-mate que deixou o mundo inteiro em alerta e fez até Trump ameaçar novas tarifas. Agora, a China mexe também suas peças no tabuleiro corporativo. A Wingtech, empresa chinesa que comprou um braço da Philips e rebatizou como Nexperia, entrou no radar dos EUA. Washington proibiu a exportação de chips da Nexperia. A confusão chegou à Europa: a Justiça da Holanda afastou o CEO chinês e transferiu ações da Nexperia para o governo holandês. Em resposta, a China avisou que vai decidir o que pode ou não ser exportado pela Nexperia, um golpe que atinge montadoras e fabricantes de eletrônicos no mundo todo. A troca de fornecedores levaria de 6 a 9 meses. O jogo agora é de paciência e influência: os EUA tentam recrutar aliados, enquanto a China avança em território estratégico e mostra que quer disputar todas as bolas na partida global da tecnologia.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Se adultos tentam entender como a IA funciona, a molecada já está até namorando com ela. Afinal, tem idade certa para usar IA? Esse é o assunto do novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. Segundo uma pesquisa realizada nos EUA, 20% dos adolescentes já usaram a IA para relacionamentos românticos. E tem mais: um terço deles disse que usa a IA como companhia. No Brasil, o número também assusta: segundo o estudo TIC Kids, do NIC.br, 65% das pessoas de 9 a 17 anos já usam IA. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, os adeptos são 68%. E mais: até 4% das crianças de 9 a 10 anos usam a tecnologia para conversas emocionais. Longe de ser versões contemporâneas dos amigos imaginários, as plataformas são criadas para agradar, manipular e prender o usuário. O mundo tenta regulamentar o uso e o acesso das crianças à tecnologia: vários países discutem idades mínimas e proibições. </p>
<p>A China decidiu começar cedo: implantou neste ano a nova política nacional de educação em inteligência artificial para crianças a partir dos 6 anos. O objetivo não é formar um exército de programadores mirins, mas cidadãos críticos, capazes de entender como e quando usar a tecnologia. O aprendizado acontece de forma gradual. Ao longo dos anos, os alunos são introduzidos aos conceitos de IA até que, no ensino médio, passam a criar seus próprios modelos para resolver problemas do dia a dia. No entanto, essa ideia já está em prática no Brasil. Desde 2024, o programa Piauí Inteligência Artificial leva IA para as escolas estaduais piauienses, com uma metodologia adaptada até para locais com baixo acesso à tecnologia. As aulas combinam computadores com a boa e velha lousa. O programa tem dois focos principais: ensinar a pensar com IA, ou como interagir de forma crítica com as ferramentas, e pensar sobre IA, permitindo uma reflexão sobre as implicações éticas do uso da tecnologia.</p>
<p>Quem está ganhando dinheiro com seus dados? Todo mundo. Menos você. Mas uma startup chamada Drumwave, criada por um brasileiro que vive no Vale do Silício, promete mudar esse jogo. A ideia é simples e audaciosa: permitir que usuários ganhem dinheiro com os próprios dados, gerados a partir das interações com redes sociais, aplicativos e lojas de e-commerce. Só que aqui, o “dado” vai muito além do e-mail ou do CPF. A Drumwave quer transformar todas as suas informações em algo que tenha valor real. A proposta se apoia na LGPD, que já garante o direito de o usuário solicitar às plataformas o acesso aos próprios dados. A diferença é que, agora, isso pode virar um modelo de negócio. E não qualquer modelo, mas um que levanta questões éticas, econômicas e tecnológicas ainda sem respostas.</p>
<p>A relação entre China e Estados Unidos na área da tecnologia está cada vez mais tensa. Quando os EUA aumentaram tarifas, a China respondeu fechando a torneira da exportação das terras raras e, de quebra, também da tecnologia usada no processamento. Resultado: um xeque-mate que deixou o mundo inteiro em alerta e fez até Trump ameaçar novas tarifas. Agora, a China mexe também suas peças no tabuleiro corporativo. A Wingtech, empresa chinesa que comprou um braço da Philips e rebatizou como Nexperia, entrou no radar dos EUA. Washington proibiu a exportação de chips da Nexperia. A confusão chegou à Europa: a Justiça da Holanda afastou o CEO chinês e transferiu ações da Nexperia para o governo holandês. Em resposta, a China avisou que vai decidir o que pode ou não ser exportado pela Nexperia, um golpe que atinge montadoras e fabricantes de eletrônicos no mundo todo. A troca de fornecedores levaria de 6 a 9 meses. O jogo agora é de paciência e influência: os EUA tentam recrutar aliados, enquanto a China avança em território estratégico e mostra que quer disputar todas as bolas na partida global da tecnologia.</p>]]>
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      <title>Facundo Guerra: “Meu concorrente é a Meta, não o bar da esquina”</title>
      <description>Apontado como um dos responsáveis pela revitalização da cena cultural e noturna de São Paulo, o empresário Facundo Guerra conta como começou a carreira em empresas de tecnologia, mas hoje a relação piorou muito. Em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele revela como não vê outros bares como rivais, pois seus grandes rivais são as big tech. Ele começou a lidar com internet ainda nos anos 1990, quando fazia pesquisas em engenharia de alimentos e usava BBS, um dos primeiros sistemas de troca de mensagens. Depois disso, trabalhou na AOL, uma das primeiras empresas de internet. De lá saiu para abrir sua primeira boate, já no início da década de 2000. Para Facundo, era uma época em que o físico e o digital ainda eram mundos separados, distinção que já não faz sentido. Hoje, porém, Facundo se define como “vassalo da Meta”: depende das redes para existir, mas vê as big techs como suas grandes inimigas, já que elas fazem de tudo para as pessoas não saírem de casa. O empresário critica o trabalho gratuito de produzir conteúdo para as plataformas, que toma até 30% do seu tempo. “É como criar no escuro”, diz, porque os algoritmos são uma caixa-preta e tiram das pessoas a própria autonomia. Por isso, acredita que os negócios precisam oferecer experiências que vão muito além do produto. 

Facundo Guerra acredita que a inteligência artificial muda completamente o jogo do empreendedorismo. Não necessariamente para melhor. Ele afirma que, com pouco investimento, qualquer pessoa já tem acesso ao mesmo ferramental de uma multinacional. Isso encurta o tempo de criação e torna o lucro uma meta ainda mais imediata. “Tudo o que antes precisava de uma equipe, agora pode ser feito por uma IA.” O preocupante vem depois: “se tudo for automatizado, quem vai consumir?”. Ele reconhece que, como empregador, já adota IA para reduzir custos: “já deixei de contratar designers, porque a IA fez o trabalho”. Ainda assim, ele lamenta o impacto social que está por vir. Facundo acredita que o uso indiscriminado da IA mata a alma de um negócio, já que as máquinas não são capazes de imprimir a personalidade de quem está por trás das ideias.

A inteligência artificial é uma aliada dos pequenos empreendedores, diz o empresário Facundo Guerra. Para ele, ferramentas como o ChatGPT ou o Perplexity já funcionam como consultores completos, capazes de revisar contratos, analisar planilhas e apontar o que deve ser feito para melhorar o negócio no mês seguinte. Em contrapartida, o empresário critica o mundo das aparências e o foco em estética em detrimento da consistência. “Bonito e quebrado é mais comum que o feio sustentável”, provoca. A decepção entre expectativa e realidade, para ele, é o que mais mata negócios. Sobre o futuro do trabalho? Facundo não é otimista. “Quem está empregado precisa começar a pensar num mundo sem emprego”, alerta. E completa: “Empreender é muito trabalho e zero garantia. Eu não recomendo para qualquer pessoa.”

Facundo Guerra questiona a narrativa romântica em torno do empreendedorismo. Para ele, a ideia de “unicórnio de si mesmo”, ou o mito de que qualquer pessoa pode se tornar uma startup bilionária, é enganosa e exaustiva. “Empreender é o caminho entre a faísca e o negócio lucrativo. Mas ninguém fala o quanto isso é desgastante. É mais difícil que correr uma maratona”, diz. Ele critica o discurso motivacional que vende o empreendedorismo como libertador. “Nos contaram uma mentira. Zuckerberg e Elon Musk não são exemplos de self made men. Eles são herdeiros, nasceram com privilégios”, afirma. Segundo Facundo, a figura do empreendedor genial que começa na garagem não existe, e não representa a realidade brasileira. No Brasil, diz ele, empreender não é uma escolha glamourosa, mas uma necessidade. “A verdadeira empreendedora é a mãe solo que vende bolo de pote na periferia.” </description>
      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Apontado como um dos responsáveis pela revitalização da cena cultural e noturna de São Paulo, o empresário Facundo Guerra conta como começou a carreira em empresas de tecnologia, mas hoje a relação piorou muito. Em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele revela como não vê outros bares como rivais, pois seus grandes rivais são as big tech. Ele começou a lidar com internet ainda nos anos 1990, quando fazia pesquisas em engenharia de alimentos e usava BBS, um dos primeiros sistemas de troca de mensagens. Depois disso, trabalhou na AOL, uma das primeiras empresas de internet. De lá saiu para abrir sua primeira boate, já no início da década de 2000. Para Facundo, era uma época em que o físico e o digital ainda eram mundos separados, distinção que já não faz sentido. Hoje, porém, Facundo se define como “vassalo da Meta”: depende das redes para existir, mas vê as big techs como suas grandes inimigas, já que elas fazem de tudo para as pessoas não saírem de casa. O empresário critica o trabalho gratuito de produzir conteúdo para as plataformas, que toma até 30% do seu tempo. “É como criar no escuro”, diz, porque os algoritmos são uma caixa-preta e tiram das pessoas a própria autonomia. Por isso, acredita que os negócios precisam oferecer experiências que vão muito além do produto. 

Facundo Guerra acredita que a inteligência artificial muda completamente o jogo do empreendedorismo. Não necessariamente para melhor. Ele afirma que, com pouco investimento, qualquer pessoa já tem acesso ao mesmo ferramental de uma multinacional. Isso encurta o tempo de criação e torna o lucro uma meta ainda mais imediata. “Tudo o que antes precisava de uma equipe, agora pode ser feito por uma IA.” O preocupante vem depois: “se tudo for automatizado, quem vai consumir?”. Ele reconhece que, como empregador, já adota IA para reduzir custos: “já deixei de contratar designers, porque a IA fez o trabalho”. Ainda assim, ele lamenta o impacto social que está por vir. Facundo acredita que o uso indiscriminado da IA mata a alma de um negócio, já que as máquinas não são capazes de imprimir a personalidade de quem está por trás das ideias.

A inteligência artificial é uma aliada dos pequenos empreendedores, diz o empresário Facundo Guerra. Para ele, ferramentas como o ChatGPT ou o Perplexity já funcionam como consultores completos, capazes de revisar contratos, analisar planilhas e apontar o que deve ser feito para melhorar o negócio no mês seguinte. Em contrapartida, o empresário critica o mundo das aparências e o foco em estética em detrimento da consistência. “Bonito e quebrado é mais comum que o feio sustentável”, provoca. A decepção entre expectativa e realidade, para ele, é o que mais mata negócios. Sobre o futuro do trabalho? Facundo não é otimista. “Quem está empregado precisa começar a pensar num mundo sem emprego”, alerta. E completa: “Empreender é muito trabalho e zero garantia. Eu não recomendo para qualquer pessoa.”

Facundo Guerra questiona a narrativa romântica em torno do empreendedorismo. Para ele, a ideia de “unicórnio de si mesmo”, ou o mito de que qualquer pessoa pode se tornar uma startup bilionária, é enganosa e exaustiva. “Empreender é o caminho entre a faísca e o negócio lucrativo. Mas ninguém fala o quanto isso é desgastante. É mais difícil que correr uma maratona”, diz. Ele critica o discurso motivacional que vende o empreendedorismo como libertador. “Nos contaram uma mentira. Zuckerberg e Elon Musk não são exemplos de self made men. Eles são herdeiros, nasceram com privilégios”, afirma. Segundo Facundo, a figura do empreendedor genial que começa na garagem não existe, e não representa a realidade brasileira. No Brasil, diz ele, empreender não é uma escolha glamourosa, mas uma necessidade. “A verdadeira empreendedora é a mãe solo que vende bolo de pote na periferia.” </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Apontado como um dos responsáveis pela revitalização da cena cultural e noturna de São Paulo, o empresário Facundo Guerra conta como começou a carreira em empresas de tecnologia, mas hoje a relação piorou muito. Em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele revela como não vê outros bares como rivais, pois seus grandes rivais são as big tech. Ele começou a lidar com internet ainda nos anos 1990, quando fazia pesquisas em engenharia de alimentos e usava BBS, um dos primeiros sistemas de troca de mensagens. Depois disso, trabalhou na AOL, uma das primeiras empresas de internet. De lá saiu para abrir sua primeira boate, já no início da década de 2000. Para Facundo, era uma época em que o físico e o digital ainda eram mundos separados, distinção que já não faz sentido. Hoje, porém, Facundo se define como “vassalo da Meta”: depende das redes para existir, mas vê as big techs como suas grandes inimigas, já que elas fazem de tudo para as pessoas não saírem de casa. O empresário critica o trabalho gratuito de produzir conteúdo para as plataformas, que toma até 30% do seu tempo. “É como criar no escuro”, diz, porque os algoritmos são uma caixa-preta e tiram das pessoas a própria autonomia. Por isso, acredita que os negócios precisam oferecer experiências que vão muito além do produto. </p>
<p>Facundo Guerra acredita que a inteligência artificial muda completamente o jogo do empreendedorismo. Não necessariamente para melhor. Ele afirma que, com pouco investimento, qualquer pessoa já tem acesso ao mesmo ferramental de uma multinacional. Isso encurta o tempo de criação e torna o lucro uma meta ainda mais imediata. “Tudo o que antes precisava de uma equipe, agora pode ser feito por uma IA.” O preocupante vem depois: “se tudo for automatizado, quem vai consumir?”. Ele reconhece que, como empregador, já adota IA para reduzir custos: “já deixei de contratar designers, porque a IA fez o trabalho”. Ainda assim, ele lamenta o impacto social que está por vir. Facundo acredita que o uso indiscriminado da IA mata a alma de um negócio, já que as máquinas não são capazes de imprimir a personalidade de quem está por trás das ideias.</p>
<p>A inteligência artificial é uma aliada dos pequenos empreendedores, diz o empresário Facundo Guerra. Para ele, ferramentas como o ChatGPT ou o Perplexity já funcionam como consultores completos, capazes de revisar contratos, analisar planilhas e apontar o que deve ser feito para melhorar o negócio no mês seguinte. Em contrapartida, o empresário critica o mundo das aparências e o foco em estética em detrimento da consistência. “Bonito e quebrado é mais comum que o feio sustentável”, provoca. A decepção entre expectativa e realidade, para ele, é o que mais mata negócios. Sobre o futuro do trabalho? Facundo não é otimista. “Quem está empregado precisa começar a pensar num mundo sem emprego”, alerta. E completa: “Empreender é muito trabalho e zero garantia. Eu não recomendo para qualquer pessoa.”</p>
<p>Facundo Guerra questiona a narrativa romântica em torno do empreendedorismo. Para ele, a ideia de “unicórnio de si mesmo”, ou o mito de que qualquer pessoa pode se tornar uma startup bilionária, é enganosa e exaustiva. “Empreender é o caminho entre a faísca e o negócio lucrativo. Mas ninguém fala o quanto isso é desgastante. É mais difícil que correr uma maratona”, diz. Ele critica o discurso motivacional que vende o empreendedorismo como libertador. “Nos contaram uma mentira. Zuckerberg e Elon Musk não são exemplos de self made men. Eles são herdeiros, nasceram com privilégios”, afirma. Segundo Facundo, a figura do empreendedor genial que começa na garagem não existe, e não representa a realidade brasileira. No Brasil, diz ele, empreender não é uma escolha glamourosa, mas uma necessidade. “A verdadeira empreendedora é a mãe solo que vende bolo de pote na periferia.” </p>]]>
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      <title> IA nos investimentos; US$ 1 tri da OpenAI; ChatGPT x Android; IA do Facebook escolherá seu novo amor</title>
      <description>Cerca de 13% das pessoas que investem já usam ferramentas genéricas de inteligência artificial. Mas essa não é a primeira vez que a tecnologia muda o mercado financeiro. Lá atrás, os primeiros computadores já tinham transformado as operações. Depois veio a internet, que abriu espaço para que qualquer pessoa investisse de casa, os famosos home brokers. Agora, entramos numa nova fase. A IA é capaz de analisar dados, dar dicas e até sugerir onde investir. O mercado de consultoria robótica já movimenta mais de 61 bilhões de dólares, e deve crescer até seis vezes nos próximos anos. Mas nem tudo são flores, ou rendimentos. Especialistas alertam: há uma diferença enorme entre um analista experiente que usa o ChatGPT como copiloto e alguém totalmente leigo pedindo para a IA escolher ações. As ferramentas podem ser boas fontes para organizar informações e gerar insights, mas não devem ser vistas como oráculos financeiros. Elas não preveem o futuro, e o ideal é usá-las para entender o mercado, não para tentar adivinhar resultados. No meio dessa onda, ainda surgiram muitas empresas dizendo usar inteligência artificial em seus produtos... mas sem usar de verdade. É o chamado AI washing: vender a ideia de um serviço inteligente só para surfar na hype da IA.



Há tanto investimento em inteligência artificial que, às vezes, as notícias parecem sempre as mesmas. E no centro de tudo, quase sempre, está a OpenAI. O volume das negociações já ultrapassa 1 trilhão de dólares, quase metade do PIB do Brasil, que gira em torno de 2,2 trilhões. É tanto dinheiro circulando que a linha entre parceria e concorrência ficou difusa. A OpenAI, por exemplo, uma hora é cliente, outra fornecedora, depois parceira das mesmas empresas com as quais compete. Está ao mesmo tempo em negócios com a Nvidia, Oracle, AMD e Broadcom. Enquanto isso, a Nvidia anuncia acordo com a Intel, e a Meta fecha parceria com o Google e a Corewave. O dinheiro vai e volta num ciclo quase hipnótico: uma empresa financia a outra, que reinveste na concorrente, e tudo se retroalimenta. Esse vai e vem preocupa o mercado, porque uma depende da outra para sustentar negócios bilionários. Mas pra isso se manter, a IA precisa entregar o retorno prometido, e ainda não está claro se isso vai acontecer. Algumas empresas já estão freando o uso da tecnologia ou descobrindo que ela não é necessária em tantos projetos quanto parecia. A inteligência artificial é o motor da economia americana hoje, mas só o tempo vai dizer se estamos vendo uma revolução ou o crescimento de uma bolha.

A OpenAI anunciou uma nova integração do ChatGPT com outros aplicativos e chamou a novidade de “conversando com apps”, uma forma de mostrar que a ferramenta agora quer falar com o mundo lá fora. Um dos exemplos mais práticos dessa integração é o Spotify: o usuário pede uma playlist dentro do ChatGPT e a IA cria e salva direto na conta dele no app de música. Mas a estratégia da OpenAI vai muito além disso, e revela a verdadeira disputa da vez. A corrida entre as big techs de inteligência artificial já não é por quem tem o modelo mais poderoso, e sim por quem vai conseguir criar o ecossistema mais completo, aquele que mantém o usuário dentro da sua plataforma. O sonho da OpenAI é se transformar num sistema operacional da inteligência artificial, atraindo desenvolvedores para criar produtos voltados diretamente às pessoas. Enquanto isso, o Gemini, do Google, segue outro caminho e aposta nas empresas. A OpenAI, por outro lado, mira no público final. Quer estar na sua rotina, no seu celular e, de preferência, em todas as suas conversas..</description>
      <pubDate>Tue, 21 Oct 2025 10:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Cerca de 13% das pessoas que investem já usam ferramentas genéricas de inteligência artificial. Mas essa não é a primeira vez que a tecnologia muda o mercado financeiro. Lá atrás, os primeiros computadores já tinham transformado as operações. Depois veio a internet, que abriu espaço para que qualquer pessoa investisse de casa, os famosos home brokers. Agora, entramos numa nova fase. A IA é capaz de analisar dados, dar dicas e até sugerir onde investir. O mercado de consultoria robótica já movimenta mais de 61 bilhões de dólares, e deve crescer até seis vezes nos próximos anos. Mas nem tudo são flores, ou rendimentos. Especialistas alertam: há uma diferença enorme entre um analista experiente que usa o ChatGPT como copiloto e alguém totalmente leigo pedindo para a IA escolher ações. As ferramentas podem ser boas fontes para organizar informações e gerar insights, mas não devem ser vistas como oráculos financeiros. Elas não preveem o futuro, e o ideal é usá-las para entender o mercado, não para tentar adivinhar resultados. No meio dessa onda, ainda surgiram muitas empresas dizendo usar inteligência artificial em seus produtos... mas sem usar de verdade. É o chamado AI washing: vender a ideia de um serviço inteligente só para surfar na hype da IA.



Há tanto investimento em inteligência artificial que, às vezes, as notícias parecem sempre as mesmas. E no centro de tudo, quase sempre, está a OpenAI. O volume das negociações já ultrapassa 1 trilhão de dólares, quase metade do PIB do Brasil, que gira em torno de 2,2 trilhões. É tanto dinheiro circulando que a linha entre parceria e concorrência ficou difusa. A OpenAI, por exemplo, uma hora é cliente, outra fornecedora, depois parceira das mesmas empresas com as quais compete. Está ao mesmo tempo em negócios com a Nvidia, Oracle, AMD e Broadcom. Enquanto isso, a Nvidia anuncia acordo com a Intel, e a Meta fecha parceria com o Google e a Corewave. O dinheiro vai e volta num ciclo quase hipnótico: uma empresa financia a outra, que reinveste na concorrente, e tudo se retroalimenta. Esse vai e vem preocupa o mercado, porque uma depende da outra para sustentar negócios bilionários. Mas pra isso se manter, a IA precisa entregar o retorno prometido, e ainda não está claro se isso vai acontecer. Algumas empresas já estão freando o uso da tecnologia ou descobrindo que ela não é necessária em tantos projetos quanto parecia. A inteligência artificial é o motor da economia americana hoje, mas só o tempo vai dizer se estamos vendo uma revolução ou o crescimento de uma bolha.

A OpenAI anunciou uma nova integração do ChatGPT com outros aplicativos e chamou a novidade de “conversando com apps”, uma forma de mostrar que a ferramenta agora quer falar com o mundo lá fora. Um dos exemplos mais práticos dessa integração é o Spotify: o usuário pede uma playlist dentro do ChatGPT e a IA cria e salva direto na conta dele no app de música. Mas a estratégia da OpenAI vai muito além disso, e revela a verdadeira disputa da vez. A corrida entre as big techs de inteligência artificial já não é por quem tem o modelo mais poderoso, e sim por quem vai conseguir criar o ecossistema mais completo, aquele que mantém o usuário dentro da sua plataforma. O sonho da OpenAI é se transformar num sistema operacional da inteligência artificial, atraindo desenvolvedores para criar produtos voltados diretamente às pessoas. Enquanto isso, o Gemini, do Google, segue outro caminho e aposta nas empresas. A OpenAI, por outro lado, mira no público final. Quer estar na sua rotina, no seu celular e, de preferência, em todas as suas conversas..</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Cerca de 13% das pessoas que investem já usam ferramentas genéricas de inteligência artificial. Mas essa não é a primeira vez que a tecnologia muda o mercado financeiro. Lá atrás, os primeiros computadores já tinham transformado as operações. Depois veio a internet, que abriu espaço para que qualquer pessoa investisse de casa, os famosos home brokers. Agora, entramos numa nova fase. A IA é capaz de analisar dados, dar dicas e até sugerir onde investir. O mercado de consultoria robótica já movimenta mais de 61 bilhões de dólares, e deve crescer até seis vezes nos próximos anos. Mas nem tudo são flores, ou rendimentos. Especialistas alertam: há uma diferença enorme entre um analista experiente que usa o ChatGPT como copiloto e alguém totalmente leigo pedindo para a IA escolher ações. As ferramentas podem ser boas fontes para organizar informações e gerar insights, mas não devem ser vistas como oráculos financeiros. Elas não preveem o futuro, e o ideal é usá-las para entender o mercado, não para tentar adivinhar resultados. No meio dessa onda, ainda surgiram muitas empresas dizendo usar inteligência artificial em seus produtos... mas sem usar de verdade. É o chamado AI washing: vender a ideia de um serviço inteligente só para surfar na hype da IA.</p>
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<p>Há tanto investimento em inteligência artificial que, às vezes, as notícias parecem sempre as mesmas. E no centro de tudo, quase sempre, está a OpenAI. O volume das negociações já ultrapassa 1 trilhão de dólares, quase metade do PIB do Brasil, que gira em torno de 2,2 trilhões. É tanto dinheiro circulando que a linha entre parceria e concorrência ficou difusa. A OpenAI, por exemplo, uma hora é cliente, outra fornecedora, depois parceira das mesmas empresas com as quais compete. Está ao mesmo tempo em negócios com a Nvidia, Oracle, AMD e Broadcom. Enquanto isso, a Nvidia anuncia acordo com a Intel, e a Meta fecha parceria com o Google e a Corewave. O dinheiro vai e volta num ciclo quase hipnótico: uma empresa financia a outra, que reinveste na concorrente, e tudo se retroalimenta. Esse vai e vem preocupa o mercado, porque uma depende da outra para sustentar negócios bilionários. Mas pra isso se manter, a IA precisa entregar o retorno prometido, e ainda não está claro se isso vai acontecer. Algumas empresas já estão freando o uso da tecnologia ou descobrindo que ela não é necessária em tantos projetos quanto parecia. A inteligência artificial é o motor da economia americana hoje, mas só o tempo vai dizer se estamos vendo uma revolução ou o crescimento de uma bolha.</p>
<p>A OpenAI anunciou uma nova integração do ChatGPT com outros aplicativos e chamou a novidade de “conversando com apps”, uma forma de mostrar que a ferramenta agora quer falar com o mundo lá fora. Um dos exemplos mais práticos dessa integração é o Spotify: o usuário pede uma playlist dentro do ChatGPT e a IA cria e salva direto na conta dele no app de música. Mas a estratégia da OpenAI vai muito além disso, e revela a verdadeira disputa da vez. A corrida entre as big techs de inteligência artificial já não é por quem tem o modelo mais poderoso, e sim por quem vai conseguir criar o ecossistema mais completo, aquele que mantém o usuário dentro da sua plataforma. O sonho da OpenAI é se transformar num sistema operacional da inteligência artificial, atraindo desenvolvedores para criar produtos voltados diretamente às pessoas. Enquanto isso, o Gemini, do Google, segue outro caminho e aposta nas empresas. A OpenAI, por outro lado, mira no público final. Quer estar na sua rotina, no seu celular e, de preferência, em todas as suas conversas..</p>]]>
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      <title>‘TikTok made in USA’; China diz 'Não’ à Nvidia; Brasil regula redes; Meta Vibes e ChatGPT Pulse</title>
      <description>A disputa nos Estados Unidos para forçar o TikTok a ser controlado por um americano ou alguém de um país aliado está prestes a ganhar um desfecho. O app foi banido ainda no governo Biden, mas a proibição nunca se concretizou de fato. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como uma ordem executiva de Donald Trump pode liberar de vez o aplicativo em solo norte-americano, já que a operação do aplicativo deve passar às mãos de empresas americanas ou de países aliados. Entre os nomes cotados estão Larry Ellison (Oracle), Rupert Murdoch (Fox News), Michael Dell, a empresa Silver Lake Partners e o fundo Andreessen Horowitz, este último o único com experiência real em inovação, com investimentos em mídias sociais como Roblox, Facebook e Twitter. O impasse está no algoritmo do TikTok, considerado o grande valor da plataforma por ter sido capaz de conectar usuários e conteúdo e, com isso, desafiar o monopólio das outras redes sociais. A China o classifica como tecnologia estratégica, o que dá ao governo poder de veto sobre qualquer negociação que o envolva. Restam também dúvidas práticas sobre como essa possível transação resolverá questões como a governança de dados e a interoperabilidade do aplicativo. Essas perguntas e muitas outras só devem ser respondidas em janeiro de 2026, quando vence o prazo para a conclusão das negociações. Até lá, evidente mesmo é o caminho percorrido pelo governo dos EUA para criar um “TikTok made in USA” e que lembra as táticas chinesas de outros tempos, como a que levou o Google a sair da China.</description>
      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>A disputa nos Estados Unidos para forçar o TikTok a ser controlado por um americano ou alguém de um país aliado está prestes a ganhar um desfecho. O app foi banido ainda no governo Biden, mas a proibição nunca se concretizou de fato. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como uma ordem executiva de Donald Trump pode liberar de vez o aplicativo em solo norte-americano, já que a operação do aplicativo deve passar às mãos de empresas americanas ou de países aliados. Entre os nomes cotados estão Larry Ellison (Oracle), Rupert Murdoch (Fox News), Michael Dell, a empresa Silver Lake Partners e o fundo Andreessen Horowitz, este último o único com experiência real em inovação, com investimentos em mídias sociais como Roblox, Facebook e Twitter. O impasse está no algoritmo do TikTok, considerado o grande valor da plataforma por ter sido capaz de conectar usuários e conteúdo e, com isso, desafiar o monopólio das outras redes sociais. A China o classifica como tecnologia estratégica, o que dá ao governo poder de veto sobre qualquer negociação que o envolva. Restam também dúvidas práticas sobre como essa possível transação resolverá questões como a governança de dados e a interoperabilidade do aplicativo. Essas perguntas e muitas outras só devem ser respondidas em janeiro de 2026, quando vence o prazo para a conclusão das negociações. Até lá, evidente mesmo é o caminho percorrido pelo governo dos EUA para criar um “TikTok made in USA” e que lembra as táticas chinesas de outros tempos, como a que levou o Google a sair da China.</itunes:summary>
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A disputa nos Estados Unidos para forçar o TikTok a ser controlado por um americano ou alguém de um país aliado está prestes a ganhar um desfecho. O app foi banido ainda no governo Biden, mas a proibição nunca se concretizou de fato. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como uma ordem executiva de Donald Trump pode liberar de vez o aplicativo em solo norte-americano, já que a operação do aplicativo deve passar às mãos de empresas americanas ou de países aliados. Entre os nomes cotados estão Larry Ellison (Oracle), Rupert Murdoch (Fox News), Michael Dell, a empresa Silver Lake Partners e o fundo Andreessen Horowitz, este último o único com experiência real em inovação, com investimentos em mídias sociais como Roblox, Facebook e Twitter. O impasse está no algoritmo do TikTok, considerado o grande valor da plataforma por ter sido capaz de conectar usuários e conteúdo e, com isso, desafiar o monopólio das outras redes sociais. A China o classifica como tecnologia estratégica, o que dá ao governo poder de veto sobre qualquer negociação que o envolva. Restam também dúvidas práticas sobre como essa possível transação resolverá questões como a governança de dados e a interoperabilidade do aplicativo. Essas perguntas e muitas outras só devem ser respondidas em janeiro de 2026, quando vence o prazo para a conclusão das negociações. Até lá, evidente mesmo é o caminho percorrido pelo governo dos EUA para criar um “TikTok made in USA” e que lembra as táticas chinesas de outros tempos, como a que levou o Google a sair da China. 

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      <title>A outra regulação das big techs: Cade com poder para vigiar impacto sobre rivais</title>
      <description>No novo episódio, Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, trata dos planos do governo Lula de transformar o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no vigia das grandes empresas de tecnologia, uma espécie de "xerife das big tech". Para explicar as adaptações, o programa recebeu Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade. Segundo ele, as leis tradicionais de defesa da concorrência não dão conta da velocidade dos mercados digitais, onde empresas crescem rápido, formam oligopólios e concentram poder. Para enfrentar o problema, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 4675/25, que define critérios para monitorar grupos tecnológicos bilionários, como Alphabet (Google), Meta e Microsoft. Um desses quesitos para ser enquadrado na nova regra é o efeito de rede: plataformas com muitos usuários atraem ainda mais gente, fazendo com que qualquer nova função tenha alta adesão e impacte serviços concorrentes imediatamente. Hoje, o Cade só age após suspeitas de abuso, em processos que podem levar anos, mas o PL quer inverter a lógica e obrigar as empresas a terem seus produtos e serviços avaliados antes de serem lançados. 

Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), contou que o projeto de lei do governo Lula (PL 4675/25) que transforma o Cade no 'xerife das big tech' não copia legislações estrangeiras, como dizem os críticos: prevê que o Cade negocie com cada grupo econômico obrigações adequadas para cada um.</description>
      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>No novo episódio, Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, trata dos planos do governo Lula de transformar o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no vigia das grandes empresas de tecnologia, uma espécie de "xerife das big tech". Para explicar as adaptações, o programa recebeu Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade. Segundo ele, as leis tradicionais de defesa da concorrência não dão conta da velocidade dos mercados digitais, onde empresas crescem rápido, formam oligopólios e concentram poder. Para enfrentar o problema, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 4675/25, que define critérios para monitorar grupos tecnológicos bilionários, como Alphabet (Google), Meta e Microsoft. Um desses quesitos para ser enquadrado na nova regra é o efeito de rede: plataformas com muitos usuários atraem ainda mais gente, fazendo com que qualquer nova função tenha alta adesão e impacte serviços concorrentes imediatamente. Hoje, o Cade só age após suspeitas de abuso, em processos que podem levar anos, mas o PL quer inverter a lógica e obrigar as empresas a terem seus produtos e serviços avaliados antes de serem lançados. 

Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), contou que o projeto de lei do governo Lula (PL 4675/25) que transforma o Cade no 'xerife das big tech' não copia legislações estrangeiras, como dizem os críticos: prevê que o Cade negocie com cada grupo econômico obrigações adequadas para cada um.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No novo episódio, Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, trata dos planos do governo Lula de transformar o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no vigia das grandes empresas de tecnologia, uma espécie de "xerife das big tech". Para explicar as adaptações, o programa recebeu Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade. Segundo ele, as leis tradicionais de defesa da concorrência não dão conta da velocidade dos mercados digitais, onde empresas crescem rápido, formam oligopólios e concentram poder. Para enfrentar o problema, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 4675/25, que define critérios para monitorar grupos tecnológicos bilionários, como Alphabet (Google), Meta e Microsoft. Um desses quesitos para ser enquadrado na nova regra é o efeito de rede: plataformas com muitos usuários atraem ainda mais gente, fazendo com que qualquer nova função tenha alta adesão e impacte serviços concorrentes imediatamente. Hoje, o Cade só age após suspeitas de abuso, em processos que podem levar anos, mas o PL quer inverter a lógica e obrigar as empresas a terem seus produtos e serviços avaliados antes de serem lançados. 

Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Victor Oliveira Fernandes, conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), contou que o projeto de lei do governo Lula (PL 4675/25) que transforma o Cade no 'xerife das big tech' não copia legislações estrangeiras, como dizem os críticos: prevê que o Cade negocie com cada grupo econômico obrigações adequadas para cada um.</p>]]>
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      <title>China x futilidade; Nova lei: idade na internet; Morte do Windows 10; o chat secreto Spotify</title>
      <description>A China decidiu enquadrar o Rednote, rede social apelidada de “Instagram chinês”. O motivo? O excesso de memes feitos por IA, fofocas de celebridades e o famoso brain rot, ou seja, aquele tipo de conteúdo considerado fútil que, segundo as autoridades, “apodrece o cérebro”. O curioso é que a bronca não foi direcionada somente para a plataforma, mas também para os executivos responsáveis por ela, que serão alvo de sanções. A mensagem é clara: em vez de empurrar bobagens, as redes devem priorizar conteúdos educativos, informacionais e que promovam o bem-estar do usuário e da sociedade. Não se trata exatamente de censura, já que ninguém está proibindo a circulação de memes, mas sim de uma tentativa de enquadrar a atuação das big techs dentro do que é considerado socialmente saudável pelo governo chinês. Enquanto isso, no Ocidente, as plataformas seguem surfando na lógica de prender atenção a qualquer custo, mesmo que seja com dancinhas, fofocas ou vídeos cada vez mais curtos. O debate vai além da China. No Brasil e nos EUA, também já vimos governos pressionando empresas. Ao serem colocadas contra a parede, as plataformas costumam alegar que tudo gira em torno das decisões e preferências dos usuários, mas a questão é: até onde vai a liberdade de escolha de quem está nas redes se a circulação de conteúdos fica totalmente a cargo dos algoritmos?</description>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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A China decidiu enquadrar o Rednote, rede social apelidada de “Instagram chinês”. O motivo? O excesso de memes feitos por IA, fofocas de celebridades e o famoso brain rot, ou seja, aquele tipo de conteúdo considerado fútil que, segundo as autoridades, “apodrece o cérebro”. O curioso é que a bronca não foi direcionada somente para a plataforma, mas também para os executivos responsáveis por ela, que serão alvo de sanções. A mensagem é clara: em vez de empurrar bobagens, as redes devem priorizar conteúdos educativos, informacionais e que promovam o bem-estar do usuário e da sociedade. Não se trata exatamente de censura, já que ninguém está proibindo a circulação de memes, mas sim de uma tentativa de enquadrar a atuação das big techs dentro do que é considerado socialmente saudável pelo governo chinês. Enquanto isso, no Ocidente, as plataformas seguem surfando na lógica de prender atenção a qualquer custo, mesmo que seja com dancinhas, fofocas ou vídeos cada vez mais curtos. O debate vai além da China. No Brasil e nos EUA, também já vimos governos pressionando empresas. Ao serem colocadas contra a parede, as plataformas costumam alegar que tudo gira em torno das decisões e preferências dos usuários, mas a questão é:<strong> </strong>até onde vai a liberdade de escolha de quem está nas redes se a circulação de conteúdos fica totalmente a cargo dos algoritmos?

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      <title>Google no Modo AI; A web em declínio; Epidemia de links falsos; Reunião de voz do WhatsApp</title>
      <description>O Google já percebeu que os hábitos de busca mudaram com a chegada dos chatbots, e a resposta foi lançar o Modo IA. Diferente do IA Overview, ele funciona como uma conversa direta: o usuário pergunta, a ferramenta busca em toda a web e entrega um resumo pronto. A promessa é encurtar o caminho da pesquisa, mas isso muda tudo. Antes os links levavam o usuário até o produtor de conteúdo, agora, a informação é mastigada pelo próprio Google, sem que o clique aconteça. Dados oficiais falam em tráfego “estável”, mas sem indicar para onde ele vai. A impressão é que parte desse acesso migra dos sites para dentro da IA. Na prática, o Google se exime de responsabilidade com quem produz conteúdo, ao criar uma plataforma que suga material de terceiros sem remunerá-los. A conta sobra para os editores, que precisam inventar formas de driblar a queda no tráfego e continuar atraindo público. Para o consultor e colunista de tecnologia Guilherme Ravache, essa discussão envolve também direitos autorais. Afinal, o conteúdo de terceiros não é usado apenas no treinamento, mas também na própria inferência da IA, quando gera respostas rápidas sem qualquer pagamento ao autor. Isso muito mais no Deu Tilt, com os apresentadores Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz.</description>
      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 08:10:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>O Google já percebeu que os hábitos de busca mudaram com a chegada dos chatbots, e a resposta foi lançar o Modo IA. Diferente do IA Overview, ele funciona como uma conversa direta: o usuário pergunta, a ferramenta busca em toda a web e entrega um resumo pronto. A promessa é encurtar o caminho da pesquisa, mas isso muda tudo. Antes os links levavam o usuário até o produtor de conteúdo, agora, a informação é mastigada pelo próprio Google, sem que o clique aconteça. Dados oficiais falam em tráfego “estável”, mas sem indicar para onde ele vai. A impressão é que parte desse acesso migra dos sites para dentro da IA. Na prática, o Google se exime de responsabilidade com quem produz conteúdo, ao criar uma plataforma que suga material de terceiros sem remunerá-los. A conta sobra para os editores, que precisam inventar formas de driblar a queda no tráfego e continuar atraindo público. Para o consultor e colunista de tecnologia Guilherme Ravache, essa discussão envolve também direitos autorais. Afinal, o conteúdo de terceiros não é usado apenas no treinamento, mas também na própria inferência da IA, quando gera respostas rápidas sem qualquer pagamento ao autor. Isso muito mais no Deu Tilt, com os apresentadores Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz.</itunes:summary>
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O Google já percebeu que os hábitos de busca mudaram com a chegada dos chatbots, e a resposta foi lançar o Modo IA. Diferente do IA Overview, ele funciona como uma conversa direta: o usuário pergunta, a ferramenta busca em toda a web e entrega um resumo pronto. A promessa é encurtar o caminho da pesquisa, mas isso muda tudo. Antes os links levavam o usuário até o produtor de conteúdo, agora, a informação é mastigada pelo próprio Google, sem que o clique aconteça. Dados oficiais falam em tráfego “estável”, mas sem indicar para onde ele vai. A impressão é que parte desse acesso migra dos sites para dentro da IA. Na prática, o Google se exime de responsabilidade com quem produz conteúdo, ao criar uma plataforma que suga material de terceiros sem remunerá-los. A conta sobra para os editores, que precisam inventar formas de driblar a queda no tráfego e continuar atraindo público. Para o consultor e colunista de tecnologia Guilherme Ravache, essa discussão envolve também direitos autorais. Afinal, o conteúdo de terceiros não é usado apenas no treinamento, mas também na própria inferência da IA, quando gera respostas rápidas sem qualquer pagamento ao autor. Isso muito mais no Deu Tilt, com os apresentadores Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. 

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      <title>Embaixador Eugênio Garcia: as jogadas do Brasil no ‘tabuleiro de War da tecnologia’</title>
      <description>A tecnologia passou a ser tratada como tema político e de segurança nacional. Nesse contexto, a governança da inteligência artificial desponta como um dos assuntos mais controversos da atualidade. No Brasil, a discussão aparece no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), enquanto no cenário internacional o quadro é bem mais fragmentado: cada país adota sua própria abordagem e, na prática, não existe um modelo global de governança de IA. Para o embaixador Eugênio Garcia, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual (DCT) do Ministério das Relações Exteriores, a ONU continua sendo o fórum mais legítimo para conduzir esse debate, por garantir representatividade e espaço de negociação O Brasil, por sua vez, tem defendido posições que vão na contramão do atual enfraquecimento do multilateralismo, sustentando que a IA deve ser usada para reduzir desigualdades, respeitar direitos humanos e combater vieses algorítmicos. Nesse sentido, a experiência brasileira serve de referência. O trabalho do Comitê Gestor da Internet (CGI) e a criação do Marco Civil da Internet são exemplos de governança multissetorial que podem inspirar a construção de um debate global sobre inteligência artificial.</description>
      <pubDate>Wed, 17 Sep 2025 03:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A tecnologia passou a ser tratada como tema político e de segurança nacional. Nesse contexto, a governança da inteligência artificial desponta como um dos assuntos mais controversos da atualidade. No Brasil, a discussão aparece no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), enquanto no cenário internacional o quadro é bem mais fragmentado: cada país adota sua própria abordagem e, na prática, não existe um modelo global de governança de IA. Para o embaixador Eugênio Garcia, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual (DCT) do Ministério das Relações Exteriores, a ONU continua sendo o fórum mais legítimo para conduzir esse debate, por garantir representatividade e espaço de negociação O Brasil, por sua vez, tem defendido posições que vão na contramão do atual enfraquecimento do multilateralismo, sustentando que a IA deve ser usada para reduzir desigualdades, respeitar direitos humanos e combater vieses algorítmicos. Nesse sentido, a experiência brasileira serve de referência. O trabalho do Comitê Gestor da Internet (CGI) e a criação do Marco Civil da Internet são exemplos de governança multissetorial que podem inspirar a construção de um debate global sobre inteligência artificial.</itunes:summary>
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A tecnologia passou a ser tratada como tema político e de segurança nacional. Nesse contexto, a governança da inteligência artificial desponta como um dos assuntos mais controversos da atualidade. No Brasil, a discussão aparece no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), enquanto no cenário internacional o quadro é bem mais fragmentado: cada país adota sua própria abordagem e, na prática, não existe um modelo global de governança de IA. Para o embaixador Eugênio Garcia, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual (DCT) do Ministério das Relações Exteriores, a ONU continua sendo o fórum mais legítimo para conduzir esse debate, por garantir representatividade e espaço de negociação O Brasil, por sua vez, tem defendido posições que vão na contramão do atual enfraquecimento do multilateralismo, sustentando que a IA deve ser usada para reduzir desigualdades, respeitar direitos humanos e combater vieses algorítmicos. Nesse sentido, a experiência brasileira serve de referência. O trabalho do Comitê Gestor da Internet (CGI) e a criação do Marco Civil da Internet são exemplos de governança multissetorial que podem inspirar a construção de um debate global sobre inteligência artificial.

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      <title>‘Pai do Pix’, Carlos Brandt explica origem, os fãs e inimigos da tecnologia mais amada do Brasil</title>
      <description>O Pix, o ecossistema de pagamentos 100% brasileiro teve sua primeira semente plantada em 2002, quando o Banco Central criou o sistema de liquidação em tempo real. A partir dali, a equipe do banco começou a fazer um grande esforço para entender quais eram as necessidades da população no dia a dia quando o tema eram transações financeiras. Entre os gargalos encontrados estavam o alto custo das transações, a demanda por inclusão financeira e a crescente digitalização do setor bancário. O economista e então funcionário de carreira do BC, Carlos Eduardo Brandt, também conhecido como o “Pai do Pix”, conta que foi preciso pensar em cada possibilidade de uso para criar soluções técnicas além de engajar governo, bancos e todo o ecossistema financeiro para que a ideia saísse do papel. Tudo desenvolvido internamente pela equipe de tecnologia do Banco Central. O resultado foi surpreendente, mas não por acaso. O objetivo do Pix sempre foi contribuir para a inclusão bancária, a digitalização da economia e a redução de custos. A velocidade da adoção só reforçou o acerto: o Pix virou motivo de orgulho por ser 100% brasileiro e ter se tornado referência mundial. Até as famosas chaves Pix foram pensadas para cobrir todas as situações: CPF, celular, e-mail e até a chave aleatória, para quem não quer compartilhar nenhum dado pessoal. E o futuro já está no horizonte, com o Pix parcelado e ideias de integração com sistemas de crédito, além da internacionalização.</description>
      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 08:05:00 -0000</pubDate>
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O Pix, o ecossistema de pagamentos 100% brasileiro teve sua primeira semente plantada em 2002, quando o Banco Central criou o sistema de liquidação em tempo real. A partir dali, a equipe do banco começou a fazer um grande esforço para entender quais eram as necessidades da população no dia a dia quando o tema eram transações financeiras. Entre os gargalos encontrados estavam o alto custo das transações, a demanda por inclusão financeira e a crescente digitalização do setor bancário. O economista e então funcionário de carreira do BC, Carlos Eduardo Brandt, também conhecido como o “Pai do Pix”, conta que foi preciso pensar em cada possibilidade de uso para criar soluções técnicas além de engajar governo, bancos e todo o ecossistema financeiro para que a ideia saísse do papel. Tudo desenvolvido internamente pela equipe de tecnologia do Banco Central. O resultado foi surpreendente, mas não por acaso. O objetivo do Pix sempre foi contribuir para a inclusão bancária, a digitalização da economia e a redução de custos. A velocidade da adoção só reforçou o acerto: o Pix virou motivo de orgulho por ser 100% brasileiro e ter se tornado referência mundial. Até as famosas chaves Pix foram pensadas para cobrir todas as situações: CPF, celular, e-mail e até a chave aleatória, para quem não quer compartilhar nenhum dado pessoal. E o futuro já está no horizonte, com o Pix parcelado e ideias de integração com sistemas de crédito, além da internacionalização.

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      <title>Christian Dunker: tudo que você queria saber sobre IA e humanos, mas temia perguntar ao ChatGPT</title>
      <description>Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão sozinhos. Em entrevista a Deu Tilt, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes, o psicanalista Christian Dunker explica que o sentimento de solidão vem crescendo em escala global, e é bem diferente da solitude, a capacidade saudável de estar consigo mesmo. O que vemos hoje é uma mistura de FOMO (medo de ficar de fora, na sigla em inglês), isolamento e exclusão. Mas essa sensação não é incompatível com o aumento da sociabilidade, pelo contrário: quanto mais expandimos nossas interações, mais percebemos que somos apenas mais um indivíduo entre tantos outros. Colecionar “um milhão de amigos”, ainda que não seja possível se dedicar a eles, serve somente para polir nossa imagem, gerando o que Dunker chama de “economia da inveja”. Ou seja, vivemos versões editadas de nós mesmos para exibir ao público. É da inviabilidade de sustentar isso que aparecem sintomas como a depressão e a ansiedade. Transformado praticamente numa extensão do nosso corpo, o telefone celular cumpre um papel central nessa equação. A partir daí, surge a pergunta: o celular sequestra as funções do nosso cérebro ou amplia os poderes humanos? Afinal, seu uso constante elimina qualquer possibilidade de pausa ou respiro, elementos essenciais para o ser humano. Para Dunker, o problema não está no aparelho em si, mas na forma como ele tem sido utilizado. Esse cenário ainda traz outro efeito colateral: uma incapacidade crescente de lidar com frustrações. Se tudo é imediato, se a exposição é constante, falta espaço para processar ausências, elaborar falhas e sustentar relações com mais profundidade.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão sozinhos. Em entrevista a Deu Tilt, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes, o psicanalista Christian Dunker explica que o sentimento de solidão vem crescendo em escala global, e é bem diferente da solitude, a capacidade saudável de estar consigo mesmo. O que vemos hoje é uma mistura de <em>FOMO </em>(medo de ficar de fora, na sigla em inglês), isolamento e exclusão. Mas essa sensação não é incompatível com o aumento da sociabilidade, pelo contrário: quanto mais expandimos nossas interações, mais percebemos que somos apenas mais um indivíduo entre tantos outros. Colecionar “um milhão de amigos”, ainda que não seja possível se dedicar a eles, serve somente para polir nossa imagem, gerando o que Dunker chama de “economia da inveja”. Ou seja, vivemos versões editadas de nós mesmos para exibir ao público. É da inviabilidade de sustentar isso que aparecem sintomas como a depressão e a ansiedade. Transformado praticamente numa extensão do nosso corpo, o telefone celular cumpre um papel central nessa equação. A partir daí, surge a pergunta: o celular sequestra as funções do nosso cérebro ou amplia os poderes humanos? Afinal, seu uso constante elimina qualquer possibilidade de pausa ou respiro, elementos essenciais para o ser humano. Para Dunker, o problema não está no aparelho em si, mas na forma como ele tem sido utilizado. Esse cenário ainda traz outro efeito colateral: uma incapacidade crescente de lidar com frustrações. Se tudo é imediato, se a exposição é constante, falta espaço para processar ausências, elaborar falhas e sustentar relações com mais profundidade.

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      <title>Por que o Pix é amado no Brasil, irritou Trump e inspira o mundo? Sebastian Fantini, do Ebanx, conta</title>
      <description>O Pix é sucesso de público (levou mais de 70 milhões de brasileiros a terem conta em banco) e de crítica (é o meio de pagamento mais amado do Brasil) e, por isso mesmo, já cultiva inimigos. O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, abriu investigação de práticas comerciais do país supostamente injustas contra empresas norte-americanas e inclui o Pix na mira. Em conversa com Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes, no Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Sebástian Fantini, diretor de produto do Ebanx, conta o que faz do Pix uma tecnologia tão única em todo o mundo. A empresa brasileira intermedeia os pagamentos de companhias estrangeiras, muitas delas americanas, que atuam no Brasil. E contar com Pix entre as opções de pagamento faz com que elas vendam mais por aqui.</description>
      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>O Pix é sucesso de público (levou mais de 70 milhões de brasileiros a terem conta em banco) e de crítica (é o meio de pagamento mais amado do Brasil) e, por isso mesmo, já cultiva inimigos. O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, abriu investigação de práticas comerciais do país supostamente injustas contra empresas norte-americanas e inclui o Pix na mira. Em conversa com Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes, no Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Sebástian Fantini, diretor de produto do Ebanx, conta o que faz do Pix uma tecnologia tão única em todo o mundo. A empresa brasileira intermedeia os pagamentos de companhias estrangeiras, muitas delas americanas, que atuam no Brasil. E contar com Pix entre as opções de pagamento faz com que elas vendam mais por aqui.

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      <title>Novo podcast “O Professor e os Meninos: uma História de Abusos” | Teaser</title>
      <description>Novo podcast original UOL Prime reconstrói, em quatro episódios, o caso do ex-professor Carlos Veiga Filho, que deu aulas em um colégio de elite em São Paulo e é acusado de abusar de seus alunos.

Protagonista de um dos maiores escândalos sexuais recentes do país, Carlos Veiga foi condenado a 40 anos de prisão em fevereiro deste ano.

A série é apresentada pelas jornalistas Cris Fibe, colunista do UOL e autora do livro "João de Deus: o abuso da fé", Paula Sacchetta, documentarista, diretora e roteirista, e Camila Brandalise, do núcleo de reportagens especiais do UOL, especializada na cobertura de assédio sexual e violência de gênero.

Estreia dia 25 de agosto em todas as plataformas do UOL.</description>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 21:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Novo podcast original UOL Prime reconstrói, em quatro episódios, o caso do ex-professor Carlos Veiga Filho, que deu aulas em um colégio de elite em São Paulo e é acusado de abusar de seus alunos.

Protagonista de um dos maiores escândalos sexuais recentes do país, Carlos Veiga foi condenado a 40 anos de prisão em fevereiro deste ano.

A série é apresentada pelas jornalistas Cris Fibe, colunista do UOL e autora do livro "João de Deus: o abuso da fé", Paula Sacchetta, documentarista, diretora e roteirista, e Camila Brandalise, do núcleo de reportagens especiais do UOL, especializada na cobertura de assédio sexual e violência de gênero.

Estreia dia 25 de agosto em todas as plataformas do UOL.</itunes:summary>
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<p>Protagonista de um dos maiores escândalos sexuais recentes do país, Carlos Veiga foi condenado a 40 anos de prisão em fevereiro deste ano.</p>
<p>A série é apresentada pelas jornalistas Cris Fibe, colunista do UOL e autora do livro "João de Deus: o abuso da fé", Paula Sacchetta, documentarista, diretora e roteirista, e Camila Brandalise, do núcleo de reportagens especiais do UOL, especializada na cobertura de assédio sexual e violência de gênero.</p>
<p>Estreia dia 25 de agosto em todas as plataformas do UOL.</p>]]>
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      <title>Affonso Nina: Brasil não pode perder o trem-bala do desenvolvimento tecnológico</title>
      <description>Para Affonso Nina, presidente-executivo da Brasscom, data centers são peças centrais no desenvolvimento econômico e social do Brasil. No mundo conectado, eles armazenam, processam e distribuem dados para empresas, governos e serviços de todos os portes. Hoje, porém, 60% do processamento em nuvem usado no país é feito no exterior, o que gera dependência e um déficit de cerca de US$ 7 bilhões na balança de tecnologia. O Brasil, diz ele, tem condições de virar esse jogo: matriz elétrica 87% renovável, sistema de energia interligado e posição geográfica estratégica.</description>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Terras raras do Brasil; App ranqueia homens; ‘Novo RG’ explicado; Morango do amor vence o algoritmo</title>
      <description>O tema das terras raras voltou ao centro das discussões depois do tarifaço imposto por Donald Trump e do interesse da Casa Branca nesse recurso estratégico. O Brasil, vale lembrar, é dono da segunda maior reserva mundial desses minerais que são cruciais para três áreas que moldam o futuro imediato do planeta: chips de celulares, infraestrutura de data centers e transição energética. Segundo André Nunis, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), terras raras são 17 elementos usados em óptica e eletrônica, mas sobretudo na fabricação de superímãs fundamentais para produzir motores de carros elétricos, aviões, mísseis e turbinas eólicas. Hoje, a China concentra cerca de 90% do processamento global. Apesar da grande reserva, o Brasil ainda não domina as tecnologias necessárias para explorar e processar terras raras em escala comercial. Por enquanto, parte do que é extraído no país acaba exportada para a própria China, onde passa por todo o refinamento. Em paralelo, o Ministério de Minas e Energia promete apresentar políticas para garantir que essas riquezas sejam exploradas de forma sustentável e, sobretudo, que os ganhos fiquem no Brasil. Resta saber se o país conseguirá passar de fornecedor a protagonista nessa disputa.</description>
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>O tema das terras raras voltou ao centro das discussões depois do tarifaço imposto por Donald Trump e do interesse da Casa Branca nesse recurso estratégico. O Brasil, vale lembrar, é dono da segunda maior reserva mundial desses minerais que são cruciais para três áreas que moldam o futuro imediato do planeta: chips de celulares, infraestrutura de data centers e transição energética. Segundo André Nunis, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), terras raras são 17 elementos usados em óptica e eletrônica, mas sobretudo na fabricação de superímãs fundamentais para produzir motores de carros elétricos, aviões, mísseis e turbinas eólicas. Hoje, a China concentra cerca de 90% do processamento global. Apesar da grande reserva, o Brasil ainda não domina as tecnologias necessárias para explorar e processar terras raras em escala comercial. Por enquanto, parte do que é extraído no país acaba exportada para a própria China, onde passa por todo o refinamento. Em paralelo, o Ministério de Minas e Energia promete apresentar políticas para garantir que essas riquezas sejam exploradas de forma sustentável e, sobretudo, que os ganhos fiquem no Brasil. Resta saber se o país conseguirá passar de fornecedor a protagonista nessa disputa.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O tema das terras raras voltou ao centro das discussões depois do tarifaço imposto por Donald Trump e do interesse da Casa Branca nesse recurso estratégico. O Brasil, vale lembrar, é dono da segunda maior reserva mundial desses minerais que são cruciais para três áreas que moldam o futuro imediato do planeta: chips de celulares, infraestrutura de data centers e transição energética. Segundo André Nunis, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), terras raras são 17 elementos usados em óptica e eletrônica, mas sobretudo na fabricação de superímãs fundamentais para produzir motores de carros elétricos, aviões, mísseis e turbinas eólicas. Hoje, a China concentra cerca de 90% do processamento global. Apesar da grande reserva, o Brasil ainda não domina as tecnologias necessárias para explorar e processar terras raras em escala comercial. Por enquanto, parte do que é extraído no país acaba exportada para a própria China, onde passa por todo o refinamento. Em paralelo, o Ministério de Minas e Energia promete apresentar políticas para garantir que essas riquezas sejam exploradas de forma sustentável e, sobretudo, que os ganhos fiquem no Brasil. Resta saber se o país conseguirá passar de fornecedor a protagonista nessa disputa.

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      <title>Influenciador de inteligência artificial, Paulo Aguiar fala sobre processo criativo, IA na publicidade e no marketing </title>
      <description>Como a tecnologia tem influenciado a publicidade e qual é o papel da IA nisso tudo? Essa é a síntese da entrevista de Paulo Aguiar para o novo episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Após anos trabalhando como profissional criativo para empresas e agências de publicidade, hoje ele divide seu tempo entre consultorias sobre o uso da IA, cursos e geração de conteúdo autoral produzido com as mais variadas ferramentas. 

Paulo considera a IA uma co-pilota, que pode acelerar a execução tanto de uma ideia boa como de uma ideia ruim. Por isso, mais do que desconfiar da tecnologia, o foco deve estar em descobrir como usá-la. A IA pode estar presente em todas as etapas do processo criativo,  da pesquisa à produção de vídeos, e quanto mais material original for oferecido, mais a ferramenta estará apta a colaborar com resultados menos genéricos e pasteurizados.</description>
      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 08:10:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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Paulo considera a IA uma co-pilota, que pode acelerar a execução tanto de uma ideia boa como de uma ideia ruim. Por isso, mais do que desconfiar da tecnologia, o foco deve estar em descobrir como usá-la. A IA pode estar presente em todas as etapas do processo criativo,  da pesquisa à produção de vídeos, e quanto mais material original for oferecido, mais a ferramenta estará apta a colaborar com resultados menos genéricos e pasteurizados.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Como a tecnologia tem influenciado a publicidade e qual é o papel da IA nisso tudo? Essa é a síntese da entrevista de Paulo Aguiar para o novo episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Após anos trabalhando como profissional criativo para empresas e agências de publicidade, hoje ele divide seu tempo entre consultorias sobre o uso da IA, cursos e geração de conteúdo autoral produzido com as mais variadas ferramentas. </p>
<p>Paulo considera a IA uma co-pilota, que pode acelerar a execução tanto de uma ideia boa como de uma ideia ruim. Por isso, mais do que desconfiar da tecnologia, o foco deve estar em descobrir como usá-la. A IA pode estar presente em todas as etapas do processo criativo,  da pesquisa à produção de vídeos, e quanto mais material original for oferecido, mais a ferramenta estará apta a colaborar com resultados menos genéricos e pasteurizados. </p>
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      <title>Grok, de Musk, vai à guerra; Pix e gov.br: 5 inovações do Brasil; o novo ChatGPT; Nvidia dobra Trump</title>
      <description>A xAI, empresa de Elon Musk, chamou atenção com o lançamento do Grok, sua única e polêmica aposta em inteligência artificial. Apresentado como uma alternativa “politicamente incorreta” aos modelos tradicionais, o Grok se destacou em testes de benchmark e, mais recentemente, firmou um contrato com o Departamento de Defesa dos EUA para desenvolver soluções em segurança militar. O projeto reflete a própria trajetória de Musk na IA: após sair da OpenAI em conflito com Sam Altman, ele fundou a xAI, atraiu grandes investimentos do Vale do Silício e recrutou especialistas de peso. Batizado também de TruthGPT, o Grok foi criado para defender uma liberdade de expressão irrestrita — o que logo gerou controvérsia, especialmente após uma versão do modelo elogiar Hitler. Inicialmente integrado ao X (ex-Twitter), o Grok tenta se descolar dessa imagem e aposta em novos formatos de monetização. Um deles é o plano SuperGrokHeavy, que cobra US$ 300 por mês para acesso ao modelo de raciocínio — valor superior ao de outras plataformas. A IA também oferece uma função de “companhia digital”, moldando uma personalidade capaz de criar vínculos com o usuário. Ainda que o Grok avance por um território já explorado pelas demais ferramentas de IA, ambição característica de Musk sempre pode trazer surpresas. </description>
      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A xAI, empresa de Elon Musk, chamou atenção com o lançamento do Grok, sua única e polêmica aposta em inteligência artificial. Apresentado como uma alternativa “politicamente incorreta” aos modelos tradicionais, o Grok se destacou em testes de benchmark e, mais recentemente, firmou um contrato com o Departamento de Defesa dos EUA para desenvolver soluções em segurança militar. O projeto reflete a própria trajetória de Musk na IA: após sair da OpenAI em conflito com Sam Altman, ele fundou a xAI, atraiu grandes investimentos do Vale do Silício e recrutou especialistas de peso. Batizado também de TruthGPT, o Grok foi criado para defender uma liberdade de expressão irrestrita — o que logo gerou controvérsia, especialmente após uma versão do modelo elogiar Hitler. Inicialmente integrado ao X (ex-Twitter), o Grok tenta se descolar dessa imagem e aposta em novos formatos de monetização. Um deles é o plano SuperGrokHeavy, que cobra US$ 300 por mês para acesso ao modelo de raciocínio — valor superior ao de outras plataformas. A IA também oferece uma função de “companhia digital”, moldando uma personalidade capaz de criar vínculos com o usuário. Ainda que o Grok avance por um território já explorado pelas demais ferramentas de IA, ambição característica de Musk sempre pode trazer surpresas. </itunes:summary>
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<p>A xAI, empresa de Elon Musk, chamou atenção com o lançamento do Grok, sua única e polêmica aposta em inteligência artificial. Apresentado como uma alternativa “politicamente incorreta” aos modelos tradicionais, o Grok se destacou em testes de benchmark e, mais recentemente, firmou um contrato com o Departamento de Defesa dos EUA para desenvolver soluções em segurança militar. O projeto reflete a própria trajetória de Musk na IA: após sair da OpenAI em conflito com Sam Altman, ele fundou a xAI, atraiu grandes investimentos do Vale do Silício e recrutou especialistas de peso. Batizado também de TruthGPT, o Grok foi criado para defender uma liberdade de expressão irrestrita — o que logo gerou controvérsia, especialmente após uma versão do modelo elogiar Hitler. Inicialmente integrado ao X (ex-Twitter), o Grok tenta se descolar dessa imagem e aposta em novos formatos de monetização. Um deles é o plano SuperGrokHeavy, que cobra US$ 300 por mês para acesso ao modelo de raciocínio — valor superior ao de outras plataformas. A IA também oferece uma função de “companhia digital”, moldando uma personalidade capaz de criar vínculos com o usuário. Ainda que o Grok avance por um território já explorado pelas demais ferramentas de IA, ambição característica de Musk sempre pode trazer surpresas. </p>
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      <title>Gabriela de Queiroz, ex-Microsoft, fala sobre demissões, corrida da IA e as mentiras das Big Tech</title>
      <description>Gabriela de Queiroz chegou ao Vale do Silício há treze anos com um objetivo bem direto: aprender os termos técnicos da sua área em inglês. Desde então, trilhou um caminho intenso: foi cientista de dados, passou por várias startups e mergulhou de vez no universo da inteligência artificial durante sua passagem pela IBM. Quando a IA ganhou os holofotes em 2022, ela já estava na Microsoft, onde liderou um time voltado ao uso da tecnologia por estudantes. Depois, encarou outro desafio: tinha apenas três meses para mudar a percepção dos fundadores de startups do Vale sobre a Microsoft, ou seja, convencê-los a olhar para a empresa com outros olhos e a usar seus produtos. Deu tão certo que o trabalho foi escalado de São Francisco para o mundo. Mesmo assim, Gabriela acabou demitida, junto com outras 6 mil pessoas, no primeiro dos dois cortes mais recentes realizados pela Big Tech. Na visão dela, ironicamente, quem foi cortado era justamente gente altamente qualificada, com um nível técnico que a IA ainda está longe de alcançar. “É uma parte bem humana”, resume.

Para Gabriela, a IA ainda não provocou grandes mudanças nos bastidores da Microsoft. A empresa tem apostado nos produtos com inteligência artificial, mas quando se olha para dentro, muitos processos seguem mecânicos e burocráticos. Um exemplo está nos relatórios de despesas com cartões corporativos em viagens, que continuam sendo feitos manualmente. Em contrapartida, existe sim uma pressão para que os funcionários conheçam e aprendam a usar as ferramentas para turbinar a produtividade. Mas, segundo ela, a tal “guerra do código”, com big techs disputando quem gera mais linhas com IA, tem mais a ver com ganhar espaço na mídia do que com resultados reais. O que mudou, de fato, foi a imagem da Microsoft no mercado. A empresa, que por muito tempo ficou à margem da conversa sobre inovação, agora é reconhecida como uma das protagonistas quando o assunto é IA. Ainda não lidera o jogo, mas entrou no radar.

Para Gabriela, a chegada de Donald Trump à presidência representou um retrocesso nos avanços que o setor de tecnologia vinha conquistando na área de diversidade e inclusão. Um dos impactos mais visíveis foi o fechamento de organizações criadas para apoiar a entrada de grupos minorizados no setor. Sem o apoio financeiro das big techs, muitas dessas iniciativas perderam força e acabaram encerrando suas atividades. Ela também percebeu mudanças no dia a dia das empresas: atitudes machistas, que pareciam ter ficado no passado, voltaram a aparecer com mais frequência. Enquanto a Microsoft seguiu tocando seus projetos voltados para diversidade, empresas como o Google e a Salesforce chegaram a se posicionar publicamente, sinalizando um novo rumo — menos comprometido com a inclusão.O avanço das tecnologias e o envolvimento cada vez mais profundo dos mais jovens com a IA tem acendido um sinal de alerta para Gabriela. Segundo ela, muitos têm dificuldade de construir raciocínios mais complexos, e a interação entre as pessoas já não é mais como antes da popularização das ferramentas de IA. Há, inclusive, uma percepção preocupante entre jovens criadores de startups de que os humanos - e suas conexões - seriam dispensáveis. Ainda assim, dois mundos coexistem no Vale do Silício. De um lado, o impulso pela inovação e a pressa em liderar o desenvolvimento tecnológico; de outro, em pequenas rodas, resiste a necessidade de discutir ética, limites e governança. O problema, segundo Gabriela, é que essa discussão ainda é frágil, e frequentemente atropelada pela euforia da “corrida do ouro” da inteligência artificial.</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Gabriela de Queiroz chegou ao Vale do Silício há treze anos com um objetivo bem direto: aprender os termos técnicos da sua área em inglês. Desde então, trilhou um caminho intenso: foi cientista de dados, passou por várias startups e mergulhou de vez no universo da inteligência artificial durante sua passagem pela IBM. Quando a IA ganhou os holofotes em 2022, ela já estava na Microsoft, onde liderou um time voltado ao uso da tecnologia por estudantes. Depois, encarou outro desafio: tinha apenas três meses para mudar a percepção dos fundadores de startups do Vale sobre a Microsoft, ou seja, convencê-los a olhar para a empresa com outros olhos e a usar seus produtos. Deu tão certo que o trabalho foi escalado de São Francisco para o mundo. Mesmo assim, Gabriela acabou demitida, junto com outras 6 mil pessoas, no primeiro dos dois cortes mais recentes realizados pela Big Tech. Na visão dela, ironicamente, quem foi cortado era justamente gente altamente qualificada, com um nível técnico que a IA ainda está longe de alcançar. “É uma parte bem humana”, resume.

Para Gabriela, a IA ainda não provocou grandes mudanças nos bastidores da Microsoft. A empresa tem apostado nos produtos com inteligência artificial, mas quando se olha para dentro, muitos processos seguem mecânicos e burocráticos. Um exemplo está nos relatórios de despesas com cartões corporativos em viagens, que continuam sendo feitos manualmente. Em contrapartida, existe sim uma pressão para que os funcionários conheçam e aprendam a usar as ferramentas para turbinar a produtividade. Mas, segundo ela, a tal “guerra do código”, com big techs disputando quem gera mais linhas com IA, tem mais a ver com ganhar espaço na mídia do que com resultados reais. O que mudou, de fato, foi a imagem da Microsoft no mercado. A empresa, que por muito tempo ficou à margem da conversa sobre inovação, agora é reconhecida como uma das protagonistas quando o assunto é IA. Ainda não lidera o jogo, mas entrou no radar.

Para Gabriela, a chegada de Donald Trump à presidência representou um retrocesso nos avanços que o setor de tecnologia vinha conquistando na área de diversidade e inclusão. Um dos impactos mais visíveis foi o fechamento de organizações criadas para apoiar a entrada de grupos minorizados no setor. Sem o apoio financeiro das big techs, muitas dessas iniciativas perderam força e acabaram encerrando suas atividades. Ela também percebeu mudanças no dia a dia das empresas: atitudes machistas, que pareciam ter ficado no passado, voltaram a aparecer com mais frequência. Enquanto a Microsoft seguiu tocando seus projetos voltados para diversidade, empresas como o Google e a Salesforce chegaram a se posicionar publicamente, sinalizando um novo rumo — menos comprometido com a inclusão.O avanço das tecnologias e o envolvimento cada vez mais profundo dos mais jovens com a IA tem acendido um sinal de alerta para Gabriela. Segundo ela, muitos têm dificuldade de construir raciocínios mais complexos, e a interação entre as pessoas já não é mais como antes da popularização das ferramentas de IA. Há, inclusive, uma percepção preocupante entre jovens criadores de startups de que os humanos - e suas conexões - seriam dispensáveis. Ainda assim, dois mundos coexistem no Vale do Silício. De um lado, o impulso pela inovação e a pressa em liderar o desenvolvimento tecnológico; de outro, em pequenas rodas, resiste a necessidade de discutir ética, limites e governança. O problema, segundo Gabriela, é que essa discussão ainda é frágil, e frequentemente atropelada pela euforia da “corrida do ouro” da inteligência artificial.</itunes:summary>
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<p>Gabriela de Queiroz chegou ao Vale do Silício há treze anos com um objetivo bem direto: aprender os termos técnicos da sua área em inglês. Desde então, trilhou um caminho intenso: foi cientista de dados, passou por várias startups e mergulhou de vez no universo da inteligência artificial durante sua passagem pela IBM. Quando a IA ganhou os holofotes em 2022, ela já estava na Microsoft, onde liderou um time voltado ao uso da tecnologia por estudantes. Depois, encarou outro desafio: tinha apenas três meses para mudar a percepção dos fundadores de startups do Vale sobre a Microsoft, ou seja, convencê-los a olhar para a empresa com outros olhos e a usar seus produtos. Deu tão certo que o trabalho foi escalado de São Francisco para o mundo. Mesmo assim, Gabriela acabou demitida, junto com outras 6 mil pessoas, no primeiro dos dois cortes mais recentes realizados pela Big Tech. Na visão dela, ironicamente, quem foi cortado era justamente gente altamente qualificada, com um nível técnico que a IA ainda está longe de alcançar. “É uma parte bem humana”, resume.<br></p>
<p>Para Gabriela, a IA ainda não provocou grandes mudanças nos bastidores da Microsoft. A empresa tem apostado nos produtos com inteligência artificial, mas quando se olha para dentro, muitos processos seguem mecânicos e burocráticos. Um exemplo está nos relatórios de despesas com cartões corporativos em viagens, que continuam sendo feitos manualmente. Em contrapartida, existe sim uma pressão para que os funcionários conheçam e aprendam a usar as ferramentas para turbinar a produtividade. Mas, segundo ela, a tal “guerra do código”, com big techs disputando quem gera mais linhas com IA, tem mais a ver com ganhar espaço na mídia do que com resultados reais. O que mudou, de fato, foi a imagem da Microsoft no mercado. A empresa, que por muito tempo ficou à margem da conversa sobre inovação, agora é reconhecida como uma das protagonistas quando o assunto é IA. Ainda não lidera o jogo, mas entrou no radar.</p>
<p>Para Gabriela, a chegada de Donald Trump à presidência representou um retrocesso nos avanços que o setor de tecnologia vinha conquistando na área de diversidade e inclusão. Um dos impactos mais visíveis foi o fechamento de organizações criadas para apoiar a entrada de grupos minorizados no setor. Sem o apoio financeiro das big techs, muitas dessas iniciativas perderam força e acabaram encerrando suas atividades. Ela também percebeu mudanças no dia a dia das empresas: atitudes machistas, que pareciam ter ficado no passado, voltaram a aparecer com mais frequência. Enquanto a Microsoft seguiu tocando seus projetos voltados para diversidade, empresas como o Google e a Salesforce chegaram a se posicionar publicamente, sinalizando um novo rumo — menos comprometido com a inclusão.O avanço das tecnologias e o envolvimento cada vez mais profundo dos mais jovens com a IA tem acendido um sinal de alerta para Gabriela. Segundo ela, muitos têm dificuldade de construir raciocínios mais complexos, e a interação entre as pessoas já não é mais como antes da popularização das ferramentas de IA. Há, inclusive, uma percepção preocupante entre jovens criadores de startups de que os humanos - e suas conexões - seriam dispensáveis. Ainda assim, dois mundos coexistem no Vale do Silício. De um lado, o impulso pela inovação e a pressa em liderar o desenvolvimento tecnológico; de outro, em pequenas rodas, resiste a necessidade de discutir ética, limites e governança. O problema, segundo Gabriela, é que essa discussão ainda é frágil, e frequentemente atropelada pela euforia da “corrida do ouro” da inteligência artificial.</p>
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      <title>O novo abismo digital; Medo do desemprego pela IA?; Os vídeos racistas do Google; Bets engolem YouTube e WhatsApp </title>
      <description>Abismo digital é o termo usado para descrever a desigualdade entre os países na capacidade de desenvolver inteligência artificial. Hoje, 32 nações concentram praticamente toda a infraestrutura computacional do planeta. Nesse episódio do Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz discutem um estudo da Universidade de Oxford que aponta que a segunda onda de investimentos em IA pode agravar esse abismo, com as Big Techs injetando US$ 320 bilhões em infraestrutura somente em 2025. Diante desse panorama, surge uma pergunta crucial: vale a pena investir recursos públicos para sustentar uma infraestrutura dominada por outros países? O debate se conecta diretamente ao Plano Nacional de Data Centers, que prevê renúncias fiscais para atrair investimentos no setor. A questão é: quem se beneficia dessa política? E como garantir que ela contribua para a soberania digital brasileira?

A nova edição da pesquisa global da Ipsos sobre a presença da tecnologia  na vida das pessoas trouxe uma mudança interessante: os brasileiros estão cada vez menos assustados com a inteligência artificial. A edição de 2025 do estudo indica que, apesar de uma queda no otimismo, o medo da IA também está diminuindo. Realizado desde 2023, o estudo deste ano trouxe dados interessantes sobre a relação dos habitantes de 30 países com as ferramentas. No Brasil, parece que o contato mais frequente com as ferramentas ajudou a quebrar parte da sensação de ameaça sentida em anos anteriores. Um bom exemplo disso aparece na preocupação com o mercado de trabalho: a quantidade de brasileiros que temem perder o emprego para a IA caiu de 57%, em 2024, para 43%. Ou seja: o hype baixou, o susto também. Com a IA fazendo cada vez mais parte da rotina, o olhar sobre ela está ficando mais realista.

A MediaMatters revelou que o TikTok vem sendo invadido por vídeos racistas e antissemitas gerados com o Veo 3, a nova ferramenta de inteligência artificial do Google que produz vídeos hiper-realistas. Muitos desses conteúdos carregam a própria marca d’água do Veo 3, o que escancara a fragilidade dos filtros que deveriam impedir esse tipo de produção — tanto por parte da IA quanto da plataforma que os distribui. Mesmo com as promessas das empresas de que existem barreiras para conter abusos, os “guard rails” claramente não estão dando conta do recado. E isso levanta duas questões urgentes: como essas ferramentas geram conteúdos discriminatórios tão facilmente? E por que o TikTok permite que eles circulem? O cenário expõe não só os limites técnicos dessas IAs, mas também a necessidade urgente de regulações que responsabilizem as big techs pelo conteúdo criado e veiculado por seus usuários.

As bets ocupam hoje o segundo lugar em número de acessos a sites no Brasil, perdendo apenas para o Google. É o que mostra uma pesquisa da SimilarWeb, que levou em conta as 193 bets legalizadas no país. Entre janeiro e maio deste ano, o número de acessos pulou de 55 para 68 milhões. Vale ressaltar que 67,8% desses acessos são feitos de forma direta, o que mostra que as bets conseguiram pregar suas marcas (e seus sites) nas cabeças dos brasileiros, às custas de muitos contratos publicitários com influenciadores e jogadores de futebol. A fidelização do público deve aumentar a partir da liberação do Google que as Bets disponibilizam seus aplicativos no Google Play.

#DeuTilt #T02E28</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Abismo digital é o termo usado para descrever a desigualdade entre os países na capacidade de desenvolver inteligência artificial. Hoje, 32 nações concentram praticamente toda a infraestrutura computacional do planeta. Nesse episódio do Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz discutem um estudo da Universidade de Oxford que aponta que a segunda onda de investimentos em IA pode agravar esse abismo, com as Big Techs injetando US$ 320 bilhões em infraestrutura somente em 2025. Diante desse panorama, surge uma pergunta crucial: vale a pena investir recursos públicos para sustentar uma infraestrutura dominada por outros países? O debate se conecta diretamente ao Plano Nacional de Data Centers, que prevê renúncias fiscais para atrair investimentos no setor. A questão é: quem se beneficia dessa política? E como garantir que ela contribua para a soberania digital brasileira?

A nova edição da pesquisa global da Ipsos sobre a presença da tecnologia  na vida das pessoas trouxe uma mudança interessante: os brasileiros estão cada vez menos assustados com a inteligência artificial. A edição de 2025 do estudo indica que, apesar de uma queda no otimismo, o medo da IA também está diminuindo. Realizado desde 2023, o estudo deste ano trouxe dados interessantes sobre a relação dos habitantes de 30 países com as ferramentas. No Brasil, parece que o contato mais frequente com as ferramentas ajudou a quebrar parte da sensação de ameaça sentida em anos anteriores. Um bom exemplo disso aparece na preocupação com o mercado de trabalho: a quantidade de brasileiros que temem perder o emprego para a IA caiu de 57%, em 2024, para 43%. Ou seja: o hype baixou, o susto também. Com a IA fazendo cada vez mais parte da rotina, o olhar sobre ela está ficando mais realista.

A MediaMatters revelou que o TikTok vem sendo invadido por vídeos racistas e antissemitas gerados com o Veo 3, a nova ferramenta de inteligência artificial do Google que produz vídeos hiper-realistas. Muitos desses conteúdos carregam a própria marca d’água do Veo 3, o que escancara a fragilidade dos filtros que deveriam impedir esse tipo de produção — tanto por parte da IA quanto da plataforma que os distribui. Mesmo com as promessas das empresas de que existem barreiras para conter abusos, os “guard rails” claramente não estão dando conta do recado. E isso levanta duas questões urgentes: como essas ferramentas geram conteúdos discriminatórios tão facilmente? E por que o TikTok permite que eles circulem? O cenário expõe não só os limites técnicos dessas IAs, mas também a necessidade urgente de regulações que responsabilizem as big techs pelo conteúdo criado e veiculado por seus usuários.

As bets ocupam hoje o segundo lugar em número de acessos a sites no Brasil, perdendo apenas para o Google. É o que mostra uma pesquisa da SimilarWeb, que levou em conta as 193 bets legalizadas no país. Entre janeiro e maio deste ano, o número de acessos pulou de 55 para 68 milhões. Vale ressaltar que 67,8% desses acessos são feitos de forma direta, o que mostra que as bets conseguiram pregar suas marcas (e seus sites) nas cabeças dos brasileiros, às custas de muitos contratos publicitários com influenciadores e jogadores de futebol. A fidelização do público deve aumentar a partir da liberação do Google que as Bets disponibilizam seus aplicativos no Google Play.

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<p>Abismo digital é o termo usado para descrever a desigualdade entre os países na capacidade de desenvolver inteligência artificial. Hoje, 32 nações concentram praticamente toda a infraestrutura computacional do planeta. Nesse episódio do Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz discutem um estudo da Universidade de Oxford que aponta que a segunda onda de investimentos em IA pode agravar esse abismo, com as Big Techs injetando US$ 320 bilhões em infraestrutura somente em 2025. Diante desse panorama, surge uma pergunta crucial: vale a pena investir recursos públicos para sustentar uma infraestrutura dominada por outros países? O debate se conecta diretamente ao Plano Nacional de Data Centers, que prevê renúncias fiscais para atrair investimentos no setor. A questão é: quem se beneficia dessa política? E como garantir que ela contribua para a soberania digital brasileira?</p>
<p>A nova edição da pesquisa global da Ipsos sobre a presença da tecnologia  na vida das pessoas trouxe uma mudança interessante: os brasileiros estão cada vez menos assustados com a inteligência artificial. A edição de 2025 do estudo indica que, apesar de uma queda no otimismo, o medo da IA também está diminuindo. Realizado desde 2023, o estudo deste ano trouxe dados interessantes sobre a relação dos habitantes de 30 países com as ferramentas. No Brasil, parece que o contato mais frequente com as ferramentas ajudou a quebrar parte da sensação de ameaça sentida em anos anteriores. Um bom exemplo disso aparece na preocupação com o mercado de trabalho: a quantidade de brasileiros que temem perder o emprego para a IA caiu de 57%, em 2024, para 43%. Ou seja: o hype baixou, o susto também. Com a IA fazendo cada vez mais parte da rotina, o olhar sobre ela está ficando mais realista.<br></p>
<p>A MediaMatters revelou que o TikTok vem sendo invadido por vídeos racistas e antissemitas gerados com o Veo 3, a nova ferramenta de inteligência artificial do Google que produz vídeos hiper-realistas. Muitos desses conteúdos carregam a própria marca d’água do Veo 3, o que escancara a fragilidade dos filtros que deveriam impedir esse tipo de produção — tanto por parte da IA quanto da plataforma que os distribui. Mesmo com as promessas das empresas de que existem barreiras para conter abusos, os “guard rails” claramente não estão dando conta do recado. E isso levanta duas questões urgentes: como essas ferramentas geram conteúdos discriminatórios tão facilmente? E por que o TikTok permite que eles circulem? O cenário expõe não só os limites técnicos dessas IAs, mas também a necessidade urgente de regulações que responsabilizem as big techs pelo conteúdo criado e veiculado por seus usuários.</p>
<p>As bets ocupam hoje o segundo lugar em número de acessos a sites no Brasil, perdendo apenas para o Google. É o que mostra uma pesquisa da SimilarWeb, que levou em conta as 193 bets legalizadas no país. Entre janeiro e maio deste ano, o número de acessos pulou de 55 para 68 milhões. Vale ressaltar que 67,8% desses acessos são feitos de forma direta, o que mostra que as bets conseguiram pregar suas marcas (e seus sites) nas cabeças dos brasileiros, às custas de muitos contratos publicitários com influenciadores e jogadores de futebol. A fidelização do público deve aumentar a partir da liberação do Google que as Bets disponibilizam seus aplicativos no Google Play.</p>
<p><strong>#DeuTilt #T02E28</strong></p>
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      <title>Veo 3 engana com vídeos super realistas; A computação quântica para além das promessas; SEO com os dias contados?; IA ajuda na paquera</title>
      <description>Vídeos criados por inteligência artificial têm gerado emoção e controvérsia nas redes sociais. Com realismo impressionante, as imagens produzidas pelo Veo 3 enganaram muitos usuários — que juravam estar assistindo a cenas reais. Mas como diferenciar o que é autêntico do que foi gerado por IA? Apesar das estratégias das empresas de tecnologia para sinalizar conteúdos sintéticos, identificar vídeos produzidos por inteligência artificial ainda é um desafio. Esse episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz 11 dicas para ajudar você a reconhecer vídeos que parecem reais, mas não são. A questão é: quanto tempo ainda vai levar até que a própria IA aprenda a não deixar rastros?

Embora ainda esteja em estágio experimental, a computação quântica vem avançando em direção a aplicações mais práticas, e até mesmo comercializáveis. Não por acaso, a ONU declarou 2025 como o Ano da Computação Quântica. Grandes empresas do setor já estão dando passos importantes nessa linha. A IBM, uma das pioneiras na área, anunciou planos para lançar até 2029 um computador quântico tolerante a falhas. Já a Microsoft revelou a descoberta de um novo estado da matéria, que pode viabilizar a criação de qubits mais estáveis e com menos erros.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Vídeos criados por inteligência artificial têm gerado emoção e controvérsia nas redes sociais. Com realismo impressionante, as imagens produzidas pelo Veo 3 enganaram muitos usuários — que juravam estar assistindo a cenas reais. Mas como diferenciar o que é autêntico do que foi gerado por IA? Apesar das estratégias das empresas de tecnologia para sinalizar conteúdos sintéticos, identificar vídeos produzidos por inteligência artificial ainda é um desafio. Esse episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz 11 dicas para ajudar você a reconhecer vídeos que parecem reais, mas não são. A questão é: quanto tempo ainda vai levar até que a própria IA aprenda a não deixar rastros?

Embora ainda esteja em estágio experimental, a computação quântica vem avançando em direção a aplicações mais práticas, e até mesmo comercializáveis. Não por acaso, a ONU declarou 2025 como o Ano da Computação Quântica. Grandes empresas do setor já estão dando passos importantes nessa linha. A IBM, uma das pioneiras na área, anunciou planos para lançar até 2029 um computador quântico tolerante a falhas. Já a Microsoft revelou a descoberta de um novo estado da matéria, que pode viabilizar a criação de qubits mais estáveis e com menos erros.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Vídeos criados por inteligência artificial têm gerado emoção e controvérsia nas redes sociais. Com realismo impressionante, as imagens produzidas pelo Veo 3 enganaram muitos usuários — que juravam estar assistindo a cenas reais. Mas como diferenciar o que é autêntico do que foi gerado por IA? Apesar das estratégias das empresas de tecnologia para sinalizar conteúdos sintéticos, identificar vídeos produzidos por inteligência artificial ainda é um desafio. Esse episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz 11 dicas para ajudar você a reconhecer vídeos que parecem reais, mas não são. A questão é: quanto tempo ainda vai levar até que a própria IA aprenda a não deixar rastros?</p>
<p>Embora ainda esteja em estágio experimental, a computação quântica vem avançando em direção a aplicações mais práticas, e até mesmo comercializáveis. Não por acaso, a ONU declarou 2025 como o Ano da Computação Quântica. Grandes empresas do setor já estão dando passos importantes nessa linha. A IBM, uma das pioneiras na área, anunciou planos para lançar até 2029 um computador quântico tolerante a falhas. Já a Microsoft revelou a descoberta de um novo estado da matéria, que pode viabilizar a criação de qubits mais estáveis e com menos erros.</p>
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      <title>David Li, ‘embaixador da inovação da China’, fala sobre Janja x TikTok, EUA x China e a IA chinesa</title>
      <description>A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, causou uma saia justa por pedir ajuda ao presidente chinês, Xi Jinping, para conter o TikTok, durante a última viagem do presidente Lula à China. A visão dos chineses sobre regulação passa longe da polêmica gerada aqui no Brasil, ainda que envolva uma plataforma pertencente a uma empresa do país. “Nós também proibimos o TikTok na China”, diz David Li, pesquisador pioneiro chinês e diretor do Laboratório de Inovação Aberta de Shenzhen. De passagem pelo Brasil para participar do 5º Congresso Brasileiro de Internet, promovido pela Abranet, Li falou com exclusividade ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, sobre Janja, o equilíbrio entre soberania e liberdade para regular plataformas digitais e o que a China, uma ditadura, fez a respeito. O programa, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, conta com a participação de Carla Araújo, chefe da sucursal do UOL em Brasília.</description>
      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 14:06:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, causou uma saia justa por pedir ajuda ao presidente chinês, Xi Jinping, para conter o TikTok, durante a última viagem do presidente Lula à China. A visão dos chineses sobre regulação passa longe da polêmica gerada aqui no Brasil, ainda que envolva uma plataforma pertencente a uma empresa do país. “Nós também proibimos o TikTok na China”, diz David Li, pesquisador pioneiro chinês e diretor do Laboratório de Inovação Aberta de Shenzhen. De passagem pelo Brasil para participar do 5º Congresso Brasileiro de Internet, promovido pela Abranet, Li falou com exclusividade ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, sobre Janja, o equilíbrio entre soberania e liberdade para regular plataformas digitais e o que a China, uma ditadura, fez a respeito. O programa, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, conta com a participação de Carla Araújo, chefe da sucursal do UOL em Brasília.</itunes:summary>
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<p>A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, causou uma saia justa por pedir ajuda ao presidente chinês, Xi Jinping, para conter o TikTok, durante a última viagem do presidente Lula à China. A visão dos chineses sobre regulação passa longe da polêmica gerada aqui no Brasil, ainda que envolva uma plataforma pertencente a uma empresa do país. “Nós também proibimos o TikTok na China”, diz David Li, pesquisador pioneiro chinês e diretor do Laboratório de Inovação Aberta de Shenzhen. De passagem pelo Brasil para participar do 5º Congresso Brasileiro de Internet, promovido pela Abranet, Li falou com exclusividade ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, sobre Janja, o equilíbrio entre soberania e liberdade para regular plataformas digitais e o que a China, uma ditadura, fez a respeito. O programa, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, conta com a participação de Carla Araújo, chefe da sucursal do UOL em Brasília.</p>
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      <title>LinkedIn: o outro lado do apelido LinkeDisney; coach virtual de IA; minoria está lá buscando emprego</title>
      <description>Com 85 milhões de cadastrados no LinkedIn, o Brasil é o terceiro maior mercado da rede social no mundo, que possui 1,2 bilhão de usuários. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o brasileiro possui um jeitinho só seu de interagir por lá, conta Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para América Latina e África. “O Brasileiro gosta de interagir, de ser abordado por recrutador. Essa é uma diferença para países europeus. Aqui no Brasil, as pessoas se sentem envaidecidas quando elas são procuradas”, conta ele em conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Com 85 milhões de cadastrados no LinkedIn, o Brasil é o terceiro maior mercado da rede social no mundo, que possui 1,2 bilhão de usuários. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o brasileiro possui um jeitinho só seu de interagir por lá, conta Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para América Latina e África. “O Brasileiro gosta de interagir, de ser abordado por recrutador. Essa é uma diferença para países europeus. Aqui no Brasil, as pessoas se sentem envaidecidas quando elas são procuradas”, conta ele em conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz.</itunes:summary>
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Com 85 milhões de cadastrados no LinkedIn, o Brasil é o terceiro maior mercado da rede social no mundo, que possui 1,2 bilhão de usuários. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o brasileiro possui um jeitinho só seu de interagir por lá, conta Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para América Latina e África. “O Brasileiro gosta de interagir, de ser abordado por recrutador. Essa é uma diferença para países europeus. Aqui no Brasil, as pessoas se sentem envaidecidas quando elas são procuradas”, conta ele em conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz.

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      <title>Nvidia: dona dos chips da IA ajudou OpenAI, não teme o DeepSeek e ajuda rivais a copiá-la</title>
      <description>Criada em 1993, a Nvidia demorou seis anos até lançar sua primeira placa de processamento gráfico. Avaliada em R$ 3,5 trilhões, a empresa é hoje uma das mais valiosas do mundo por produzir as GPUs que dão asas à inteligência artificial. Mas esse uso de seus chips não foi proposital, surgiu porque alunos universitários recorreram aos processadores em uma competição de IA, conta Márcio Aguiar, diretor-geral da Nvidia para América Latina para assuntos corporativos, em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. "A gente sabe que esse pioneirismo nos leva à liderança, mas a gente mais se atém é que as pessoas se lembram da primeira GPU. Hoje, a maioria dos nossos clientes corporativos cresceram usando essas plataformas computacionais da Nvidia", conta ele.

Na conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, Aguiar conta como a Nvidia caiu nas graças de gamers, mineradores de bitcoin e agora na de desenvolvedores de IA. E ele confidencia como é trabalhar em uma das empresas mais bem avaliadas do mundo: "O VR não é bom, mas as ações são excelentes.".</description>
      <pubDate>Tue, 17 Jun 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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Na conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, Aguiar conta como a Nvidia caiu nas graças de gamers, mineradores de bitcoin e agora na de desenvolvedores de IA. E ele confidencia como é trabalhar em uma das empresas mais bem avaliadas do mundo: "O VR não é bom, mas as ações são excelentes.".</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Criada em 1993, a Nvidia demorou seis anos até lançar sua primeira placa de processamento gráfico. Avaliada em R$ 3,5 trilhões, a empresa é hoje uma das mais valiosas do mundo por produzir as GPUs que dão asas à inteligência artificial. Mas esse uso de seus chips não foi proposital, surgiu porque alunos universitários recorreram aos processadores em uma competição de IA, conta Márcio Aguiar, diretor-geral da Nvidia para América Latina para assuntos corporativos, em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. "A gente sabe que esse pioneirismo nos leva à liderança, mas a gente mais se atém é que as pessoas se lembram da primeira GPU. Hoje, a maioria dos nossos clientes corporativos cresceram usando essas plataformas computacionais da Nvidia", conta ele.

Na conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, Aguiar conta como a Nvidia caiu nas graças de gamers, mineradores de bitcoin e agora na de desenvolvedores de IA. E ele confidencia como é trabalhar em uma das empresas mais bem avaliadas do mundo: "O VR não é bom, mas as ações são excelentes.".

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      <title>As passagens aéreas vão acabar?; IAs de companhia acusadas de abuso; Nova ferramenta de IA na Netflix; Treta pode deixar iPhone mais barato</title>
      <description>As passagens aéreas como as conhecemos estão com os dias contatos? O uso de reconhecimento facial para agilizar o embarque nos aeroportos deve se popularizar, mas, para além dos ganhos em rapidez e segurança, como fica a questão da privacidade dos usuários? Chatbots manipulam usuários, praticando bullying e assédio para mantê-los nas plataformas por mais tempo. Netflix desenvolve ferramenta da IA generativa para ajudar usuários a encontrar o tipo de conteúdo que querem assistir.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 08:05:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>As passagens aéreas como as conhecemos estão com os dias contatos? O uso de reconhecimento facial para agilizar o embarque nos aeroportos deve se popularizar, mas, para além dos ganhos em rapidez e segurança, como fica a questão da privacidade dos usuários? Chatbots manipulam usuários, praticando bullying e assédio para mantê-los nas plataformas por mais tempo. Netflix desenvolve ferramenta da IA generativa para ajudar usuários a encontrar o tipo de conteúdo que querem assistir.

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      <title>IA está nos deixando burros?; Nova estratégia para regular as redes; Google vai vender o Chrome?</title>
      <description>A IA generativa está nos deixando mais burros? Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz respondem a essa pergunta e falam também sobre a nova estratégia do Governo Federal para a regulação das redes depois do fracasso do PL das fake news, discutem se o Google será realmente obrigado a vender o Chrome e se estamos diante de uma guerra dos browsers, essa tecnologia aparentemente fora de moda, mas que está na mira de muitas big techs.</description>
      <pubDate>Tue, 03 Jun 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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A IA generativa está nos deixando mais burros? Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz respondem a essa pergunta e falam também sobre a nova estratégia do Governo Federal para a regulação das redes depois do fracasso do PL das fake news, discutem se o Google será realmente obrigado a vender o Chrome e se estamos diante de uma guerra dos browsers, essa tecnologia aparentemente fora de moda, mas que está na mira de muitas big techs. 
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      <title>Guilherme Cintra fala sobre Educação, Tecnologia e os riscos e vantagens do uso da IA na escola</title>
      <description>Guilherme Cintra, diretor de Inovação e Tecnologia da Fundação Lemann, é formado em Economia e começou sua carreira dando aula de matemática para alunos de escolas públicas. Com essa experiência, descobriu que há diferentes caminhos para chegar ao conhecimento. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Cintra conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre sua visão de inovação e da tecnologia como ferramentas para escalar a qualidade educacional e sobre os riscos e benefícios do uso da IA em sala de aula.</description>
      <pubDate>Tue, 27 May 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Iberê, do Manual do Mundo,  fala sobre as transformações no YT, recordes e propostas de publicidade</title>
      <description>Em 2008, o jornalista Iberê Thenório criou, junto com sua esposa Mariana Fulfaro, o que hoje é considerado o maior canal de ciências do YouTube Brasil. Com mais de 19 milhões de inscritos, o Manual do Mundo começou sua jornada quando tudo era mato na internet. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Iberê Thenório conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre as transformações que presenciou em 17 anos na plataforma de vídeos, fala sobre o assédio das emissoras de TV aos youtubers, os recordes batidos no Guinness Book e sobre como paga as contas com a internet.</description>
      <pubDate>Tue, 20 May 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Em 2008, o jornalista Iberê Thenório criou, junto com sua esposa Mariana Fulfaro, o que hoje é considerado o maior canal de ciências do YouTube Brasil. Com mais de 19 milhões de inscritos, o Manual do Mundo começou sua jornada quando tudo era mato na internet. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Iberê Thenório conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre as transformações que presenciou em 17 anos na plataforma de vídeos, fala sobre o assédio das emissoras de TV aos youtubers, os recordes batidos no Guinness Book e sobre como paga as contas com a internet.</itunes:summary>
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Em 2008, o jornalista Iberê Thenório criou, junto com sua esposa Mariana Fulfaro, o que hoje é considerado o maior canal de ciências do YouTube Brasil. Com mais de 19 milhões de inscritos, o Manual do Mundo começou sua jornada quando tudo era mato na internet. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Iberê Thenório conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre as transformações que presenciou em 17 anos na plataforma de vídeos, fala sobre o assédio das emissoras de TV aos youtubers, os recordes batidos no Guinness Book e sobre como paga as contas com a internet. 

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      <title>WhatsApp lendo suas mensagens?; De onde virão os R$ 2 tri para data centers?; ChatGPT puxa-saco</title>
      <description>Durante a última LlamaCon, a conferência da Meta, a empresa divulgou uma nova funcionalidade para o Whatsapp, disponível, por enquanto, apenas nos EUA: o resumo de conversas. A proposta é boa e capaz de facilitar a vida dos usuários, mas levanta questões relacionadas à privacidade e à segurança. Para minimizar riscos, a Meta pretende usar uma abordagem chamada de “processamento privado”, que prevê o envio de mensagens criptografadas para um servidor que executa a função de IA e devolve a mensagem para o celular, deixando o conteúdo “fora” do aparelho pelo menor período de tempo possível. O sistema está disponível para pesquisadores e auditores fazerem testes de vulnerabilidade - uma abertura inédita por parte da Meta - mas vale lembrar que tanto a criptografia de ponta a ponta, quanto conversas que não passam pelos servidores do Whatsapp sempre foram paradigmas do aplicativo, que agora serão colocados em xeque.</description>
      <pubDate>Tue, 13 May 2025 08:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Durante a última LlamaCon, a conferência da Meta, a empresa divulgou uma nova funcionalidade para o Whatsapp, disponível, por enquanto, apenas nos EUA: o resumo de conversas. A proposta é boa e capaz de facilitar a vida dos usuários, mas levanta questões relacionadas à privacidade e à segurança. Para minimizar riscos, a Meta pretende usar uma abordagem chamada de “processamento privado”, que prevê o envio de mensagens criptografadas para um servidor que executa a função de IA e devolve a mensagem para o celular, deixando o conteúdo “fora” do aparelho pelo menor período de tempo possível. O sistema está disponível para pesquisadores e auditores fazerem testes de vulnerabilidade - uma abertura inédita por parte da Meta - mas vale lembrar que tanto a criptografia de ponta a ponta, quanto conversas que não passam pelos servidores do Whatsapp sempre foram paradigmas do aplicativo, que agora serão colocados em xeque. 

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      <title>Facebook sem Instagram e WhatsApp; Musk, Bezos e chineses: satélites no Brasil; A onda do ‘vibe coding’; Algoritmos para a vida</title>
      <description>A Meta enfrenta um julgamento que decidirá se ela possui o monopólio das redes sociais pessoais e se a compra de Instagram e WhatsApp contribuiu para isso ao tirar do mercado dois fortes concorrentes. Caso condenada, a empresa de Mark Zuckerberg pode ser obrigada a se desfazer dos dois aplicativos. Se tiver de acontecer, esse negócio vai mudar o mundo da tecnologia como o conhecemos. Mas outra decisão teria causado impacto imprevisível e inevitável: e se o Facebook não tivesse adquirido Instagram e WhatsApp? No novo episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre o universo das redes sociais que poderia ter sido.</description>
      <pubDate>Tue, 06 May 2025 08:32:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <title>O paradoxo elétrico da IA; Chips ‘made in USA’; Os maus negócios de Musk; Black Mirror</title>
      <description>No ritmo atual, a inteligência artificial vai ser responsável pelo consumo de 3% de toda a eletricidade do mundo em 2030, nos cálculos da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O volume é equivalente à energia elétrica consumida pelo Japão por todo ano. “Daqui a 5 anos, ao atingir esses 3% de consumo, a IA vai se igualar à aviação civil, que é usada por muito mais pessoas do que quem usa IA", diz Helton Simões Gomes. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton e Diogo Cortiz explicam a solução paradoxal proposta pela IEA para reduzir a conta de luz gerada pela IA.

Quando o assunto é chip, o mundo vai em uma direção, e o Brasil segue o caminho inverso. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como, Na corrida pela soberania da inteligência artificial, os Estados Unidos têm brigado para produzir em seu território os poderosos semicondutores necessários à tecnologia, enquanto o Brasil dá à CEITEC, principal empresa de chips do Brasil e única fábrica da América Latina, um destino para lá de incerto.</description>
      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 12:53:00 -0000</pubDate>
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Quando o assunto é chip, o mundo vai em uma direção, e o Brasil segue o caminho inverso. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como, Na corrida pela soberania da inteligência artificial, os Estados Unidos têm brigado para produzir em seu território os poderosos semicondutores necessários à tecnologia, enquanto o Brasil dá à CEITEC, principal empresa de chips do Brasil e única fábrica da América Latina, um destino para lá de incerto.</itunes:summary>
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Quando o assunto é chip, o mundo vai em uma direção, e o Brasil segue o caminho inverso. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como, Na corrida pela soberania da inteligência artificial, os Estados Unidos têm brigado para produzir em seu território os poderosos semicondutores necessários à tecnologia, enquanto o Brasil dá à CEITEC, principal empresa de chips do Brasil e única fábrica da América Latina, um destino para lá de incerto.

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      <title>Trump mira China e acerta celular do Brasil; teste de Turing?; Meta no banco dos réus</title>
      <description>O tarifaço promovido pelo presidente Donald Trump mirou a China, mas acabou atingindo o iPhone, um dos produtos mais simbólicos do capitalismo e que deve ficar mais caro. Após detectar a besteira, a Casa Branca tentou consertar e aplicou exceções tarifárias para importação de smartphones. A emenda não durou muito, e logo veio o anúncio de que a exceção é temporária. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Gomes explicam como a guerra comercial contra a China pode afetar o mercado de smartphones no Brasil, em meio a uma complexa dança das cadeiras. Com a invasão das chinesas (metade das vendedoras no país) e a explosão do mercado cinza, o cenário local pode agora enfrentar uma dinâmica maluca de preços.</description>
      <pubDate>Tue, 22 Apr 2025 09:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <title>Novo podcast "Neymar" | Teaser</title>
      <description>Novo podcast UOL Prime revela como Neymar e seu pai construíram um império bilionário. A série mostra como o astro do futebol se tornou não apenas um dos maiores jogadores do mundo, mas também um produto bilionário que transformou todos os membros de sua família em celebridades globais.

A equipe do UOL teve acesso documentos exclusivos dos últimos 10 anos, como trocas de e-mails, conversas de whatsapp e contratos publicitários. 

Com narração de Juca Kfouri e  Pedro Lopes, o podcast é o resultado de pesquisas em mais de 6 mil páginas de documentos e contratos somados a 15 horas de depoimentos exclusivos.

Estreia dia 22 de abril no youtube do UOL Prime e em todas as plataformas de podcast.</description>
      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 20:00:00 -0000</pubDate>
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A equipe do UOL teve acesso documentos exclusivos dos últimos 10 anos, como trocas de e-mails, conversas de whatsapp e contratos publicitários. 

Com narração de Juca Kfouri e  Pedro Lopes, o podcast é o resultado de pesquisas em mais de 6 mil páginas de documentos e contratos somados a 15 horas de depoimentos exclusivos.

Estreia dia 22 de abril no youtube do UOL Prime e em todas as plataformas de podcast.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Novo podcast UOL Prime revela como Neymar e seu pai construíram um império bilionário. A série mostra como o astro do futebol se tornou não apenas um dos maiores jogadores do mundo, mas também um produto bilionário que transformou todos os membros de sua família em celebridades globais.</p><p><br></p><p>A equipe do UOL teve acesso documentos exclusivos dos últimos 10 anos, como trocas de e-mails, conversas de whatsapp e contratos publicitários. </p><p><br></p><p>Com narração de Juca Kfouri e  Pedro Lopes, o podcast é o resultado de pesquisas em mais de 6 mil páginas de documentos e contratos somados a 15 horas de depoimentos exclusivos.</p><p><br></p><p>Estreia dia 22 de abril no youtube do UOL Prime e em todas as plataformas de podcast.</p><p><br></p>]]>
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      <title>A ‘energia masculina’ de Zuckerberg, a saída da head da Meta e as Big Tech nas eleições de 2026</title>
      <description>Assim que Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou maior descontrole sobre o que é publicado no Facebook, Instagram e Threads, uma onda de surpresa circulou entre funcionários da empresa. Para alguns, o espanto virou indignação. Tanto que alguns deles deixaram a empresa silenciosamente. Outros preferiram falar. É o caso de Daniela Scapin. Até então head de políticas públicas do WhatsApp no Brasil, ela pediu demissão por discordar do fim do programa de checagem de fato, da moderação automática de posts controversos e do retorno de posts políticos às plataformas. Mas não ficou em silêncio. "Há um limite. Algumas coisas são inaceitáveis", conta Scapin em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. Nesse episódio, ela explica como a empresa aderiu rapidamente a Donald Trump, o que isso significa para usuários, como o Brasil é central na discussão global sobre regulação de plataformas e o que esperar das eleições em 2026.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Apr 2025 08:01:00 -0000</pubDate>
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      <title>Big Tech e o plano dos EUA para IA; iPhones do Brasil com IA; Quando chega a IA geral? A crise de ansiedade da IA</title>
      <description>Ainda que seja lar das empresas mais avançadas na corrida da inteligência artificial, os Estados Unidos não têm um plano federal para a tecnologia. China e União Europeia possuem estratégias para a área há anos e a estão tocando a todo vapor –o país asiático planeja atingir a soberania na IA em 2030. Para impedir a rival, a Casa Branca corre contra o tempo. Ao pedir ajuda, recebeu mais de 8,8 mil contribuições. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como para que lado Anthropic, Google (Alphabet), OpenAI, Meta e Microsoft querem levar o Plano de IA dos EUA. As Big Tech sugerem que o governo federal faça da IA assunto de segurança nacional. Isso envolve restringir o acesso de países a chips potentes, flexibilizar direitos autorais para treinar IA e até intervir na instalação de infraestrutura de outros países.

A maior aposta da Apple para inteligência artificial chegou ao Brasil. É o Apple Intelligence, camada de funções para tornar diversas funções do iPhone mais espertas e alinhadas com a tecnologia da vez. Helton e Diogo contam quais funções do smartphone receberam aquele banho de IA. E avisam: quem espera um super-poder vai precisar repensar.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 08:01:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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A maior aposta da Apple para inteligência artificial chegou ao Brasil. É o Apple Intelligence, camada de funções para tornar diversas funções do iPhone mais espertas e alinhadas com a tecnologia da vez. Helton e Diogo contam quais funções do smartphone receberam aquele banho de IA. E avisam: quem espera um super-poder vai precisar repensar.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Ainda que seja lar das empresas mais avançadas na corrida da inteligência artificial, os Estados Unidos não têm um plano federal para a tecnologia. China e União Europeia possuem estratégias para a área há anos e a estão tocando a todo vapor –o país asiático planeja atingir a soberania na IA em 2030. Para impedir a rival, a Casa Branca corre contra o tempo. Ao pedir ajuda, recebeu mais de 8,8 mil contribuições. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como para que lado Anthropic, Google (Alphabet), OpenAI, Meta e Microsoft querem levar o Plano de IA dos EUA. As Big Tech sugerem que o governo federal faça da IA assunto de segurança nacional. Isso envolve restringir o acesso de países a chips potentes, flexibilizar direitos autorais para treinar IA e até intervir na instalação de infraestrutura de outros países.</p><p><br></p><p>A maior aposta da Apple para inteligência artificial chegou ao Brasil. É o Apple Intelligence, camada de funções para tornar diversas funções do iPhone mais espertas e alinhadas com a tecnologia da vez. Helton e Diogo contam quais funções do smartphone receberam aquele banho de IA. E avisam: quem espera um super-poder vai precisar repensar.</p><p><br></p><p><br></p>]]>
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      <title>As meias-verdades do iPhone , o trabalho misterioso  e a importância do prédio de Ruptura</title>
      <description>Em todo 1º de abril, as empresas de tecnologia seguem a tradição e espalham mentiras do bem sobre seus produtos e serviços. Só que algumas verdades ditas no restante do ano não são lá muito confiáveis. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam as 5 mentiras e meias-verdades sobre bateria, câmeras de celular, lojas que usam inteligência artificial e a criação do iPhone.

Cerca de 1 bilhão de pessoas já usa inteligência artificial do Google na hora de fazer pesquisas online. Ainda com potencial limitado, o AI Overview apenas insinua o poder da IA para o futuro do motor de buscas. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Google está dobrando a aposta com o AI Mode e o que isso quer dizer para quem está acostumado a navegar pela internet.

A Microsoft anunciou que o Skype está com os dias contados. Como a aposentadoria desse serviço que mudou a internet, é hora de relembrar.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 07:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>Em todo 1º de abril, as empresas de tecnologia seguem a tradição e espalham mentiras do bem sobre seus produtos e serviços. Só que algumas verdades ditas no restante do ano não são lá muito confiáveis. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam as 5 mentiras e meias-verdades sobre bateria, câmeras de celular, lojas que usam inteligência artificial e a criação do iPhone.

Cerca de 1 bilhão de pessoas já usa inteligência artificial do Google na hora de fazer pesquisas online. Ainda com potencial limitado, o AI Overview apenas insinua o poder da IA para o futuro do motor de buscas. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Google está dobrando a aposta com o AI Mode e o que isso quer dizer para quem está acostumado a navegar pela internet.

A Microsoft anunciou que o Skype está com os dias contados. Como a aposentadoria desse serviço que mudou a internet, é hora de relembrar.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Em todo 1º de abril, as empresas de tecnologia seguem a tradição e espalham mentiras do bem sobre seus produtos e serviços. Só que algumas verdades ditas no restante do ano não são lá muito confiáveis. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam as 5 mentiras e meias-verdades sobre bateria, câmeras de celular, lojas que usam inteligência artificial e a criação do iPhone.</p><p><br></p><p>Cerca de 1 bilhão de pessoas já usa inteligência artificial do Google na hora de fazer pesquisas online. Ainda com potencial limitado, o AI Overview apenas insinua o poder da IA para o futuro do motor de buscas. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Google está dobrando a aposta com o AI Mode e o que isso quer dizer para quem está acostumado a navegar pela internet.</p><p><br></p><p>A Microsoft anunciou que o Skype está com os dias contados. Como a aposentadoria desse serviço que mudou a internet, é hora de relembrar.</p><p><br></p><p><br></p>]]>
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      <title>Chefe da CrowdStrike detalha vírus para iPhone, guerra cibernética, Pix e hackers brasileiros</title>
      <description>Pesquisadores de segurança deixaram alarmados os donos de iPhones quando localizaram pela primeira vez um vírus "rouba-senha" no smartphone da Apple. Afinal, o iOS não era uma fortaleza? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, explica se essa segurança toda é real ou só lenda e conta novidades sobre como pode ter surgido o vírus que lê as imagens do iPhone. A CrowdStrike é uma das maiores empresas de cibersegurança do mundo. 

A vida do cibercriminoso não tem sido fácil. E os brasileiros têm inovado para conseguir se destacar. Em entrevista ao novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, conta como os hackers do país se especializaram em vender aos gringos um jeitinho para invadirem empresas brasileiras. </description>
      <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 18:00:00 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Pesquisadores de segurança deixaram alarmados os donos de iPhones quando localizaram pela primeira vez um vírus "rouba-senha" no smartphone da Apple. Afinal, o iOS não era uma fortaleza? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, explica se essa segurança toda é real ou só lenda e conta novidades sobre como pode ter surgido o vírus que lê as imagens do iPhone. A CrowdStrike é uma das maiores empresas de cibersegurança do mundo. 

A vida do cibercriminoso não tem sido fácil. E os brasileiros têm inovado para conseguir se destacar. Em entrevista ao novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, conta como os hackers do país se especializaram em vender aos gringos um jeitinho para invadirem empresas brasileiras. </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p><strong>Pesquisadores de segurança deixaram alarmados os donos de iPhones quando localizaram pela primeira vez um vírus "rouba-senha" no smartphone da Apple. Afinal, o iOS não era uma fortaleza? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, explica se essa segurança toda é real ou só lenda e conta novidades sobre como pode ter surgido o vírus que lê as imagens do iPhone. A CrowdStrike é uma das maiores empresas de cibersegurança do mundo. </strong></p><p><br></p><p><strong>A vida do cibercriminoso não tem sido fácil. E os brasileiros têm inovado para conseguir se destacar. Em entrevista ao novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, conta como os hackers do país se especializaram em vender aos gringos um jeitinho para invadirem empresas brasileiras. </strong></p><p><br></p>]]>
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      <title>IA de raciocínio, os bilhões da Apple; ‘Última Prova da Humanidade’; a ‘arma importada’ do Brasil;</title>
      <description>Se um dia você já ouviu que a inteligência artificial superou os seres humanos, os culpados são os testes de benchmark. Eles avaliam se os modelos são bons em programar, interpretar textos, fazer cálculos e uma infinidade de habilidades. E a “nota de corte” é a pontuação média de seres humanos. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam que, como a IA está avançando tão rápido, nós, humanos, estamos ficando sem ferramentas para medir o progresso desses robôs. Para contornar o entrave, mil cientistas de 500 instituições, presentes em 50 países, se uniram para construir um teste impossível de ser feito. É a “Última Prova da Humanidade”.</description>
      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 18:50:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Se um dia você já ouviu que a inteligência artificial superou os seres humanos, os culpados são os testes de benchmark. Eles avaliam se os modelos são bons em programar, interpretar textos, fazer cálculos e uma infinidade de habilidades. E a “nota de corte” é a pontuação média de seres humanos. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam que, como a IA está avançando tão rápido, nós, humanos, estamos ficando sem ferramentas para medir o progresso desses robôs. Para contornar o entrave, mil cientistas de 500 instituições, presentes em 50 países, se uniram para construir um teste impossível de ser feito. É a “Última Prova da Humanidade”.</p>]]>
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      <title>IA: União Europeia entra no jogo da inteligência artificial; Data Centers no Brasil, criptografia e+</title>
      <description>Os Estados Unidos inovam, a China copia e a Europa regula. Usada durante muitos anos para resumir a dinâmica da tecnologia, a frase envelheceu mal. Se o país asiático deixou de há tempos ser o lar das falsificações para abrigar inovações de ponta, os europeus sinalizam que podem estar contados os dias do continente como legislador do mundo tech. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como a União Europeia trabalha para virar a terceira força da inteligência artificial e como essa mudança de foto pode complicar o Brasil.</description>
      <pubDate>Tue, 11 Mar 2025 18:00:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Os Estados Unidos inovam, a China copia e a Europa regula. Usada durante muitos anos para resumir a dinâmica da tecnologia, a frase envelheceu mal. Se o país asiático deixou de há tempos ser o lar das falsificações para abrigar inovações de ponta, os europeus sinalizam que podem estar contados os dias do continente como legislador do mundo tech. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como a União Europeia trabalha para virar a terceira força da inteligência artificial e como essa mudança de foto pode complicar o Brasil.</p>]]>
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      <title>DeepSeek x Qwen; o mistério dos cabos submarinos; Alibaba + Apple; IA com memória</title>
      <description>Satélites, torres de telefonia e cabos de fibra óptica. Cruciais para a internet, essas são as infraestruturas de telecomunicação mais visíveis para a população. Mas nem de longe possuem a relevância dos cabos submarinos, distantes dos olhos por estarem no fundo dos oceanos e perto da internet: 95% da conexão do planeta trafega por eles. Mas há um mistério boiando: esses cabos estão sendo rompidos silenciosamente, e a comunicação entre países está sendo comprometida. O novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, explica quais são as hipóteses mais plausíveis e por que isso preocupa tanto a ponto de o sinal vermelho ter sido disparado na ONU e na OTAN.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:00:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Satélites, torres de telefonia e cabos de fibra óptica. Cruciais para a internet, essas são as infraestruturas de telecomunicação mais visíveis para a população. Mas nem de longe possuem a relevância dos cabos submarinos, distantes dos olhos por estarem no fundo dos oceanos e perto da internet: 95% da conexão do planeta trafega por eles. Mas há um mistério boiando: esses cabos estão sendo rompidos silenciosamente, e a comunicação entre países está sendo comprometida. O novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, explica quais são as hipóteses mais plausíveis e por que isso preocupa tanto a ponto de o sinal vermelho ter sido disparado na ONU e na OTAN.</p>]]>
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      <title>Tigres e dragões da IA e regra na censura: As armas da China para dominar a tecnologia mundial</title>
      <description>O DeepSeek surpreendeu o mundo. Muita gente viu nele uma evidência de um erro estratégico das Big Tech que investiram bilhões em capacidade de processamento. O DeepSeek, por sua vez, foi criado com menos recursos e mais criatividade, já que os desenvolvedores tiveram de rebolar para driblar a falta de acesso aos chips mais avançados. Foi uma vitória da China sobre os Estados Unidos, conta In Hsieh, consultor de negócios Brasil-China e fundador do Chinnovation, a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Neste episódio, o empresário que ajudou a trazer a Xiaomi ao Brasil e lidera missões de brasileiros para o país asiático conta como é efervescente o segmento de IA na China, que reúne mais de 20 empresas de ponta e ainda desconhecidas no Ocidente.</description>
      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 21:57:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>O DeepSeek surpreendeu o mundo. Muita gente viu nele uma evidência de um erro estratégico das Big Tech que investiram bilhões em capacidade de processamento. O DeepSeek, por sua vez, foi criado com menos recursos e mais criatividade, já que os desenvolvedores tiveram de rebolar para driblar a falta de acesso aos chips mais avançados. Foi uma vitória da China sobre os Estados Unidos, conta In Hsieh, consultor de negócios Brasil-China e fundador do Chinnovation, a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Neste episódio, o empresário que ajudou a trazer a Xiaomi ao Brasil e lidera missões de brasileiros para o país asiático conta como é efervescente o segmento de IA na China, que reúne mais de 20 empresas de ponta e ainda desconhecidas no Ocidente.</p>]]>
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      <title>Criptomoedas: R$ 1 trilhão no Brasil; Trump e as meme coins; bitcoin e o BC</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/criptomoedas-r-1-trilh-o-no-brasil-trump-e-as-meme</link>
      <description>A chegada de Donald Trump à Casa Branca empolgou uma turma que geralmente vê com ressalva governos ou órgãos institucionais: donos de criptomoedas. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Fabrício Tota, o diretor de novos negócios do Mercado Bitcoin, conta o que o novo presidente dos Estados Unidos fez para ganhar a simpatia dessa comunidade tão cismada. Na receita estão ingredientes como a criação de um cargo chamado Czar cripto e a promessa da formação de uma reserva financeira em bitcoin. Mas não para aí.</description>
      <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 18:27:23 -0000</pubDate>
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      <title>‘Pai do Marco Civil da Internet’ analisa novo poder das Big Tech, STF e a dupla Zuckerberg e Musk</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/pai-do-marco-civil-da-internet-analisa-novo-poder</link>
      <description>O advogado e professor Carlos Affonso Souza é um dos pais do Marco Civil da Internet. Uma década após entrar em vigor, a chamada “Constituição da internet brasileira” foi parar no banco dos réus do Supremo Tribunal Federal, que promove um julgamento para decidir se as plataformas da internet devem ser responsabilizadas por publicações de terceiros. Também colunista do UOL, Carlos Affonso analisa os efeitos dos votos dos ministros em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes.</description>
      <pubDate>Tue, 11 Feb 2025 19:20:00 -0000</pubDate>
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      <title>Miguel Nicolelis fala sobre ‘chip do cérebro’, IA e o futuro sem futuro</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/miguel-nicolelis-fala-sobre-chip-do-c-rebro-ia-e-o</link>
      <description>O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é um dos pioneiros nas interações entre cérebro e máquinas. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele conta como uma pesquisa que começou com ratos bebendo água só com o poder da mente levou a pessoas tetraplégicas não só voltar a andar mas também recuperar os movimentos. 
 Essas descobertas estão na origem da Neurolink, empresa do 'chip do cérebro' comprada por Elon Musk. Não à toa, três dos fundadores da companhia são ex-alunos de Nicolelis. Crítico da iniciativa, ele diz que a startup optou pelo "espetáculo", "foi para o lado que arrecada mais dinheiro" e "parece um açougue", devido à quantidade de animais mortos nos testes. E acrescenta: ser conduzida por engenheiros tira o foco dos benefícios médicos.
 Vira e mexe, algum cientista compara o desempenho do cérebro ao de um computador. A Caltech, universidade de renome dos EUA, fez isso ao decretar: o cérebro processa a uma velocidade de 10 bits por segundo. "Isso é a maior piada da neurociência", dispara Nicolelis. O neurocientista conta que é uma percepção equivocada comum. Em palestra privativa sobre o cérebro para os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, ele chegou a ouvir a pergunta, "mas só processa a 5 bits por segundo, né?". É, mas...
 "Os 10 bits por segundo construíram a história da civilização humana. O que um computador que funciona na velocidade da luz construiu realmente? vamos parar para pensar (...) Na época que eu ia a estádios nos anos 1960, o Pelé fez um gol contra o Palmeiras e a torcida do Palmeiras levantava para aplaudir de pé. Como você computa isso? Em quantos bits você descreve a sensação coletiva de ter visto algo fora do comum? Não tem."
 Nem inteligente nem artificial. É assim que Nicolelis enxerga a inteligência artificial. Mas ele vai além. Para ele, o próprio termo é uma enganação e nasceu em 1960 como uma jogada de marketing de John McCarthy, cientista do MIT apontado como um dos pais da IA. Logo de cara, a ideia foi contestada por outro expoente: Joseph Weizenbaum, também do MIT, foi o criador do primeiro chatbot da história, a Eliza. Ele logo percebeu o perigo ético de sua invenção, pois as pessoas tratavam o robô como um terapeuta. A gota d'água veio quando sua secretária gastava uma hora por dia para se consultar com a Eliza. Agora, porém, a IA movimenta bilhões e é apontada como futuro. "As empresas pularam de cabeça de uma maneira tão gigantesca que elas não podem sair", avalia Nicolelis, para quem estamos diante de uma bolha prestes a estourar. O neurocientista é pessimista caso a IA prevaleça: "se tudo que você vai fazer é baseado num banco de dados do que já foi feito, você não tem futuro (...) Além de um futuro sem futuro, a gente não vai saber o que é verdade".</description>
      <pubDate>Tue, 28 Jan 2025 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Miguel Nicolelis fala sobre ‘chip do cérebro’, IA e o futuro sem futuro</itunes:title>
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      <itunes:summary>O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é um dos pioneiros nas interações entre cérebro e máquinas. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele conta como uma pesquisa que começou com ratos bebendo água só com o poder da mente levou a pessoas tetraplégicas não só voltar a andar mas também recuperar os movimentos. 
 Essas descobertas estão na origem da Neurolink, empresa do 'chip do cérebro' comprada por Elon Musk. Não à toa, três dos fundadores da companhia são ex-alunos de Nicolelis. Crítico da iniciativa, ele diz que a startup optou pelo "espetáculo", "foi para o lado que arrecada mais dinheiro" e "parece um açougue", devido à quantidade de animais mortos nos testes. E acrescenta: ser conduzida por engenheiros tira o foco dos benefícios médicos.
 Vira e mexe, algum cientista compara o desempenho do cérebro ao de um computador. A Caltech, universidade de renome dos EUA, fez isso ao decretar: o cérebro processa a uma velocidade de 10 bits por segundo. "Isso é a maior piada da neurociência", dispara Nicolelis. O neurocientista conta que é uma percepção equivocada comum. Em palestra privativa sobre o cérebro para os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, ele chegou a ouvir a pergunta, "mas só processa a 5 bits por segundo, né?". É, mas...
 "Os 10 bits por segundo construíram a história da civilização humana. O que um computador que funciona na velocidade da luz construiu realmente? vamos parar para pensar (...) Na época que eu ia a estádios nos anos 1960, o Pelé fez um gol contra o Palmeiras e a torcida do Palmeiras levantava para aplaudir de pé. Como você computa isso? Em quantos bits você descreve a sensação coletiva de ter visto algo fora do comum? Não tem."
 Nem inteligente nem artificial. É assim que Nicolelis enxerga a inteligência artificial. Mas ele vai além. Para ele, o próprio termo é uma enganação e nasceu em 1960 como uma jogada de marketing de John McCarthy, cientista do MIT apontado como um dos pais da IA. Logo de cara, a ideia foi contestada por outro expoente: Joseph Weizenbaum, também do MIT, foi o criador do primeiro chatbot da história, a Eliza. Ele logo percebeu o perigo ético de sua invenção, pois as pessoas tratavam o robô como um terapeuta. A gota d'água veio quando sua secretária gastava uma hora por dia para se consultar com a Eliza. Agora, porém, a IA movimenta bilhões e é apontada como futuro. "As empresas pularam de cabeça de uma maneira tão gigantesca que elas não podem sair", avalia Nicolelis, para quem estamos diante de uma bolha prestes a estourar. O neurocientista é pessimista caso a IA prevaleça: "se tudo que você vai fazer é baseado num banco de dados do que já foi feito, você não tem futuro (...) Além de um futuro sem futuro, a gente não vai saber o que é verdade".</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é um dos pioneiros nas interações entre cérebro e máquinas. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele conta como uma pesquisa que começou com ratos bebendo água só com o poder da mente levou a pessoas tetraplégicas não só voltar a andar mas também recuperar os movimentos. </p> <p>Essas descobertas estão na origem da Neurolink, empresa do 'chip do cérebro' comprada por Elon Musk. Não à toa, três dos fundadores da companhia são ex-alunos de Nicolelis. Crítico da iniciativa, ele diz que a startup optou pelo "espetáculo", "foi para o lado que arrecada mais dinheiro" e "parece um açougue", devido à quantidade de animais mortos nos testes. E acrescenta: ser conduzida por engenheiros tira o foco dos benefícios médicos.</p> <p>Vira e mexe, algum cientista compara o desempenho do cérebro ao de um computador. A Caltech, universidade de renome dos EUA, fez isso ao decretar: o cérebro processa a uma velocidade de 10 bits por segundo. "Isso é a maior piada da neurociência", dispara Nicolelis. O neurocientista conta que é uma percepção equivocada comum. Em palestra privativa sobre o cérebro para os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, ele chegou a ouvir a pergunta, "mas só processa a 5 bits por segundo, né?". É, mas...</p> <p>"Os 10 bits por segundo construíram a história da civilização humana. O que um computador que funciona na velocidade da luz construiu realmente? vamos parar para pensar (...) Na época que eu ia a estádios nos anos 1960, o Pelé fez um gol contra o Palmeiras e a torcida do Palmeiras levantava para aplaudir de pé. Como você computa isso? Em quantos bits você descreve a sensação coletiva de ter visto algo fora do comum? Não tem."</p> <p>Nem inteligente nem artificial. É assim que Nicolelis enxerga a inteligência artificial. Mas ele vai além. Para ele, o próprio termo é uma enganação e nasceu em 1960 como uma jogada de marketing de John McCarthy, cientista do MIT apontado como um dos pais da IA. Logo de cara, a ideia foi contestada por outro expoente: Joseph Weizenbaum, também do MIT, foi o criador do primeiro chatbot da história, a Eliza. Ele logo percebeu o perigo ético de sua invenção, pois as pessoas tratavam o robô como um terapeuta. A gota d'água veio quando sua secretária gastava uma hora por dia para se consultar com a Eliza. Agora, porém, a IA movimenta bilhões e é apontada como futuro. "As empresas pularam de cabeça de uma maneira tão gigantesca que elas não podem sair", avalia Nicolelis, para quem estamos diante de uma bolha prestes a estourar. O neurocientista é pessimista caso a IA prevaleça: "se tudo que você vai fazer é baseado num banco de dados do que já foi feito, você não tem futuro (...) Além de um futuro sem futuro, a gente não vai saber o que é verdade".</p>]]>
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      <title>Zuckerberg e os ‘guerreiros da liberdade’ do Trump; TikTok, inimigo nº1; o drible da China nos EUA</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/25-tilt-deutilt-t02-ep03-metavstrump-spotify</link>
      <description>Mark Zuckerberg sabe que a Meta enfrentará imensos desafios com a volta de Donald Trump. O novo presidente dos Estados Unidos já escolheu para órgãos responsáveis por decidir o futuro da empresa em 2025 os nomes de dois “guerreiros da liberdade de expressão”. No novo episódio de Deu Til, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quem são eles, quais são as opiniões deles sobre as Big Tech e, mais importante, como as decisões deles podem afetar Facebook, Instagram e WhatsApp.
 Posts e vídeos sobre política deixam as pessoas irritadas com a mesma intensidade em que geram curtidas, comentários e compartilhamentos. Zuckerberg sabe disso. Por isso, o CEO da Meta vai inundar Facebook, Instagram e Threads com conteúdo assim. Mas não se engane. Para além de agradar progressistas ou conservadores, o executivo quer mesmo é ganhar uma batalha que vê até o sono dos usuários como rival. É a disputa do engajamento. 
 O TikTok conseguiu a façanha de vencer uma batalha em solo estrangeiro. Chinês, o app vem superando Instagram e Facebook em seu próprio território, os Estados Unidos. Mas não é só isso que fez o aplicativo queridinho dos jovens virar o inimigo nº1 do governo norte-americano. Deu Tilt explica a real inovação por trás das dancinhas que notabilizaram a rede social. 
 A China foi proibida pelos EUA de acessar os chips mais poderosos do mundo para desenvolver sistemas de inteligência artificial. Deu Tilt mostra como o país driblou o embargo norte-americano para virar uma potência na IA. A história é repleta de ataques comerciais, revides e até muamba.</description>
      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 17:45:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Zuckerberg e os ‘guerreiros da liberdade’ do Trump; TikTok, inimigo nº1; o drible da China nos EUA</itunes:title>
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      <itunes:summary>Mark Zuckerberg sabe que a Meta enfrentará imensos desafios com a volta de Donald Trump. O novo presidente dos Estados Unidos já escolheu para órgãos responsáveis por decidir o futuro da empresa em 2025 os nomes de dois “guerreiros da liberdade de expressão”. No novo episódio de Deu Til, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quem são eles, quais são as opiniões deles sobre as Big Tech e, mais importante, como as decisões deles podem afetar Facebook, Instagram e WhatsApp.
 Posts e vídeos sobre política deixam as pessoas irritadas com a mesma intensidade em que geram curtidas, comentários e compartilhamentos. Zuckerberg sabe disso. Por isso, o CEO da Meta vai inundar Facebook, Instagram e Threads com conteúdo assim. Mas não se engane. Para além de agradar progressistas ou conservadores, o executivo quer mesmo é ganhar uma batalha que vê até o sono dos usuários como rival. É a disputa do engajamento. 
 O TikTok conseguiu a façanha de vencer uma batalha em solo estrangeiro. Chinês, o app vem superando Instagram e Facebook em seu próprio território, os Estados Unidos. Mas não é só isso que fez o aplicativo queridinho dos jovens virar o inimigo nº1 do governo norte-americano. Deu Tilt explica a real inovação por trás das dancinhas que notabilizaram a rede social. 
 A China foi proibida pelos EUA de acessar os chips mais poderosos do mundo para desenvolver sistemas de inteligência artificial. Deu Tilt mostra como o país driblou o embargo norte-americano para virar uma potência na IA. A história é repleta de ataques comerciais, revides e até muamba.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Mark Zuckerberg sabe que a Meta enfrentará imensos desafios com a volta de Donald Trump. O novo presidente dos Estados Unidos já escolheu para órgãos responsáveis por decidir o futuro da empresa em 2025 os nomes de dois “guerreiros da liberdade de expressão”. No novo episódio de Deu Til, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quem são eles, quais são as opiniões deles sobre as Big Tech e, mais importante, como as decisões deles podem afetar Facebook, Instagram e WhatsApp.</p> <p>Posts e vídeos sobre política deixam as pessoas irritadas com a mesma intensidade em que geram curtidas, comentários e compartilhamentos. Zuckerberg sabe disso. Por isso, o CEO da Meta vai inundar Facebook, Instagram e Threads com conteúdo assim. Mas não se engane. Para além de agradar progressistas ou conservadores, o executivo quer mesmo é ganhar uma batalha que vê até o sono dos usuários como rival. É a disputa do engajamento. </p> <p>O TikTok conseguiu a façanha de vencer uma batalha em solo estrangeiro. Chinês, o app vem superando Instagram e Facebook em seu próprio território, os Estados Unidos. Mas não é só isso que fez o aplicativo queridinho dos jovens virar o inimigo nº1 do governo norte-americano. Deu Tilt explica a real inovação por trás das dancinhas que notabilizaram a rede social. </p> <p>A China foi proibida pelos EUA de acessar os chips mais poderosos do mundo para desenvolver sistemas de inteligência artificial. Deu Tilt mostra como o país driblou o embargo norte-americano para virar uma potência na IA. A história é repleta de ataques comerciais, revides e até muamba.</p>]]>
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      <title>Trump de volta à Casa Branca; as redes sociais em 2025; IA não sabe o que é felicidade</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/trump-de-volta-casa-branca-as-redes-sociais-em-202</link>
      <description>Donald Trump assumirá a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez em 2025. Na área de tecnologia, ele e sua equipe não economizaram em alardear o que iriam fazer. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a regulamentação da inteligência artificial e o combate aos monopólios de Google e outras Big Tech serão alguns dos grandes campos de batalha. A ideia é revogar as regras criadas por Joe Biden e afrouxar o cerco às grandes empresas de tecnologia. O motivo? Ambos os movimentos passam por uma visão de mundo sintetizada por termo que a gente nem sabia que existia: a 'IA woke'.
 Em 2025, Trump manterá seu novo melhor amigo perto, mas ficará ainda mais próximo de sua velha inimiga. Se o bilionário Elon Musk, dono de Tesla, SpaceX e X, ocupará até cargo na Casa Branca, a China já ocupa o centro da mira do novo presidente dos EUA. Diogo e Helton explicam por que essa relação de ódio com a China pode azedar o amor entre Trump e Musk. 
 Dessa vez, a culpa não é da inteligência artificial, mas, sim, das empresas por trás da tecnologia. Vira e mexe, uma delas sai por aí jurando que sua IA é capaz de identificar e compreender emoções humanas. Basta detectar a expressão facial de alguém e pronto. Diogo e Helton explicam por que não tem nada mais enganoso do que isso. Até há estudos que embasam as tentativas, como as teorias da emoção básica universal e a das emoções construídas. Mas nada além disso. Tanto é que especialistas qualificam como "lixo" qualquer tecnologia que promete reconhecer emoções humanas. "Reconhecer emoção pela expressão facial é ganhar na loteria", diz Diogo.</description>
      <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 17:35:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Trump de volta à Casa Branca; as redes sociais em 2025; IA não sabe o que é felicidade</itunes:title>
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      <itunes:summary>Donald Trump assumirá a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez em 2025. Na área de tecnologia, ele e sua equipe não economizaram em alardear o que iriam fazer. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a regulamentação da inteligência artificial e o combate aos monopólios de Google e outras Big Tech serão alguns dos grandes campos de batalha. A ideia é revogar as regras criadas por Joe Biden e afrouxar o cerco às grandes empresas de tecnologia. O motivo? Ambos os movimentos passam por uma visão de mundo sintetizada por termo que a gente nem sabia que existia: a 'IA woke'.
 Em 2025, Trump manterá seu novo melhor amigo perto, mas ficará ainda mais próximo de sua velha inimiga. Se o bilionário Elon Musk, dono de Tesla, SpaceX e X, ocupará até cargo na Casa Branca, a China já ocupa o centro da mira do novo presidente dos EUA. Diogo e Helton explicam por que essa relação de ódio com a China pode azedar o amor entre Trump e Musk. 
 Dessa vez, a culpa não é da inteligência artificial, mas, sim, das empresas por trás da tecnologia. Vira e mexe, uma delas sai por aí jurando que sua IA é capaz de identificar e compreender emoções humanas. Basta detectar a expressão facial de alguém e pronto. Diogo e Helton explicam por que não tem nada mais enganoso do que isso. Até há estudos que embasam as tentativas, como as teorias da emoção básica universal e a das emoções construídas. Mas nada além disso. Tanto é que especialistas qualificam como "lixo" qualquer tecnologia que promete reconhecer emoções humanas. "Reconhecer emoção pela expressão facial é ganhar na loteria", diz Diogo.</itunes:summary>
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      <title>Os segredos para o Google investir na sua empresa no Brasil</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/os-segredos-para-o-google-investir-na-sua-empresa</link>
      <description>Todo empreendedor sonha com a oportunidade de um dia receber investimento de uma empresa gigante como o Google. Se isso acontecer, quem estará do outro lado da mesa provavelmente será André Barrence, diretor do Google for Startups para América Latina. E, quando isso acontecer, é bom estar preparado. Afinal, ele já trabalhou com mais de 2 mil empresas --500 só no Google-- e recebeu propostas até mesmo na pista de dança durante um casamento. Em sua participação no Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o executivo contou os segredos para atrair investidores e estratégias para vender uma ideia até mesmo uma viagem de elevador de 30 segundos.
 Se estamos falando de uma startup de tecnologia, é de se esperar que o mais chamativo nela seja a tecnologia, certo? Errado. Esse quesito é apenas o quarto item da lista avaliada pelo Google na hora de escolher quais empresas iniciantes vai apoiar. Antes disso, são analisadas outras características da empresa como equipe, tamanho do problema a ser resolvido e mercado a ser explorado. Em quinto lugar vem o nível de conhecimento dos fundadores sobre o mercado e a tecnologia. Barrence explica por que essa é a ordem de características buscadas em startups avaliadas e o que faz seus olhos brilharem.
 O ecossistema de startups é acirrado com qualquer fundador, mas é particularmente cruel com empreendedores negros. Para contornar o gargalo, o Google lançou um fundo de investimento apenas para empresas iniciantes criadas por empresários com essas características. À frente da iniciativa está Barrence. Ele conta que não imaginava, porém, que "fazer a coisa certa" poderia atrair tantos ataques. "Sofremos intolerância."</description>
      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 18:00:55 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Os segredos para o Google investir na sua empresa no Brasil</itunes:title>
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      <itunes:summary>Todo empreendedor sonha com a oportunidade de um dia receber investimento de uma empresa gigante como o Google. Se isso acontecer, quem estará do outro lado da mesa provavelmente será André Barrence, diretor do Google for Startups para América Latina. E, quando isso acontecer, é bom estar preparado. Afinal, ele já trabalhou com mais de 2 mil empresas --500 só no Google-- e recebeu propostas até mesmo na pista de dança durante um casamento. Em sua participação no Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o executivo contou os segredos para atrair investidores e estratégias para vender uma ideia até mesmo uma viagem de elevador de 30 segundos.
 Se estamos falando de uma startup de tecnologia, é de se esperar que o mais chamativo nela seja a tecnologia, certo? Errado. Esse quesito é apenas o quarto item da lista avaliada pelo Google na hora de escolher quais empresas iniciantes vai apoiar. Antes disso, são analisadas outras características da empresa como equipe, tamanho do problema a ser resolvido e mercado a ser explorado. Em quinto lugar vem o nível de conhecimento dos fundadores sobre o mercado e a tecnologia. Barrence explica por que essa é a ordem de características buscadas em startups avaliadas e o que faz seus olhos brilharem.
 O ecossistema de startups é acirrado com qualquer fundador, mas é particularmente cruel com empreendedores negros. Para contornar o gargalo, o Google lançou um fundo de investimento apenas para empresas iniciantes criadas por empresários com essas características. À frente da iniciativa está Barrence. Ele conta que não imaginava, porém, que "fazer a coisa certa" poderia atrair tantos ataques. "Sofremos intolerância."</itunes:summary>
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      <title>Não é só coisa da sua cabeça: a ciência explica injustiça, egoísmo e o amor pelas ideias dos outros</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/n-o-s-coisa-da-sua-cabe-a-a-ci-ncia-explica-injust</link>
      <description>Pode não parecer, mas o seu cérebro possui um mecanismo para ajudar você a detectar gente egoísta e evitar situações injustas. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Paulo Boggio, professor do Mackenzie e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Neurociência Social e Afetiva. Um dos neurocientistas brasileiros mais respeitados do mundo, Boggio explica que o cérebro leva menos de 100 milissegundos para identificar uma roubada e salvar você dela --é menos do que o tempo necessário para pensar em imagens. No papo, ele explica por que esse superpoder foi crucial para a humanidade chegar até aqui. "A sobrevivência da gente depende muito de cooperação", diz ele. E também conta como as engrenagens dessa magia entram em jogo ao fazer uma simples pergunta: qual fatia de uma bolada você toparia receber para deixar outra pessoa ficar com o resto?
 A afinidade une as pessoas. Mas o repúdio por algo também. Historicamente, os seres humanos formam grupos mais por defenderem algo de que gostam muito, algo que neurocientistas chamam de "in love group". Mas, recentemente, isso tem mudado: as pessoas têm se alinhado a outras com mais frequência por detestarem características ou as ideias de outros indivíduos. Você já percebe isso na política, mas não só nela. Boggio explica por que isso está acontecendo e o que a internet tem a ver com isso. Não é pouca coisa.
 Você já deve ter ouvido que a solução para conflitos é "se colocar no lugar do outro". Munido de pesquisas em neurociência, Boggio explica que esse não é o melhor caminho. E ainda pode piorar as coisas. No fim das contas, esse exercício pode até levar a um sentimento cunhado por filósofos alemães como "Schadenfreude", algo como, "prazer na dor alheia". Ainda assim, há saída. Boggio explica como.</description>
      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 18:00:54 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Não é só coisa da sua cabeça: a ciência explica injustiça, egoísmo e o amor pelas ideias dos outros</itunes:title>
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      <itunes:summary>Pode não parecer, mas o seu cérebro possui um mecanismo para ajudar você a detectar gente egoísta e evitar situações injustas. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Paulo Boggio, professor do Mackenzie e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Neurociência Social e Afetiva. Um dos neurocientistas brasileiros mais respeitados do mundo, Boggio explica que o cérebro leva menos de 100 milissegundos para identificar uma roubada e salvar você dela --é menos do que o tempo necessário para pensar em imagens. No papo, ele explica por que esse superpoder foi crucial para a humanidade chegar até aqui. "A sobrevivência da gente depende muito de cooperação", diz ele. E também conta como as engrenagens dessa magia entram em jogo ao fazer uma simples pergunta: qual fatia de uma bolada você toparia receber para deixar outra pessoa ficar com o resto?
 A afinidade une as pessoas. Mas o repúdio por algo também. Historicamente, os seres humanos formam grupos mais por defenderem algo de que gostam muito, algo que neurocientistas chamam de "in love group". Mas, recentemente, isso tem mudado: as pessoas têm se alinhado a outras com mais frequência por detestarem características ou as ideias de outros indivíduos. Você já percebe isso na política, mas não só nela. Boggio explica por que isso está acontecendo e o que a internet tem a ver com isso. Não é pouca coisa.
 Você já deve ter ouvido que a solução para conflitos é "se colocar no lugar do outro". Munido de pesquisas em neurociência, Boggio explica que esse não é o melhor caminho. E ainda pode piorar as coisas. No fim das contas, esse exercício pode até levar a um sentimento cunhado por filósofos alemães como "Schadenfreude", algo como, "prazer na dor alheia". Ainda assim, há saída. Boggio explica como.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Pode não parecer, mas o seu cérebro possui um mecanismo para ajudar você a detectar gente egoísta e evitar situações injustas. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Paulo Boggio, professor do Mackenzie e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Neurociência Social e Afetiva. Um dos neurocientistas brasileiros mais respeitados do mundo, Boggio explica que o cérebro leva menos de 100 milissegundos para identificar uma roubada e salvar você dela --é menos do que o tempo necessário para pensar em imagens. No papo, ele explica por que esse superpoder foi crucial para a humanidade chegar até aqui. "A sobrevivência da gente depende muito de cooperação", diz ele. E também conta como as engrenagens dessa magia entram em jogo ao fazer uma simples pergunta: qual fatia de uma bolada você toparia receber para deixar outra pessoa ficar com o resto?</p> <p>A afinidade une as pessoas. Mas o repúdio por algo também. Historicamente, os seres humanos formam grupos mais por defenderem algo de que gostam muito, algo que neurocientistas chamam de "in love group". Mas, recentemente, isso tem mudado: as pessoas têm se alinhado a outras com mais frequência por detestarem características ou as ideias de outros indivíduos. Você já percebe isso na política, mas não só nela. Boggio explica por que isso está acontecendo e o que a internet tem a ver com isso. Não é pouca coisa.</p> <p>Você já deve ter ouvido que a solução para conflitos é "se colocar no lugar do outro". Munido de pesquisas em neurociência, Boggio explica que esse não é o melhor caminho. E ainda pode piorar as coisas. No fim das contas, esse exercício pode até levar a um sentimento cunhado por filósofos alemães como "Schadenfreude", algo como, "prazer na dor alheia". Ainda assim, há saída. Boggio explica como.</p>]]>
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      <title>Instagram: poder para pais e mães; Amigos de IA não vão ao bar; Indústria de recuperação de contas nas redes</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/instagram-poder-para-pais-e-m-es-amigos-de-ia-n-o</link>
      <description>A partir de 2025, o Instagram vai ser transformado no Brasil. A rede social vai restringir o que crianças e adolescentes podem fazer. E pais, mães e responsáveis também serão afetados, afinal eles decidirão quais interações estão liberadas ou proibidas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como funcionarão as novidades, como toque de recolher, perfil fechado, DM lacrada para desconhecidos. É bom saber como será, afinal todo mundo entre 16 e 13 anos será atingido. A dupla também conta por que o Instagram está fazendo isso, como vai detectar menores de idade e como pais e mães ficam nessa história. A mudança não poderia ser mais oportuna: crianças passam a usar redes sociais cada vez mais, e o Instagram é a que os adolescentes usam com mais frequência.
 Até essa área para lá de humana foi invadida pela inteligência artificial: a amizade. Helton e Diogo contam que já tem gente --e não é pouca-- criando amigos com IA e destinando a eles sentimentos, como confiança, carinho e afeição. É a intimidade artificial, que, para algumas pessoas, é bem real. "As companhias de IA são a personificação digitalizada dos amigos imaginários. E tem gente que ganha dinheiro com isso. É genial", brinca Helton. "Agora, você consegue criar o seu amigo imaginário que conversa de fato com você e tem uma personalidade específica", comenta Diogo. E dá para falar com personalidades históricas ou puramente fictícias, como Albert Einstein, Sigmund Freud e Daenerys Targaryen. Só não dá para levá-los ao bar --até dá, mas fica para outro episódio. Por trás dessa onda está a Character.AI, criada por um brasileiro. 
 O Brasil não é só um dos países com mais usuários de redes sociais. Também concentra um número gigantesco de influenciadores digitais. Para todos eles, os perfis nessas plataformas é tão importante quanto a própria casa, uma nova forma de se expressar. E o que você faz quando seu lar digital é suspenso pela dona da plataforma ou roubado por cibercriminosos? Diogo e Helton contam que um novo modelo de negócio surgiu para surfar o desespero de aficionados por redes sociais ou profissionais desses espaços. É a indústria da reativação de contas. Deu Tilt falou com um representante do novo negócio, o advogado Tonyson Santos, que conta como e por que entrou nesse mundo.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Dec 2024 18:00:37 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Instagram: poder para pais e mães; Amigos de IA não vão ao bar; Indústria de recuperação de contas nas redes</itunes:title>
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      <itunes:summary>A partir de 2025, o Instagram vai ser transformado no Brasil. A rede social vai restringir o que crianças e adolescentes podem fazer. E pais, mães e responsáveis também serão afetados, afinal eles decidirão quais interações estão liberadas ou proibidas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como funcionarão as novidades, como toque de recolher, perfil fechado, DM lacrada para desconhecidos. É bom saber como será, afinal todo mundo entre 16 e 13 anos será atingido. A dupla também conta por que o Instagram está fazendo isso, como vai detectar menores de idade e como pais e mães ficam nessa história. A mudança não poderia ser mais oportuna: crianças passam a usar redes sociais cada vez mais, e o Instagram é a que os adolescentes usam com mais frequência.
 Até essa área para lá de humana foi invadida pela inteligência artificial: a amizade. Helton e Diogo contam que já tem gente --e não é pouca-- criando amigos com IA e destinando a eles sentimentos, como confiança, carinho e afeição. É a intimidade artificial, que, para algumas pessoas, é bem real. "As companhias de IA são a personificação digitalizada dos amigos imaginários. E tem gente que ganha dinheiro com isso. É genial", brinca Helton. "Agora, você consegue criar o seu amigo imaginário que conversa de fato com você e tem uma personalidade específica", comenta Diogo. E dá para falar com personalidades históricas ou puramente fictícias, como Albert Einstein, Sigmund Freud e Daenerys Targaryen. Só não dá para levá-los ao bar --até dá, mas fica para outro episódio. Por trás dessa onda está a Character.AI, criada por um brasileiro. 
 O Brasil não é só um dos países com mais usuários de redes sociais. Também concentra um número gigantesco de influenciadores digitais. Para todos eles, os perfis nessas plataformas é tão importante quanto a própria casa, uma nova forma de se expressar. E o que você faz quando seu lar digital é suspenso pela dona da plataforma ou roubado por cibercriminosos? Diogo e Helton contam que um novo modelo de negócio surgiu para surfar o desespero de aficionados por redes sociais ou profissionais desses espaços. É a indústria da reativação de contas. Deu Tilt falou com um representante do novo negócio, o advogado Tonyson Santos, que conta como e por que entrou nesse mundo.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>A partir de 2025, o Instagram vai ser transformado no Brasil. A rede social vai restringir o que crianças e adolescentes podem fazer. E pais, mães e responsáveis também serão afetados, afinal eles decidirão quais interações estão liberadas ou proibidas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como funcionarão as novidades, como toque de recolher, perfil fechado, DM lacrada para desconhecidos. É bom saber como será, afinal todo mundo entre 16 e 13 anos será atingido. A dupla também conta por que o Instagram está fazendo isso, como vai detectar menores de idade e como pais e mães ficam nessa história. A mudança não poderia ser mais oportuna: crianças passam a usar redes sociais cada vez mais, e o Instagram é a que os adolescentes usam com mais frequência.</p> <p>Até essa área para lá de humana foi invadida pela inteligência artificial: a amizade. Helton e Diogo contam que já tem gente --e não é pouca-- criando amigos com IA e destinando a eles sentimentos, como confiança, carinho e afeição. É a intimidade artificial, que, para algumas pessoas, é bem real. "As companhias de IA são a personificação digitalizada dos amigos imaginários. E tem gente que ganha dinheiro com isso. É genial", brinca Helton. "Agora, você consegue criar o seu amigo imaginário que conversa de fato com você e tem uma personalidade específica", comenta Diogo. E dá para falar com personalidades históricas ou puramente fictícias, como Albert Einstein, Sigmund Freud e Daenerys Targaryen. Só não dá para levá-los ao bar --até dá, mas fica para outro episódio. Por trás dessa onda está a Character.AI, criada por um brasileiro. </p> <p>O Brasil não é só um dos países com mais usuários de redes sociais. Também concentra um número gigantesco de influenciadores digitais. Para todos eles, os perfis nessas plataformas é tão importante quanto a própria casa, uma nova forma de se expressar. E o que você faz quando seu lar digital é suspenso pela dona da plataforma ou roubado por cibercriminosos? Diogo e Helton contam que um novo modelo de negócio surgiu para surfar o desespero de aficionados por redes sociais ou profissionais desses espaços. É a indústria da reativação de contas. Deu Tilt falou com um representante do novo negócio, o advogado Tonyson Santos, que conta como e por que entrou nesse mundo.</p>]]>
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      <title>Google x SearchGPT; Viagem no sonho é real? A era dos agentes de IA</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/google-x-searchgpt-viagem-no-sonho-real-a-era-dos</link>
      <description>Até agora o Google reinou quase que sozinho nas buscas online. Se depender da OpenAI, no entanto, essa liderança tranquila está prestes a acabar. A dona do ChatGPT lançou seu motor de pesquisa com inteligência artificial para entregar algo que as pessoas já estavam querendo: vasculhar a internet e receber os resultados processados pela IA generativa. “É uma mudança de paradigma”, conta o pesquisador Diogo Cortiz. O Google já tinha se antecipado ao golpe e criado o AI Overview. No novo episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz embarcam numa batalha diferente: Google x SearchGPT. Além de testar as capacidades das duas ferramentas, a dupla competiu para ver qual das duas tem um desempenho melhor. Quem vence? É o novo quadro “Pergunte à IA”. Helton, que atuava junto do AI Overview (Google), já adianta o resultado: “Amiga, não dá para te defender”, brinca o jornalista. Em disputa, está qual motor de busca traz o melhor resultado para pesquisas por Bolsonaro, Lula, o primeiro celular, cálculo do PIB, feitos da cantora Taylor Swift e a confecção da batata frita do McDonald’s.
 Essa é coisa de cinema. Ou, melhor, é algo só possível de ver nos sonhos. Na verdade, essa novidade são as duas coisas. Cientistas da REMSpace, uma empresa da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tecnologia que dá a uma pessoa o poder de visitar os sonhos de outra. E mais: permite e essa viajante acessar informações presentes apenas na cabeça daquela que está dormindo. Como fizeram isso? Em Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como isso é possível.
 Se você ainda não se acostumou com ferramentas de inteligência artificial, prepare-se para mais uma mudança. Vêm aí os agentes de IA. Em Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam que esses sistemas autônomos são criados para executar sozinhos ações complexas e que não acabam na internet. Hoje, chatbots de IA já são capazes de traçar roteiros turísticos. Os agentes irão além: comprarão passagens de avião e ônibus, reservarão hotéis e pousadas e até pagarão pelos tíquetes das atrações que você quiser visitar. Alguns deles, aliás, terão até o poder de mexer no computador por você. Isso envolve mexer no mouse. Já pensou?</description>
      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Google x SearchGPT; Viagem no sonho é real? A era dos agentes de IA</itunes:title>
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 Essa é coisa de cinema. Ou, melhor, é algo só possível de ver nos sonhos. Na verdade, essa novidade são as duas coisas. Cientistas da REMSpace, uma empresa da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tecnologia que dá a uma pessoa o poder de visitar os sonhos de outra. E mais: permite e essa viajante acessar informações presentes apenas na cabeça daquela que está dormindo. Como fizeram isso? Em Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como isso é possível.
 Se você ainda não se acostumou com ferramentas de inteligência artificial, prepare-se para mais uma mudança. Vêm aí os agentes de IA. Em Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam que esses sistemas autônomos são criados para executar sozinhos ações complexas e que não acabam na internet. Hoje, chatbots de IA já são capazes de traçar roteiros turísticos. Os agentes irão além: comprarão passagens de avião e ônibus, reservarão hotéis e pousadas e até pagarão pelos tíquetes das atrações que você quiser visitar. Alguns deles, aliás, terão até o poder de mexer no computador por você. Isso envolve mexer no mouse. Já pensou?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Até agora o Google reinou quase que sozinho nas buscas online. Se depender da OpenAI, no entanto, essa liderança tranquila está prestes a acabar. A dona do ChatGPT lançou seu motor de pesquisa com inteligência artificial para entregar algo que as pessoas já estavam querendo: vasculhar a internet e receber os resultados processados pela IA generativa. “É uma mudança de paradigma”, conta o pesquisador Diogo Cortiz. O Google já tinha se antecipado ao golpe e criado o AI Overview. No novo episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz embarcam numa batalha diferente: Google x SearchGPT. Além de testar as capacidades das duas ferramentas, a dupla competiu para ver qual das duas tem um desempenho melhor. Quem vence? É o novo quadro “Pergunte à IA”. Helton, que atuava junto do AI Overview (Google), já adianta o resultado: “Amiga, não dá para te defender”, brinca o jornalista. Em disputa, está qual motor de busca traz o melhor resultado para pesquisas por Bolsonaro, Lula, o primeiro celular, cálculo do PIB, feitos da cantora Taylor Swift e a confecção da batata frita do McDonald’s.</p> <p>Essa é coisa de cinema. Ou, melhor, é algo só possível de ver nos sonhos. Na verdade, essa novidade são as duas coisas. Cientistas da REMSpace, uma empresa da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tecnologia que dá a uma pessoa o poder de visitar os sonhos de outra. E mais: permite e essa viajante acessar informações presentes apenas na cabeça daquela que está dormindo. Como fizeram isso? Em Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como isso é possível.</p> <p>Se você ainda não se acostumou com ferramentas de inteligência artificial, prepare-se para mais uma mudança. Vêm aí os agentes de IA. Em Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam que esses sistemas autônomos são criados para executar sozinhos ações complexas e que não acabam na internet. Hoje, chatbots de IA já são capazes de traçar roteiros turísticos. Os agentes irão além: comprarão passagens de avião e ônibus, reservarão hotéis e pousadas e até pagarão pelos tíquetes das atrações que você quiser visitar. Alguns deles, aliás, terão até o poder de mexer no computador por você. Isso envolve mexer no mouse. Já pensou?</p>]]>
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      <title>Big Tech no STF; Wikipédia, a nova vítima da IA; Bilionários contra o stalker de jatinhos</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/big-tech-no-stf-wikip-dia-a-nova-v-tima-da-ia-bili</link>
      <description>O STF (Supremo Tribunal Federal) finalmente vai julgar se um dos artigos mais polêmicos do Marco Civil da Internet é constitucional ou não. Deixando o jurisdiquês de lado, o resultado desses processos na mais alta corte do Brasil podem levar ao processo de regulamentação das redes sociais no país, algo que vinha sendo costurado no Congresso, mas ficou pelo caminho por decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Essa é a expectativa. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que as ações judiciais que podem mudar o rumo da internet no Brasil começaram com ofensas de alunos a uma professora e na finada rede social Orkut.
 A inteligência artificial virou o novo pesadelo de uma das plataformas mais visitadas da internet: a Wikipédia. Os textos gerados por robôs estão pipocando na enciclopédia online. Essa invasão tem preocupado os editores, as pessoas responsáveis por manter a qualidade do site. Deu Tilt conversou com um brasileiro que faz parte da força-tarefa. Longe de ser um detrator da tecnologia, ele é um estudante de Porto Alegre (RS) e explica por que a presença da IA é um perigo e como percebeu a chegada dos robôs.
 Elon Musk, Taylor Swift, Donald Trump e Mark Zuckerberg. Estes ricaços têm tantas divergências de opinião que dificilmente ocupariam a mesma sala. Mas eles possuem algo em comum: todos se irritaram com Jack Sweeney, um jovem de 21 anos por trás de perfis nas redes sociais criados para seguir jatinhos de bilionários. Deu Tilt conta por que essas contas geraram tanta polêmica que foram tiradas do ar.Patrocínio: OI</description>
      <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 18:00:44 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Big Tech no STF; Wikipédia, a nova vítima da IA; Bilionários contra o stalker de jatinhos</itunes:title>
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      <itunes:summary>O STF (Supremo Tribunal Federal) finalmente vai julgar se um dos artigos mais polêmicos do Marco Civil da Internet é constitucional ou não. Deixando o jurisdiquês de lado, o resultado desses processos na mais alta corte do Brasil podem levar ao processo de regulamentação das redes sociais no país, algo que vinha sendo costurado no Congresso, mas ficou pelo caminho por decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Essa é a expectativa. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que as ações judiciais que podem mudar o rumo da internet no Brasil começaram com ofensas de alunos a uma professora e na finada rede social Orkut.
 A inteligência artificial virou o novo pesadelo de uma das plataformas mais visitadas da internet: a Wikipédia. Os textos gerados por robôs estão pipocando na enciclopédia online. Essa invasão tem preocupado os editores, as pessoas responsáveis por manter a qualidade do site. Deu Tilt conversou com um brasileiro que faz parte da força-tarefa. Longe de ser um detrator da tecnologia, ele é um estudante de Porto Alegre (RS) e explica por que a presença da IA é um perigo e como percebeu a chegada dos robôs.
 Elon Musk, Taylor Swift, Donald Trump e Mark Zuckerberg. Estes ricaços têm tantas divergências de opinião que dificilmente ocupariam a mesma sala. Mas eles possuem algo em comum: todos se irritaram com Jack Sweeney, um jovem de 21 anos por trás de perfis nas redes sociais criados para seguir jatinhos de bilionários. Deu Tilt conta por que essas contas geraram tanta polêmica que foram tiradas do ar.Patrocínio: OI</itunes:summary>
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      <title>Dinheiro, IA e domínio de mercado: funcionário nº1 do Google abre o jogo sobre a Big Tech</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/dinheiro-ia-e-dom-nio-de-mercado-funcion-rio-n-1-d</link>
      <description>As digitais de Berthier Ribeiro-Neto estão presentes na chegada do Google ao Brasil no começo dos anos 2000. Ele e outros professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) fundaram a Akwan, empresa comprada pela Big Tech. A aquisição fez dele o 1º funcionário do Google no Brasil. Em rara entrevista, Berthier conta tudo a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. A história passa por como a companhia pioneira travou a internet da universidade, como sua esposa ajudou na negociação e quase foi contratada pelos norte-americanos e como um empreendimento financiado com dinheiro de docentes encantou uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. “A empresa foi financiada por poupança de professor. É um caminho que eu não recomendo. Não é saudável”, brinca. Além disso, ele conta algo que não costuma falar: quanto o Google pagou.
 Diretor de engenharia do centro de tecnologia do Google no Brasil por 19 anos, Berthier Ribeiro-Neto viu o mecanismo de busca se tornar uma ferramenta crucial para a internet. Ele conta como os engenheiros brasileiros solucionavam problemas globais da ferramenta. Berthier conta que uma dessas falhas não havia sido detectada nem pelos especialistas norte-americanos e afetava o mundo todo. E ainda: tinha a ver com a Britney Spears e o mp3. Depois disso, os brasileiros na companhia passaram a ser vistos com outros olhos. "A reputação dos engenheiros que o Brasil têm dentro de uma empresa como o Google mostra que a gente pode fazer tão bem quanto qualquer povo desde que a gente se organize", afirma.
 Inteligência artificial? Amazon? O mecanismo de busca está ficando ‘burro’, a ponto de muita gente reclamar? Muita gente elenca as ameaças a uma empresa gigante como o Google. Mas a percepção de um dos engenheiros que mais entendem da Big Tech é outra. Para Berthier, a geração de jovens que se viciou na experiência de vídeos curtos e rápidos do TikTok dificilmente vai se adaptar ao funcionamento do Google. Como resolver o problema? Não será virando uma versão do TikTok. “A máquina da busca do Google tem uma expectativa. Se virar um Tiktok, vai frustrar 1 bilhão de pessoas todos os dias”, profetiza Berthier.</description>
      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 18:00:24 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Dinheiro, IA e domínio de mercado: funcionário nº1 do Google abre o jogo sobre a Big Tech</itunes:title>
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      <itunes:summary>As digitais de Berthier Ribeiro-Neto estão presentes na chegada do Google ao Brasil no começo dos anos 2000. Ele e outros professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) fundaram a Akwan, empresa comprada pela Big Tech. A aquisição fez dele o 1º funcionário do Google no Brasil. Em rara entrevista, Berthier conta tudo a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. A história passa por como a companhia pioneira travou a internet da universidade, como sua esposa ajudou na negociação e quase foi contratada pelos norte-americanos e como um empreendimento financiado com dinheiro de docentes encantou uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. “A empresa foi financiada por poupança de professor. É um caminho que eu não recomendo. Não é saudável”, brinca. Além disso, ele conta algo que não costuma falar: quanto o Google pagou.
 Diretor de engenharia do centro de tecnologia do Google no Brasil por 19 anos, Berthier Ribeiro-Neto viu o mecanismo de busca se tornar uma ferramenta crucial para a internet. Ele conta como os engenheiros brasileiros solucionavam problemas globais da ferramenta. Berthier conta que uma dessas falhas não havia sido detectada nem pelos especialistas norte-americanos e afetava o mundo todo. E ainda: tinha a ver com a Britney Spears e o mp3. Depois disso, os brasileiros na companhia passaram a ser vistos com outros olhos. "A reputação dos engenheiros que o Brasil têm dentro de uma empresa como o Google mostra que a gente pode fazer tão bem quanto qualquer povo desde que a gente se organize", afirma.
 Inteligência artificial? Amazon? O mecanismo de busca está ficando ‘burro’, a ponto de muita gente reclamar? Muita gente elenca as ameaças a uma empresa gigante como o Google. Mas a percepção de um dos engenheiros que mais entendem da Big Tech é outra. Para Berthier, a geração de jovens que se viciou na experiência de vídeos curtos e rápidos do TikTok dificilmente vai se adaptar ao funcionamento do Google. Como resolver o problema? Não será virando uma versão do TikTok. “A máquina da busca do Google tem uma expectativa. Se virar um Tiktok, vai frustrar 1 bilhão de pessoas todos os dias”, profetiza Berthier.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>As digitais de Berthier Ribeiro-Neto estão presentes na chegada do Google ao Brasil no começo dos anos 2000. Ele e outros professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) fundaram a Akwan, empresa comprada pela Big Tech. A aquisição fez dele o 1º funcionário do Google no Brasil. Em rara entrevista, Berthier conta tudo a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. A história passa por como a companhia pioneira travou a internet da universidade, como sua esposa ajudou na negociação e quase foi contratada pelos norte-americanos e como um empreendimento financiado com dinheiro de docentes encantou uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. “A empresa foi financiada por poupança de professor. É um caminho que eu não recomendo. Não é saudável”, brinca. Além disso, ele conta algo que não costuma falar: quanto o Google pagou.</p> <p>Diretor de engenharia do centro de tecnologia do Google no Brasil por 19 anos, Berthier Ribeiro-Neto viu o mecanismo de busca se tornar uma ferramenta crucial para a internet. Ele conta como os engenheiros brasileiros solucionavam problemas globais da ferramenta. Berthier conta que uma dessas falhas não havia sido detectada nem pelos especialistas norte-americanos e afetava o mundo todo. E ainda: tinha a ver com a Britney Spears e o mp3. Depois disso, os brasileiros na companhia passaram a ser vistos com outros olhos. "A reputação dos engenheiros que o Brasil têm dentro de uma empresa como o Google mostra que a gente pode fazer tão bem quanto qualquer povo desde que a gente se organize", afirma.</p> <p>Inteligência artificial? Amazon? O mecanismo de busca está ficando ‘burro’, a ponto de muita gente reclamar? Muita gente elenca as ameaças a uma empresa gigante como o Google. Mas a percepção de um dos engenheiros que mais entendem da Big Tech é outra. Para Berthier, a geração de jovens que se viciou na experiência de vídeos curtos e rápidos do TikTok dificilmente vai se adaptar ao funcionamento do Google. Como resolver o problema? Não será virando uma versão do TikTok. “A máquina da busca do Google tem uma expectativa. Se virar um Tiktok, vai frustrar 1 bilhão de pessoas todos os dias”, profetiza Berthier.</p>]]>
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      <title>Menos coaches e mais desenvolvedores: os mistérios do computador quântico</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/menos-coaches-e-mais-desenvolvedores-os-mist-rios</link>
      <description>O computador quântico é envolto em uma aura de mistério e especulação. Muitas pessoas apontam a máquina como revolução no mundo da computação. Elas não estão erradas, mas, na prática, esses dispositivos são mais lentos e menos potentes do que computadores convencionais e não rodam inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a embaixadora da IBM para computação quântica, Ana Paula Appel, conta no que essas supermáquinas realmente são boas: os chamados “problemas intratáveis”, uma gama de questões fatoriais que compreendem da elaboração de rotas para sistemas logísticos, distribuição eficiente para distribuição de dinheiro e o cálculo das chances para o Corinthians se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
 Ter um computador quântico em casa é um sonho difícil de realizar no momento, mas dá para acessar um à distância. Só é preciso aprender a pensar de forma diferente. Já há certificações para especialistas nas máquinas, mas isso não quer dizer que estamos diante do início da era dos desenvolvedores quânticos. O mesmo não se pode dizer sobre os coaches quânticos e as terapias quânticas. “É balela”, classifica Ana Paula Appel.
 Ainda que seja encarado como artefato para pesquisa, o computador quântico já é usado em áreas importantes no Brasil e no mundo. Isso inclui as baterias de carros elétricos, as rotas de navio e a distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos e agências bancárias. 
 Patrocínio: OI</description>
      <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Menos coaches e mais desenvolvedores: os mistérios do computador quântico</itunes:title>
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      <itunes:author>UOL</itunes:author>
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      <itunes:summary>O computador quântico é envolto em uma aura de mistério e especulação. Muitas pessoas apontam a máquina como revolução no mundo da computação. Elas não estão erradas, mas, na prática, esses dispositivos são mais lentos e menos potentes do que computadores convencionais e não rodam inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a embaixadora da IBM para computação quântica, Ana Paula Appel, conta no que essas supermáquinas realmente são boas: os chamados “problemas intratáveis”, uma gama de questões fatoriais que compreendem da elaboração de rotas para sistemas logísticos, distribuição eficiente para distribuição de dinheiro e o cálculo das chances para o Corinthians se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
 Ter um computador quântico em casa é um sonho difícil de realizar no momento, mas dá para acessar um à distância. Só é preciso aprender a pensar de forma diferente. Já há certificações para especialistas nas máquinas, mas isso não quer dizer que estamos diante do início da era dos desenvolvedores quânticos. O mesmo não se pode dizer sobre os coaches quânticos e as terapias quânticas. “É balela”, classifica Ana Paula Appel.
 Ainda que seja encarado como artefato para pesquisa, o computador quântico já é usado em áreas importantes no Brasil e no mundo. Isso inclui as baterias de carros elétricos, as rotas de navio e a distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos e agências bancárias. 
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        <![CDATA[<p>O computador quântico é envolto em uma aura de mistério e especulação. Muitas pessoas apontam a máquina como revolução no mundo da computação. Elas não estão erradas, mas, na prática, esses dispositivos são mais lentos e menos potentes do que computadores convencionais e não rodam inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a embaixadora da IBM para computação quântica, Ana Paula Appel, conta no que essas supermáquinas realmente são boas: os chamados “problemas intratáveis”, uma gama de questões fatoriais que compreendem da elaboração de rotas para sistemas logísticos, distribuição eficiente para distribuição de dinheiro e o cálculo das chances para o Corinthians se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro.</p> <p>Ter um computador quântico em casa é um sonho difícil de realizar no momento, mas dá para acessar um à distância. Só é preciso aprender a pensar de forma diferente. Já há certificações para especialistas nas máquinas, mas isso não quer dizer que estamos diante do início da era dos desenvolvedores quânticos. O mesmo não se pode dizer sobre os coaches quânticos e as terapias quânticas. “É balela”, classifica Ana Paula Appel.</p> <p>Ainda que seja encarado como artefato para pesquisa, o computador quântico já é usado em áreas importantes no Brasil e no mundo. Isso inclui as baterias de carros elétricos, as rotas de navio e a distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos e agências bancárias. </p> <p>Patrocínio: OI</p>]]>
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      <title>Reconhecimento facial no Instagram; o cemitério do Google; a era dos espiões de IA</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/reconhecimento-facial-no-instagram-o-cemit-rio-do</link>
      <description>O reconhecimento facial já foi bombardeado por críticas no passado. Mas os tempos mudaram – pelo menos é isso que a Meta quer que as pessoas acreditem. Depois de trabalhar para abandonar a tecnologia, a empresa de Mark Zuckerberg voltou. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam quais são os planos da dona de Facebook e Instagram para os rostos dos seus usuários. Serão duas funções: caçar anúncios falsos feitos com a cara de celebridades para enganar as pessoas e permitir que contas roubadas sejam retomadas pelos donos reais. É o fim de gente achar que o Drauzio Varella está fazendo propaganda de remédio picareta.
 O que leva uma empresa a matar serviços ou produtos que as pessoas amam? Essa é uma pergunta para o Google, que, só em 2024, já matou 30! E o cemitério do Google tem perdas de ilustrações como o Chromecast, mas também há ilustrações desconhecidas, como o chat do Google Maps. É isso aí: dava para falar com sua pizzaria favorita e você não sabia. Ao longo dos anos, a dona do YouTube e do Android aposentou quase 300 serviços. Curiosamente, ela deixa no ar quatro aplicativos que pouca gente usa – com exceção do Diogo, que ama o Snapseed.
 Agora, o uso da inteligência artificial foi muito longe. O Pentágono possui um plano para encher a internet de pessoas com IA. Para quê? Aí vai um spoiler: manipula seres humanos de verdade e se infiltra em grupos para coletar informações. Começou uma era dos espiões de IA.</description>
      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Reconhecimento facial no Instagram; o cemitério do Google; a era dos espiões de IA</itunes:title>
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      <itunes:summary>O reconhecimento facial já foi bombardeado por críticas no passado. Mas os tempos mudaram – pelo menos é isso que a Meta quer que as pessoas acreditem. Depois de trabalhar para abandonar a tecnologia, a empresa de Mark Zuckerberg voltou. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam quais são os planos da dona de Facebook e Instagram para os rostos dos seus usuários. Serão duas funções: caçar anúncios falsos feitos com a cara de celebridades para enganar as pessoas e permitir que contas roubadas sejam retomadas pelos donos reais. É o fim de gente achar que o Drauzio Varella está fazendo propaganda de remédio picareta.
 O que leva uma empresa a matar serviços ou produtos que as pessoas amam? Essa é uma pergunta para o Google, que, só em 2024, já matou 30! E o cemitério do Google tem perdas de ilustrações como o Chromecast, mas também há ilustrações desconhecidas, como o chat do Google Maps. É isso aí: dava para falar com sua pizzaria favorita e você não sabia. Ao longo dos anos, a dona do YouTube e do Android aposentou quase 300 serviços. Curiosamente, ela deixa no ar quatro aplicativos que pouca gente usa – com exceção do Diogo, que ama o Snapseed.
 Agora, o uso da inteligência artificial foi muito longe. O Pentágono possui um plano para encher a internet de pessoas com IA. Para quê? Aí vai um spoiler: manipula seres humanos de verdade e se infiltra em grupos para coletar informações. Começou uma era dos espiões de IA.</itunes:summary>
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      <title>'Feed zero' e as contas FK; 2025: começa o adeus ao 3G; Celular causa câncer? Eis a resposta</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/24-tilt-deutilt-ep24-celularcancer-spotify</link>
      <description>Perfis sem foto alguma, usuários que não publicam nada e pouco interagem. Quem navega nas redes sociais hoje até pensa que algumas pessoas até estão por lá, mas quase não dão as caras. Engano. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast dos humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz falam de um novo jeito de usar as redes sociais que mais parece uma forma de usar de jeito nenhum. Ela inclui 'feed zero', contas FK, as muitas DMs e pouco stories e a morte das fotos com filtro. E tudo isso liderado pela geração Z.
 Ainda que muitas cidades já contem com 5G, os sinais 2G e 3G ainda são os hegemônicos no Brasil. Mas, a partir de 2025, essa realidade começa a mudar. E a banda larga de terceira geração, aquela que transportou o mundo para a era da banda larga móvel, começa a ser encaminhada para o fim. Ou, como preferem os técnicos, começa a acontecer um processo de transição tecnológica. Helton e Diogo explicam por que e como isso vai acontecer.
 Não é de hoje que muita gente acha que celular e cérebro são uma combinação nada saudável. Isso é até verdade em um ponto se a conversa for sobre saúde mental. No entanto, há os que acreditam que o aparelho móvel é capaz de causar câncer. Será mesmo possível? A dúvida que pipoca na cabeça de céticos há décadas parece agora ter sido sanada por um estudo encomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).</description>
      <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>'Feed zero' e as contas FK; 2025: começa o adeus ao 3G; Celular causa câncer? Eis a resposta</itunes:title>
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 Ainda que muitas cidades já contem com 5G, os sinais 2G e 3G ainda são os hegemônicos no Brasil. Mas, a partir de 2025, essa realidade começa a mudar. E a banda larga de terceira geração, aquela que transportou o mundo para a era da banda larga móvel, começa a ser encaminhada para o fim. Ou, como preferem os técnicos, começa a acontecer um processo de transição tecnológica. Helton e Diogo explicam por que e como isso vai acontecer.
 Não é de hoje que muita gente acha que celular e cérebro são uma combinação nada saudável. Isso é até verdade em um ponto se a conversa for sobre saúde mental. No entanto, há os que acreditam que o aparelho móvel é capaz de causar câncer. Será mesmo possível? A dúvida que pipoca na cabeça de céticos há décadas parece agora ter sido sanada por um estudo encomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).</itunes:summary>
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      <title>IA não está roubando seu emprego (ainda), mas está usando seus dados como nunca</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/24-tilt-deutilt-epxx-direitosautorais-podcast</link>
      <description>Muita gente ficou com medo de ter o emprego roubado pela inteligência artificial. Antes disso, porém, estamos vendo outro movimento: dados criados por pessoas são usados para ensinar robôs a se comportar como seres humanos. Nesse episódio de Deu Tilt, Luca Schirru, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Direitos Autorais, conta por que não é nada simples dizer que a IA está roubando as informações feitas por nós. O debate fica ainda mais complexo quando se discute a finalidade desses dados. “O grande debate é um só processo tecnológico, o da mineração de dados, ser usado no treinamento de IA, no treinamento de IA generativa e em pesquisas intensivas em dados que não tem qualquer ligação com inteligência artificial”, diz ele.
 Por outro lado, ferramentas inteligentes viraram o melhor assistente de muito trabalhador, seja para escrever textos ou criar imagens na velocidade de um estalar de dedos. A quem pertence essas criações? Ao robô, ao humano ou à empresa que desenvolveu a máquina? Essa é outra pergunta complexa que Luca Schirru responde em Deu Tilt. “Os prompts que a gente dá para o sistema de inteligência artificial generativa são suficientes para justificar que eu sou autor daquilo que for gerado?”, pergunta para resumir a questão. Aí vai um spoiler para os ansiosos: Brasil, Estados Unidos e China possuem visões diferentes sobre a questão.
 Está em curso uma verdadeira batalha entre empresas que produzem conteúdo e aquelas que usufruem desse conteúdo para treinar suas inteligências artificiais. E o objetivo é claro: quem vai pagar a conta? O melhor exemplo é o New York Times, que processa a OpenAI, dona do ChatGPT, para impedi-la de usar artigos do jornal para treinar o bot. Isso levanta outra dúvida: pessoas comuns podem pleitear alguma remuneração das Big Techs? </description>
      <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>IA não está roubando seu emprego (ainda), mas está usando seus dados como nunca</itunes:title>
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 Por outro lado, ferramentas inteligentes viraram o melhor assistente de muito trabalhador, seja para escrever textos ou criar imagens na velocidade de um estalar de dedos. A quem pertence essas criações? Ao robô, ao humano ou à empresa que desenvolveu a máquina? Essa é outra pergunta complexa que Luca Schirru responde em Deu Tilt. “Os prompts que a gente dá para o sistema de inteligência artificial generativa são suficientes para justificar que eu sou autor daquilo que for gerado?”, pergunta para resumir a questão. Aí vai um spoiler para os ansiosos: Brasil, Estados Unidos e China possuem visões diferentes sobre a questão.
 Está em curso uma verdadeira batalha entre empresas que produzem conteúdo e aquelas que usufruem desse conteúdo para treinar suas inteligências artificiais. E o objetivo é claro: quem vai pagar a conta? O melhor exemplo é o New York Times, que processa a OpenAI, dona do ChatGPT, para impedi-la de usar artigos do jornal para treinar o bot. Isso levanta outra dúvida: pessoas comuns podem pleitear alguma remuneração das Big Techs? </itunes:summary>
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    <item>
      <title>Nova IA raciocina, mas não resolve; você precisa agora do iPhone 16?; a rede social de bots</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/24-tilt-deutilt-ep19-iaqueraciocina-spotify</link>
      <description>O OpenAI o1 se destaca na quantidade inacreditável de modelos de linguagem lançados nos últimos meses por empresas de tecnologia. Afinal, ele faz algo em que os seres humanos são craques: raciocinam. Quer dizer, mais ou menos. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast dos humanos por trás das máquinas do UOL, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre os poderes da nova inteligência artificial da OpenAI, dona do ChatGPT. A nova máquina arrasa na matemática. Mas a dupla explica por que ela tropeça em problemas sobre questões sociais.
 Agora que o iPhone 16 começa a chegar ao Brasil, é hora de responder a pergunta: você precisa mesmo de um novo smartphone top de linha? E olha que a oferta é grande. Não é só o celular da Apple que chegou às lojas. Nos últimos meses, foram lançados Galaxy Z Fold 6 e Galaxy Z Flip 6 (Samsung), Pixel 9 (Google), razr 40 (Motorola). 
 Não é segredo para ninguém que muita rede social já é dominada por bots, aquelas contas automatizadas. Mas você já viu uma rede em que é possível interagir apenas com robôs? Com humano nenhum à vista? Saiba que ela existe. E, surpreendentemente, os bots da SocialAI podem ajudar as pessoas de carne e osso a lidar de forma mais humana.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Oct 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Nova IA raciocina, mas não resolve; você precisa agora do iPhone 16?; a rede social de bots</itunes:title>
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 Agora que o iPhone 16 começa a chegar ao Brasil, é hora de responder a pergunta: você precisa mesmo de um novo smartphone top de linha? E olha que a oferta é grande. Não é só o celular da Apple que chegou às lojas. Nos últimos meses, foram lançados Galaxy Z Fold 6 e Galaxy Z Flip 6 (Samsung), Pixel 9 (Google), razr 40 (Motorola). 
 Não é segredo para ninguém que muita rede social já é dominada por bots, aquelas contas automatizadas. Mas você já viu uma rede em que é possível interagir apenas com robôs? Com humano nenhum à vista? Saiba que ela existe. E, surpreendentemente, os bots da SocialAI podem ajudar as pessoas de carne e osso a lidar de forma mais humana.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O OpenAI o1 se destaca na quantidade inacreditável de modelos de linguagem lançados nos últimos meses por empresas de tecnologia. Afinal, ele faz algo em que os seres humanos são craques: raciocinam. Quer dizer, mais ou menos. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast dos humanos por trás das máquinas do UOL, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre os poderes da nova inteligência artificial da OpenAI, dona do ChatGPT. A nova máquina arrasa na matemática. Mas a dupla explica por que ela tropeça em problemas sobre questões sociais.</p> <p>Agora que o iPhone 16 começa a chegar ao Brasil, é hora de responder a pergunta: você precisa mesmo de um novo smartphone top de linha? E olha que a oferta é grande. Não é só o celular da Apple que chegou às lojas. Nos últimos meses, foram lançados Galaxy Z Fold 6 e Galaxy Z Flip 6 (Samsung), Pixel 9 (Google), razr 40 (Motorola). </p> <p>Não é segredo para ninguém que muita rede social já é dominada por bots, aquelas contas automatizadas. Mas você já viu uma rede em que é possível interagir apenas com robôs? Com humano nenhum à vista? Saiba que ela existe. E, surpreendentemente, os bots da SocialAI podem ajudar as pessoas de carne e osso a lidar de forma mais humana.</p>]]>
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      <title>Voz clonada, Brasil líder em IA e R$ 15 bi: Tânia Cosentino, presidente da Microsoft, no Deu Tilt</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/24-tilt-deutilt-ep19-microsoft-spotify</link>
      <description>Em evento em São Paulo que contou com a presença do CEO Satya Nadella e do vice-presidente do Brasil Geraldo Alckmin, a Microsoft anunciou investimento de quase R$ 15 bilhões no Brasil ao longo de três anos. Em entrevista exclusiva a Deu Til, a presidente da empresa no Brasil, Tânia Cosentino, explicou como o dinheiro será usado para ampliar a infraestrutura de data centers da empresa para atender as necessidades de inteligência artificial no país. Ela afirmou ainda que as instalações são coordenadas com consumo de energia renovável e de modo a não impactar a demanda de água na região. 'Brasil pode liderar a era de IA de baixo carbono', diz presidente da Microsoft.
 Tânia Cosentino afirmou ainda que trabalhadores que não se adaptarem às transformações podem ficar para trás. 'A obsolescência do humano existe', diz ela. Por outro lado, aqueles que se adaptarem, podem almejar empregos mais qualificados. ‘O grande problema não é o [emprego] que eu crio ou elimino, mas é como eu transformo o profissional para ele pegar um emprego de maior valor agregado', afirma. Além do investimento de R$ 15 bilhões em três anos no Brasil, a Microsoft anunciou ainda uma trilha de capacitação gratuita para IA que pretende formar 5 mil trabalhadores.
 A presidente da Microsoft no Brasil afirmou que a empresa é favorável a uma regulação de IA no país, sobretudo para usos inadequados de ferramentas inteligentes. 'Com apenas 3 segundos de áudio, eu copio a sua voz. E, com pouco mais de 10 segundos, eu copio a sua imagem. No meu tempo, falavam que tinha de ver para crer. Hoje, é melhor checar a fonte e mais de uma, porque você vai ver, vai ler e não pode crer', diz ela. Corintiana apaixonada, ela mesmo já teve a voz clonada com IA: "fizeram áudio 'toca no Calleri que é gol'. Isso é fake news". Tratando do espinhoso assunto do treinamento de IA feito com dados de pessoas comuns, Tânia diz que a Microsoft 'não usa dado de cliente para treinar IA, só dados públicos'. 'O dado é seu e, se eu quiser usar, eu tenho que pagar por ele', afirma ela.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Oct 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Voz clonada, Brasil líder em IA e R$ 15 bi: Tânia Cosentino, presidente da Microsoft, no Deu Tilt</itunes:title>
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 Tânia Cosentino afirmou ainda que trabalhadores que não se adaptarem às transformações podem ficar para trás. 'A obsolescência do humano existe', diz ela. Por outro lado, aqueles que se adaptarem, podem almejar empregos mais qualificados. ‘O grande problema não é o [emprego] que eu crio ou elimino, mas é como eu transformo o profissional para ele pegar um emprego de maior valor agregado', afirma. Além do investimento de R$ 15 bilhões em três anos no Brasil, a Microsoft anunciou ainda uma trilha de capacitação gratuita para IA que pretende formar 5 mil trabalhadores.
 A presidente da Microsoft no Brasil afirmou que a empresa é favorável a uma regulação de IA no país, sobretudo para usos inadequados de ferramentas inteligentes. 'Com apenas 3 segundos de áudio, eu copio a sua voz. E, com pouco mais de 10 segundos, eu copio a sua imagem. No meu tempo, falavam que tinha de ver para crer. Hoje, é melhor checar a fonte e mais de uma, porque você vai ver, vai ler e não pode crer', diz ela. Corintiana apaixonada, ela mesmo já teve a voz clonada com IA: "fizeram áudio 'toca no Calleri que é gol'. Isso é fake news". Tratando do espinhoso assunto do treinamento de IA feito com dados de pessoas comuns, Tânia diz que a Microsoft 'não usa dado de cliente para treinar IA, só dados públicos'. 'O dado é seu e, se eu quiser usar, eu tenho que pagar por ele', afirma ela.</itunes:summary>
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      <title>É o fim do smartphone nas escolas? LinkedIn usa posts para treinar IA; Big tech x países inteiros</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/o-fim-do-smartphone-nas-escolas-linkedin-usa-posts</link>
      <description>Onipresente, o celular está na mão de todo mundo, mas tem sofrido um revés: foi banido das escolas de ao menos um quarto dos países. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem como a onda de proibição chegou ao Brasil e por que este é o momento mais oportuno para o veto. A atenção das crianças e adolescentes agradece. Os pais também. Mas tem gente que acha ser um retrocesso.
 A Meta já fez isso. O X (ex-Twitter) também. Agora chegou a vez do LinkedIn passar a usar dados produzidos por seus usuários, incluindo posts, para treinar sua inteligência artificial. No caso da rede social corporativa, a ação é obscura, mas tem o potencial de gerar grande impacto por lá.
 A briga entre o bilionário Elon Musk e o ministro do STF Alexandre de Moraes não só tirou o X do ar, mas também sequestrou a atenção dos brasileiros. Ela é, no entanto, só o round mais vistoso de um embate mais amplo e com potencial muito maior de interferir nas nossas vidas: a treta da vez é Big Tech contra a soberania de países inteiros.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Oct 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>É o fim do smartphone nas escolas? LinkedIn usa posts para treinar IA; Big tech x países inteiros</itunes:title>
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 A Meta já fez isso. O X (ex-Twitter) também. Agora chegou a vez do LinkedIn passar a usar dados produzidos por seus usuários, incluindo posts, para treinar sua inteligência artificial. No caso da rede social corporativa, a ação é obscura, mas tem o potencial de gerar grande impacto por lá.
 A briga entre o bilionário Elon Musk e o ministro do STF Alexandre de Moraes não só tirou o X do ar, mas também sequestrou a atenção dos brasileiros. Ela é, no entanto, só o round mais vistoso de um embate mais amplo e com potencial muito maior de interferir nas nossas vidas: a treta da vez é Big Tech contra a soberania de países inteiros.</itunes:summary>
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      <title>Redes sociais, games e jogos de azar: apostas adoecem pessoas, e Brasil vai na contramão do mundo</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/redes-sociais-games-e-jogos-de-azar-apostas-adoece</link>
      <description>Redes sociais, games e agora casas de apostas. É difícil ligar o celular e não se deparar com alguma plataforma repleta de estímulos para atingir em cheio seu cérebro e manter você curtindo, jogando e apostando. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes recebem Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Machado conta como as redes sociais e games incorporaram mecanismos dos jogos de azar para fazer você perder mais tempo nelas –e eventualmente ficar viciado. 
 Quase 9% da população mundial já apresenta algum tipo de problema com vício em apostas. A partir de 2025, o Brasil vai legalizar centenas de casas de apostas. Será que o país está preparado para a grande quantidade de dependentes em jogo que vai surgir? “Nenhum país está preparado”, diz Machado.
 A intersecção entre redes sociais, games e jogos de azar é tão poderosa que cria uma nova geração de apostadores. O motivo? “Hoje em dia cada um tem seu cassino online na palma da mão por causa do smartphone”, diz Machado. Ele defende que influenciadores digitais fossem proibidos de promover apostas online. Também critica escolas que promovem o uso de smartphones, pois há pouca comprovação de que os aparelhos contribuem com o ensino, mas muitas evidências que mostram como ele atrapalha as capacidades cognitivas. 'Minha filha só vai ter smartphone com 14 anos', diz o psiquiatra.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Sep 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Redes sociais, games e jogos de azar: apostas adoecem pessoas, e Brasil vai na contramão do mundo</itunes:title>
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      <itunes:summary>Redes sociais, games e agora casas de apostas. É difícil ligar o celular e não se deparar com alguma plataforma repleta de estímulos para atingir em cheio seu cérebro e manter você curtindo, jogando e apostando. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes recebem Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Machado conta como as redes sociais e games incorporaram mecanismos dos jogos de azar para fazer você perder mais tempo nelas –e eventualmente ficar viciado. 
 Quase 9% da população mundial já apresenta algum tipo de problema com vício em apostas. A partir de 2025, o Brasil vai legalizar centenas de casas de apostas. Será que o país está preparado para a grande quantidade de dependentes em jogo que vai surgir? “Nenhum país está preparado”, diz Machado.
 A intersecção entre redes sociais, games e jogos de azar é tão poderosa que cria uma nova geração de apostadores. O motivo? “Hoje em dia cada um tem seu cassino online na palma da mão por causa do smartphone”, diz Machado. Ele defende que influenciadores digitais fossem proibidos de promover apostas online. Também critica escolas que promovem o uso de smartphones, pois há pouca comprovação de que os aparelhos contribuem com o ensino, mas muitas evidências que mostram como ele atrapalha as capacidades cognitivas. 'Minha filha só vai ter smartphone com 14 anos', diz o psiquiatra.</itunes:summary>
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      <title>O pesadelo do currículo com ChatGPT e o fim da antena parabólica</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/o-pesadelo-do-curr-culo-com-chatgpt-e-o-fim-da-ant</link>
      <description>A cada oscilação das bolsas de valores, aumenta a dúvida sobre se algum dia os retornos bilionários feitos em inteligência artificial terão algum retorno ou se vivemos uma tremenda bolha especulativa. Neste episódio de “Deu Tilt”, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz discutem por que o temor de que a IA seja uma bolha prestes a estourar está cada vez mais presente. O que argumenta quem defende que a IA é uma ilusão e não se pagará e aqueles que argumentam que se trata da tecnologia que vai mudar tudo? E a pergunta que não quer calar: se a bolha estourar, quem paga a conta?
 Ainda neste episódio: o departamento de recrutamento e seleção talvez foi uma das primeiras áreas corporativas a incorporar uso de IA, quer os candidatos às vagas abertas gostassem ou não. Agora, os seres humanos estão dando o troco e inundando os recrutadores com currículos feitos com IA. E isso é um tremendo problema.
 Hora de dar tchau. As antenas parabólicas de TV conectaram milhões de brasileiros há quase cinquenta anos. Agora, elas estão prestes a ser aposentadas. Helton e Diogo discutem por que elas sairão do ar. Contam ainda as histórias que as envolvem durante décadas, dos mitos por –não– serem chamarizes de raios até uma curiosa interferência na política nacional durante a implantação do Plano Real. </description>
      <pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>O pesadelo do currículo com ChatGPT e o fim da antena parabólica</itunes:title>
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 Ainda neste episódio: o departamento de recrutamento e seleção talvez foi uma das primeiras áreas corporativas a incorporar uso de IA, quer os candidatos às vagas abertas gostassem ou não. Agora, os seres humanos estão dando o troco e inundando os recrutadores com currículos feitos com IA. E isso é um tremendo problema.
 Hora de dar tchau. As antenas parabólicas de TV conectaram milhões de brasileiros há quase cinquenta anos. Agora, elas estão prestes a ser aposentadas. Helton e Diogo discutem por que elas sairão do ar. Contam ainda as histórias que as envolvem durante décadas, dos mitos por –não– serem chamarizes de raios até uma curiosa interferência na política nacional durante a implantação do Plano Real. </itunes:summary>
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      <title>IA e extinção humana: a sociedade secreta de Elon Musk revelada</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/ia-e-extin-o-humana-a-sociedade-secreta-de-elon-mu</link>
      <description>O mundo da inteligência artificial vive um paradoxo. Tem gente que, ao mesmo tempo que desenvolve IA poderosa, diz que a tecnologia pode acabar com a humanidade. Não sei vocês, mas, se a gente soubesse estar prestes a criar o apocalipse, pararia na hora. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há por trás das constantes ameaças de que a IA vai extinguir a humanidade. A história tem cara, rabo e focinho de teoria da conspiração e envolve organizações tipo sociedades secretas. E até Elon Musk está no meio.
 A busca do Google é uma das ferramentas mais bem-sucedidas da internet. Mas, de uns tempos para cá, muita gente tem notado que os resultados das pesquisas online estão piores. Pesquisadores alemães comprovaram que não é maluquice da nossa cabeça. O Google discorda. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há de verdade nisso, o que é exagero e como a inteligência artificial vai mudar tudo.
 Hoje em dia, tem serviço de assinatura para tudo. De marmita a comida para cachorro. Quer dizer... quase tudo. O pessoal da Logitech teve a ideia que faltava: uma assinatura para ter mouses para a vida toda. </description>
      <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>IA e extinção humana: a sociedade secreta de Elon Musk revelada</itunes:title>
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 A busca do Google é uma das ferramentas mais bem-sucedidas da internet. Mas, de uns tempos para cá, muita gente tem notado que os resultados das pesquisas online estão piores. Pesquisadores alemães comprovaram que não é maluquice da nossa cabeça. O Google discorda. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há de verdade nisso, o que é exagero e como a inteligência artificial vai mudar tudo.
 Hoje em dia, tem serviço de assinatura para tudo. De marmita a comida para cachorro. Quer dizer... quase tudo. O pessoal da Logitech teve a ideia que faltava: uma assinatura para ter mouses para a vida toda. </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>O mundo da inteligência artificial vive um paradoxo. Tem gente que, ao mesmo tempo que desenvolve IA poderosa, diz que a tecnologia pode acabar com a humanidade. Não sei vocês, mas, se a gente soubesse estar prestes a criar o apocalipse, pararia na hora. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há por trás das constantes ameaças de que a IA vai extinguir a humanidade. A história tem cara, rabo e focinho de teoria da conspiração e envolve organizações tipo sociedades secretas. E até Elon Musk está no meio.</p> <p>A busca do Google é uma das ferramentas mais bem-sucedidas da internet. Mas, de uns tempos para cá, muita gente tem notado que os resultados das pesquisas online estão piores. Pesquisadores alemães comprovaram que não é maluquice da nossa cabeça. O Google discorda. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há de verdade nisso, o que é exagero e como a inteligência artificial vai mudar tudo.</p> <p>Hoje em dia, tem serviço de assinatura para tudo. De marmita a comida para cachorro. Quer dizer... quase tudo. O pessoal da Logitech teve a ideia que faltava: uma assinatura para ter mouses para a vida toda. </p>]]>
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      <title>Da exposição à exploração: rede social não é lugar de criança, mas elas estão lá</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/da-exposi-o-explora-o-rede-social-n-o-lugar-de-cri</link>
      <description>As redes sociais já existem há tempo suficiente para sabermos seus efeitos na nossa vida. Será? Ainda hoje descobrimos os efeitos dessas plataformas, do Tiktok ao Instagram, sobre adultos. Quando são crianças do outro lado da tela, porém, o buraco é mais embaixo. Nesse novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam com Maria Melo, coordenadora de programas do Instituto Alana, organização que atua na defesa e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Ela fala sobre uma infância cercada por telas e cujas informações são espremidas por redes sociais. Até os 11 anos, são 13 milhões de dados coletados. E o que elas as plataformas que sabem mais do seu filho do que você sabe delas? Primeiro, negam que há menores de 13 anos por lá. Depois, afirmam que cuidam dos que estão por lá. “Pais e mães ficam reféns. Famílias são o elo mais frágil”, diz Maria Melo. E ela conta o por quê.
 Em teoria, crianças não poderem usar redes sociais as impede de ser influenciadoras digitais. Na prática, o que se vê é um cenário diferente. Maria Melo fala que já encontrou crianças de 6 e 7 anos fazendo publicidade para o Jogo do Tigrinho, um popular game de cassino online. Como denunciar esse tipo de abuso não é possível, o instituto levou o caso ao Ministério Público. "Redes sociais não são meros túneis por onde circulam esses conteúdos; Elas modulam, moderam e direcionam esse conteúdo. Ampliam ou diminuem esse conteúdo dependendo de quanto dinheiro você coloca nelas. E precisam ser responsabilizadas por esse tipo de conteúdo", diz Maria Melo.
 O contato entre crianças e tecnologia é tão frequente que já produz consequências inusitadas. Uma pesquisa detectou que os baixinhos já confiam mais em robôs do que em humanos. Mas por que isso acontece?</description>
      <pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Da exposição à exploração: rede social não é lugar de criança, mas elas estão lá</itunes:title>
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      <itunes:summary>As redes sociais já existem há tempo suficiente para sabermos seus efeitos na nossa vida. Será? Ainda hoje descobrimos os efeitos dessas plataformas, do Tiktok ao Instagram, sobre adultos. Quando são crianças do outro lado da tela, porém, o buraco é mais embaixo. Nesse novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam com Maria Melo, coordenadora de programas do Instituto Alana, organização que atua na defesa e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Ela fala sobre uma infância cercada por telas e cujas informações são espremidas por redes sociais. Até os 11 anos, são 13 milhões de dados coletados. E o que elas as plataformas que sabem mais do seu filho do que você sabe delas? Primeiro, negam que há menores de 13 anos por lá. Depois, afirmam que cuidam dos que estão por lá. “Pais e mães ficam reféns. Famílias são o elo mais frágil”, diz Maria Melo. E ela conta o por quê.
 Em teoria, crianças não poderem usar redes sociais as impede de ser influenciadoras digitais. Na prática, o que se vê é um cenário diferente. Maria Melo fala que já encontrou crianças de 6 e 7 anos fazendo publicidade para o Jogo do Tigrinho, um popular game de cassino online. Como denunciar esse tipo de abuso não é possível, o instituto levou o caso ao Ministério Público. "Redes sociais não são meros túneis por onde circulam esses conteúdos; Elas modulam, moderam e direcionam esse conteúdo. Ampliam ou diminuem esse conteúdo dependendo de quanto dinheiro você coloca nelas. E precisam ser responsabilizadas por esse tipo de conteúdo", diz Maria Melo.
 O contato entre crianças e tecnologia é tão frequente que já produz consequências inusitadas. Uma pesquisa detectou que os baixinhos já confiam mais em robôs do que em humanos. Mas por que isso acontece?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>As redes sociais já existem há tempo suficiente para sabermos seus efeitos na nossa vida. Será? Ainda hoje descobrimos os efeitos dessas plataformas, do Tiktok ao Instagram, sobre adultos. Quando são crianças do outro lado da tela, porém, o buraco é mais embaixo. Nesse novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam com Maria Melo, coordenadora de programas do Instituto Alana, organização que atua na defesa e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Ela fala sobre uma infância cercada por telas e cujas informações são espremidas por redes sociais. Até os 11 anos, são 13 milhões de dados coletados. E o que elas as plataformas que sabem mais do seu filho do que você sabe delas? Primeiro, negam que há menores de 13 anos por lá. Depois, afirmam que cuidam dos que estão por lá. “Pais e mães ficam reféns. Famílias são o elo mais frágil”, diz Maria Melo. E ela conta o por quê.</p> <p>Em teoria, crianças não poderem usar redes sociais as impede de ser influenciadoras digitais. Na prática, o que se vê é um cenário diferente. Maria Melo fala que já encontrou crianças de 6 e 7 anos fazendo publicidade para o Jogo do Tigrinho, um popular game de cassino online. Como denunciar esse tipo de abuso não é possível, o instituto levou o caso ao Ministério Público. "Redes sociais não são meros túneis por onde circulam esses conteúdos; Elas modulam, moderam e direcionam esse conteúdo. Ampliam ou diminuem esse conteúdo dependendo de quanto dinheiro você coloca nelas. E precisam ser responsabilizadas por esse tipo de conteúdo", diz Maria Melo.</p> <p>O contato entre crianças e tecnologia é tão frequente que já produz consequências inusitadas. Uma pesquisa detectou que os baixinhos já confiam mais em robôs do que em humanos. Mas por que isso acontece?</p>]]>
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      <title>Monopólio do Google; AI Washing, o novo golpe com IA; fim do Chromecast</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/monop-lio-do-google-ai-washing-o-novo-golpe-com-ia</link>
      <description>Neste novo episódio de “Deu Tilt”, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes enumeram os passos que levam as grandes empresas de tecnologia a se tornarem impérios tão grandes a ponto de complicar a vida de rivais. O Google foi condenado pela Justiça dos Estados Unidos por ser um monopólio das pesquisas online e esmagar concorrentes. Entre as ações, pagou cifras bilionárias para fazer seu buscador online ser o padrão dos smartphones de Apple e Samsung. Mas a empresa não está sozinha. Microsoft, Meta, Apple e Amazon tomaram ações que as fizeram ser investigadas por competição desleal.
 Lojas com zero atendimento humano que sabem exatamente o que você pegou da prateleira. Sistemas que indicam o melhor investimento e prometem a maior rentabilidade. Tudo abastecido com inteligência artificial. Parece mágica, algo indicando que o futuro finalmente chegou, certo? Mas é só truque. Neste novo episódio de “Deu Tilt”, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como há cada vez mais serviços prometem usar IA para entregar maravilhas, mas, na verdade, não passam de enganação. É a onda do IA Washing –e já tem gente perdendo dinheiro com isso.
 Esse aparelhinho transformou muita TV comum em smartTV. E agora vai sair de cena. Por que o Google vai aposentar o Chromecast?</description>
      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Monopólio do Google; AI Washing, o novo golpe com IA; fim do Chromecast</itunes:title>
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 Lojas com zero atendimento humano que sabem exatamente o que você pegou da prateleira. Sistemas que indicam o melhor investimento e prometem a maior rentabilidade. Tudo abastecido com inteligência artificial. Parece mágica, algo indicando que o futuro finalmente chegou, certo? Mas é só truque. Neste novo episódio de “Deu Tilt”, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como há cada vez mais serviços prometem usar IA para entregar maravilhas, mas, na verdade, não passam de enganação. É a onda do IA Washing –e já tem gente perdendo dinheiro com isso.
 Esse aparelhinho transformou muita TV comum em smartTV. E agora vai sair de cena. Por que o Google vai aposentar o Chromecast?</itunes:summary>
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      <title>Jogo do Tigrinho e rifa falsa: como crise mexe com influenciadores, marcas e redes sociais</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/jogo-do-tigrinho-e-rifa-falsa-como-crise-mexe-com</link>
      <description>Nesse episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes recebem a professora e pesquisadora Issaaf Karhawi, especialista em influenciadores digitais e uma das primeiras a estudar o assunto no Brasil. Na conversa, ela explica qual é o tamanho dessa categoria de trabalhadores e decreta: os vídeos promovendo Jogo do Tigrinho, rifa fraudulenta e fake news são só o ponto mais evidente de uma crise que vai demorar a passar. “Não tem marca para todo mundo.” 
 A professora e pesquisadora Issaaf Karhawi conta ainda que os influenciadores enfrentam uma metamorfose: não querem mais ser influenciadores, preferem ser vistos como criadores de conteúdo, mas não ocuparão essa categoria por muito tempo. E complicam esse cenário ingredientes como a crise da audiência, a discussão sobre autenticidade e os personagens feitos de IA para substituírem os humanos que dão trabalho para marcas.
 Já reparou como todo mundo é influenciador digital hoje em dia? De político a médico, passando por nutricionistas. Fazer dancinhas no TikTok virou algo obrigatório para qualquer profissional. Essa moda veio para ficar? Quem ganha com ela?</description>
      <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Jogo do Tigrinho e rifa falsa: como crise mexe com influenciadores, marcas e redes sociais</itunes:title>
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 A professora e pesquisadora Issaaf Karhawi conta ainda que os influenciadores enfrentam uma metamorfose: não querem mais ser influenciadores, preferem ser vistos como criadores de conteúdo, mas não ocuparão essa categoria por muito tempo. E complicam esse cenário ingredientes como a crise da audiência, a discussão sobre autenticidade e os personagens feitos de IA para substituírem os humanos que dão trabalho para marcas.
 Já reparou como todo mundo é influenciador digital hoje em dia? De político a médico, passando por nutricionistas. Fazer dancinhas no TikTok virou algo obrigatório para qualquer profissional. Essa moda veio para ficar? Quem ganha com ela?</itunes:summary>
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      <title>‘Nuvem soberana’, supercomputador de milhões, IA brazuca: o Brasil na corrida global da IA</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/nuvem-soberana-supercomputador-de-milh-es-ia-brazu</link>
      <description>Na edição desta semana de "Deu Tilt", Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes entrevistam Luciana Santos, ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobre o Plano Brasil de Inteligência Artificial. A estratégia do governo federal é investir ao longo de cinco anos R$ 23 bilhões, cifra abaixo do volume de dinheiro aportado por Estados Unidos e China, mas acima do de outros países, como Reino Unido e França.
 A titular do MCTI afirma que o Brasil 'entra no jogo' da IA, mas admite que 'um pouco atrás'. Ainda assim, diz que a estratégia não é o Brasil ser mero consumidor dos serviços dos gigantes tecnológicos globais ou fornecedor de dados para eles. Para isso, está no plano ter infraestruturas de processamento que atendam não só o país, mas também países do Sul Global e atraíam “cérebros”, profissionais brasileiros e especializados que estejam fora do país.
 E se cuida ChatGPT! O governo federal incluiu no plano o investimento de R$ 1 bilhão para criar um LLM (grande modelo de linguagem, na sigla em inglês), o “coração” de chatbots como o ChatGPT. A ministra contou a “Deu Tilt” que já definiu como o dinheiro será repassado: será via edital. Priorizará ainda tecnologias brasileiras. Como isso será feito?</description>
      <pubDate>Tue, 13 Aug 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>‘Nuvem soberana’, supercomputador de milhões, IA brazuca: o Brasil na corrida global da IA</itunes:title>
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      <itunes:summary>Na edição desta semana de "Deu Tilt", Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes entrevistam Luciana Santos, ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobre o Plano Brasil de Inteligência Artificial. A estratégia do governo federal é investir ao longo de cinco anos R$ 23 bilhões, cifra abaixo do volume de dinheiro aportado por Estados Unidos e China, mas acima do de outros países, como Reino Unido e França.
 A titular do MCTI afirma que o Brasil 'entra no jogo' da IA, mas admite que 'um pouco atrás'. Ainda assim, diz que a estratégia não é o Brasil ser mero consumidor dos serviços dos gigantes tecnológicos globais ou fornecedor de dados para eles. Para isso, está no plano ter infraestruturas de processamento que atendam não só o país, mas também países do Sul Global e atraíam “cérebros”, profissionais brasileiros e especializados que estejam fora do país.
 E se cuida ChatGPT! O governo federal incluiu no plano o investimento de R$ 1 bilhão para criar um LLM (grande modelo de linguagem, na sigla em inglês), o “coração” de chatbots como o ChatGPT. A ministra contou a “Deu Tilt” que já definiu como o dinheiro será repassado: será via edital. Priorizará ainda tecnologias brasileiras. Como isso será feito?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>Na edição desta semana de "Deu Tilt", Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes entrevistam Luciana Santos, ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobre o Plano Brasil de Inteligência Artificial. A estratégia do governo federal é investir ao longo de cinco anos R$ 23 bilhões, cifra abaixo do volume de dinheiro aportado por Estados Unidos e China, mas acima do de outros países, como Reino Unido e França.</p> <p>A titular do MCTI afirma que o Brasil 'entra no jogo' da IA, mas admite que 'um pouco atrás'. Ainda assim, diz que a estratégia não é o Brasil ser mero consumidor dos serviços dos gigantes tecnológicos globais ou fornecedor de dados para eles. Para isso, está no plano ter infraestruturas de processamento que atendam não só o país, mas também países do Sul Global e atraíam “cérebros”, profissionais brasileiros e especializados que estejam fora do país.</p> <p>E se cuida ChatGPT! O governo federal incluiu no plano o investimento de R$ 1 bilhão para criar um LLM (grande modelo de linguagem, na sigla em inglês), o “coração” de chatbots como o ChatGPT. A ministra contou a “Deu Tilt” que já definiu como o dinheiro será repassado: será via edital. Priorizará ainda tecnologias brasileiras. Como isso será feito?</p>]]>
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      <title>Caos global vem aí; Meta dá de graça o que rivais vendem; confiamos demais na tecnologia?</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/caos-global-vem-a-meta-d-de-gra-a-o-que-rivais-ven</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que o mais recente apagão cibernético global está longe de ser o último. Os caos você viu: milhares de voos cancelados ou atrasados, canais de TVs fora do ar, cirurgias inviabilizadas e o sistema bancário indisponível. Já o que está por trás do dia de "tela azul" do mundo é contada pela dupla.
 Ainda no episódio desta semana, uma história chocante: um algoritmo policial da Espanha descartou que uma mulher agredida corresse risco e a mandou para casa. Dias depois, ela foi assassinada pelo marido. No Brasil e pelo mundo, sistemas precários e obscuros de reconhecimento facial levam inocentes a serem presos. Será que estamos depositando uma fé cega no algoritmo?
 A pergunta de R$ 1 milhão: por que a Meta dá de graça IA que não custou barato e é vendida por rivais? O que está por trás da estratégia da dona de Facebook, Instagram e WhatsApp de oferecer gratuitamente o Llama 3.1, sua IA que bate de frente com o GPT-4. Spoiler: Google e OpenAI não vão gostar.</description>
      <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Caos global vem aí; Meta dá de graça o que rivais vendem; confiamos demais na tecnologia?</itunes:title>
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      <itunes:summary>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que o mais recente apagão cibernético global está longe de ser o último. Os caos você viu: milhares de voos cancelados ou atrasados, canais de TVs fora do ar, cirurgias inviabilizadas e o sistema bancário indisponível. Já o que está por trás do dia de "tela azul" do mundo é contada pela dupla.
 Ainda no episódio desta semana, uma história chocante: um algoritmo policial da Espanha descartou que uma mulher agredida corresse risco e a mandou para casa. Dias depois, ela foi assassinada pelo marido. No Brasil e pelo mundo, sistemas precários e obscuros de reconhecimento facial levam inocentes a serem presos. Será que estamos depositando uma fé cega no algoritmo?
 A pergunta de R$ 1 milhão: por que a Meta dá de graça IA que não custou barato e é vendida por rivais? O que está por trás da estratégia da dona de Facebook, Instagram e WhatsApp de oferecer gratuitamente o Llama 3.1, sua IA que bate de frente com o GPT-4. Spoiler: Google e OpenAI não vão gostar.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que o mais recente apagão cibernético global está longe de ser o último. Os caos você viu: milhares de voos cancelados ou atrasados, canais de TVs fora do ar, cirurgias inviabilizadas e o sistema bancário indisponível. Já o que está por trás do dia de "tela azul" do mundo é contada pela dupla.</p> <p>Ainda no episódio desta semana, uma história chocante: um algoritmo policial da Espanha descartou que uma mulher agredida corresse risco e a mandou para casa. Dias depois, ela foi assassinada pelo marido. No Brasil e pelo mundo, sistemas precários e obscuros de reconhecimento facial levam inocentes a serem presos. Será que estamos depositando uma fé cega no algoritmo?</p> <p>A pergunta de R$ 1 milhão: por que a Meta dá de graça IA que não custou barato e é vendida por rivais? O que está por trás da estratégia da dona de Facebook, Instagram e WhatsApp de oferecer gratuitamente o Llama 3.1, sua IA que bate de frente com o GPT-4. Spoiler: Google e OpenAI não vão gostar.</p>]]>
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      <title>O que Trump quer da tecnologia? A conta de água e luz da IA; 'CLT Premium' é isso?</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/o-que-trump-quer-da-tecnologia-a-conta-de-gua-e-lu</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam um paradoxo: nós, seres humanos, já estamos disputando os escassos recursos naturais com a inteligência artificial, uma tecnologia criada para nos ajudar. Disparou o consumo de água e eletricidade pelas Big Tech que lideram o processo. A estimativa é que, daqui a seis anos, a humanidade gaste com a IA a mesma energia consumida pelo Japão. 
 Como a corrida eleitoral dos Estados Unidos esquentou, a dupla explica quais serão as prioridades para a tecnologia de um eventual governo Donald Trump. No horizonte, está uma ênfase em criptomoedas e corrida espacial, mas uma visão dúbia sobre redes sociais, inteligência artificial e as Big Tech. Ah, e um amor todo especial dedicado a Elon Musk, e um ódio declarado a Mark Zuckerberg.
 "Deu Tilt" também apresenta o plano da startup Lattice de tratar IA: agir como se ela fosse um trabalhador. Não tem VR, mas tem nome no organograma e onboarding na empresa. Já pensou se a moda pega?</description>
      <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>O que Trump quer da tecnologia? A conta de água e luz da IA; 'CLT Premium' é isso?</itunes:title>
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      <itunes:summary>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam um paradoxo: nós, seres humanos, já estamos disputando os escassos recursos naturais com a inteligência artificial, uma tecnologia criada para nos ajudar. Disparou o consumo de água e eletricidade pelas Big Tech que lideram o processo. A estimativa é que, daqui a seis anos, a humanidade gaste com a IA a mesma energia consumida pelo Japão. 
 Como a corrida eleitoral dos Estados Unidos esquentou, a dupla explica quais serão as prioridades para a tecnologia de um eventual governo Donald Trump. No horizonte, está uma ênfase em criptomoedas e corrida espacial, mas uma visão dúbia sobre redes sociais, inteligência artificial e as Big Tech. Ah, e um amor todo especial dedicado a Elon Musk, e um ódio declarado a Mark Zuckerberg.
 "Deu Tilt" também apresenta o plano da startup Lattice de tratar IA: agir como se ela fosse um trabalhador. Não tem VR, mas tem nome no organograma e onboarding na empresa. Já pensou se a moda pega?</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam um paradoxo: nós, seres humanos, já estamos disputando os escassos recursos naturais com a inteligência artificial, uma tecnologia criada para nos ajudar. Disparou o consumo de água e eletricidade pelas Big Tech que lideram o processo. A estimativa é que, daqui a seis anos, a humanidade gaste com a IA a mesma energia consumida pelo Japão. </p> <p>Como a corrida eleitoral dos Estados Unidos esquentou, a dupla explica quais serão as prioridades para a tecnologia de um eventual governo Donald Trump. No horizonte, está uma ênfase em criptomoedas e corrida espacial, mas uma visão dúbia sobre redes sociais, inteligência artificial e as Big Tech. Ah, e um amor todo especial dedicado a Elon Musk, e um ódio declarado a Mark Zuckerberg.</p> <p>"Deu Tilt" também apresenta o plano da startup Lattice de tratar IA: agir como se ela fosse um trabalhador. Não tem VR, mas tem nome no organograma e onboarding na empresa. Já pensou se a moda pega?</p>]]>
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      <title>IA nas telonas; filme do ET de Varginha; produtora de ‘Cidade de Deus’ já usa Skynet?</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/ia-nas-telonas-filme-do-et-de-varginha-produtora-d</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversa com Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes, produtora por trás de sucessos como "Cidade de Deus", "Cangaço Novo", "Ensaio sobre a Cegueira". O executivo fala sobre como a empresa já usa inteligência artificial em todas as etapas da produção audiovisual, mas avisa: "Cinema é emoção, e vai demorar para a IA chegar nisso".
 Barcellos descreve as funções na produção de um filme que correm mais risco com a chegada de inteligência artificial. Atores e atrizes estão a salvo. Já dubladores...
 O executivo da O2 explica por que ele discorda de Sam Altman, CEO da OpenAI, que aposta na interatividade como futuro do cinema. </description>
      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>IA nas telonas; filme do ET de Varginha; produtora de ‘Cidade de Deus’ já usa Skynet?</itunes:title>
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 Barcellos descreve as funções na produção de um filme que correm mais risco com a chegada de inteligência artificial. Atores e atrizes estão a salvo. Já dubladores...
 O executivo da O2 explica por que ele discorda de Sam Altman, CEO da OpenAI, que aposta na interatividade como futuro do cinema. </itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversa com Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes, produtora por trás de sucessos como "Cidade de Deus", "Cangaço Novo", "Ensaio sobre a Cegueira". O executivo fala sobre como a empresa já usa inteligência artificial em todas as etapas da produção audiovisual, mas avisa: "Cinema é emoção, e vai demorar para a IA chegar nisso".</p> <p>Barcellos descreve as funções na produção de um filme que correm mais risco com a chegada de inteligência artificial. Atores e atrizes estão a salvo. Já dubladores...</p> <p>O executivo da O2 explica por que ele discorda de Sam Altman, CEO da OpenAI, que aposta na interatividade como futuro do cinema. </p>]]>
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      <title>Morto pedindo voto: lições das eleições na Índia; as derrotas da IA pelo mundo; Galaxy Ring</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/morto-pedindo-voto-li-es-das-elei-es-na-ndia-as-de</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que serviços com inteligência artificial estão sendo barrados no Brasil, Europa e nos Estados Unidos. Quais são os motivos por trás das derrotas da IA que afetam Apple, Meta, Suno e Udio? 
 É ano de eleição. A dupla também traz as lições que a maior eleição do mundo pode dar ao restante do mundo. Estamos falando da Índia. O momento não poderia ser melhor: 2024 é quando metade da população mundial vai às urnas. No país asiático, o uso da inteligência artificial correu solto. Teve de tudo, de morto ressuscitando artificialmente para pedir voto a candidato usando IA para falar dezenas de línguas.
 Ainda neste episódio: será que é a hora dos anéis inteligentes? Saiba tudo sobre o Galaxy Ring, o novo computador vestível da Samsung.</description>
      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 13:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Morto pedindo voto: lições das eleições na Índia; as derrotas da IA pelo mundo; Galaxy Ring</itunes:title>
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 É ano de eleição. A dupla também traz as lições que a maior eleição do mundo pode dar ao restante do mundo. Estamos falando da Índia. O momento não poderia ser melhor: 2024 é quando metade da população mundial vai às urnas. No país asiático, o uso da inteligência artificial correu solto. Teve de tudo, de morto ressuscitando artificialmente para pedir voto a candidato usando IA para falar dezenas de línguas.
 Ainda neste episódio: será que é a hora dos anéis inteligentes? Saiba tudo sobre o Galaxy Ring, o novo computador vestível da Samsung.</itunes:summary>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que serviços com inteligência artificial estão sendo barrados no Brasil, Europa e nos Estados Unidos. Quais são os motivos por trás das derrotas da IA que afetam Apple, Meta, Suno e Udio? </p> <p>É ano de eleição. A dupla também traz as lições que a maior eleição do mundo pode dar ao restante do mundo. Estamos falando da Índia. O momento não poderia ser melhor: 2024 é quando metade da população mundial vai às urnas. No país asiático, o uso da inteligência artificial correu solto. Teve de tudo, de morto ressuscitando artificialmente para pedir voto a candidato usando IA para falar dezenas de línguas.</p> <p>Ainda neste episódio: será que é a hora dos anéis inteligentes? Saiba tudo sobre o Galaxy Ring, o novo computador vestível da Samsung.</p>]]>
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      <title>Apple x Google: quem ganha briga da IA; o ‘nativo digital’ deu errado; e se a IA ganhar a eleição?</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/apple-x-google-quem-ganha-briga-da-ia-o-nativo-dig</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam quais as novidades de inteligência artificial foram criadas por Google e Apple para Android 15 e iOS 18, respectivamente. Também contam quais são as estratégias das duas Big Tech com os recursos e contam qual sistema vai fazer o dono de celular mais feliz. Os dois também contam por que a culpa não seja integralmente da Geração Z por não saberem usar o mouse ou dar um simples Ctrl C + Ctrl V. A expectativa gerada por vê-los como nativos digitais foi toda nossa. Ainda neste episódio, prepare! Já tem personagem de inteligência artificial concorrendo em eleições. É na Inglaterra e não é brincadeira. Mas o que acontece se o candidato da IA for eleito?</description>
      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 13:00:00 -0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam quais as novidades de inteligência artificial foram criadas por Google e Apple para Android 15 e iOS 18, respectivamente. Também contam quais são as estratégias das duas Big Tech com os recursos e contam qual sistema vai fazer o dono de celular mais feliz. Os dois também contam por que a culpa não seja integralmente da Geração Z por não saberem usar o mouse ou dar um simples Ctrl C + Ctrl V. A expectativa gerada por vê-los como nativos digitais foi toda nossa. Ainda neste episódio, prepare! Já tem personagem de inteligência artificial concorrendo em eleições. É na Inglaterra e não é brincadeira. Mas o que acontece se o candidato da IA for eleito?</p>]]>
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      <title>IA da Meta deixando ChatGPT no chinelo; influenciador flagrado; alertas tipo ‘cigarro causa câncer’ nas redes</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/ia-da-meta-deixando-chatgpt-no-chinelo-influenciad</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como vai mudar o jeito de usar WhatsApp, Instagram e Facebook a partir da chegada da inteligência artificial da Meta ao Brasil. Chamada de IA da Meta, esse robô que estará espiando nossas conversas só esperando a hora de brilhar pode finalmente transportar o brasileiro para a era da IA. A dupla também discute como os rótulos de IA já estão revelando truques de influenciadores que usam o artifício para produzir conteúdo. Spoiler: Will Smith da Bahia não é tão parecido assim com o ator de Bad Boys e Um Maluco no Pedaço. Ainda nesse episódio, os dois discutem como seriam as redes sociais se a ideia de Vivek Murthy, cirurgião geral dos Estados Unidos, for implantada: ele quer incluir em Tiktok e Instagram avisos parecidos com aqueles nas embalagens de produtos da indústria do tabaco. Em vez de "cigarro causa câncer", seriam alertas do impacto sobre a saúde mental de crianças.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jul 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>IA da Meta deixando ChatGPT no chinelo; influenciador flagrado; alertas tipo ‘cigarro causa câncer’ nas redes</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como vai mudar o jeito de usar WhatsApp, Instagram e Facebook a partir da chegada da inteligência artificial da Meta ao Brasil. Chamada de IA da Meta, esse robô que estará espiando nossas conversas só esperando a hora de brilhar pode finalmente transportar o brasileiro para a era da IA. A dupla também discute como os rótulos de IA já estão revelando truques de influenciadores que usam o artifício para produzir conteúdo. Spoiler: Will Smith da Bahia não é tão parecido assim com o ator de Bad Boys e Um Maluco no Pedaço. Ainda nesse episódio, os dois discutem como seriam as redes sociais se a ideia de Vivek Murthy, cirurgião geral dos Estados Unidos, for implantada: ele quer incluir em Tiktok e Instagram avisos parecidos com aqueles nas embalagens de produtos da indústria do tabaco. Em vez de "cigarro causa câncer", seriam alertas do impacto sobre a saúde mental de crianças.</p>]]>
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      <title>Top 5 piores e melhores momentos da humanidade usando IA; Miss IA é o concurso de beleza mais estranho que você já viu</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/top-5-piores-e-melhores-momentos-da-humanidade-usa</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas do UOL Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz listam os 5 piores erros humanos com inteligência artificial e os 5 casos mais geniais de uso da IA. Contam também o lado bizarro do primeiro concurso </description>
      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
      <itunes:title>Top 5 piores e melhores momentos da humanidade usando IA; Miss IA é o concurso de beleza mais estranho que você já viu</itunes:title>
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      <title>Novela do Google: verdades vazadas; Futuro da IA: robôs; Musk libera sexo no X</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/novela-do-google-verdades-vazadas-futuro-da-ia-rob</link>
      <description>No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como o Google vazou sem querer o segredo de como funciona uma das ferramentas mais poderosas da internet, o motor de busca, e explicam cada uma dessas verdades reveladas. Contam também por que robôs são o futuro da inteligência artificial e discutem que história é essa de Elon Musk ter liberado a pornografia no X (ex-Twitter).</description>
      <pubDate>Tue, 18 Jun 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Tecnologia versus corpo humano; Rayban da Meta; trombadinhas de atenção</title>
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      <description></description>
      <pubDate>Tue, 11 Jun 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Deu Tilt: A ‘morte’ da internet, Apple x Samsung e tecnologia para evitar tragédias</title>
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      <description>No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam a evolução da internet durante as décadas, uma escolha da Apple para marketing de um produto que não pegou nada bem e além disso, como a tecnologia pode ser utilizada para evotar tragédias.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Jun 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Deu Tilt: O plano de Lula para ter IA brasileira, a babá de Musk e o fim do TikTok nos EUA</title>
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      <description>No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como o Brasil tem participado da corrida por inteligência artificial, contam porque Elon Musk tem uma 'babá' quando o assunto é a Tesla e comentam a disputa que o TikTok trava para continuar funcionando nos EUA.</description>
      <pubDate>Tue, 28 May 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>Influenciadores de IA ganham seu like e sua grana; substitutos do smartphone; como seria o Orkut hoje?</title>
      <link>https://omny.fm/shows/deu-tilt/influenciadores-de-ia-ganham-seu-like-e-sua-grana</link>
      <description>Na estreia do "Deu Tilt", os colunistas Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz debatem a nova onda de influencers que só existem no mundo virtual e que arrecadam milhões para as suas marcas, imaginam como seria a internet (e a nossa vida) hoje se o Orkut, rede queridinha dos brasileiros, não tivesse acabado, e comentam alguns dos aparelhos que prometem ser os substitutos dos smartphones como conhecemos hoje.</description>
      <pubDate>Tue, 21 May 2024 17:00:00 -0000</pubDate>
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      <title>#20:  Como a crise mundial de chips afeta a mim e o meu bolso?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-20-chips-alteracao</link>
      <description>Talvez você não saiba, mas existe uma escassez mundial por chips, o que influencia na produção de qualquer produto com sistemas eletrônicos -- de celulares a automóveis -- e no seu bolso. Para discutir o tema, recebemos neste episódio do Deu Tilt Helder Galeti, que é professor do departamento de engenharia elétrica da UFSCar, e Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa da consultoria IDC Brasil.</description>
      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 07:00:05 -0000</pubDate>
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      <title>#19: NFT: por que comprar algo digital, se eu posso copiar?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-19-nft</link>
      <description>NFT é a sigla para token não-fungível. De forma simplificada, ela descreve um sistema de autenticação de itens digitais que são comercializados geralmente via leilão. Desde o início do ano, tem rolado a venda de memes e até lances da NBA desta forma, que pode abrir novas possibilidades para artistas venderem suas obras ou parte delas. Para discutir o tema deste episódio, recebemos Gustavo Torrente, que é coordenador acadêmico de MBAs da FIAP e especialista em Blockchain, e Paula Menezes, que é advogada e membro da comissão de propriedade intelectual da OAB-SP.</description>
      <pubDate>Fri, 11 Jun 2021 13:20:38 -0000</pubDate>
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      <title>#18: Xô, preguiça! Saiba como um smartwatch pode ajudar em sua vida</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-18-alterac-o-es</link>
      <description>Cada vez mais vemos por aí pessoas vestindo smartwatches ou pulseiras fitness. Pra quê afinal estes gadgets servem? Eles são precisos? Podem ajudar a detectar algum problema de saúde? Este é o tema deste episódio do podcast Deu Tilt desta semana. Para discutir o assunto, participaram da conversa dois especialistas: Eduardo Kokubun, que é coordenador do núcleo de atividade física e esporte da Unesp, e Jader Sant’ana, que é doutorando em educação física na área de biodinâmica do desempenho humano pela UFSC.</description>
      <pubDate>Fri, 04 Jun 2021 07:00:18 -0000</pubDate>
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      <title>#17:  Um asteroide vem aí: o que eu faço? Quem irá me proteger?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-17-asteroides-alterac-o-es-2</link>
      <description>De tempos em tempos, há notícias sobre a proximidade de asteroides com a Terra. Devemos temer? Este é o tema do podcast Deu Tilt desta semana. Nele, é discutido como essas rochas espaciais se formam e todo o esforço de monitoramento que existe para evitar que um desses colida com o nosso planeta. Nosso convidado para falar sobre o assunto é Filipe Monteiro, que é doutor em astronomia pelo Observatório Nacional e especializado em asteroides.</description>
      <pubDate>Fri, 28 May 2021 07:00:11 -0000</pubDate>
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      <title>#16: Agradeça à astronomia pela selfie e o GPS</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-16-astronomia-alterac-o-es</link>
      <description>Nesta edição do Deu Tilt, o tema é astronomia. É discutida a importância da ciência (que não tem nada a ver com signos, que fique claro) e como ela acaba sendo usada em descobertas tecnológicas que utilizamos no nosso dia a dia. Participam da conversa Patrícia Spinelli, que é doutora em astrofísica e pesquisadora do Mast (Museu de Astronomia e Ciências Afins), e Thiago Gonçalves, que é doutor em astrofísica, professora da UFRJ e coordenador de comunicação da sociedade astronômica brasileira.</description>
      <pubDate>Fri, 21 May 2021 07:00:17 -0000</pubDate>
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      <itunes:subtitle>Nesta edição do Deu Tilt, o tema é astronomia. É discutida a importância da ciência (que não tem nada a ver com signos, que fique claro) e como ela acaba sendo usada em descobertas tecnológicas que utilizamos no nosso dia a dia. Participam da conversa...</itunes:subtitle>
      <itunes:summary>Nesta edição do Deu Tilt, o tema é astronomia. É discutida a importância da ciência (que não tem nada a ver com signos, que fique claro) e como ela acaba sendo usada em descobertas tecnológicas que utilizamos no nosso dia a dia. Participam da conversa Patrícia Spinelli, que é doutora em astrofísica e pesquisadora do Mast (Museu de Astronomia e Ciências Afins), e Thiago Gonçalves, que é doutor em astrofísica, professora da UFRJ e coordenador de comunicação da sociedade astronômica brasileira.</itunes:summary>
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        <![CDATA[Nesta edição do Deu Tilt, o tema é astronomia. É discutida a importância da ciência (que não tem nada a ver com signos, que fique claro) e como ela acaba sendo usada em descobertas tecnológicas que utilizamos no nosso dia a dia. Participam da conversa Patrícia Spinelli, que é doutora em astrofísica e pesquisadora do Mast (Museu de Astronomia e Ciências Afins), e Thiago Gonçalves, que é doutor em astrofísica, professora da UFRJ e coordenador de comunicação da sociedade astronômica brasileira.]]>
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      <title>#15: Todos os meus dados vazaram. E agora?</title>
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      <description>Neste episódio de Deu Tilt, o tema é vazamento de dados. Discutimos por que eles ocorrem, falamos de outras grandes ocorrências do tipo e o que você deve fazer caso suas informações sejam vazadas. Participam da discussão a cientista da computação e especialista em cibersegurança, Nina Da Hora, e de Carlos Affonso, que é colunista de Tilt e diretor do ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade).</description>
      <pubDate>Fri, 14 May 2021 07:00:05 -0000</pubDate>
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      <title>#14: "Não existe celular impenetrável", diz perito</title>
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      <description>Como a polícia consegue acessar dados de celulares bloqueados? Para explicar como isso é feito, este episódio traz uma conversa com Evandro Lorens, que é especialista em informática forense e diretor da APCF (Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais).</description>
      <pubDate>Fri, 07 May 2021 07:10:19 -0000</pubDate>
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      <title>#13: 5G não é evolução, é revolução</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-13-5g-4</link>
      <description>A terceira temporada do podcast traz uma conversa sobre 5G com Moacyr Martucci Junior, professor do departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da USP e um dos coordenadores do think tank implantação do 5g no Brasil. A terceira temporada de Deu Tilt tem apresentação de Guilherme Tagiaroli, repórter de UOL Tilt.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 07:05:13 -0000</pubDate>
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      <title>#12: Constelação de satélites deve levar internet para todos os habitantes do planeta</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-12-1</link>
      <description>Já faz mais de 60 anos que os satélites ficam na órbita da Terra. Mesmo assim, o assunto parece ainda ser muito novo. Especialmente agora que empresas privadas, como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, estão lançando verdadeiras constelações de satélite que prometem revolucionar a comunicação no planeta. Esse foi o tema do papo entre o colunista Ricardo Cavallini, o Cava, e Carlos Nazaré Marins, doutor em Engenharia Elétrica e diretor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), no 12º episódio do podcast de ciência e tecnologia do UOL, o "Deu Tilt".</description>
      <pubDate>Fri, 28 Aug 2020 07:00:13 -0000</pubDate>
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      <title>#11: Para Karnal, viver muito não é necessariamente bom</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-11-karnal-1</link>
      <description>Estamos cada vez mais perto de prolongar bastante a vida humana. E isso vai trazer inúmeras consequências para nossa sociedade. Para o historiador Leandro Karnal, a longevidade não é necessariamente algo positivo. Ele falou sobre esse tema com o colunista Ricardo Cavallini, o Cava, no nono episódio do nosso podcast de ciência e tecnologia, o "Deu Tilt".</description>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2020 07:00:03 -0000</pubDate>
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      <title>#10 Grafeno: nanomaterial revolucionário pode agir contra coronavírus e filtrar água do mar</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-ep-10-3-1</link>
      <description>O grafeno promete ser o Santo Graal dos nanomateriais. Extremamente resistente, ótimo condutor de eletricidade e de calor, o grafeno pode ser usado até para matar vírus e bactérias, para filtrar a água do mar e, quem sabe um dia, fazer um elevador que vai nos levar para o espaço. Esse é o tema da conversa do podcast Deu Tilt, com o apresentador Ricardo Cavallini e Gabriel Estevam Domingos, engenheiro ambiental, dono de onze patentes registradas e mais de vinte prêmios ligados à área de inovação em tecnologia para energia limpa.</description>
      <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 07:00:14 -0000</pubDate>
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      <title>#9: Para Miguel Nicolelis, digital pode acabar com nossa empatia, intuição e criatividade</title>
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      <description>O mundo digital pode mudar a maneira como o nosso cérebro funciona e fazer com que a sociedade seja incapaz de ter comportamentos fora da curva. É o que afirma o neurocientista Miguel Nicolelis, entrevistado do podcast Deu Tilt, do UOL, com Ricardo Cavallini.</description>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2020 07:00:17 -0000</pubDate>
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      <title>#8: Agora é a hora da diversidade ajudar a salvar as empresas</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-s01e08-1</link>
      <description>Como visões plurais e o acesso e a inclusão de grupos, que antes estavam distantes da tecnologia, podem trazer novas experiências aos usuários e ajudarem no desenvolvimento e na performance das empresas? Algoritmos podem ser racistas? No oitavo episódio do podcast "Deu Tilt", o colunista Ricardo Cavallini, o Cava, entrevista Silvana Bahia, diretora do Olabi, organização social que trabalha tecnologia e diversidade para ampliar nosso olhar sobre o que realmente é diversidade no mercado.</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2020 03:05:12 -0000</pubDate>
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      <title>#7: Como os makers estão ajudando no combate à pandemia?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-s01e07-2_1</link>
      <description>Iniciativas e criações rápidas apontam alternativas em meio à crise causada pelo coronavírus. Neste programa, o apresentador Ricardo Cavallini conversa com diversos makers, que respondem a perguntas e apontam possibilidades inovadoras no cenário da pandemia.</description>
      <pubDate>Mon, 20 Apr 2020 03:05:07 -0000</pubDate>
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      <itunes:subtitle>Iniciativas e criações rápidas apontam alternativas em meio à crise causada pelo coronavírus. Neste programa, o apresentador Ricardo Cavallini conversa com diversos makers, que respondem a perguntas e apontam possibilidades inovadoras no cenário da...</itunes:subtitle>
      <itunes:summary>Iniciativas e criações rápidas apontam alternativas em meio à crise causada pelo coronavírus. Neste programa, o apresentador Ricardo Cavallini conversa com diversos makers, que respondem a perguntas e apontam possibilidades inovadoras no cenário da pandemia.</itunes:summary>
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        <![CDATA[Iniciativas e criações rápidas apontam alternativas em meio à crise causada pelo coronavírus. Neste programa, o apresentador Ricardo Cavallini conversa com diversos makers, que respondem a perguntas e apontam possibilidades inovadoras no cenário da pandemia.]]>
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      <title>#6: Tem como ''acalmar o cérebro'' diante da incerteza? Neurocientista explica</title>
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      <description>Carla Tieppo, uma das principais neurocientistas do Brasil, é a entrevistada do podcast Deu Tilt, do UOL, com Ricardo Cavallini. Ela contou, por exemplo, como nosso “cérebro” reage diante das dificuldades, em tempos de coronavírus.</description>
      <pubDate>Mon, 06 Apr 2020 03:05:10 -0000</pubDate>
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      <title>#5: Brasil vive outro 7x1 na tecnologia</title>
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      <description>''Estamos competindo na terceira divisão, perdendo para a Malásia.'' Essa é a opinião de Silvio Meira, professor, cientistas, pesquisador e fundador do Porto Digital, hub de tecnologia de Recife. Em conversa com o apresentador Ricardo Cavallini, ele comentou os desafios do Brasil para entrar no jogo da primeira divisão da tecnologia, tema do quinto episódio do podcast Deu Tilt.</description>
      <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 03:30:14 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>''Estamos competindo na terceira divisão, perdendo para a Malásia.'' Essa é a opinião de Silvio Meira, professor, cientistas, pesquisador e fundador do Porto Digital, hub de tecnologia de Recife. Em conversa com o apresentador Ricardo Cavallini, ele comentou os desafios do Brasil para entrar no jogo da primeira divisão da tecnologia, tema do quinto episódio do podcast Deu Tilt.</itunes:summary>
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      <title>#4: Falta muito para eu ter um filho que brilha no escuro?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-s01e04-1</link>
      <description>A ferramenta de edição genética CRISPR promete mudar os rumos da medicina e dos tratamentos das doenças. Esse é o tema da conversa do podcast Deu Tilt, com o apresentador Ricardo Cavallini e Martín Bonamino, pesquisador do grupo de imunologia tumoral do INCA (Instituto Nacional do Câncer).</description>
      <pubDate>Mon, 23 Mar 2020 03:30:12 -0000</pubDate>
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      <title>#3: Programação é o "novo inglês"? É só moda ou faz diferença para crianças?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-s01e03-2</link>
      <description>Paola Salmona Ricci, educadora e pesquisadora com foco em aprendizagem construcionista, é a entrevistada desse episódio. Ela falou sobre ensinar as crianças a programar e defendeu que as aulas de programação caminhem junto de práticas maker, para que o aprendizado de código tenha algum propósito.</description>
      <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 03:05:03 -0000</pubDate>
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      <title>#2: Meu filho vai imprimir drogas em casa?</title>
      <link>https://www.spreaker.com/user/11392759/deu-tilt-s01e02-4</link>
      <description>A impressão 3D vai impactar a medicina muito antes do que você imagina. Ricardo Cavallini conversa com dois especialistas em órgãos artificiais e os chamados "clones sintéticos": Janaina Dernowsek, CEO da BioEdTech e da Bio.inn, especialista em impressão de tecidos, e Bruno Aragão Rocha, médico radiologista do time de inovação do Grupo Fleury.</description>
      <pubDate>Mon, 09 Mar 2020 03:05:16 -0000</pubDate>
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      <title>#1: Mamãe, quero ser hacker! O que eu faço?</title>
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      <description>No episódio de estreia do podcast Deu Tilt, Ricardo Cavallini conversa com dois hackers para desmistificar o estereótipo envolvendo moletom e capuz. Hiago Kin e Sofia Marshallowitz contam como é o dia a dia do profissional que vive de invadir sistemas.</description>
      <pubDate>Mon, 02 Mar 2020 21:55:12 -0000</pubDate>
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      <title>Teaser - Deu Tilt</title>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2020 19:41:54 -0000</pubDate>
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