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    <title>Mia Couto - Biografia Relâmpago</title>
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    <copyright>Copyright 2026 Inception Point AI</copyright>
    <description>Mia Couto: a vida e o momento presente da figura lusófona que está definindo a conversa. Série em português sobre Mia Couto, narrada com reverência e rigor.

Neste podcast biográfico, exploramos a vida extraordinária de António Emílio Leite Couto, desde sua infância em Beira até se tornar o aclamado autor de "Terra Sonâmbula" e "O Último Voo do Flamingo". Descubra como este biólogo e jornalista revolucionou a narrativa africana, criando neologismos únicos e retratando com sensibilidade a realidade moçambicana.

Através de uma narrativa envolvente, revelamos os bastidores de sua carreira literária, seus prêmios internacionais e o impacto de suas obras na cultura lusófona. Uma jornada pela história pessoal de quem soube transformar as palavras em pontes entre culturas e gerações.

Perfeito para amantes da literatura, estudantes e curiosos sobre a rica produção cultural africana.

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This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
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Neste podcast biográfico, exploramos a vida extraordinária de António Emílio Leite Couto, desde sua infância em Beira até se tornar o aclamado autor de "Terra Sonâmbula" e "O Último Voo do Flamingo". Descubra como este biólogo e jornalista revolucionou a narrativa africana, criando neologismos únicos e retratando com sensibilidade a realidade moçambicana.

Através de uma narrativa envolvente, revelamos os bastidores de sua carreira literária, seus prêmios internacionais e o impacto de suas obras na cultura lusófona. Uma jornada pela história pessoal de quem soube transformar as palavras em pontes entre culturas e gerações.

Perfeito para amantes da literatura, estudantes e curiosos sobre a rica produção cultural africana.

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Neste podcast biográfico, exploramos a vida extraordinária de António Emílio Leite Couto, desde sua infância em Beira até se tornar o aclamado autor de "Terra Sonâmbula" e "O Último Voo do Flamingo". Descubra como este biólogo e jornalista revolucionou a narrativa africana, criando neologismos únicos e retratando com sensibilidade a realidade moçambicana.

Através de uma narrativa envolvente, revelamos os bastidores de sua carreira literária, seus prêmios internacionais e o impacto de suas obras na cultura lusófona. Uma jornada pela história pessoal de quem soube transformar as palavras em pontes entre culturas e gerações.

Perfeito para amantes da literatura, estudantes e curiosos sobre a rica produção cultural africana.

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      <itunes:name>Inception Point AI</itunes:name>
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      <title>Mia Couto (Parte 1 — História Completa)</title>
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      <description>Biografia Relâmpago: Mia Couto — Parte 1 — História Completa. Uma produção da Inception Point AI.


Se você gosta dessa história, escute também:
• Mayra Cardi — https://www.spreaker.com/podcast/mayra-cardi-biografia-relampago--6967913
• Marisa Tomei — https://www.spreaker.com/podcast/marisa-tomei-biografia-relampago--6983552
• MC Binn — https://www.spreaker.com/podcast/mc-binn-biografia-relampago--6965339

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      <pubDate>Sun, 03 May 2026 15:20:02 -0000</pubDate>
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Se você gosta dessa história, escute também:
• Mayra Cardi — https://www.spreaker.com/podcast/mayra-cardi-biografia-relampago--6967913
• Marisa Tomei — https://www.spreaker.com/podcast/marisa-tomei-biografia-relampago--6983552
• MC Binn — https://www.spreaker.com/podcast/mc-binn-biografia-relampago--6965339

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• Marisa Tomei — https://www.spreaker.com/podcast/marisa-tomei-biografia-relampago--6983552
• MC Binn — https://www.spreaker.com/podcast/mc-binn-biografia-relampago--6965339

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      <title>Mia Couto Biografia Relâmpago — A Palavra Contra o Terror</title>
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      <description>Neste episódio de Biografia Relâmpago, o narrador Mateus Ribeiro mergulha na trajetória de Mia Couto, o escritor moçambicano que, aos sessenta e oito anos, continua sendo uma voz de peso no debate público lusófono, especialmente diante dos traumas simultâneos que assolam Moçambique: a violência em Cabo Delgado e a crise de legitimidade política que se seguiu às eleições de 2024.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:34:06 -0000</pubDate>
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Uma produção da Inception Point AI.

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Uma produção da Inception Point AI.

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      <title>Mia Couto: o veterinário que se tornou a voz de Moçambique</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial. Cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 07:05:12 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Inception Point AI</itunes:author>
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      <itunes:summary>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial. Cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial. Cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

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      <title>Mia Couto: o escritor que reinventou a língua portuguesa (Parte 3)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 01:45:21 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</itunes:summary>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

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      <title>Mia Couto: o escritor que reinventou a língua portuguesa (Parte 2)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carol BenSimone e o Moçambique No Miyakudo Basou. O conto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tonahínda Colônia portuguesa, em Tonahínda Colônia portuguesa. No apelido Mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes, melhor confissões de império português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado de independência, em 1974, 1 de 794, com apenas 19 anos, já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos dias em média anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Pra saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante, ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficção, eu intui,

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      <title>Mia Couto: o escritor que reinventou a língua portuguesa (Tráiler)</title>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Short story, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Olga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em tona Yanda colônia portuguesa, em Tomar Yanda colônia portuguesa. No apelido mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes. Major Confersiones de império português eram mais evidentes.

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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 01:41:34 -0000</pubDate>
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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Short story, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Olga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em tona Yanda colônia portuguesa, em Tomar Yanda colônia portuguesa. No apelido mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes. Major Confersiones de império português eram mais evidentes.

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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguine acaba de lançar The Penguin Book of the International Short story, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Freemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Okan Olga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abençoadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófora. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955. Na beira segunda maior cidade de Moçambique, em tona Yanda colônia portuguesa, em Tomar Yanda colônia portuguesa. No apelido mia veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes. Major Confersiones de império português eram mais evidentes.

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      <title>Mia Couto: o biólogo que se tornou a voz literária de África</title>
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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:38:46 -0000</pubDate>
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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

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Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Em sua biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miyakoto, Penguim acaba de lançar The Penguim Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabia Lamedini e John Fleemann, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami está lá, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashiki Moyan e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Carobaen Simon e o Moçambique No Miyakudo Beesou. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias atenciadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, Miakoto é lume que surge para Moçambique. Para África lusófona. Para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em toda a yanda colônia portuguesa, em toda a yanda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do Império Português eram mais evidentes, melhor confissões de Império Português eram mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe 1 lado de independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de angus, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frelimo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses. Imaginem a cor química cena de masque consiga como criminal. 1 rapaz de ensino de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois, Miakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com máximas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites. A ficçã

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