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    <title>Joelma - Biografia Relâmpago</title>
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    <copyright>Copyright 2026 Inception Point AI</copyright>
    <description>Você conhece a verdadeira história por trás da Rainha do Calypso? Mergulhe na trajetória extraordinária de Joelma Mendes, uma das maiores estrelas da música brasileira, neste podcast biográfico que revela os bastidores de uma carreira marcada por sucessos, polêmicas e reinvenções.

Desde os primeiros passos na música até se tornar um fenômeno nacional com a Banda Calypso, acompanhe a jornada de superação de uma mulher que conquistou milhões de fãs pelo Brasil. Descubra os desafios enfrentados, as transformações pessoais e profissionais, e como ela se reinventou como artista solo após deixar a banda que a projetou para o estrelato.

Com narrativa envolvente e pesquisa detalhada, "Joelma - Biografia Relâmpago" apresenta a vida íntima e profissional de quem se tornou símbolo de força e determinação na música popular brasileira. Uma história de talento, perseverança e coragem que inspira gerações.

Inscreva-se e escute onde você preferir seus podcasts.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
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Desde os primeiros passos na música até se tornar um fenômeno nacional com a Banda Calypso, acompanhe a jornada de superação de uma mulher que conquistou milhões de fãs pelo Brasil. Descubra os desafios enfrentados, as transformações pessoais e profissionais, e como ela se reinventou como artista solo após deixar a banda que a projetou para o estrelato.

Com narrativa envolvente e pesquisa detalhada, "Joelma - Biografia Relâmpago" apresenta a vida íntima e profissional de quem se tornou símbolo de força e determinação na música popular brasileira. Uma história de talento, perseverança e coragem que inspira gerações.

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Desde os primeiros passos na música até se tornar um fenômeno nacional com a Banda Calypso, acompanhe a jornada de superação de uma mulher que conquistou milhões de fãs pelo Brasil. Descubra os desafios enfrentados, as transformações pessoais e profissionais, e como ela se reinventou como artista solo após deixar a banda que a projetou para o estrelato.

Com narrativa envolvente e pesquisa detalhada, "Joelma - Biografia Relâmpago" apresenta a vida íntima e profissional de quem se tornou símbolo de força e determinação na música popular brasileira. Uma história de talento, perseverança e coragem que inspira gerações.

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      <itunes:name>Inception Point AI</itunes:name>
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      <title>Joelma (Parte 1 — História Completa)</title>
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      <description>Biografia Relâmpago: Joelma — Parte 1 — História Completa. Uma produção da Inception Point AI.


Se você gosta dessa história, escute também:
• Joaquim Cruz — https://www.spreaker.com/podcast/joaquim-cruz-biografia-relampago--7000881
• Jéssica Bbb — https://www.spreaker.com/podcast/jessica-bbb-biografia-relampago--6985249
• Jojo Todynho — https://www.spreaker.com/podcast/jojo-todynho-biografia-relampago--6974018

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Sun, 03 May 2026 13:20:02 -0000</pubDate>
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• Joaquim Cruz — https://www.spreaker.com/podcast/joaquim-cruz-biografia-relampago--7000881
• Jéssica Bbb — https://www.spreaker.com/podcast/jessica-bbb-biografia-relampago--6985249
• Jojo Todynho — https://www.spreaker.com/podcast/jojo-todynho-biografia-relampago--6974018

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Se você gosta dessa história, escute também:
• Joaquim Cruz — https://www.spreaker.com/podcast/joaquim-cruz-biografia-relampago--7000881
• Jéssica Bbb — https://www.spreaker.com/podcast/jessica-bbb-biografia-relampago--6985249
• Jojo Todynho — https://www.spreaker.com/podcast/jojo-todynho-biografia-relampago--6974018

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      <title>Joelma Biografia Relâmpago — A Rainha do Calypso Segue em Pé</title>
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      <description>Joelma, a Rainha do Calypso, está no centro das atenções em 2025 — não por um lançamento bombástico, mas por algo igualmente revelador: a arte de saber pausar. Após uma internação por infecção urinária e o cancelamento de alguns shows para recuperação, a artista paraense mostra que, depois de mais de duas décadas rodando o Brasil, escutar o próprio corpo também faz parte da trajetória.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 07:32:20 -0000</pubDate>
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      <title>Joelma: a vida após a separação da Banda Calypso (Parte 3)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em OlymK. E sim, e eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vi

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:33:51 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Inception Point AI</itunes:author>
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      <itunes:summary>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em OlymK. E sim, e eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vi

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em OlymK. E sim, e eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vi

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      <title>Joelma: a rainha da tecnobrega que renasceu das cinzas (Parte 2)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o tabi em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vira

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:32:19 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o tabi em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vira

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        <![CDATA[Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o tabi em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso esbiografia relan pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parou de agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá, e sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027, 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de estrada pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico. Está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou Isuecalipso tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vi bem, dos clássicos estudos. Mas com arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almeirim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o Rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorcida e 1 mulher cantando como se o mundo fosse acabar. Tecnobrega, Calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música vi verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pra parar, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte, rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calipso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim. Separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter vira

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      <title>Joelma: a voz que sobreviveu ao incêndio da boate Kiss (Tráiler)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em Olymk A. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso és biografia relão pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo o barulho agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão, na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joel matar há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira.

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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:28:54 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em Olymk A. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso és biografia relão pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo o barulho agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão, na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joel matar há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira.

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em Olymk A. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o duesso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso és biografia relão pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo o barulho agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão, na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joel matar há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmeras exata é esse, mais de 30 anos de carreira.

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      <title>Joelma: a rainha do tecnobrega que sobreviveu ao inferno</title>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o doença sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso as biografia reram pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parrudo agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmero exato é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico, está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vim bem, nos clássicos estudos. Mas com o arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almerim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o Norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorce, mulher cantando como se o mundo fosse acabar, tecnobrega, calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música de verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pro Pará, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte. Rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calypso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim, separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter virado 1 daquelas histó

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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:39:45 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui eu estava em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o doença sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso as biografia reram pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parrudo agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmero exato é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico, está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vim bem, nos clássicos estudos. Mas com o arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almerim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o Norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorce, mulher cantando como se o mundo fosse acabar, tecnobrega, calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música de verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pro Pará, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte. Rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calypso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim, separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter virado 1 daquelas histó

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Aqui eu estava em Olymka. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago o doença sem perder a alma de quem ouviu essas gravações, na vitrola do pai. Isso as biografia reram pago. O boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo parrudo agora mesmo. Hoje, Joelma. Olha só. Enquanto eu gravava isso, Joelma acabou de descer do palco em São Bernardo do Campo. Ontem foi São Domingos do Capim, no Pará. Semana passada, Guaraí, no Tocantins, a mulher lampara cá. E sabe o que ela disse para plateia. A Talib Sotu vai até 2027. 2027. 2027. Aos 51 anos, ela está anunciando mais 2 anos de strava pela frente. Deixa eu te contar 1 coisa sobre resistência na música popular brasileira. A gente fala muito de longevidade quando o artista toca violão na casa de shows em Ipanema, né. Pois Joelma está há 3 décadas subindo em palco com roupa de paetê, dançando 2 horas sem parar, cantando ao vivo, ao vivo mesmo, sem truque, preta 1000 pessoas por noite. Inúmero exato é esse, mais de 30 anos de carreira. E ela não está fazendo show nostálgico, está lançando DVD novo, virada do ano 31 de dezembro de 2025, enquanto todo mundo estava na praia esperando fogos, Joelma lançou tour, etapa vitória. Bravo 1 caminhoneiro do ano passado, e o cantor gospel Jefferson Pillar. Cara, a fita conta outra coisa. Não é só o show, é 1 declaração. Lágrimas de amor, vamos ficar vim bem, nos clássicos estudos. Mas com o arranjo novo, com energia nova. Vamos voltar 1 pouco. Joelma da Silva Mendes, nascida em Almerim, Pará, 18 de junho de 1900 e 104. Almerim fica ali na beira do Amazonas, sabe? Cidade pequena, daquelas que o rio é a estrada principal. A menina cresceu ouvindo brega, carimbó, guitarra, nos sons do Pará profundo, os sons de Pará profundo, com 18 anos, já estava cantando em banda de baile, não era hobby, era sobrevivência. A virada foi em 1999, conhecer o guitarrista Chimbinha, formaram a banda Calipso. E aí cara, aí o Brasil descobriu 1 coisa que o Norte já sabia, que dava pra fazer 50000 pessoas dançarem com batida eletrônica, guitarra distorce, mulher cantando como se o mundo fosse acabar, tecnobrega, calipso, como quiser chamar, numbres mídias, numbres mídias, numbres numbres mídias, como quiser chamar. Mas era música de verdade, com público de verdade, compaixão de verdade, voando pro Pará, dançando Calipso, anjo Calipso, anjo, pra te esquecer, esses não são só It's, só índios. E só vai em qualquer cidade de Brasil, qualquer 1, bota pra tocar dançando Calipso, e vê o que acontece. A pista explode, de sul ao norte. Rico pobre, jovem velho, todo mundo sabe a coreografia. Mas o que me impressiona na Joelma, não é o sucesso. Era temecia. Quando a banda Calypso acabou em 2015, todo mundo achou que era o fim, separação com chibinha, briga judicial, divisão de repertório. Podia ter virado 1 daquelas histó

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