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    <title>Adriana Calcanhotto - Biografia Relâmpag</title>
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    <copyright>Copyright 2026 Inception Point AI</copyright>
    <description>Você conhece realmente a trajetória de uma das vozes mais marcantes da MPB brasileira? Adriana Calcanhotto construiu uma carreira singular que atravessa décadas, conectando gerações através de sua música intimista e poesia refinada.

Neste podcast biográfico, mergulhamos na vida e obra da cantora e compositora gaúcha que conquistou o Brasil com sucessos como "Vambora" e "Esquadros". Exploramos sua infância em Porto Alegre, a mudança para o Rio de Janeiro, os primeiros passos na música e a consolidação como uma das principais intérpretes da música popular brasileira.

Descobrimos como Adriana desenvolveu seu estilo único, misturando influências do rock, MPB e música eletrônica, sempre mantendo a sensibilidade poética que marca suas composições. Abordamos também suas parcerias musicais, seus álbuns mais importantes e o impacto cultural de sua obra na cena musical nacional.

Uma jornada pela biografia de quem transformou simplicidade em sofisticação e conquistou fãs de todas as idades com

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
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Neste podcast biográfico, mergulhamos na vida e obra da cantora e compositora gaúcha que conquistou o Brasil com sucessos como "Vambora" e "Esquadros". Exploramos sua infância em Porto Alegre, a mudança para o Rio de Janeiro, os primeiros passos na música e a consolidação como uma das principais intérpretes da música popular brasileira.

Descobrimos como Adriana desenvolveu seu estilo único, misturando influências do rock, MPB e música eletrônica, sempre mantendo a sensibilidade poética que marca suas composições. Abordamos também suas parcerias musicais, seus álbuns mais importantes e o impacto cultural de sua obra na cena musical nacional.

Uma jornada pela biografia de quem transformou simplicidade em sofisticação e conquistou fãs de todas as idades com

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</itunes:summary>
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Neste podcast biográfico, mergulhamos na vida e obra da cantora e compositora gaúcha que conquistou o Brasil com sucessos como "Vambora" e "Esquadros". Exploramos sua infância em Porto Alegre, a mudança para o Rio de Janeiro, os primeiros passos na música e a consolidação como uma das principais intérpretes da música popular brasileira.

Descobrimos como Adriana desenvolveu seu estilo único, misturando influências do rock, MPB e música eletrônica, sempre mantendo a sensibilidade poética que marca suas composições. Abordamos também suas parcerias musicais, seus álbuns mais importantes e o impacto cultural de sua obra na cena musical nacional.

Uma jornada pela biografia de quem transformou simplicidade em sofisticação e conquistou fãs de todas as idades com

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      <title>Adriana Calcanhotto Biografia Relâmpago — Errante em Turnê, Partimpim de Volta</title>
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      <description>Neste episódio da Biografia Relâmpago, o foco é Adriana Calcanhotto, que vive um momento de dupla efervescência artística: a turnê do disco "Errante" e o aguardado retorno do projeto infantil Partimpim, quinze anos depois. Imortal da Academia Brasileira de Letras e com um novo álbum em produção, a gaúcha continua sendo uma das vozes mais singulares da MPB, capaz de equilibrar sofisticação e canção popular com rara elegância.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Sun, 03 May 2026 06:19:32 -0000</pubDate>
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Uma produção da Inception Point AI.

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Uma produção da Inception Point AI.

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      <title>Adriana Calcanhotto: a reinvenção após deixar a música pop (Parte 3)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Helencar? William Helencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guizo, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando todo mundo quer ser grande. Ela censura no mundo de gritos, faz algo conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que e tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Inventa a Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não s

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:42:41 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Helencar? William Helencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guizo, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando todo mundo quer ser grande. Ela censura no mundo de gritos, faz algo conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que e tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Inventa a Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não s

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━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Helencar? William Helencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guizo, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando todo mundo quer ser grande. Ela censura no mundo de gritos, faz algo conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que e tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Inventa a Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não s

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      <title>Adriana Calcanhotto: a reinvenção artística aos 60 anos (Parte 2)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Invent

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:41:10 -0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Invent

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━━━ Transcrição ━━━
Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Invent

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      <title>Adriana Calcanhotto: a voz que definiu os anos 90 (Parte 1)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia para existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Guiana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, eu uso mata no melhor sentido possível, é a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritas, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai, e número disso tudo sabe o que ela faz. É a fa? Inventa Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Danho Grêmio Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:39:56 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia para existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Guiana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, eu uso mata no melhor sentido possível, é a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritas, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai, e número disso tudo sabe o que ela faz. É a fa? Inventa Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Danho Grêmio Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né

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━━━ Transcrição ━━━
Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia para existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Guiana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, eu uso mata no melhor sentido possível, é a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritas, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai, e número disso tudo sabe o que ela faz. É a fa? Inventa Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Danho Grêmio Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né

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      <title>Adriana Calcanhotto: a poeta do rock que encantou o Brasil (Tráiler)</title>
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━━━ Transcrição ━━━
Helencarinho Alencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a nova, não era a PIB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. Velocidades rápidas e confiáveis que buscas. Perfeito para streaming e e travar dentro de casa. Todo o curso de 45 dólares ao mês quando gregas Cox mobile. Em que o tipo de e garantia de preço de 2 anos em toplano. Não espere, câmbio até 8 a Cox. De que ter garantia de pressão incluem impostos e cargos, velocidade e dados mobiles e reduzir por 20 dias ao mês.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:38:30 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Helencarinho Alencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a nova, não era a PIB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. Velocidades rápidas e confiáveis que buscas. Perfeito para streaming e e travar dentro de casa. Todo o curso de 45 dólares ao mês quando gregas Cox mobile. Em que o tipo de e garantia de preço de 2 anos em toplano. Não espere, câmbio até 8 a Cox. De que ter garantia de pressão incluem impostos e cargos, velocidade e dados mobiles e reduzir por 20 dias ao mês.

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Helencarinho Alencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a nova, não era a PIB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. Velocidades rápidas e confiáveis que buscas. Perfeito para streaming e e travar dentro de casa. Todo o curso de 45 dólares ao mês quando gregas Cox mobile. Em que o tipo de e garantia de preço de 2 anos em toplano. Não espere, câmbio até 8 a Cox. De que ter garantia de pressão incluem impostos e cargos, velocidade e dados mobiles e reduzir por 20 dias ao mês.

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      <title>Adriana Calcanhotto: a cantora que reinventou a MPB nos anos 90</title>
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━━━ Transcrição ━━━
Helencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o boletim de ar e sobre os ícones da música Estão Fazendo Barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde a artista precisa postar história todo dia pra existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era Bossa Nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era, Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guaçu, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou com aquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era a censura no mundo de gritas. Faz álbum, 1 conceitual sobremá, onde todo mundo quer e te de verão. E oi que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é ter, e o Sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz. Inventa a Adriana Parking pin 1 cantora pra crianças que não subestime a cri

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:39:25 -0000</pubDate>
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Helencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o boletim de ar e sobre os ícones da música Estão Fazendo Barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde a artista precisa postar história todo dia pra existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era Bossa Nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era, Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guaçu, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou com aquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era a censura no mundo de gritas. Faz álbum, 1 conceitual sobremá, onde todo mundo quer e te de verão. E oi que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é ter, e o Sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz. Inventa a Adriana Parking pin 1 cantora pra crianças que não subestime a cri

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Helencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o boletim de ar e sobre os ícones da música Estão Fazendo Barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde a artista precisa postar história todo dia pra existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era Bossa Nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era, Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guaçu, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou com aquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era a censura no mundo de gritas. Faz álbum, 1 conceitual sobremá, onde todo mundo quer e te de verão. E oi que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é ter, e o Sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz. Inventa a Adriana Parking pin 1 cantora pra crianças que não subestime a cri

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