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    <title>Kléber Mendonça Filho - Biografia Relâmp</title>
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    <copyright>Copyright 2026 Inception Point AI</copyright>
    <description>De menino curioso em Recife a cineasta aclamado mundialmente, a trajetória de Kléber Mendonça Filho é uma verdadeira obra de arte em movimento. 

Neste episódio do podcast Biografia Relâmpago, mergulhamos na vida fascinante do diretor pernambucano que revolucionou o cinema brasileiro contemporâneo. Desde seus primeiros passos como crítico de cinema até a consagração internacional com filmes como "O Som ao Redor", "Aquarius" e "Bacurau", exploramos como Kléber construiu uma linguagem cinematográfica única, sempre conectada às raízes nordestinas.

Descubra os bastidores de sua formação artística, as influências que moldaram seu olhar crítico sobre a sociedade brasileira e como ele se tornou uma das vozes mais respeitadas do cinema nacional. Uma biografia que revela não apenas o cineasta, mas o observador atento da realidade urbana e social do Brasil.

Conheça a história de quem transformou Recife em cenário de narrativas universais e conquistou festivais ao redor do mundo.

Inscreva-se e

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
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Neste episódio do podcast Biografia Relâmpago, mergulhamos na vida fascinante do diretor pernambucano que revolucionou o cinema brasileiro contemporâneo. Desde seus primeiros passos como crítico de cinema até a consagração internacional com filmes como "O Som ao Redor", "Aquarius" e "Bacurau", exploramos como Kléber construiu uma linguagem cinematográfica única, sempre conectada às raízes nordestinas.

Descubra os bastidores de sua formação artística, as influências que moldaram seu olhar crítico sobre a sociedade brasileira e como ele se tornou uma das vozes mais respeitadas do cinema nacional. Uma biografia que revela não apenas o cineasta, mas o observador atento da realidade urbana e social do Brasil.

Conheça a história de quem transformou Recife em cenário de narrativas universais e conquistou festivais ao redor do mundo.

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      <![CDATA[De menino curioso em Recife a cineasta aclamado mundialmente, a trajetória de Kléber Mendonça Filho é uma verdadeira obra de arte em movimento. 

Neste episódio do podcast Biografia Relâmpago, mergulhamos na vida fascinante do diretor pernambucano que revolucionou o cinema brasileiro contemporâneo. Desde seus primeiros passos como crítico de cinema até a consagração internacional com filmes como "O Som ao Redor", "Aquarius" e "Bacurau", exploramos como Kléber construiu uma linguagem cinematográfica única, sempre conectada às raízes nordestinas.

Descubra os bastidores de sua formação artística, as influências que moldaram seu olhar crítico sobre a sociedade brasileira e como ele se tornou uma das vozes mais respeitadas do cinema nacional. Uma biografia que revela não apenas o cineasta, mas o observador atento da realidade urbana e social do Brasil.

Conheça a história de quem transformou Recife em cenário de narrativas universais e conquistou festivais ao redor do mundo.

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      <itunes:name>Inception Point AI</itunes:name>
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      <title>Kléber Mendonça Filho Biografia Relâmpago — Cannes, Oscar e Pernambuco</title>
      <link>https://player.megaphone.fm/NPTNI6897096396</link>
      <description>Kléber Mendonça Filho é o cineasta pernambucano que transformou Recife em endereço obrigatório do cinema mundial, construindo ao longo de duas décadas uma filmografia reconhecida em Cannes, Berlim e Hollywood. Com O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura, ele alcança um marco histórico: o filme brasileiro mais indicado ao Oscar em mais de vinte anos, após vencer Melhor Diretor em Cannes 2025 e o Globo de Ouro de Melhor Filme Internacional.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 06:15:55 -0000</pubDate>
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Uma produção da Inception Point AI.

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      <title>Kléber Mendonça Filho Biografia Relâmpago — O Recife Conquista Hollywood</title>
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      <description>Kléber Mendonça Filho, cineasta pernambucano de 57 anos, vive seu momento mais expressivo na cena internacional: seu filme "O Agente Secreto" acumula quatro indicações ao Oscar 2026, igualando o recorde histórico de "Cidade de Deus" e colocando o Brasil na disputa pelo prêmio máximo da Academia.

Uma produção da Inception Point AI.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 07:51:38 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Inception Point AI</itunes:author>
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      <title>Kléber Mendonça Filho: o cineasta que revolucionou o cinema brasileiro (Parte 3)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:40:12 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Inception Point AI</itunes:author>
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      <itunes:summary>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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        <![CDATA[Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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      <title>Kléber Mendonça Filho: o cineasta que revolucionou o cinema brasileiro (Parte 2)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, A miséria, o folclore anunciación, Never the Leat. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram de empates e Mentos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquarius, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária virou metáfora involuntária a equipe do filme protestou em Can houve tentativas de boicote o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro longa é 1 fi

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      <title>Kléber Mendonça Filho: o cineasta que filmou o Brasil invisível (Parte 1)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, o cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Gente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que Leon Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes TVI e Sennia em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelles Filho, cresceu numa cidade que se mina brasileiro, historicamente tratou com 1 cenário exótico. Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finalmente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens morando em partes elementos de classe média no recife. Tem memória efetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Kang. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a digerir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro lo

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:37:16 -0000</pubDate>
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      <itunes:author>Inception Point AI</itunes:author>
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      <itunes:summary>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, o cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Gente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que Leon Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes TVI e Sennia em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelles Filho, cresceu numa cidade que se mina brasileiro, historicamente tratou com 1 cenário exótico. Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finalmente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens morando em partes elementos de classe média no recife. Tem memória efetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Kang. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a digerir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro lo

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        <![CDATA[Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, o cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Gente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que Leon Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes TVI e Sennia em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelles Filho, cresceu numa cidade que se mina brasileiro, historicamente tratou com 1 cenário exótico. Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finalmente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60, olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens morando em partes elementos de classe média no recife. Tem memória efetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2600, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento diante da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Kang. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há 1 questão que vale a pena olhar com calma. Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se eu apreciar. Sua formação é cinefila, obsessiva. Passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a digerir, trouxe essa bagagem, o som ao redor, seu primeiro lo

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      <title>Kléber Mendonça Filho: o cineasta que filmou o fim do mundo (Tráiler)</title>
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      <description>Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado.

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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:35:40 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado.

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━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. Boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Chente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava mostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Rutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado.

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. O boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Pqente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Reutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60 olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram em partes elementos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2006, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento dentro da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Can. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há. 1 questão que vale a pena olhar com calma, Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se aprecia. Sua formação é cinefila, obsessiva, passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o somo ao redor, c primeiro longa e 1

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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 10:39:41 -0000</pubDate>
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. O boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Pqente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Reutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60 olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram em partes elementos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2006, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento dentro da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Can. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há. 1 questão que vale a pena olhar com calma, Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se aprecia. Sua formação é cinefila, obsessiva, passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o somo ao redor, c primeiro longa e 1

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        <![CDATA[Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago. O boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Cléber Mendonça Filho, e cinema brasileiro tem 1 novo recorde. O Pqente Secreto, de Cléber Mendonça Filho, acaba de superar Cidade de Deus com 4 indicações ao Oscar. É a primeira vez que 1 filme brasileiro alcança esse número de nomeaciones na história da premiação. Isso acontece com 1 diretor que há apenas 15 anos ainda programava amostras de cinema no Recife. Vamos por partes. A trajetória que levou Mendonça Filho a este momento revela algo fundamental sobre como o cinema brasileiro se reinventa quando parece não haver mais espaço. Em 14 de março, há pouco mais de 1 semana, o diretor concedeu entrevistas à Reutes, TVI e SenI em Portugal, onde definiu o projeto como 1 desafio que queria ter. A frase é reveladora. Para quem não acompanha sua carreira, cada filme de Cléber é 1 aposta contra o esperado. Mas se em Recife no dia 22 de novembro de 1968, Cléber de Mendonça Vasconcelos Filho, cresceu numa cidade que esse mina brasileiro historicamente tratou com cenário exótico, Pernambuco era o lugar onde se firmava o sertão, a miséria, o folclore anunciación, never the elite. Mendonça Filho passou décadas observando essa dinâmica. Primeiro como crítico, depois como programador, finamente como diretor. O que sai em jogo aqui é 1 mudança geracional profunda. Enquanto o cinema novo dos anos 60 olhava o nordeste de fora para dentro. Com toda a generosidade possível, mas ainda assim de fora, Mendonça Filho filma de dentro para o mundo, seus personagens moram em partes elementos de classe média no recife. Tem memória afetiva com shopping centers, discutem gentrificação urbana, em outras palavras contemporâneos, e eu cobri isso de perto durante os anos em que Aquário, seu segundo longa, transformouse em símbolo de resistência política no Brasil. Era 2006, o país vivia por institucional do impeachment, e o filme, sobre 1 mulher que se recusa a deixar seu apartamento dentro da pressão imobiliária, virou metáfora involuntária. A equipe do filme protestou em Can. Houve tentativas de boicote, o então ministro da cultura chegou a sugerir que o filme não deveria representar o Brasil no exterior, mas há. 1 questão que vale a pena olhar com calma, Mendonça Filho nunca quis ser apenas 1 cineasta político, mehair conversa se aprecia. Sua formação é cinefila, obsessiva, passou anos escrevendo críticas, organizando retrospectivas do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, educando o olhar de público recifence para o cinema de gênero, horror, ficção científica thriller. Quando começou a dirigir, trouxe essa bagagem, o somo ao redor, c primeiro longa e 1

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